terça-feira, 25 de setembro de 2018

A eleição é um duelo entre petistas e antipetistas. Apesar da disputa definir os rumos do país… Querem esconder a verdade de VOCÊ




Caro leitor,
A corrida presidencial virou um plebiscito.
É um duelo entre o petismo e o antipetismo.

Lula conseguiu plantar seu poste na disputa.
Não resta a menor dúvida: apenas um desses caminhos irá selar o seu destino pelos próximos anos:
1— Ou o país retoma as rédeas do crescimento, com a aprovação das reformas estruturais necessárias para resgatar a economia do limbo;
2— Ou retrocede à antiga matriz populista, responsável pelas atuais mazelas como desemprego, inflação, falência da indústria e total desajuste nas contas públicas.
Mas, apesar da importância histórica destas eleições, a imprensa não está falando toda a verdade para você.
Não espere até outubro para ser pego de surpresa.
Pense que diferença faria se todos estivessem vigilantes há exatos quatro anos.
Às vésperas da reeleição de Dilma Rousseff, em outubro de 2014, as verdadeiras intenções da ex-presidente não eram plenamente conhecidas.
E o resultado foi catastrófico:
O que Dilma prometeu em out/2014Impacto na economia até o impeachment
Baixar a conta de luzApagão e tarifaço
Retomada do crescimentoO PIB despencou e chegou a 3,85% negativos
Controlar a inflaçãoA inflação saltou de 6,40% para 10,67%
Não elevar jurosA Selic chegou a 14,25%
Geração de empregoA taxa de desemprego cresceu 90%
Economia não admite experiências de laboratório. Erros cobram seu preço e as consequências podem se estender por gerações.

InfoMoney — outubro 2016


Depois será tarde para você se dar conta que não conhecia toda a verdade.
Em caso de guinada à esquerda —e por enquanto ninguém pode excluir essa hipótese—, há risco de retrocesso até mesmo nos avanços da Lava Jato contra a corrupção.

Blog do Josias de Souza — junho 2018


A volta à matriz populista é hoje uma possibilidade real que coloca em xeque os planos que você tem para si e sua família.
Desde uma simples viagem para fora que implica gastos em moeda estrangeira… até montar um negócio próprio que envolve a reforma trabalhista.
O resultado das próximas eleições pode representar um novo período de atraso na vida que estamos tentando recuperar desde o último impeachment.
Por isso, enquanto a imprensa dorme no ponto, cabe a você estar atento:
1) Assuma o controle. Político diz uma coisa e faz outra, você tem de ser mais crítico e selecionar ativamente suas fontes de informação;
2) Tenha acesso ao conhecimento. Ele está um passo adiante da notícia e só alguns são capazes de oferecê-lo;
3) Apoie família e amigos. Apenas com uma interpretação independente dos fatos teremos indivíduos aptos para escolher os melhores caminhos.

Apesar de a vigilância ser indispensável neste momento, o que a imprensa anda fazendo por você?


Não me refiro aos embates televisivos, à cobertura da agenda dos candidatos nem aos números das pesquisas divulgados à exaustão.
Eu me refiro à função primordial do jornalista de se manter vigilante. À vocação de denunciar o que estiver errado, doa a quem doer.
Millôr Fernandes tinha uma excelente definição para isso:
“Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.”
Faltando praticamente 30 dias para as eleições mais decisivas da história da República, a imprensa NÃO está vigilante como deveria.
Pelo fato de que quase todos os políticos mentem — e omitem —, sempre se deve desconfiar deles. E os mais desconfiados deveriam ser os jornalistas.
Mas, analisando a imprensa brasileira de hoje, chego à conclusão que a balança pende bem mais para o lado dos poderosos do que para o lado dos inconformados.
Sou Mario Sabino, jornalista e escritor além de um inconformado por natureza.
Logo após cutucar o vespeiro do mensalão, na época em que eu era redator-chefe da revista Veja, precisei me retirar um pouco de cena.
Quando voltei, nada tinha mudado. Nem a velha política e muito menos o meu compromisso com a ética.
No Brasil atual, me sinto tão indignado quanto qualquer cidadão de bem.
Sei o que é perder o sono pensando nas contas domésticas e no futuro dos filhos, sem ao menos poder confiar nas instituições que deveriam nos representar.
E se digo que a imprensa está em dívida com a verdade é porque conheço bem o funcionamento dessa engrenagem.
Não se iluda.
A engrenagem continuará girando, mas depois de outubro será tarde para dizer que você não desconfiava de nada.

A propaganda governamental é um tipo de mensalão da imprensa.

Pense bem: a quem interessa encobrir os fatos?
Gente mal-intencionada possui ligações por toda a parte, inclusive na imprensa.
A pretexto de divulgar as suas realizações, concretas ou não, ministérios, secretarias e estatais gastam bilhões para comprar consciências e promover políticos.
Você precisa ficar atento aos bastidores da política, ao que acontece nas entrelinhas, ao que os poderosos estão tramando.
É aí que a verdade se esconde.
Dependendo do presidente eleito, o Brasil corre o risco de incorrer no fracasso dos últimos anos.
Eu sei que não é esse futuro que você quer para sua família, e não quero para a minha também.
Mas não conte com o velho modelo de imprensa para ser a sua voz.
Em geral, ela tem interesses próprios, que não são claros.
Por causa dessa falta de clareza, somos levados a deduzir que a imprensa jamais vai entrar numa briga com cachorro grande.
Entre as redações e os poderosos, a retribuição de gentilezas é bem mais comum do que você imagina.
Eu diria que a inércia convém ao velho modelo de imprensa.
Em alguns casos, é questão de sobrevivência.
O governo gasta verbas suntuosas de publicidade (leia-se dinheiro do contribuinte) em grandes jornais e revistas.
Não raro, empresas estatais ocupam anúncios de página dupla ou contracapa, que são os espaços mais caros da mídia impressa.
Fora a publicidade explícita, há o caso de pesquisas e publicações que, até a semana passada, não demonstravam constrangimento em tratar o presidiário como candidato à Presidência.
Ainda que Lula fosse inocente no caso do tríplex (é apenas um exercício de raciocínio…), condenados em segunda instância não podem concorrer e ponto final.
Está na Lei da Ficha Limpa, sancionada, quem diria, pelo governo Lula em 2010.

Ladrão é ladrão. A pergunta é:
A lei vale para todos ou alguns estão acima dela?

Se a lei vale para todos, tratar o condenado como candidato só ajuda pessoas de má fé a manipularem o eleitorado desprotegido.
E o que faz a imprensa?
Segue o embalo de reportar intenções de voto para Lula quando deveria abordar temas contundentes, ainda que incomodasse determinadas autoridades.
Por mais que a imprensa tente passar a imagem de independente, prefere se omitir a pisar o calo dos poderosos.
Existem excelentes profissionais, equipamentos de última geração e logística integrada. Mas você realmente acha que algum veículo de massa está a fim de arrumar animosidade com o governo?
Tome por base o escândalo envolvendo Dias Toffoli, revelado pela revista Crusoé ao final de julho último.
O futuro presidente do Supremo Tribunal Federal recebe de sua mulher uma mesada de R$ 100 mil, religiosamente depositados num banco de Brasília que não chama atenção. (Detalhe: a mulher do ministro do STF é dona de um grande escritório de advocacia de Brasília que alcançou o sucesso depois que o marido chegou ao topo do Poder Judiciário.)

Agência do Banco Mercantil em Brasília: escondida no 2o andar de um prédio comercial


O montante total desses repasses, no mínimo atípicos, já atingiu R$ 4,5 milhões. Além disso, a conta do magistrado é movimentada por um ex-bancário de confiança.

Ex-gerente de banco que virou assessor de Toffoli tem carta branca para movimentar conta

No meio jornalístico chamamos isso de “pauta-bomba”.
Invariavelmente, quando uma pauta dessas explode, toda a imprensa repercute.
Foi assim quando estourou o escândalo do Mensalão, em 2005.

Mas a mesada de Toffoli, revelada pela Crusoé, não teve o mesmo tratamento.

Então, deixe-me esclarecer a gravidade da situação e por que você corre o risco de ser sumariamente enganado às vésperas das eleições.
Estou afirmando que, diante de provas documentais e fotos levantadas pela revista Crusoé — e aqui faço questão de reforçar as evidências físicas em detrimento de qualquer boataria infundada—, o futuro representante máximo da Justiça no país não se pronunciou a respeito.
Toffoli não confirmou, tampouco desmentiu.
E a grande imprensa fez o quê? Vista grossa.
Com exceção de uma pequena nota em um jornal, não se leu uma notícia a respeito da mesada do ministro nos diários ou revistas.
Você leu? Se leu, me corrija enviando um print, por favor.
Simplesmente a imprensa se manteve omissa, como se um juiz do Supremo receber 100 mil reais por mês, na surdina, fosse a coisa mais normal do mundo.
Melhor ser conivente ao invés de arrumar dor de cabeça com os poderosos.
Com isso, infelizmente quem perde é você.
Não deixe para cair em si depois de outubro.
A imprensa publica notícias sem a profundidade necessária para você tirar conclusões úteis.

Se todos querem manipulá-lo, aprenda a se blindar.

Omitir, a meu ver, também é uma forma de manipulação.
Especialmente quando se tem uma campanha presidencial em andamento e uma rede de interesses por trás de cada passo.
Embora você busque sempre as melhores informações, está quase impossível ter acesso à notícia completa, com uma interpretação contextualizada e isenta de vieses o suficiente para balizar as suas decisões.
Seja qual for o partido, o parlamentar ou o político corrupto da vez, você precisa de um conteúdo capaz de expor a verdade com clareza.
A imprensa no Brasil está acomodada, ao contrário dos políticos desonestos que não param de inventar expedientes para benefício próprio.
Mas agora você pode se colocar um passo adiante.
Finalmente terá conhecimento do que ocorre de fato, baseado em provas textuais.
Terá ajuda para nortear seus rumos, seja qual for o resultado destas ou de outras eleições.
Terá uma visão independente sobre política que o represente à altura.
Quero que você conheça um refúgio seguro, uma ilha de independência no jornalismo:
Toda sexta-feira é dia de Crusoé, a primeira revista em formato totalmente digital sobre os bastidores da política no Brasil.
Na última semana de julho, enquanto Crusoé publicava matéria exclusiva sobre a mesada suspeita do ministro, outros jornais e revistas não divulgaram uma só linha a respeito.
Nem nos dias seguintes…
Nem nas semanas seguintes…
A história da mesada mal explicada foi apenas uma das reportagens que os assinantes da Crusoé conheceram em primeira mão.
E hoje convido você a fazer parte desse grupo altamente bem informado sobre os rumos do país.
Em 30 anos de jornalismo colecionei admiradores e sobretudo desafetos, por causa do meu compromisso com a ética.
Há três, fundei o site O Antagonista com Diogo Mainardi, um velho conhecido seu que compartilhava das mesmas ideias (e desafetos) que eu. Foi assim que dois fantasmas do jornalismo impresso começaram a assombrar o jornalismo on-line.
Diogo e eu: velhos parceiros para um novo projeto
Na trincheira de O Antagonista, temos uma equipe que atua contra a corrupção produzindo mais de 100 notas diárias.
E continuaremos fazendo esse trabalho, acessível a todos que buscam um conteúdo rápido e preciso.
No entanto a turbulenta conjuntura eleitoral, somada ao posicionamento moroso da imprensa, exigia um esforço maior.
E assim nasceu a primeira revista digital sobre os bastidores da política brasileira.
Sem o fardo do impresso, Crusoé ganhou a agilidade que nos permitiu chegar a 18 edições questionando os poderosos como nenhum outro veículo teve coragem de fazer.
A equipe da Crusoé é formada por jornalistas premiados para os quais não existe ninguém acima da lei.
O comando da revista está a cargo de Rodrigo Rangel, editor-executivo da Veja em Brasília até o início deste ano.
Rodrigo ganhou três prêmios Esso e foi autor de algumas das reportagens mais impactantes sobre a Operação Lava Jato.
Com seu rigor jornalístico, contribuiu para colocar na cadeia o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, o ex-presidente Lula e muitos outros políticos corruptos.
Sob sua direção, estão Filipe Coutinho (ex-BuzzFeed), Caio Junqueira (ex-Estadão), Eduardo Barretto (ex-O Globo) e Igor Gadelha (ex-Estadão).
O time da Crusoé: Rangel, Coutinho, Junqueira, Barretto e Gadelha
A missão dessa equipe é examinar a fundo os bastidores do cenário político nacional.
Questionar com total independência.
Fruto de anos de apuração, a matéria da mesada é um exemplo do compromisso de sermos vigilantes.
Muito maior do que um simples caso familiar de transações financeiras entre marido e mulher, o trabalho reuniu fontes, documentos, processos e fotografias. Foram consultadas 42 ações judiciais (muitas com centenas de folhas).
Tudo com o objetivo de reunir fatos, dados e bastidores para denunciar acontecimentos importantes com requintes de exatidão.
Sabemos que os assinantes da Crusoé não admitem ser enganados, tanto que eles mesmos discordam da postura geral da imprensa.
Da mesma forma que os assinantes da Crusoé, você pode agora ter acesso aos bastidores da política e à interpretação que dá sentido aos fatos.
Vivemos em um país tão bagunçado que regras firmadas ontem podem não valer amanhã.
Assina-se uma sentença e, de repente, algum poderoso dá uma canetada. Ou entra com um recurso. Ou arruma um desembargador para o plantão do fim de semana.
Mas com a Crusoé, você se coloca um passo adiante.
Não será mais surpreendido quando amigos ou familiares falarem de política.
Em vez disso, é a sua opinião que eles desejarão ouvir.
Apenas com liberdade de imprensa teremos cidadãos aptos a construir uma sociedade melhor.
E por isso a Crusoé não aceita — e jamais aceitará — publicidade de governos, estatais e companhias privadas implicadas em esquemas de corrupção.
Na revista não entra publicidade dos Três Poderes, em nenhuma das três esperas, seja federal, estadual ou municipal.
Empresas envolvidas em fraude também estão vetadas, ainda que ofereçam acordos polpudos.
O valor mais importante é arrematado pelo leitor da Crusoé. Com independência editorial, podemos lhe assegurar uma visão isenta de partidarismo.
Eu digo isenta, porque Crusoé não pode ser considerada imparcial.

Nós estamos deliberadamente ao seu lado, com coragem para falar o que você pensa.

Em menos de quatro meses, Crusoé reuniu um contingente de 40 mil assinantes até então órfãos de um jornalismo investigativo de qualidade.
Enquanto outras revistas, jornais e sites permaneciam reféns das abordagens superficiais, Crusoé publicou 18 edições de maio até agora e mais de 700 notícias na seção Diário, que se mantém vigilante sobre Brasília de segunda a domingo.
Quero que conheça algumas dessas revelações contundentes e exclusivas:
11 de maio — a revista elenca as empresas que deram milhões de reais ao instituto de direito do ministro Gilmar Mendes, mas tiveram seus nomes ocultados da lista de patrocinadores. Todas as companhias têm causas tramitando no STF.
25 de maio — A seção Diário de Crusoé noticia a insólita sociedade de Pedro Parente, então presidente da Petrobras, com o presidente de um banco credor da estatal. O banco recebeu o dinheiro de um empréstimo à empresa quatro anos antes do prazo estabelecido em contrato.
10 de agosto — Crusoé detalha como o ex-presidente Lula dá as cartas de dentro da cadeia, na tentativa de atrapalhar a disputa presidencial da qual está excluído.
Nossos assinantes reconhecem e valorizam a linha editorial independente da revista.

Em nome da equipe de Crusoé, agradeço a todos pelo apoio e asseguro desde já que NÃO vamos nos omitir.
Certamente que não temos interferência direta sobre o funcionamento dos Três Poderes.

Mas se existe uma solução que podemos garantir, é manter essa gente sob incansável vigilância.

É o que nos comprometemos a fazer 24 horas por dia, não importam os níveis hierárquicos ou partidos.
Crusoé se posiciona do outro lado do balcão, do lado dos escrutinadores, do lado de quem cobra ação e eficiência dos governos:
— Cumprindo a missão de manter independência editorial;
— Mostrando o que imprensa brasileira se omite de mostrar;
— Revelando o que os poderosos tentam esconder.
O trabalho de vigilância da Crusoé ajuda você a focar no que realmente importa, sem rodeios.
As reportagens publicadas já foram o suficiente para tirar os envolvidos da zona de conforto.
As revelações sobre a mesada do ministro do STF deram fôlego a um pedido de impeachment de Dias Toffoli no Senado.
É uma medida que serve para provocar os senadores encarregados de gerenciar as denúncias.
Crusoé está fazendo sua parte.
Em relação à Petrobras, sempre aplaudimos a faxina que Pedro Parente fez na estatal. Mas isso não o eximiu de questionamentos éticos.
As reportagens publicadas na Crusoé sobre as ligações entre companhias com negócios com a estatal e seu então presidente resultaram no pedido demissão de Parente.
Continuaremos vigilantes por nossos leitores não importa o cargo, escalão ou hierarquia.
Você gostaria de se juntar a nós?
Ficaremos honrados com seu interesse.

Como ter acesso aos bastidores que você não vê na imprensa tradicional.

A partir de agora você não terá de vasculhar todos os jornais, sites, revistas ou programas televisivos para selecionar as informações que interessam.
Na Crusoé priorizamos o que realmente importa: manobras que podem alterar o curso da nação e atrapalhar seu trabalho ou seus negócios.
Fazer as apurações, checar a veracidade, analisar dentro do contexto e entregar tudo isso para você de forma compreensível demanda um trabalho especializado.
Por isso o conteúdo da Crusoé é exclusivo para assinantes.
Essa também foi a maneira que encontramos para manter uma linha editorial sem rabo preso com ninguém.
Com a temperatura política em ebulição, Crusoé vai ser útil pelos motivos a seguir:
1) Uma equipe de especialistas só para você
Crusoé está estrategicamente sediada onde tudo acontece.
Nossos editores e repórteres acordam para tomar café com os principais atores do cenário político brasileiro.
A equipe está infiltrada nas várias camadas do poder com indiscutível competência. Garanto que você não encontrará uma conexão mais direta do que essa com Brasília.
2) Análise completa, e não apenas factual
Não adianta saber os fatos se você não tiver a correta contextualização deles.
Na Crusoé, a equipe apura os acontecimentos, busca provas e lhe oferece uma interpretação coesa, revelando os verdadeiros interesses dos poderosos.
Se houver sintomas de febre, seremos os primeiros a senti-los, da mesma forma que detectaremos os primeiros sinais de recuperação.
E tudo será repassado a você imediatamente, para que tenha em mãos a melhor análise sobre política.
3) Sabedoria de valor a um custo irrisório
Menos de R$ 0,50 por dia. É o que você pagará por nossas ideias sobre política em vez de perder tempo e dinheiro com preocupações.
Ninguém atarefado como você precisa dispender horas tentando se informar, se beber direto na fonte da Crusoé.
Nem se preocupar com os diversos impactos sobre seus negócios, emprego ou investimentos se tiver por trás de si a sabedoria que ajuda a tomar decisões coerentes.
Cada brasileiro tem o dever cívico de se tornar vigilante.
É com isso que podemos ajudar você: mantendo os poderosos sob vigilância dia após dia, sem descanso.
Você terá uma visão independente do que se passa nos meandros da política por meio de reportagens e artigos opinativos.
E assim estará um passo adiante da imprensa, porque somente as páginas da Crusoé traduzem a vocação original do jornalismo político.
Toda sexta-feira de manhã, você receberá uma nova edição de qualidade e agradável de ler:
– Reportagens investigativas sobre os temas políticos mais relevantes do momento;
– A coluna provocadora do Diogo Mainardi, que volta a ser publicada depois de 8 anos;
– A minha própria coluna, que revela bastidores da imprensa e relaciona os fatos presentes com a história brasileira;
– Artigos especiais de autoria dos articulistas convidados;
– Entrevistas exclusivas com personalidades da cena nacional e internacional;
– O humor inteligente de Ruy Goiaba.
Além disso tudo, graças ao formato on-line, que permite acessar a revista de qualquer lugar e dispositivo, você permanece informado com as notas da seção Diário — apuradas em tempo real pelos editores e repórteres da Crusoé.
É assim que você estará a par das tramas armadas no Palácio do Planalto, Congresso, STF e qualquer instituição infectada pela corrupção.
Não omitiremos a verdade de você, por mais que determinados grupos se achem acima da lei e do escrutínio público.
Você sempre terá acesso aos bastidores do tabuleiro político que ninguém ousa mostrar.
E deve começar agora mesmo. Com o início da propaganda eleitoral e a inundação de informações pelas redes sociais, será muito difícil filtrar o que realmente interessa.

Quais são as intenções por trás dos movimentos dos poderosos?

Você pode se tornar uma presa fácil para eles.
Então, que tal dar uma resposta a quem pretende enganá-lo sem escrúpulo?
Torne-se assinante da revista Crusoé.
Restam poucos dias para as eleições e você não pode permanecer no escuro.
Mas, em época de eleições, se torna ainda mais importante ter o conhecimento necessário para não ser enganado.
Esse conteúdo em vídeo certamente contribuirá para apurar seu senso crítico.
Porque todo debate traz à tona interpretações que podem ser valiosas no dia a dia. E que, a partir daí, estimulem o desenvolvimento da sua própria concepção sobre os problemas que afligem o Brasil.
Mas você não precisa pagar nada para assistir aos vídeos. É um presente meu para você.
Basta aproveitar essa condição única por meio deste link ou dos botões abaixo.
Toda sexta-feira uma nova edição com reportagens especiais, entrevistas com personalidades da cena nacional e internacional e a coluna provocadora de Diogo Mainardi, dentre outros destaques.
Além disso, você será informado diariamente sobre as principais tramas armadas em Brasília pelas atualizações on-line na seção Diário.

Bônus exclusivo:
Reunião de Pauta Eleições 2018


São dois vídeos complementares a partir dos quais você saberá tudo sobre a Crusoé, os principais furos da revista e detalhes da cobertura eleitoral. Acesso gratuito exclusivo para você.
Tudo isso será seu imediatamente.
Entretanto, após ter acesso a todo o conteúdo da sua área de assinante, o que acontece se você não se identificar com a Crusoé?
Em até 7 dias após a assinatura, você pode enviar um e-mail e solicitar o cancelamento da assinatura com reembolso de 100% do valor pago.
Significa que você pode conhecer a Crusoé sem qualquer preocupação, o compromisso é nosso.
É assim que se faz jornalismo com transparência para o assinante.
Falta pouco para o próximo presidente desfilar em Rolls Royce pela Esplanada dos Ministérios rumo ao Palácio do Planalto.
O cenário por enquanto não nos permite ver seu rosto.
Caminhamos no desconhecido, perante um futuro opaco e sem luminosidade.
Mas, apesar de transitar no escuro, não deixe que lhe tirem a luz da razão.
Por menos de R$ 0,50 por dia, você receberá a Crusoé da semana:
–Reportagens investigativas sobre os temas políticos mais relevantes do momento;
–A coluna provocadora do Diogo Mainardi, que volta a ser publicada depois de 8 anos;
–Uma coluna assinada por mim, Mario Sabino, com bastidores do jornalismo e passagens
de história do Brasil;
–Artigos especiais de autoria dos articulistas convidados;
–Entrevistas exclusivas com personalidades da cena nacional e internacional;
–O humor inteligente de Ruy Goiaba.
Crusoé quer ajudá-lo a se livrar dos corruptos que atrasam o país e nos mantêm isolados do mundo moderno.
Você e sua família finalmente estarão fortalecidos contra a ingerência do governo em suas vidas.
Espero você do lado dos inconformados.
Mario Sabino
Publisher


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto!



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Celso Amorim: 'Bolsonaro e Mourão são vozes minoritárias no Exército'


Política

Entrevista I Celso Amorim



por Miguel Martins e Mino Carta — publicado 23/09/2018 00h12, última modificação 23/09/2018 00h11
O ex-ministro da Defesa manifesta preocupação com declarações de Villas Bôas, mas diz que maioria do alto comando não tem posições extremas

Celso  Amorim-5.jpg
O chanceler de Lula organizou um seminário sobre as ameaças à democracia no Brasil

Recentemente, Celso Amorim, ex-chanceler de Lula e ex-ministro da Defesa de Dilma Rousseff, encontrou-se em Paris com um antigo amigo da diplomacia: o ex-premier francês Dominique de Villepin, que também atuou como chanceler do presidente Jacques Chirac.
Representante da direita republicana, Villepin demonstrou preocupação com o isolamento do Brasil no cenário internacional e as ameaças à democracia, sobretudo após Lula ser impedido de disputar as eleições.
Dessa conversa, surgiu a ideia de organizar um seminário internacional em São Paulo. Confiado à organização da Fundação Perseu Abramo, o evento reuniu ainda, na sexta-feira 14, o filósofo americano Noam Chomsky, o ex-primeiro-ministro da Itália Massimo D’Alema e o ex-premier espanhol José Luis Zapatero, entre outras personalidades.
Em visita à redação de CartaCapital, Amorim falou sobre o encontro e demonstrou preocupação com os pronunciamentos políticos dos militares a respeito das eleições. A íntegra da entrevista, em vídeo, está disponível em www.cartacapital.com.br.
CartaCapital: Como interpretar a declaração de Villas Bôas sobre a legitimidade do futuro governo?
Celso Amorim: Conheci Villas Bôas quando ele era Comandante Militar da Amazônia. Eu era Ministro da Defesa. Ele, um bom militar, bastante profissional, conhecedor, respeitoso. Se nós recordarmos bem, em alguns momentos do governo de Michel Temer, teve uma posição muito moderada. As coisas que ele tem dito me causam alguma surpresa, sobretudo após a declaração que ele fez na véspera do julgamento do habeas corpus de Lula.
Ele dizia que o Exército defendia valores, a Constituição, mas entrava também na questão da impunidade. Aquilo dito na véspera do julgamento tinha um endereço certo. Agora, as declarações após o ataque ao candidato Bolsonaro foram muito pouco felizes. Dizer que há uma instabilidade e que isso pode deslegitimar o resultado da eleição é algo muito grave.
Ele não é um analista. É comandante do Exército, o que ele diz tem peso. Quem comanda um grande número de indivíduos armados tem que tomar muito cuidado com as palavras. Não quero crer que ele teve a intenção de fazer uma ameaça.
CC: O senhor acha que o discurso autoritário de Mourão, que sugeriu um “autogolpe” e uma nova Constituição sem Constituinte, se restringe mais aos generais da reserva?
CA: Bolsonaro e Mourão são vozes minoritárias. No alto-comando, um pensamento mais extremado não representa a maioria. Não quero dizer que a reserva não tenha influência. Sei porque tive de lidar com esse problema na Comissão da Verdade.
O pessoal da reserva falava o diacho de mim. Preocupa-me o fato de 28% dos brasileiros estarem inclinados a votar no Bolsonaro. É um fato assustador, não por eles serem militares, mas porque parte expressiva da sociedade busca esse tipo de solução.
CC: Em que medida essas declarações do comandante do Exército podem influenciar no resultado final da eleição?
CA: Na realidade, não influenciam. O que me preocupa é a ameaça que fica no ar. As eleições devem se realizar normalmente e o resultado deve ser respeitado.
CC: A palavra tranquilizadora não deveria caber a Villas Bôas?
CA: Ele não precisava ter falado. Já que ele falou, poderia dizer agora: “Minhas palavras estão sendo mal interpretadas, não quero de maneira nenhuma acenar com a ideia de autoritarismo”. Até porque, quando você junta a declaração dele com a do Mourão, mesmo que elas não estejam conectadas, é natural todo mundo ficar preocupado. Não podemos esquecer que tivemos 21 anos de ditadura.
CC: Mourão chegou a usar o termo “mulambada” para se referir à América Latina e à África, ao criticar a política externa dos governos petistas.
CA: Não merece resposta. É inacreditável. A gente fala dos outros países, mas Trump parece um intelectual iluminista quando ouvimos o que diz o general Mourão.
CC: O endosso do Lula ao Haddad e a transferência de votos em curso prova que de um lado está Lula e de outro lado estão os inimigos do ex-presidente?
CA:Eu não colocaria as forças armadas como como inimigas de Lula, por exemplo. Eu acho importante voltar a esse assunto. Porque eu conheço gente, inclusive em posição de comando importante, que não tem essa visão. Gente que dará posse a quem ganhar. Que acha que esse é o caminho. Caminho que foi do general Henrique Lott. Aliás, nós precisamos até de um general Lott preventivo, que impediu um golpe e garantiu a posse de Juscelino Kubitschek.  
CC: Como o senhor avalia a decisão da Justiça Eleitoral de não levar em conta a liminar que foi concedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU a Lula?
CA: Fui embaixador da ONU por quatro anos no governo de Fernando Henrique Cardoso e duas vezes embaixador em Genebra, onde está a sede do comitê. Cuidava também de direitos humanos, então falo com certa autoridade. Quando ouço coisas do tipo “é um comitêzinho”, vejo uma ignorância incrível.
O comitê é o órgão para fazer cumprir aquele tratado, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. É composto por peritos, no melhor sentido da palavra. Não se pode dizer “cada macaco no seu galho”. Primeiro, porque a ONU não é um galho, é a árvore. Até Trump, ao não querer seguir as diretrizes do clima, tomou o cuidado de se retirar do tratado. Não dá para dizer que o tratado não vale.
CC: E quais as consequências de violar um pacto internacional?CA: Abala a credibilidade do País. Lidei muito com esse tema. Só conheço uma exceção de violação do pacto: o Taleban, para o qual Sharia, a lei islâmica, era mais importante do que a lei internacional. Os outros todos, mesmo quando eles não cumprem, alegam motivos. Claro, quando se tem um enorme arsenal atômico e se é a maior potência econômica do mundo, pode se dar ao luxo de perder a credibilidade, porque os outros dependem de você.
Não é o nosso caso. O Brasil sempre defendeu o multilateralismo. É um país grande, mas não é uma superpotência. Para nós, interessa que as regras multilaterais sejam seguidas, que os tratados sejam respeitados.
CC: O voto favorável de Edson Fachin à decisão não abre um precedente para uma revisão do Judiciário sobre o caso, até porque a ONU deve julgar o mérito no primeiro semestre de 2019?CA: Mas aí o leite estará derrabado. Quer dizer, a decisão que vai haver, suponho, será a decisão do julgamento do conteúdo do mérito da ação criminal. Se existe alguma coisa que cria instabilidade seria essa. Torço para que ganhe o Haddad e não haja nenhuma nova instabilidade. Porque, se o Lula é absolvido na ação criminal, como deverá ser, o que se vai fazer? Anula-se a eleição? Aí sim, viveríamos uma grande complicação
CC: Qual é o seu palpite sobre as eleições?
CA: Fernando Haddad vai ganhar. Provavelmente ficará perto de um empate no primeiro turno, se não passar logo Bolsonaro. E, no segundo turno, ele ganha a eleição.
CC: Não é importante que as forças progressistas saibam se unir na hora H?
CA: Acho que antes da hora H. Tem de competir, claro que vão competir, dizendo quem tem o melhor plano para barrar o fascismo, quem tem o melhor plano para vencer o neoliberalismo e dar crescimento ao Brasil. Mas não pode um falar mal do outro. Isso cria feridas e, depois, mesmo que elas se recomponham, os eleitores as vezes não se recompõem.
CC: Como o senhor avalia os resultados do seminário?
CA: A mídia praticamente não noticiou, à exceção de uma notinha aqui ou ali. O mais interessante, a meu ver, foi como nasceu a ideia. O evento surgiu de uma conversa com o ex-premier Villepin, que também foi ministro do presidente Jacques Chirac, representante da direita republicana na França. Uma direita que respeita as leis.
CC: E o que Villepin lhe disse?
CA: Ao reencontrá-lo em Paris, ele próprio sentiu a necessidade de falar sobre o resgate da democracia no Brasil, com um governo legítimo, até porque o País desapareceu da cena internacional. O Brasil está completamente isolado, só parece preocupado em endurecer com a Venezuela. Daí surgiu a ideia do seminário.
O evento trouxe figuras muito importantes, como o D’Alema, um humanista, defensor da democracia, que foi a Curitiba visitar o Lula. Temos uma situação curiosa. O Brasil é o único país no qual uma prisão, na capital de uma província, é mais disputada que o palácio presidencial por grandes autoridades (risos). 



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Ibope: Bolsonaro perde votos no Sul e Haddad cresce na região




Montagem: Paulo Lopes/Futura Press – Rogério Marques/Futura Press
Pesquisa Ibope divulgada na noite desta segunda-feira mostra que Fernando Haddad (PT), hoje com 22% das intenções de voto no país, melhorou seu desempenho em todas as regiões.
Chama a atenção o fato de que, desta vez, o crescimento do petista foi maior no Sul do país. Ele passou de 11% para 19% na região, enquanto no Nordeste, região conhecida como reduto eleitoral do partido, ele foi de 31% para 34%.
LEIA MAIS:
No Sudeste, região que concentra 43% do eleitorado nacional, Haddad oscilou de 15% para 16%, enquanto nas regiões Norte e Centro-Oeste, somadas, pulou de 15% para 20%.
Na contramão, Jair Bolsonaro (PSL), perdeu oito pontos percentuais na região formado por Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O capitão da reserva caiu de 38% para 30% da preferência deste eleitorado.
Bolsonaro compensou esta baixa com oscilação positiva no Sudeste (de 29% para 31%), no Nordeste (de 16% para 17%) e no Norte e Centro-Oeste (de 32% para 33%).
Entre os demais candidatos, Ciro Gomes (PDT) tem sua melhor performance no Nordeste, onde conquista a preferência de 18% dos eleitores, sete pontos a mais do que sua média nacional.
Geraldo Alckmin (PSDB), ex-governador de São Paulo, vai melhor no Sudeste, com 10% das intenções de voto, dois pontos acima do seu resultado em todo o país. O calcanhar de Aquiles do tucano é o Nordeste, onde foi citado por apenas 4% dos entrevistados.
Veja o corte por região da pesquisa Ibope:

EM TODO O PAÍS

Jair Bolsonaro (PSL) – 28%
Fernando Haddad (PT) – 22%
Ciro Gomes (PDT) – 11%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 8%
Marina Silva (Rede) – 5%

NORDESTE (representa 27% do eleitorado)

Jair Bolsonaro (PSL) – 17%
Fernando Haddad (PT) – 34%
Ciro Gomes (PDT) – 18%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 4%
Marina Silva (Rede) – 5%

SUDESTE (representa 43% do eleitorado)

Jair Bolsonaro (PSL) – 31%
Fernando Haddad (PT) – 16%
Ciro Gomes (PDT) – 10%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 10%
Marina Silva (Rede) – 5%

SUL (representa 15% do eleitorado)

Jair Bolsonaro (PSL) – 30%
Fernando Haddad (PT) – 19%
Ciro Gomes (PDT) – 9%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 7%
Marina Silva (Rede) – 2%

NORTE E CENTRO-OESTE (representa 15% do eleitorado)

Jair Bolsonaro (PSL) – 33%
Fernando Haddad (PT) – 20%
Ciro Gomes (PDT) – 8%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 9%
Marina Silva (Rede) – 7%




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Matéria bem interessante a meu ver acha que os candidatos deveriam se inteirar melhor dos problemas do país e da nação antes de prometer mil coisas que eles não são capazes de resolver, a promessa gera expectativa no povo que já está cansado de ver os interesses próprios desses candidatos que visam apenas um lado de melhoria a não ser o deles, acho que o povo deve realmente fazer uma reflexão inteligente e não eleger quem visa apenas os próprios interesses e o povo que se dane depois das eleições. O país está afundado, nenhum desses candidatos que estão se apresentando vão resolver coisa alguma, temos que priorizar primeiro à mudança do nosso sistema político, respeitar a pátria, e vestir a nossa bandeira como verdadeiros patriotas, assim teremos uma nova chance de reconstruir nosso País sem corrupção e extinguíamos esses políticos velhos que já mamam nas nossas tetas há anos.


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Justiça condena Fraga por cobrança de propina no setor de transporte


Pena imposta ao deputado federal e candidato ao GDF é de 4 anos, 2 meses e 20 dias de prisão em regime semiaberto



Daniel Ferreira/Metrópoles


Fernando Caixeta



A duas semanas da eleição, o candidato ao Palácio do Buriti Alberto Fraga(DEM) foi condenado a 4 anos, 2 meses e 20 dias de prisão em regime semiaberto e com o direito de recorrer em liberdade, por cobrança de propina. O crime é o de concussão: quando funcionário público exige vantagem indevida.
O então motorista dele, Afonso Andrade de Moura, teve pena afixada em 3 anos e 2 meses de prisão, mas a punição foi convertida em restritiva de direitos, a ser definida na execução. A sentença foi proferida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) nesta segunda-feira (24/9).
Fraga teve a penalidade agravada em um terço por, supostamente, ter usado o cargo que ocupava à época, de secretário de Transportes no governo de José Roberto Arruda (PR). Ele foi denunciado pelo Ministério Público por cobrar R$ 350 mil para assinar um contrato de adesão entre o governo e uma cooperativa de ônibus. O motorista dele teria sido o intermediário para o recebimento dos valores.

O processo foi aberto em 2011. Quatro anos depois, após Fraga ser eleito deputado federal, teve de ser remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF), em função do foro privilegiado do parlamentar.  A defesa do deputado chegou a pedir absolvição na Corte Suprema, mas teve o pedido rejeitado.
“A acusação é de concussão e existem indícios muito razoáveis, inclusive na forma de provas testemunhais e gravações”, afirmou, à época, o relator do caso, o ministro Teori Zavascki.
Outro ladoComo o Supremo reduziu o foro para deputados e senadores quando o crime for cometido fora do exercício do mandato e não tiver relação com o cargo, em maio deste ano, remeteu o processo para a Justiça do Distrito Federal. Fraga foi condenado pelo juiz Fábio Francisco Esteves, da Vara Criminal e Tribunal do Júri do Núcleo Bandeirante.
Na noite desta segunda-feira (24), o candidato divulgou nota para comentar a condenação. O candidato disse estranhar a medida, em plena reta final da campanha pelo GDF.
Confira:
“Eu quero falar diretamente para o povo. É o julgamento do povo que realmente me interessa. Essa condenação que arrumaram para mim, a 13 dias da eleição, de última hora, é política. Fizeram uma sentença em dois dias.
Estão com medo porque estou subindo nas pesquisas e vou para o segundo turno. Diferentemente do Rollemberg, que tem condenação e esconde isso de todo o mundo, tem o nome citado na Lava Jato por três delatores e o irmão sendo investigado pela Justiça, eu não me escondo.
Ele é que esconde de todo mundo que a polícia está atrás do irmão dele, que manda no seu governo e influencia as decisões no GDF.
Vou recorrer dessa decisão e provar a minha inocência contra essa armação desesperada e covarde. Vou vencer as eleições e governar com o povo”
Alberto Fraga




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Matéria bem interessante a meu ver acha que os candidatos deveriam se inteirar melhor dos problemas do país e da nação antes de prometer mil coisas que eles não são capazes de resolver, a promessa gera expectativa no povo que já está cansado de ver os interesses próprios desses candidatos que visam apenas um lado de melhoria a não ser o deles, acho que o povo deve realmente fazer uma reflexão inteligente e não eleger quem visa apenas os próprios interesses e o povo que se dane depois das eleições. O país está afundado, nenhum desses candidatos que estão se apresentando vão resolver coisa alguma, temos que priorizar primeiro à mudança do nosso sistema político, respeitar a pátria, e vestir a nossa bandeira como verdadeiros patriotas, assim teremos uma nova chance de reconstruir nosso País sem corrupção e extinguíamos esses políticos velhos que já mamam nas nossas tetas há anos.



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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Ministro do STF diz que eleições impedem reanálise da prisão em segunda instância




RUBENS VALENTE


Resultado de imagem para Marco Aurélio Mello

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello disse nesta segunda-feira (24) em palestra para delegados da Polícia Federal, em Brasília, que as eleições deste ano não tornam "conveniente" o julgamento de uma ação judicial que poderia, como efeito em cascata, implicar na soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"A reanálise dessa matéria ocorrerá em 2019 porque avizinhando-se, como se avizinham as eleições, não é conveniente que isso ocorra no momento presente", disse o ministro, que é relator de duas ações diretas de constitucionalidade que poderão mudar o entendimento hoje vigente no STF sobre a autorização para cumprimento de prisões a partir de decisão de segunda instância.
O entendimento, firmado em 2016, permitiu a prisão do ex-presidente Lula.
Mello, que é favorável à revisão do atual entendimento, liberou as ações para julgamento no plenário em dezembro passado, mas a então presidente do Supremo, Cármen Lúcia, não as colocou na pauta.
A decisão sobre a pauta agora cabe ao ministro Dias Toffoli, que preside o STF desde o último dia 13. Ele também já declarou a interlocutores que não colocará o tema em pauta neste ano.
Para Mello, o entendimento que liberou o cumprimento de prisão após segunda instância deverá se alterar no novo julgamento.
"A maioria de 6 votos a 5 [de 2016] passará a ser em sentido inverso, com a evolução de ótica do ministro Gilmar Mendes. Estava para ser levantada a questão quanto à necessidade de apreciar-se esses processos objetivos quando ocorreu a liberação para o colegiado maior, de um habeas corpus, que nós sabemos que é estampado em processo subjetivo, quando existe parte única, o paciente, o habeas corpus a envolver o ex-presidente Lula e aí não houve o levantamento da questão de ordem junto à presidente Cármen Lúcia, para apreciar-se as declaratórias", descreveu o ministro.
A palestra foi dada por Mello na abertura do seminário internacional "Colaboração premiada: uma ferramenta de investigação", promovido pela PF. Ele também foi o relator da ação direta de inconstitucionalidade que permitiu à Polícia Federal realizar acordos de colaboração premiada, ao contrário do que pretendia o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Na palestra, o ministro fez críticas "à mídia e às redes sociais", dizendo que elas são em parte responsáveis por um "abandono de princípios, perda de parâmetros, inversão de valores".
"Essas distorções, conversávamos [com os delegados da PF] há pouco antes de chegarmos ao auditório, são potencializadas pela mídia, que na maioria das vezes esquenta a matéria, e são potencializadas também pelas redes sociais, à velocidade [...] praticamente incontrolável."
O seminário foi organizado pela direção-geral da PF para discutir o instituto da colaboração premiada no país e estabelecer critérios aos quais os delegados deverão recorrer nas negociações com os delatores.
Em sua palestra na abertura do evento, o diretor-geral da PF, Rogério Galloro, afirmou que a colaboração premiada "deve ser sempre corroborada por dados externos e independentes".
"Não há nada que um colaborador possa trazer que retire a necessidade de uma investigação independente, cética", disse Galloro. Ele afirmou que a PF "não abre mão" de "qualquer ferramenta investigativa na busca da verdade, nossa principal função".



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Pandora: Arruda é condenado a 7 anos e 6 meses de prisão




Ex-governador do Distrito Federal é acusado de falsidade ideológica e tentativa de comprar testemunha para atrapalhar as investigações


Internet/Reprodução


Douglas Carvalho



O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda foi condenado a 7 anos e 6 meses de prisão em regime fechado no âmbito da Operação Caixa de Pandora. Segundo decisão da 7ª Vara Criminal de Brasília, proferida nesta segunda-feira (24/9), ele cometeu os crimes de falsidade ideológica e corrupção de testemunha, com objetivo de atrapalhar as investigações.
A operação apura suposto esquema de corrupção conhecido como Mensalão do DEM. O ex-governador teria oferecido vantagem financeira ao jornalista Edmilson Edson dos Santos, conhecido como Edson Sombra, para que ele prestasse depoimento falso à Polícia Federal.



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