terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

RISCO REAL! Requerimento De Lula À ONU, Fala Da Possibilidade De Um “Pedido De Asilo”







O juiz substituto Bruno Apolinário, do TRF-1, ignorou parecer do Ministério Público da segunda instância ao liberar Lula para viagens internacionais.
Na decisão de Apolinário não há sequer um parágrafo da manifestação do procurador Wellington  Bonfim, e dá para entender o motivo.

Segundo o Antagonista Além de fundamentar posição oposta à do juiz, Bonfim alerta para o real risco de que Lula peça asilo diplomático em alguma embaixada sul-americana em Brasília.
“É inegavelmente uma figura política com projeção internacional, com afinidades político-ideológicas com chefes de Estados estrangeiros e uma rede de apoiadores que, com certeza, acreditam nas suas alegações de perseguição política.”
Na sua manifestação, Bonfim cita ainda trechos de artigo de Vladimir Passos de Freitas sobre o requerimento de Lula à ONU, que fala da possibilidade de um “pedido de asilo” na embaixada de outro país, como “Uruguai ou Cuba”.
Confira AQUI a íntegra do documento.

Com Supremo,Com Tudo!! Marco Aurélio Mello Dobra Prazo Para Aécio Apresentar Resposta Em Inquérito








O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou um pedido da defesa do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que solicitou mais prazo para apresentar sua resposta em inquérito que o investiga pelos supostos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça. Instaurada em maio de 2017, a apuração é embasada na delação do grupo J&F.
“Defiro o pedido formulado, para que seja observado, em relação ao investigado Aécio Neves da Cunha, o prazo em dobro para responder à denúncia, contado da data da notificação”, escreveu Marco Aurélio em sua decisão, assinada na última sexta-feira (2)

Luiz Fux toma posse hoje na presidência do TSE



O TSE é composto por sete ministros. A presidência é ocupada por ordem de antiguidade entre os três ministros do STF que também compõem o tribunal eleitoral



postado em 06/02/2018 08:05

O ministro Luiz Fux ocupará a vaga deixada por Gilmar Mendes (foto: Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)
O ministro Luiz Fux ocupará a vaga deixada por Gilmar Mendes(foto: Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, toma posse nesta terça-feira (6) no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A cerimônia está prevista para as 19h e deverá contar com a presença do presidente Michel Temer e de autoridades do Legislativo e do Judiciário.


Fux ocupará a vaga deixada pelo ministro Gilmar Mendes, que completa o período máximo de dois anos no cargo. A vice-presidência será ocupada pela ministra Rosa Weber, que presidirá as eleições de outubro. No dia 15 de agosto, Fux também completará o segundo biênio e deverá deixar o tribunal.

Luiz Fux nasceu no Rio de Janeiro e formou-se em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Ele foi o primeiro ministro do STF indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff.

O TSE é composto por sete ministros. A presidência é ocupada por ordem de antiguidade entre os três ministros do STF que também compõem o tribunal eleitoral. Dois ministros oriundos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois membros da advocacia completam a composição do TSE. (Com Agência Brasil)

BRASIL Loteado, Dividido E Explorado Por QUADRILHAS. O Que Sobra Para O POVO É Sofrer As Consequências









Um relatório da Polícia Federal (PF) encontrou 12 ligações “aparentemente” entre o presidente Michel Temer e o coronel aposentado João Baptista Lima Filho, entre ABRIL e MAIO de 2017. Lima é AMIGO de TEMER e foi APONTADO na DELAÇÃO da J&F como INTERMEDIÁRIO de PROPINA para o presidente.
O telefone do coronel foi apreendido na OPERAÇÃO PATMOS, baseada na delação da J&F. No dia da operação, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa de Lima e no escritório da sua empresa, a ARGEPLAN. O inquérito com as informações sobre seu celular foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em novembro.

As ligações ocorreram entre os dia 20 de abril e 13 de maio — a operação foi deflagrada no dia 18. De acordo com os registros, a ligação mais longa foi de quatro minutos e 45 segundos, enquanto a mais curta foi de sete segundos.
Os investigadores também ressaltaram que LIMA tinha os CONTATOS com o EMPRESÁRIO JOESLEY BATISTA, o ex-assessor presidencial JOSÉ YUNES, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, MOREIRA FRANCO.
“Os dados analisados demonstram João Baptista Lima Filho como sendo um homem com acesso direto ao presidente Temer, a pessoas importantes ligadas ao Governo, bem como a investigados pela Operação Lava-Jato”, diz o relatório.
O coronel Lima é investigado, ao lado de Temer, no inquérito que apura se o presidente teria favorecido a empresa portuária, localizada em Santos (SP), e outras companhias do setor, por meio da publicação de um decreto de 2017.
A PF já intimou várias vezes o coronel desde que a investigação começou, no ano passado, mas ele não compareceu em nenhum dos interrogatórios sob o argumento de que enfrenta problemas de saúde. Em um despacho da semana passada, ele foi intimado mais uma vez.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Senador José Medeiros entra com pedido de cassação do mandato de Gleisi e Lindbergh por incitação de violência e desobediência civil







O senador José Medeiros (Podemos-MT) vai protocolar, no Conselho de Ética do Senado, uma representação por quebra de decoro parlamentar contra o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do PT no Senado, e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), atual presidente da sigla. De acordo com o parlamentar, ambos se equivocaram ao defender a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o pleito de 2018.
Após a condenação unânime de Lula pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), representantes de movimentos sociais e líderes petistas pregaram, em evento realizado em São Paulo no último dia 25, “desobediência” a decisões judiciais como caminho para garantir a candidatura do ex-presidente.
Via: republicadecuritiba.net

Cármen Lúcia, Presidente do Supremo, dá diretrizes sobre prisão como o caso Lula






Ministra Cármen Lúcia, presidente da Suprema Corte brasileira, lidera o STF, em relação às revisão de prisões, após condenação em segunda instância.
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, líder da mais alta Corte de Justiça do Poder Judiciário brasileiro, deu mostras do que deve se tornar para a Suprema Corte, um dos temas mais “espinhosos” que permeiam a realidade da política brasileira, em se tratando da possibilidade cada vez mais plausível, para parte considerável dos magistrados do STF, no que diz respeito da decretação de prisão, após recursos esgotados em Tribunais de segunda instância. Um dos claros exemplos que pode ser alvo dessa análise de revisão ou não, da manutenção da decisão da Corte sobre a possibilidade de prisão em segunda instância, pode se aplicar ao caso de condenação do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Presidente do Supremo resolve tomar lado em assunto polêmico
Com a jurisprudência estabelecida durante o ano de 2016, de que condenados em segundo grau poderão sim arcar com a possibilidade de decretação de prisão, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, encontra sintonia em parte expressiva dos ministros da Corte, em apoio à manutenção da jurisprudência anterior, sem que possa ser analisada novamente pelo Plenário do STF. É desse mesmo entendimento que compactua a ministra Cármen Lúcia, árdua defensora da prisão para condenados, após esgotados os recursos em segunda instância. Alguns dos ministros do Supremo também compartilham o mesmo pensamento em relação a esse caso em específico.
Além da presidente da Suprema Corte, o ministro-relator da Operação Lava Jato na mais alta instância judicial, ministro Luiz Edson Fachin, os ministros Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, demonstram afinco em manter essa decisão tomada contrariamente à revisão da probabilidade de prisão, após escassos os recursos judiciais em segundo grau.
Entretanto, alguns dos ministros demonstram dúvidas quanto à mudança de voto, como o ministro Gilmar Mendes e o ministro Alexandre de Moraes, que embora ainda não tenha se posicionado enfaticamente na Corte, durante a aprovação de sua sabatina no Senado Federal, para que assumisse um posto no Supremo, o mesmo havia dado mostras de que seria favorável à prisão em segunda instância.

Vale ressaltar que com a pressão cada vez mais latente da sociedade civil organizada e da opinião pública nacional, nos últimos dias, alguns ministros, não somente demonstraram que não iriam fazer qualquer tipo de recuo a respeito desse tema, como também se posicionaram, de modo mais contundente, em favor a não revisão da decisão tomada originalmente, liderados pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia. Um dos condenados perante à Justiça que pode acabar se complicando ainda mais com a não revisão dessa decisão é o ex-presidente Lula, condenado em primeiro e segundo graus, por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato, conduzida pelo juiz Sérgio Moro.

Via: blastingnews

Fachin Abre Mão De Ação Sobre Padilha E Moreira







Fachin abriu mão de um inquérito que investiga PadilhaMoreira Franco e Eduardo Cunha. O ministro atendeu os pedidos das defesas dos três citados, que entenderam que o inquérito, que tem como base delação da Odebrecht, não faz parte da Lava Jato. Agora STF sorteará novo relator.