domingo, 26 de abril de 2026

Serviço Secreto afirmou que o autor do ataque disparou uma escopeta no local. Um agente foi atingido, mas "está bem", segundo Trump. Suspeito se chama Cole Tomas Allen, tem 31 anos e mora na Califórnia, segundo a agência de notícias Associated Press. O FBI já localizou sua casa e estava a revistando, disse Trump.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

A relação entre a sociedade brasileira e o Supremo Tribunal Federal (STFEZES) vive uma crise de confiança profunda: pesquisas recentes mostram que cerca de 60% dos brasileiros não confiam na Corte, um patamar histórico de desconfiança. Revelando uma tensão permanente entre crítica e necessidade institucional.  

Desconfiança

- Índice de confiança em queda: Pesquisas da AtlasIntel e Datafolha apontam que apenas 34% a 40% da população confia no STF, enquanto 60% não confia.  
- Percepção de excesso de poder: 75% dos brasileiros acreditam que os ministros têm poder além do necessário.  
- Reconhecimento institucional: Apesar da crítica, 71% consideram o STF essencial para a democracia.  

Crise

- Escândalos recentes: O caso Banco Master, envolvendo ministros, ampliou a percepção de parcialidade e falta de transparência.  
- Polarização política: Decisões de grande impacto, como julgamentos ligados aos atos de 8 de janeiro, reforçaram a visão de que o STF atua politicamente.  
- Cultura de desconfiança: O Brasil figura entre os países com menor confiança interpessoal, o que se reflete também nas instituições.  

Consequências

- Desgaste institucional: A percepção de parcialidade mina a legitimidade das decisões judiciais.  
- Risco democrático: Como destacou a ministra Cármen Lúcia, não há democracia plena sem um Judiciário confiável.  
- Crise reconhecida internamente: O presidente do STF, Edson Fachin, admitiu que a Corte está imersa em uma crise institucional.  

Reflexão

Brasil vive um paradoxo: a sociedade desconfia do STF, mas ao mesmo tempo depende dele como guardião da Constituição e da democracia. Essa tensão gera um estado de desconfiança perpétua, que só pode ser superado com maior transparência, imparcialidade e aproximação da Corte com a sociedade.

Data vênia 

Vocês sabiam que o Jorge Messias entrou no serviço público através de um Concurso fraudado? Vossa Excelência @MinAMendonca sabia? É esse tipo de gente que vocês querem empurrar para a Suprema Corte?


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