quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Contradição a verdadeira ameaça à liberdade está na censura seletiva e na confusão entre liberdade de expressão e privilégios ideológicos.

Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

WAGNER MOURA FRANGO SUSTENTADO PELO ESTADO

Inversão preocupante no debate público sobre liberdade e autoritarismo no Brasil. Durante o governo Bolsonaro, frequentemente acusado de flertar com o autoritarismo, artistas como Wagner Moura continuaram atuando livremente, criticando abertamente o presidente, produzindo filmes e sendo celebrados pela opinião pública. Isso é usado como argumento para questionar a narrativa de que o país vivia sob um regime fascista.

Em contrapartida, no atual cenário político que se autodeclarar democrático surgem episódios de censura a parlamentares, investigações contra jornalistas e um clima de autocensura entre cidadãos comuns nas redes sociais. A crítica sugere que há uma seletividade ideológica na aplicação da liberdade de expressão: ela é defendida quando favorece certos grupos, mas restringida quando confronta o poder vigente.

O problema nunca foi Bolsonaro em si, mas a distorção do conceito de liberdade, confundido com o privilégio de poder se expressar sem ser contestado desde que se esteja do “lado certo” do espectro político.

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