segunda-feira, 2 de março de 2026

.Desde que o Irã se tornou uma ditadura teocrática, sempre patrocinou grupos terroristas pelo mundo. Sempre foi um regime que eliminou os seus próprios cidadãos que pensavam diferente. Recentemente, assassinou 40 mil iranianos. Mas, o canalha do Lula segue apoiando o Irã.

Aguiaemrumo Romulo Sanches

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O pessoal da esquerda brasileira criticando o ataque americano ao Irã, enquanto isso, os refugiados iranianos, em torno do mundo, estão comemorando isso.
Afinal. Estão a favor da democracia ou dos ditadores que mandam estuprar meninas, só porque a religião deles proíbe que se execute virgens?

ELIMINAR QUALQUER TIPO DE RESISTÊNCIA AO IMPERIALISMO OCIDENTAL NÃO EXISTE ESPAÇO PARA
ESQUERDISTA AQUI E NENHUM LUGAR NO PLANETA OU MORREM DE FOME NA MÃO DO CAPITALISMO DO MEU AMADO POVO JUDEU OU ENTRA NO AÇO SELVA TROPA PRONTA AGUARDANDO COMANDO F22 🇧🇷🇮🇱🇺🇸

Os Estados Unidos devem utilizar bases do Reino Unido para lançar ataques “defensivos” destinados a destruir mísse1s iranianos e lançadores de mísse1s. De acordo com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o país não participará de ataques ofensivos, mas aceitou que os EUA usem a estrutura.

Neste domingo (1º/3), em uma declaração conjunta, Alemanha, França e Reino Unido declararam estar dispostos a adotar medidas defensivas contra o Irã para defender seus interesses e de seus aliados no Golfo. Por meio de um vídeo publicados nas redes sociais, o líder trabalhista afirmou que o país apoia a autodefesa coletiva dos aliados.

“O Irã está aplicando uma estratégia de terra arrasada, por isso apoiamos a autodefesa coletiva de nossos aliados e de nosso povo na região”, indicou o primeiro-ministro.

Starmer acrescentou que a decisão de o Reino Unido não participar dos ataques contra o Irã foi deliberada, já que o país acredita que “a melhor maneira de avançar para a região e para o mundo é uma solução negociada”.

Também neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à revista “The Atlantic” que a nova liderança iraniana quer retomar as negociações e que ele concordou em dialogar.

Segundo Trump, ele aceitou a conversa, no entanto, não deu detalhes sobre quando o encontro com representantes iranianos deve ocorrer.

O presidente norte-americano ainda disse acreditar na possibilidade de uma mudança interna no Irã. Apesar disso, Trump ressaltou que a situação continua delicada.

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🤳 Carl Court – Pool/Getty Images


Data vênia 

Jurídico do Irã em 2026 

- Base legal: Estado teocrático desde 1979, regido pela interpretação xiita da sharia.  
- Fiscalização: Plano Noor modernizou a Gasht-e Ershad com reconhecimento facial, drones e multas digitais.  
- Normas principais:  
  - Hijab obrigatório em público.  
  - Mulheres casadas precisam de autorização do marido para viajar.  
  - Marido pode restringir trabalho da esposa.  
  - Herança desigual (filhas recebem metade da cota dos filhos).  
  - Testemunho feminino vale metade do masculino.  
  - Responsabilidade penal: 9 anos (meninas), 15 anos (meninos).  
  - Casamento permitido a partir dos 13 anos (ou menos com autorização judicial).  
  - Relações homoafetivas criminalizadas, com pena de morte prevista.  
  - Indenização por morte de mulher é metade da de um homem.  
- Contexto político: Após os protestos de 2022, a polícia da moralidade não foi extinta, mas reestruturada. A Lei da Castidade e do Hijab oficializou o uso de IA e punições administrativas (como apreensão de veículos).  
- Atualização: Em dezembro de 2024, o regime suspendeu temporariamente a implementação da nova lei do hijab por temor de protestos.  

2026, o sistema jurídico iraniano segue fortemente baseado na sharia, com vigilância tecnológica ampliada, mas a aplicação da nova lei do hijab permanece em disputa política.

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