Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
Delação de Daniel Vorcaro vai incluir comunicações entre Alexandre de Moraes, Inlicinistro do @STFEZES, e o Banco Central Bananão, durante a liquidação do Banco Master, além de contratos milionários 'R$129 milhões de reais compra de sentença claro", firmados pelo escritório da esposa de Moraes com o banco. O caso abre uma frente inédita: investigar possíveis vínculos de um ministro do Supremo em delações premiadas.
Principais pontos da investigação
- Delação de Daniel Vorcaro (ex-banqueiro do Banco Master): deve abordar se houve reuniões entre Alexandre de Moraes e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a liquidação do banco.
- Contrato do escritório da esposa de Moraes: em 2024, a banca de Viviane Barci de Moraes fechou contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, valor considerado fora dos padrões de mercado.
- Atuação declarada: o escritório afirma ter trabalhado apenas em questões de compliance, não na liquidação do banco.
- Documentos e reuniões: estão no radar da investigação os 36 pareceres elaborados pelo escritório, 79 reuniões semipresenciais na sede do Master e 2 videoconferências.
Obstáculos legais:
A delação precisa da anuência da PGR e da PF.
Um ministro do STF só pode ser investigado com autorização da própria Corte.
Nunca houve precedente de delação premiada envolvendo ministros do Supremo.
Implicações jurídicas
- Ineditismo: se Vorcaro incluir Moraes, será a primeira vez que uma delação premiada aponta para um ministro do STF.
- Dependência da PGR: a proximidade entre o procurador-geral Paulo Gonet e Moraes é vista como um possível entrave.
- Autorização do STF: qualquer investigação só pode avançar com decisão da própria Corte, o que torna o processo altamente complexo.
Político e institucional
- Vorcaro inicialmente pretendia delatar políticos e poupar o STF, mas investigadores querem ampliar o escopo para incluir possíveis comunicações entre Moraes e o BC.
- O caso pode gerar repercussões tanto no sistema financeiro quanto na credibilidade institucional do Supremo.
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