Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Energia dos Gatos
“Os gatos possuem uma conexão com o mundo mágico, invisível”. Assim como os cães são nossos guardiões no mundo físico, os gatos são nossos protetores no mundo energético. Durante o tempo que passa acordado, o gato vai 'limpando' sua casa das energias intrusas. Quando dorme, ele filtra e transforma esta energia. O gato pode muitas vezes estar em lugares com baixa circulação de energia Chi vital para poder ativar essa área Quando dormimos nossos corpos astrais se separam do corpo físico e vai para uma 5a dimensão, a dimensão sem tempo nem espaço: a dimensão em que estamos quando sonhamos. Por falta de treinamento e preparação, na grande maioria das vezes não vemos esta dimensão tal como ela é, ao invés disso, a 'disfarçamos' e codificamos como nosso conteúdo psíquico e inconsciente. Os gatos muitas vezes nos acompanham nestas viagens astrais ou protegem nosso corpo astral, além de cuidar de nossa parte espiritual indesejável quando estamos dormindo. Estas são as razões pelas quais eles gostam de dormir conosco na cama. Os gatos também monitoram nossa evolução. Durante sua convivência conosco, eles transmitem informações das dimensões superiores, servindo como radares e transmissores. Além disso, como transformadores de energia eles ajudam na cura, desempenhando um papel semelhante ao dos cristais. Os gatos são professores, eles nos ensinam a amar. Um amor livre, não submisso, respeitador do arbítrio alheio e as diferenças. Por isso tantas pessoas têm dificuldade em conviver com gatos e os acham interesseiros. Primeiro você tem que conquistar a confiança do gato. Depois, você tem que aprender a respeitá-lo. Ele lhe mostrará afeto quando realmente estiver preparado e não quando você mandar ou quiser. Gatos refletem amor. “Do ponto de vista energético, pessoas com alergia a gatos são pessoas que têm dificuldade em deixar entrar o amor em suas vidas.”
A maioria das pessoas conhece a trágica história do Titanic, mas poucos ouviram falar da Jenny, a gata que vivia no barco e que provavelmente foi a única que sentiu o que estava por vir.
Jenny não era uma gata qualquer. Era a caçadora oficial de ratos do Titanic, levada a bordo para manter a população de roedores sob controle. Durante os testes de mar do navio, ela deu à luz uma ninhada de gatinhos e foi cuidada com carinho por um trabalhador chamado Jim Mulholland.
Jim preparou um ninho acolhedor para ela e seus filhotes perto da cozinha, no calor das caldeiras. Até partilhava restos de comida com ela durante as pausas. Essa rotina silenciosa deu-lhe uma sensação de calma no meio do caos de preparar o barco mais luxuoso da história para a sua viagem inaugural.
Mas aconteceu uma coisa estranha.
Alguns dias antes do Titanic partir de Southampton rumo a Nova Iorque, o comportamento da Jenny mudou. Começou a parecer inquieta. E então, sem aviso prévio, começou a pegar seus gatinhos um por um, os segurando suavemente pelo pescoço... e tirou do barco.
Desceu pela passarela vezes sem conta, até que todos os seus gatinhos estavam seguros em terra firme.
Jim ficou olhando. E nesse momento, algo clicou.
«Esta gata sabe alguma coisa... algo que nós não sabemos».
Confiando na sua intuição — ou talvez na dela —, Jim pegou suas coisas e saiu discretamente do barco. Nunca mais subiu a bordo.
O Titanic partiu sem ele.
Todos sabemos o que aconteceu depois.
Anos mais tarde, Jim, já idoso, contou essa história a um jornalista. Atribuiu à Jenny por lhe ter salvo a vida. Seu instinto — antigo, silencioso e inabalável — pode ter sido o único aviso verdadeiro que alguém recebeu.
Às vezes, os heróis não usam uniforme.
Às vezes, eles têm pelo, bigodes e um coração que simplesmente... sabe.
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