STF NÃO TEM DECORO!?
CADE O CONSELHO DE ÉTICA???
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
Mais imagens do ato em favor do PRESIDENTE BOLSONARO que acontece AGORA em Brasília.
Ato liderado pelo grande Desembargador Sebastião Coelho.
Bolsonaro, você não está sozinho!
SELVA TROPA PRONTA AGUARDANDO COMANDO CAPITÃO BOLSONARO ESTEJA ONDE ESTIVER SERÁ SEMPRE NOSSO ETERNO PRESIDENTE SAUDADES ATÉ BREVE MITO 🙏🇧🇷💪
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UM DILEMA CHAMADO JAIR BOLSONARO
Preso jamais será esquecido! Morto será sempre lembrado!
O problema do sistema brasileiro hoje não é múltiplo, não é difuso, não é abstrato. Ele tem nome, sobrenome e CPF político. Chama-se Jair Bolsonaro.
Preso, ele não some. Ao contrário: cresce. Trancado, vira símbolo. Silenciado, vira eco. Cada dia atrás das grades alimenta a narrativa do perseguido, do injustiçado, do homem que enfrentou o sistema e pagou o preço. E a direita, que nunca dorme quando tem mártir, se reorganiza em torno dessa imagem e de Flávio Bolsonaro.
Se algo mais extremo lhe acontecesse, e só de escrever isso já dá um frio estranho, ele não desapareceria da história. Viraria estátua invisível. Maior que o homem, maior que o erro, maior até que a verdade. Um Tiradentes moderno, não pela forca, mas pela mitologia. O morto sempre fala mais alto que o vivo.
Se deixarem que fale, ainda que uma única frase, não será apenas discurso. Será senha. Palavra que vira ordem, gesto que vira bandeira. No bolsonarismo, verbo nunca foi só verbo, sempre foi convocação.
E se o libertarem? Ah… aí o sistema terá criado o próprio retorno. Bolsonaro livre não seria apenas um cidadão. Seria presença constante, sombra em cada debate, nome em cada esquina, candidato natural de um país que tem memória curta e paixões longas.
E assim o sistema anda em círculos, como quem segura um objeto quente demais para largar, mas quente demais para manter.
Prende, inflama.
Cala, provoca.
Solta, ressuscita.
Esse é o dilema: não sabem o que fazer porque, qualquer movimento, alimenta aquilo que tentam conter.
No fundo, talvez o maior erro tenha sido imaginar que Bolsonaro fosse apenas um homem.
Há muito tempo ele virou fenômeno.
E fenômenos não se resolvem com algemas, nem com silêncio.
Resolvem-se com algo bem mais raro: tempo, memória… e coragem.
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