terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Candidatura de Huck 'seria boa para o Brasil', diz FHC






Claudinei Ligieri/Futura Press

Folhapress
6 de fevereiro de 2018

AULO, SP (FOLHAPRESS) - Para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), uma candidatura do apresentador Luciano Huck ao Planalto "seria boa para o Brasil", para "arejar" e "botar em perigo a política tradicional".
"Gosto dele [Huck], sou amigo dele e da família dele. Acho que para o Brasil seria bom, mas não sei o que ele vai fazer", disse FHC em entrevista à Rádio Jovem Pan.
Segundo o ex-presidente, seria bom ter mais opções e Huck "tem boas intenções". "É bom ter gente como o Luciano porque precisa arejar, botar em perigo a política tradicional, mesmo que seja do meu partido. É preciso que ela seja desafiada por pessoas portadoras de ideias e processos políticos novos para que o próprio partido possa avançar. Está havendo sinal nessa direção", disse.
Ele lembrou que no PSDB já houve um movimento "onda azul", de renovação, que não pegou. "A onda deu na praia", disse.
FHC, contudo, afirmou que as declarações não significam que ele esteja apoiando Huck. "Acho que os partidos são importantes e quem não tem partido depois para governar é difícil. Dito isso, acho que Luciano, se ele se dispuser a ser candidato, é um candidato, vamos ver o que ele vai dizer."
Segundo o Painel, FHC recebeu em mãos uma pesquisa qualitativa exclusivamente sobre a viabilidade eleitoral de Huck na corrida ao Planalto. O resultado, segundo aliados de FHC, mostra que Huck tem potencialmente muita chance se entrar na disputa.
DORIA
Questionado sobre o futuro político do prefeito João Doria, o ex-presidente sugeriu que a tendência do tucano é a candidatura ao governo de São Paulo.
"Ele sempre que pode quer alçar voos mais altos, mas vamos ver quais condições vão ser. A tendência dele será de voos mais altos. Me parece", disse FHC, esclarecendo depois que se referia ao governo do Estado.
Ele falou ainda sobre a situação do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado, em janeiro, em segunda instância a 12 anos e um mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Segundo FHC, é ruim que Lula não concorra, mas é preciso seguir a lei. "Para o Brasil, teria sido melhor que ele pudesse concorrer, mas tem a lei. Ele foi condenado em segunda instância. Pela Lei da Ficha Limpa não pode. Ou você obedece a lei ou você quebra a Constituição", afirmou.

Geddel Diz À Justiça Ter Sido Jogado “Em Vale Dos Leprosos” Por “Amigos De Longa Data”







Geddel diz à Justiça ter sido jogado “em vale dos leprosos” por “amigos de longa data” Mas, e o dinheiro nas malas Geddel, já conseguiu provar que os R$ 51 milhões encontrados no apartamento são lícitos?
Abre o bico Geddel. Agora ele se diz abandonado, mas todos sabem quais são seus amigos de longa a data, a começar pelo  Michel Temer



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Os irmãos Geddel

Os irmãos Geddel são três: Geddel, Lúcio e Afrísio. Intriga-me o esquecimento de Afrísio nas notícias sobre a família. Fala-se até da mãe, do pai falecido, mas não do terceiro irmão. Pois bem: Afrísio Vieira Lima Filho é diretor legislativo da Câmara.

Geddel Vieira Lima virou um astro pop às avessas. Sintetiza como poucos essa geddelização da política brasileira. Com seu olhar meio assustado. É um corrupto que dá para imaginar no churrasco mais próximo, quebrando um copo, gargalhando.

Lúcio Vieira Lima, o Bitelo da Odebrecht, opera como deputado. Condenado a ser o "irmão do Geddel". Esse está enrolado nas investigações sobre o apartamento dos R$ 51 milhões em Salvador. É uma versão menos espalhafatosa de Geddel.

E Afrísio?
Afrísio passa batido. Como se não fosse um Afrísio, um Lúcio, um Geddel. Os três, no entanto, dividem as propriedades rurais da família. Atuam juntos como pecuaristas e produtores de cacau. Só que ele é blindado. Por quê?

Afrísio também é um homem público. Repito: é diretor legislativo da Câmara. Isso significa... poder. Significa que sabe de muita coisa. Significa que os corredores do Congresso são conhecidos palmo a palmo pela família Vieira Lima.

Afrísio é tesoureiro da Fundação Ulysses Guimarães. Presidida por quem? Moreira Franco (PMDB-RJ). Vice-presidida por quem? Eliseu Padilha (PMDB), ministro-chefe da Casa Civil. Um dos diretores chama-se Romero Jucá (PMDB-RR).

(E Afrísio é um colecionador de obras de arte. Gostava de vender seus quadros em pleno espaço da Câmara. Sua mulher trabalhou na primeira secretaria com o deputado Heráclito Fortes, conhecido na Odebrecht como Boca Mole.)

A geddelização da política brasileira não é fruto de um "doente" temperamental e com covinhas. A geddelização é um movimento racional. A geddelização instala-se. Um é deputado, o outro é um burocrata, enquanto a matriz dá a cara para bater.

Sim, o poder dos Vieira Lima começa lá atrás. Com o primeiro Afrísio, também deputado. O problema de tratar esse clã como expressão de uma única pessoa é que a gente elimina a história. Geddel foi preso, Lúcio talvez o seja. Afrísio continuará lá.

Ou, em outras palavras: o PMDB continuará lá, com vários pés em várias canoas. É um polvo. Tem o braço Geddel, o braço Jucá, o braço Padilha, o estômago Michel, a cabeça Sarney, o intestino Calheiros. Corta-se um órgão, crescem os outros.




Comparsas são amigos de alguém?









URGENTE!! TRF-4 Acaba De Publicar O Acórdão Da Condenação De Lula







TRF4 acaba de publicar o acórdão da condenação de Lula. Assim que ele for notificado terá dois dias para apresentar seu recurso, chamado de “embargo declaratório”. Ao eventualmente negar o recurso, o TRF pode determinar a prisão do ex-presidente.
A partir deste momento, a defesa do condenado a 12 anos e um mês em regime fechado por corrupção e lavagem de dinheiro terá até 12 dias para recorrer ao próprio tribunal contra a decisão.
Se os recursos forem rejeitados –em tese– será a hora de executar a pena.

PGR Consegue Informações Que A Polícia Do Senado Se Recusou A Fornecer











A Polícia Legislativa do Senado se recusou a fornecer aos investigadores da Lava Jato informações sobre o acesso de delatores da Odebrecht às dependências da Casa em um inquérito contra Romero Jucá (MDB-RR). A Procuradoria-Geral da República pegou um atalho. Pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para compartilhar esses dados que estão anexados a um outro inquérito.

Intriga-me o esquecimento?



noticiasbrasilonline.com.br
MÃE de Geddel pede ao STF que REJEITE pedido de PRISÃO domiciliar FEITO CONTRA ELA pela PGR - Noticias Brasil Online
Nossa JUSTIÇA virou PALHAÇADA: Marluce afirma que sua CASA servia de ESCRITÓRIO para reuniões de Lúcio Vieira Lima com o objetivo de ECONOMIZAR RECURSOS PÚBLICOS}}*** . Marluce Vieira Lima DIZ que PEDIDO é BASEADO em DEPOIMENTO de um Ex-Assessor da família ‘DESESPERADO’. Job Brandão disse que PESSOAS PAGAS com DINHEIRO PÚBLICO trabalham na casa dela. A mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima e do deputado Lúcio Vieira Lima, ambos do PMDB-BA, Marluce Vieira Lima, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeite um pedido de prisão domiciliar apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra ela. Caberá ao ministro Luiz... Leia Mais
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Os irmãos Geddel

Os irmãos Geddel são três: Geddel, Lúcio e Afrísio. Intriga-me o esquecimento de Afrísio nas notícias sobre a família. Fala-se até da mãe, do pai falecido, mas não do terceiro irmão. Pois bem: Afrísio Vieira Lima Filho é diretor legislativo da Câmara.

Geddel Vieira Lima virou um astro pop às avessas. Sintetiza como poucos essa geddelização da política brasileira. Com seu olhar meio assustado. É um corrupto que dá para imaginar no churrasco mais próximo, quebrando um copo, gargalhando.

Lúcio Vieira Lima, o Bitelo da Odebrecht, opera como deputado. Condenado a ser o “irmão do Geddel”. Esse está enrolado nas investigações sobre o apartamento dos R$ 51 milhões em Salvador. É uma versão menos espalhafatosa de Geddel.

E Afrísio? 
Afrísio passa batido. Como se não fosse um Afrísio, um Lúcio, um Geddel. Os três, no entanto, dividem as propriedades rurais da família. Atuam juntos como pecuaristas e produtores de cacau. Só que ele é blindado. Por quê?

Afrísio também é um homem público. Repito: é diretor legislativo da Câmara. Isso significa… poder. Significa que sabe de muita coisa. Significa que os corredores do Congresso são conhecidos palmo a palmo pela família Vieira Lima.

Afrísio é tesoureiro da Fundação Ulysses Guimarães. Presidida por quem? Moreira Franco (PMDB-RJ). Vice-presidida por quem? Eliseu Padilha (PMDB), ministro-chefe da Casa Civil. Um dos diretores chama-se Romero Jucá (PMDB-RR).

(E Afrísio é um colecionador de obras de arte. Gostava de vender seus quadros em pleno espaço da Câmara. Sua mulher trabalhou na primeira secretaria com o deputado Heráclito Fortes, conhecido na Odebrecht como Boca Mole.) 

A geddelização da política brasileira não é fruto de um “doente” temperamental e com covinhas. A geddelização é um movimento racional. A geddelização instala-se. Um é deputado, o outro é um burocrata, enquanto a matriz dá a cara para bater. 

Sim, o poder dos Vieira Lima começa lá atrás. Com o primeiro Afrísio, também deputado. O problema de tratar esse clã como expressão de uma única pessoa é que a gente elimina a história. Geddel foi preso, Lúcio talvez o seja. Afrísio continuará lá.

Ou, em outras palavras: o PMDB continuará lá, com vários pés em várias canoas. É um polvo. Tem o braço Geddel, o braço Jucá, o braço Padilha, o estômago Michel, a cabeça Sarney, o intestino Calheiros. Corta-se um órgão, crescem os outros. 


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Megaoperação Mira Tráfico De Drogas Na Esplanada Dos Ministérios








A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu hoje (6) pelo menos 23 pessoas acusadas de vender drogas a servidores públicos da Esplanada dos Ministérios.

Entre os presos estão o secretário parlamentar Daniel Lourival Azevedo, servidor da Câmara dos Deputados, e a ex-estagiária da Procuradoria-Geral da República Marcela Galdino da Silva. A Operação Delivery acontece após um ano de investigação que apura o tráfico de drogas na região central de Brasília.

O delegado da 5ª Delegacia de Polícia Civil Rogério Henrique de Oliveira informou que há um total de 28 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão. Marcela Galdino da Silva, segundo o delegado, fornecia uma espécie de consultoria jurídica ao grupo, instruindo sobre como e em que quantia a droga deveria ser transportada para que o ato não configurasse tráfico. “Ela alertava aos membros da organização sobre os entendimentos jurisprudenciais acerca do tráfico de droga”.

“Rollemberg deixará Brasília acabar”, diz genro de Oscar Niemeyer



Caio Barbieri CAIO BARBIERI

Reprodução Facebook06/02/2018 16:45 , ATUALIZADO EM 06/02/2018 16:56


Um dos braços direitos e genro de Oscar Niemeyer, o arquiteto Carlos Magalhães da Silveira (na foto, à direita) mostrou-se indignado nesta terça-feira (6/2) com o que chamou de descaso dos governantes com Brasília. Magalhães chefiou a equipe técnica de profissionais que projetaram os importantes monumentos da capital do país e revelou-se enfurecido quando recebeu a notícia da queda de um viaduto localizado no Eixão Sul, rota importante para o trânsito no centro da cidade.
Em conversa com o Metrópoles, o ex-número um de Niemeyer elevou o tom das críticas e as direcionou ao atual governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). “Soube que esse governador, Rollemberg, o Luduvice [diretor do Departamento de Estradas de Rodagem] e o cara da Caesb são aparentados. Se forem, além do sangue, têm também o mesmo nível de incompetência. Ninguém faz nada, só querem aparecer gravando conversa fiada. Não fazem nada pela cidade”, disparou.


Pioneiro da cidade e responsável direto pelas obras da Catedral Metropolitana de Brasília, Carlos Magalhães faz um alerta sobre outros pontos de Brasília que sofrem com a falta de manutenção. “A plataforma da Rodoviária do Plano Piloto está em péssimo estado de conservação. Se estiver ruim, como eu penso, pode acontecer o pior lá. Não quero fazer nenhum prenúncio, mas está tudo caindo aos pedaços e não tem ninguém para sequer olhar. Esse governador vai deixar Brasília acabar e ficará olhando de longe”, atacou.
Ao ser consultado sobre o tipo de ações que poderiam ser feitas a partir de agora pelo governo, o arquiteto foi objetivo: “Inúmeras vezes pedimos que ele [Rollemberg] pintasse da cor original a base da Torre de TV. Uma coisa simples, uma pintura e nada foi feito. Imagina só esperar de um cara desse alguma atitude? Falta cuidado, falta um acompanhamento. Falta tudo para Brasília. Esse governo não faz nada e sobrou pouca gente séria na cidade. Esse governador e esse Luduvice são dois grandes idiotas”, hostilizou.
Fadiga dos metais
Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHG-DF), Vera Ramos também é uma defensora da cidade. Segundo ela, o problema da falta de carinho com Brasília é antigo. “Para se preservar um patrimônio histórico, é preciso conservar e fazer a manutenção regular. Isso precisa ocorrer de mãos dadas. E nenhum governo até hoje apresentou rotina sistemática de conservação e manutenção para preservar esse nosso grande patrimônio”, disse.
Para o jornalista e historiador de Brasília Silvestre Gorgulho, o tombamento da cidade precisa estar na pauta da campanha eleitoral deste ano, a nível distrital e federal. “O próximo candidato a governador e a presidente têm de sentar para fazer um projeto em prol de Brasília, que está prestes a completar 60 anos de inauguração. Existem projetos importantes para a cidade e, se não houver um trabalho em conjunto, nossa cidade sucumbirá. A fadiga dos metais já chegou”.