sábado, 28 de outubro de 2017

#FORÇABACTÉRIA




Temer
O Hospital Sírio-Libanês informou no final da noite desta sexta-feira (27) que o presidente Michel Temer foi submetido a uma ressecção da próstata, cirurgia urológica para desobstrução do canal uretal. De acordo com nota divulgada pelo hospital, “a intervenção transcorreu sem intercorrências” e o presidente



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
Pessoal não é hora de brigarmos… Nosso presidente está sofrendo por causa de uma bactéria! É hora de rezarmos e torcer pelo seu fortalecimento!
#FORÇABACTÉRIA

Essa “retenção” ao invés de urinária deveria ser RETENÇÃO: Ética, Moral, Etc., Deveria ter chegado mais cedo, pra evitar que senhor com proceder raso gastasse o dinheiro do contribuinte “12 bilhões R$“, para comprar os aliados corruptos.


Fonte: 

Aliado de Temer chama aposentados de ‘vagabundos’ remunerados





  • 28/10/2017

Escolhido relator da reforma da Previdência na Câmara, texto cujo propósito central é remodelar a aposentadoria e demais direitos previdenciários, o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) classificou como “vagabundo remunerado” o segurado atingido pela medida provisória (MP 739/2016) que visava alterar a concessão de benefícios pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), tornando mais rígidas as regras para o acesso ao auxílio-reclusão e ao salário-maternidade, por exemplo.

O deputado nega ter se referido aos aposentados. O assunto chegou a ser discutido em plenário, mas a tramitação da matéria não foi concluída até 4 de novembro, quando a MP perdeu a validade, levando o governo a rediscutir a questão por meio de projeto de lei.

Em 24 de outubro, ao subir à tribuna do plenário para discutir a matéria, Alceu Moreira atacou o que chamou de “vagabundização remunerada” e provocou um bate-boca com a líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), com reprimenda do deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP).
“Aviso aos navegantes: o tempo da vagabundização remunerada acabou! Nós vamos, certamente… Não adianta gritar. É que dói. Vagabundo remunerado não receberá”, discursava o peemedebista, quando ouviu os primeiros protestos de Jandira.

“Olha o respeito aos trabalhadores!”, interveio a deputada. “Eu dispenso o seu conselho”, devolveu Alceu Moreira.

https://www.youtube.com/watch?v=qq8Wxmzbh6Q

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Temer Sabia De Esquema De Corrupção Na Caixa





Afirma Funaro!



Segundo Doleiro Temer Sabia De Tudo

O doleiro Lúcio Funaro, considerado operador de políticos do PMDB, voltou a implicar Michel Temer (PMDB) ao dizer, em depoimento à Justiça Federal, que o presidente da República e outros líderes do partido sabiam do esquema instalado na Caixa Econômica Federal para cobrar propina na liberação de financiamentos e de recursos do FGTS e desviar os recursos para a legenda.
O esquema era operado por Fabio Cleto, ex-vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa. Ao ser questionado pela Procuradoria da República sobre quem, dentro do PMDB, tinha conhecimento da atividade ilegal comandada por Cleto, Funaro respondeu: “Geddel [Vieira Lima, ex-ministro] com certeza, Lúcio [Vieira Lima, deputado federal, irmão de Geddel] com certeza, Henrique [Eduardo Alves, ex-ministro], Michel Temer, Moreira Franco [ministro da Secretaria-Geral da Presidência], Washington Reis [ex-deputado federal e prefeito de Duque de Caxias, no RJ]”, elencou o doleiro.


Funaro não deu mais detalhes da menção que fez ao nome de Temer e do ministro Moreira Franco. Ele já havia dito na sua delação premiada, em setembro, que o presidente sabia dos esquemas de arrecadação de dinheiro para o partido. “Temer participava do esquema de arrecadações de valores ilícitos dentro do PMDB. Cunha narrava as tratativas e as divisões (de propina) com Temer”, disse – veja reportagem de VEJA aqui.
O doleiro prestou depoimento na 10ª Vara Federal em Brasília em inquérito da Operação Sépsis, que investiga desvios a partir de contratos da Caixa. Na mesma audiência, Cleto afirmou que Cunha e Funaro intermediavam o repasse de propina para garantir a empresas a liberação de contratos com o banco estatal. O ex-vice-presidente da Caixa disse ainda que sua indicação para a Caixa foi patrocinada por Cunha, que levou seu nome a Henrique Alves.
Cleto afirmou que mantinha Funaro ou Cunha informados sobre as empresas que tentavam operações com o FI-FGTS. Os dois, a partir daí, procuravam as empresas para negociar pagamento de propina e davam sinal a Cleto sobre como ele deveria votar naquela operação. “Aprovada, algum tempo depois eles me comunicavam o porcentual que supostamente tinham conseguido e me pagavam um porcentual disso, pré-aprovado”, afirmou.
Funaro afirmou que Cleto sabia que iria operar pagamentos “desde o momento que entrou” na Caixa. “Não ia pedir um cargo no governo na Caixa para não ganhar nada. E ninguém indica alguém que não seja para ter algum proveito ou financeiro ou político”, disse Funaro sobre a indicação de Cleto, patrocinada pelo PMDB.
Cunha e a sala de dinheiro
Funaro disse que se encontrou “no mínimo” 780 vezes com Eduardo Cunha. “Uma relação que durou aí 15 anos e eu encontrei pelo menos uma vez por semana com o deputado Eduardo Cunha. São 780 encontros no mínimo”, disse Funaro ao juiz Vallisney de Oliveira, fazendo a conta de cabeça. De acordo com ele, o ex-presidente da Câmara foi “centenas” de vezes ao seu escritório e tinha liberdade para entrar sentar em sua cadeira para receber “quem quiser”.
Segundo ele, havia uma sala em seu escritório apenas para guardar dinheiro – o local chegou a abrigar 5 milhões de reais em espécie. O doleiro também afirmou que Cunha gastava “na própria política” o dinheiro que arrecadava. De acordo com ele, “tem político que guarda para si” e outros que usam o valor para angariar apoio na política. “Eduardo Cunha usou 100% na própria política, estou convicto de que tudo o que ele tem e arrecadou gastou na própria política”, disse Funaro.
Antes de Funaro, o também delator Alexandre Margotto prestou depoimento e disse ter visto um funcionário supostamente ligado a Cunha ir buscar dinheiro vivo no escritório do doleiro. “O Alexandre (Margotto) trabalhou lá até 2013. Em 2013 foi quando Cunha se candidatou a líder do PMDB da Câmara. Foi uma época que o Cunha precisou de dinheiro. Ele [Margotto] pode ter visto o Altair [emissário de Cunha] pegando dinheiro, sim”, disse Funaro.
Funaro afirmou que conhecia também o ex-ministro Henrique Eduardo Alves – outro réu na ação oriunda da operação Sépsis. Ele disse que esteve “várias vezes” com Henrique Alves e menciona um encontro deles na casa do empresário Joesley Batista, dono da JBS, no qual também estavam presentes Cunha e o ex-diretor da J&F Ricardo Saud.
Defesa
Questionada a respeito das declarações de Funaro de que Temer tinha consciência de esquema na Caixa, a Secretaria de Comunicação da Presidência afirmou, por meio de nota, que “o presidente contesta de forma categórica qualquer envolvimento de seu nome em negócios escusos, ainda mais partindo de um delator que já mentiu outras vezes à Justiça”.
(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

Advogados De Renan Calheiros Ameaçam A Lava Jato”Consequências Desastrosas”




  • 27/10/2017
O senador Renan Calheiros (PMDB/AL) pediu absolvição sumária da acusação de integrar o ‘quadrilhão’ do seu partido no Senado.
No documento enviado a Edson Fachin, o defensor de Renan alerta para o que classificou de ‘consequências desastrosas’ da experiência italiana da Operação Mani Pulite, que inspirou a Lava Jato.


“Não é necessário dizer que rotular partidos políticos, bem como os membros que integram a sua cúpula, de organização criminosa é um ato gravíssimo, podendo gerar sequelas indeléveis à jovem democracia brasileira. Sabendo disso, importante relembrarmos a experiência italiana, resultante da Operação Mani Pulite, e as consequências desastrosas para o país, fruto da tirania das ‘boas intenções’ de alguns agentes do estado”, destacou o advogado Luís Henrique Machado.
O advogado pede a absolvição sumária de Renan ‘tendo em vista que os supostos atos ilícitos narrados na denúncia padecem de tipicidade objetiva e subjetiva, não configurando os delitos de organização, associação ou quadrilha’.


Ministro Barroso Confirma Fundamentos Para Impeachment De Gilmar.





  • 27/10/2017
– “Vossa Excelência vai mudando a jurisprudência de acordo com o réu. Isso não é Estado de Direito, é Estado de CompadrioJuiz não pode ter correligionário”, disse Luis Roberto Barroso ao colega Gilmar Mendes na sessão do STF de 26/10/2017.
– “Não transfira para mim esta parceria que Vossa Excelência tem com a leniência em relação à criminalidade do colarinho branco”, respondeu Barroso.


O embate entre os juízes do STF Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes é nova evidência da degradação irreversível da Suprema Corte do país.
Antes disso, em 11 de outubro passado, por ocasião do julgamento sobre medidas de restrição de liberdade impostas a parlamentares, ficou exposta a cisão profunda e o impasse irreparável no âmbito do Supremo.
O STF não é uma instituição única, mas sim um arquipélago formado por 11 ilhas de seres midiáticos, narcísicos, obsoletos e, em alguns casos, partidarizados.
Esta realidade sinaliza a necessidade de uma Assembléia Constituinte que realize a reforma do Judiciário para eliminar as justiças eleitoral e militar, a vitaliciedade dos mandatos de juízes, assim como para definir mecanismos democráticos de escolha de integrantes das cortes e critérios para a revogação de mandatos.
A escaramuça entre Barroso e Gilmar mostra, também, o labirinto em que se encontra o sistema jurídico-político brasileiro nestes tempos de golpe e de excepcionalidade do ordenamento jurídico-legal.
Os argumentos do juiz Barroso contra o colega Gilmar Mendes são sólidos e encontram abrigo nos impedimentos previstos no artigo 95 da Constituição, no Código de Ética da Magistratura, na Lei Orgânica da Magistratura e no Código de Processo Civil.
As declarações de Barroso são comprometedoras não somente para Gilmar, mas principalmente para o próprio Supremo.
Elas chegam em péssimo momento para Gilmar. Nesta semana, descobriu-se que ele manteve 46 contatos telefônicos com o criminoso Aécio Neves logo após o presidente do seu PSDB ser flagrado combinando propina com o empresário corruptor Joesley Batista.
O Senado tem a competência privativa para processar e julgar os membros do STF por crimes de responsabilidade, diz o artigo 52 da Constituição.
Gilmar coleciona uma montanha de motivos para sofrer o impeachment; vários pedidos dormitam nas gavetas do Senado, o mais recente deles formulado por notáveis juristas em junho.
Não haverá surpresa se o Senado não destituir Gilmar Mendes. Afinal, o que esperar de um Congresso que em 2016 perpetrou o golpe contra uma presidente inocente e que hoje protege gente como Aécio, Temer, Padilha, Moreira Franco…?

Quem ajuda precisa de ajuda

STF determina ao ministro dos Transportes que envie informações sobre decreto dos portos




O ministro Roberto Barroso, relator do inquérito que apura favorecimento a empresa do setor portuário por meio de um decreto, determinou ao ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, que encaminhe ao Supremo Tribunal Federal (STF) informações sobre o grupo de trabalho (GT) que estudou, entre 2016 e 2017, a atualização da legislação da área. A Pasta deverá indicar os nomes dos representantes e duas respectivas lotações no governo. Um dos alvos dessa investigação é o presidente Michel Temer.

Quintella deverá enviar também ao tribunal a minuta do texto do decreto entregue à Casa Civil da Presidência no final do ano passado, além das atas das reuniões do GT. Barroso atendeu a pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.