sábado, 7 de outubro de 2017

Denuncia Diz Que Temer Comprou Imóveis Usando O Dinheiro Da Propina




  • 07/10/2017
Daniel HaidarEl País
Um dia depois que a JBS diz ter entregue um volume de dinheiro destinado ao presidente Michel Temer, o então vice-presidente concluiu a compra de dois terrenos que somam 4.700 metros quadrados em um condomínio de luxo em Itu, no interior de São Paulo. A área fica no condomínio Terras de São José II, que possui 20 quadras de tênis, dois campos de futebol, academia de golfe, centro hípico e heliponto. Seria só uma compra típica de um milionário, mas o momento da aquisição chama a atenção pela coincidência de datas.


Temer foi, de acordo com depoimentos de delatores à Operação Lava Jato, o destinatário de cerca de 2 milhões de reais em pagamentos de propina da Odebrecht e da JBS entre o fim de agosto e o começo de setembro de 2014.
EM DINHEIRO VIVO – No dia 2 de setembro de 2014, a JBS diz ter entregue 1 milhão de reais em espécie ao coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente e considerado o mais antigo operador de propinas de Temer pela Lava Jato. De acordo com depoimentos e documentos dos delatores do frigorífico, esse pagamento era destinado a Temer e fazia parte de um acerto de R$ 15 milhões para o presidente. O caminho da suposta propina ainda é investigado.
Um dia depois da entrega de dinheiro relatada pela JBS, em 3 de setembro daquele ano, a Tabapuã Investimentos e Participações, uma empresa criada e controlada por Temer, concluiu em cartório a aquisição, por R$ 334 mil, do lote 11, da quadra 24, do condomínio Terras de São José II. Só essa propriedade imobiliária ocupa 2.604 metros quadrados. Temer também usou a Tabapuã para concluir a compra do lote 12, da quadra 24, do mesmo condomínio, com área equivalente a 2.092 metros quadrados, por R$ 380 mil. Ao contrário da prática comum em escrituras do gênero, não foram discriminados nos registros como foram feitos os pagamentos pelos imóveis.
Procurado pelo “El País”, Temer se limitou a informar que as aquisições dos terrenos em Itu foram financiadas com recursos próprios e declaradas em Imposto de Renda. O presidente nega ter recebido valores da JBS ou da Odebrecht como propina e acusa os delatores de inventar os depoimentos em troca de benesses legais.
MILHÕES EM IMÓVEIS – As propriedades no condomínio de luxo em Itu são as últimas joias do portentoso conjunto imobiliário de Temer. Ele possui 20 imóveis, alguns herdados da família. Duas salas comerciais e a casa onde mora em São Paulo foram transferidos para o filho Michelzinho, mas Temer continua usufrutuário até que o herdeiro complete 30 anos.
Esse patrimônio passou a chamar atenção dos investigadores depois que o doleiro Lúcio Funaro, considerado operador de propinas do PMDB, afirmou em acordo de delação premiada que Temer adquiriu imóveis para lavar dinheiro e esconder a origem ilícita de repasses de propina. Funaro chegou a afirmar que Temer tinha o andar inteiro de um prédio comercial na Avenida Faria Lima, o endereço mais caro para propriedades comerciais na capital paulista.
ANDAR INTEIRO – O El Pais apurou que Temer é dono de um andar inteiro no edifício Spazio Faria Lima, que rende pouco mais de 1 milhão de reais de aluguel ao ano para o presidente. O andar foi vendido pela incorporadora Yuny, uma empresa controlada pela família do advogado José Yunes, velho amigo de Temer, ex-assessor especial dele no Palácio do Planalto e também considerado um operador de propinas para o presidente pela Lava Jato.
Embora a escritura do imóvel não especifique a forma de pagamento de Temer, o presidente também diz que pagou com recursos próprios em 2003.
SEMPRE YUNES – O andar inteiro na Faria Lima não foi a única transação entre Temer e Yunes. O presidente comprou do advogado duas salas comerciais na Rua Tabapuã, no Itaim Bibi, Zona Sul de São Paulo, onde fica seu escritório atualmente. Documentos cartoriais atestam que Temer pagou ao amigo R$ 190 mil por cada sala em 2000. Temer também pagou 830 mil reais a Yunes em 2011 por um imóvel no Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, segundo informaram os dois em cartório.
As transações de Temer com Yunes levantaram suspeitas porque, de acordo com depoimento de um executivo da Odebrecht, o amigo do presidente recebeu para Temer uma entrega de um milhão em espécie do departamento de propinas da construtora em uma data não especificada entre o fim de agosto e o começo de setembro de 2014. Yunes disse ao Ministério Público que apenas recebeu um “pacote” a pedido do ministro-chefe da Casa Civil e também aliado de Temer, Eliseu Padilha.
FUNARO CONFIRMA – O doleiro Funaro corroborou a versão do executivo da Odebrecht e disse em acordo de delação premiada que pegou esse “pacote” com 1 milhão de reais no escritório de Yunes e que soube pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, outro aliado de Temer, que o dinheiro saiu da Odebrecht. O destino final desse repasse ainda é investigado.
Tanto pelo depoimento de Yunes quanto pela delação de Funaro investigadores constataram que Yunes operava como um intermediário de recursos para Temer. Só que essa intermediação de dinheiro não se limitou a uma simples ocasião. Uma procuração, obtida pelo EL PAÍS, mostra que Temer delegou a Yunes a movimentação e o controle de contas bancárias da Tabapuã Investimentos, que possui as salas comerciais na Faria Lima e os terrenos em Itu, por três anos, a partir de 6 de dezembro de 2013.
PLENOS PODERES – Durante a compra dos terrenos em Itu e as entregas de dinheiro da Odebrecht e da JBS, Yunes tinha total autorização para “celebrar quaisquer contratos, depositar e retirar dinheiro, endossar e assinar cheques, autorizar transferências eletrônicas e pagamentos, tomar saques e reconhecer saldos” de contas bancárias de Temer.
Questionado pelo “El País”, Temer informou que Yunes recebeu a autorização para fazer movimentações bancárias em seu nome porque o advogado administrou as salas comerciais na Faria Lima.

Procurador que escreveu delação contra Lula foi filmado em escritório da JBS articulando crimes




Da coluna Lauro Jardim no jornal O Globo
O escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe entregou à CPMI da JBS os registros de entrada de Francisco de Assis, ex-diretor jurídico da J&F, e do ex-procurador Marcelo Miller.


No período solicitado, entre 01 de janeiro de 2016 e 21 de setembro de 2017, Assis não compareceu ao local nenhuma vez.
Já Marcelo Miller, antes de ser contratado e receber o crachá autorizando trânsito livre, entrou cinco vezes no edifício onde funciona o escritório.
A primeira vez foi em 13 de fevereiro de 2017, às 09h07. Ficou lá por três horas e sete minutos. Miller esteve ainda no dia 20 de fevereiro às 13h07 e permaneceu por cinco horas e 21 minutos. Foi o encontro mais longo.

Há registro de uma passagem de pouco mais de uma hora no dia 03 de março às 15h11, dias antes de Michel Temer ser gravado por Joesley Batista.
Leia também: Delação de Delcídio pode ser anulada por falta de provas
Dias depois, em 10 de março às 11h19, o advogado volta e permanece no local por quatro horas e 38 minutos.
Os outros registros são de 20 de março às 14h01 e 10 de abril às 12h57.
Marcelo Miller pediu exoneração apenas em 23 de fevereiro e se afastou de fato em 5 de abril. Joesley diz em conversas autogravadas que Miller tinha influência sobre Rodrigo Janot e o ajudou a elaborar o acordo de delação.
(…)
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Marcelo Miller será ouvido pela CPMI da JBS, mas ainda não há data marcada para a audiência.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Como usar a MESMA CONTA do WHATSAPP em DOIS CELULARES ao mesmo Tempo

Lula em mais um crime nas costas. Artigo 298 do CP





noticiasbrasilonline.com.br
Agora falsificação de documentos nos recibos. O plano do Companheiro deu falhou. - Noticias Brasil Online
Advogados que exercitam o seu trabalho à margem da lei, em desrespeito aos princípios básicos de ética e decência, acabam por trazer prejuízos incomensuráveis aos seus clientes. Nesse caso, esses pseudo profissionais do direito, que trabalham no caminho inverso da Justiça, deveriam também sofrer os rigores da lei, tanto na esfera administrativa, quanto na questão penal. No caso dos esdrúxulos recibos de aluguel de dona Marisa Letícia, o Ministério Público Federal (MPF) resolveu ir ao ataque. Já está aberta uma investigação sobre os tais recibos entregues pela defesa de Lula. É o que no direito se chama de ‘incidente de... Leia Mais
Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
Código Penal, Título X e Capítulo III “Da falsidade documental”
Artigo 298 – Falsificação de documento particular.
Fonte:

Forças Armadas Recebem Premiação Como Instituição De Confiança



  • 07/10/2017
Comandante do 8º Distrito Naval, Vice-Almirante Guerreiro, e representantes das Forças Armadas na premiação da Revista Seleções Reader’s Digest
No dia 03 de outubro, o Comandante do 8º Distrito Naval, Vice-Almirante Antonio Carlos Soares Guerreiro, recebeu a premiação da 16ª Edição do Prêmio “Marcas de confiança” da Revista Seleções Reader’s Digest em São Paulo (SP).
A premiação registra a presença das Forças Armadas em 1º lugar na categoria de Instituição dentre as Marcas de Confiança. A pesquisa aconteceu nos meses de maio e junho desse ano, e foi realizada com a Parceria do Instituto Datafolha.




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

ESTE EXÉRCITO HONROSO QUE TANTO HONRA SUA FARDA E SEU POVO SABERÁ COM CERTEZA QUAL OS CAMINHOS SEGUIR. SELVA! ESTAMOS JUNTOS...

Ouro apreendido com Nuzman dava para fazer 2388 medalhas olímpicas


  • 06/10/2017
De terno, gravata e com a elegância que sempre lhe foi peculiar nos últimos 22 anos à frente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman deixou sua casa na quinta-feira acompanhado por agentes da Polícia Federal e levado para a sede do órgão no Rio de Janeiro, onde ficará preso pelos próximos cinco dias.

O homem que comanda o esporte brasileiro há mais de duas décadas sempre teve orgulho de dizer que, por isso, “não recebia um centavo”. No entanto, no pedido de prisão, o Ministério Público diz que, nos últimos 10 anos, Nuzman teve um “crescimento patrimonial de 457%”. A investigação revelou, inclusive, que ele mantinha 16 quilos de barras de ouro depositadas na Suíça.


Os 16 quilos seriam suficientes para a produção de 2.388 medalhas de ouro como as distribuídas nos Jogos do Rio – cada uma tinha, segundo o COB, cerca de 6,7 gramas de ouro.
“As declarações de imposto de renda de Carlos Nuzman não registram remuneração recebida do Comitê Olímpico Brasileiro ou do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos 2016. Por outro lado, Nuzman justifica a origem de seu patrimônio a partir do recebimento de valores de pessoas físicas e do exterior. Contudo não há explicações sobre quem efetivamente lhe remunerou”, afirma o MPF.
A prisão temporária de Nuzman foi decretada como parte da Operação “Unfair Play”, que investiga a suposta compra de votos de dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) na eleição que escolheu o Rio de Janeiro para se tornar sede da Olimpíada de 2016.
A defesa do presidente do COB ainda não se manifestou oficialmente sobre a prisão.
REINADO
Carlos Arthur Nuzman começou sua carreira no esporte dentro de quadra. Jogou vôlei até os 31 anos, quando decidiu entrar para o mundo dos dirigentes e se candidatou para o comando da Federação de Vôlei do Rio de Janeiro. Daí para a Presidência da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) foram mais dois anos e foi nela, a partir de 1975, que começou a construir seu “reinado” no esporte.

Sob seu comando, o vôlei foi transformado em uma modalidade atrativa e rentável e sua gestão passou a ser vista como “modelo” no país. E foi ali que seu estilo veio à tona – uma mescla de autoritarismo com articulação política, segundo pessoas ligadas ao esporte ouvidas pela reportagem.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.

O dia que o amado Povo judeu do Brasil deve sentir vergonha!

PF ABRIRÁ NOVO INQUÉRITO


APURAR SE J&F-FRIBOI USOU PARA OUTROS FINS RECURSOS DO BNDES

  • 06/10/2017
A Polícia Federal vai abrir um novo inquérito para investigar a destinação dada pelo grupo J&F aos recursos repassados pelo BNDESPar, a divisão de investimento em participações em empresas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Os delegados da Operação Bullish, que apura a suspeita de favorecimento à empresa dos irmãos Batista, dizem que não há comprovantes de que o dinheiro foi usado para os fins pactuados.
A informação está no relatório enviado pela PF à Justiça, e que solicita a amplicação do bloqueio de bens da família Batista. A TV Globo teve acesso com exclusividade ao conteúdo do documento.
Ao solicitarem um bloqueio maior dos bens da família dos empresários, a PF afirma que é “certo” que uma nova investigação “será aberta para apuração nesse sentido”.
No documento, a Polícia Federal afirma que o prejuízo causado pelo grupo pode ultrapassar R$ 1,6 bilhão, valor maior do que o calculado inicialmente, de R$ 1,2 bilhão.
Segundo a PF, durante as investigações, não foi possível constatar se todos os recursos repassados pelo BNDESPar foram empregados pelo grupo J&F de acordo com o que estava pactuado entre as partes.
Isso porque, de acordo com os delegados, a empresa não apresentou comprovação documental, por meio de contratos e comprovantes de transferência bancária, sobre pagamentos realizados por Joesley e Wesley Batista a empresas adquiridas pelo grupo.
A PF reproduz no relatório trechos do laudo pericial que aponta que “não foi possível confirmar se os recursos do BNDESPar transferidos pra JBS foram efetivamente empregados conforme os projetos aprovados, nem se os sócios fundadores integralizaram os recursos devidos no contesxto de operações de aumento de capital pactuadas”.
No pedido de bloqueio dos bens, integralmente atendido pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, a PF diz que deixar a movimentação de dinheiro livre pra família seria como dizer que o crime compensa.
“[Não bloquear] Seria avalizar a absurda interpretação de que os controladores da JBS S/A possam desfrutar de bens e riquezas acumuladas da prática de crimes graves praticados contra o erário”.
E completa: “Entender de modo contrário é passar um atestado de que o crime compensa”.
Além disso, os delegados do caso suspeitam que a J&F possa não cumprir o acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal.
Nos acordos de leniência, as empresas e as pessoas envolvidas assumem a participação em um determinado crime e se comprometem a colaborar com as investigações. Elas concordam em pagar multas em troca de redução de punições.
“No atual contexto e no horizonte de curto e médio prazo não é possível afirmar seguramente que o acordo de leniência sera efetivamente cumprido tal qual estipulado, e nem que as instituições lesadas, inclusive o BNDES serão ressarcidas, levando-nos a necessidade de extrema cautela para resguardo da sociedade brasileira, com a devida recomposição dos prejuizos causados ao erário”, diz o relatório.
‘Blindagem patrimonial’
A PF diz no relatório que há “blindagem patrimonial” pra evitar bloqueios nos bens da família Batista: “Apesar de os bens bloqueados estarem em nome de pessoas jurídicas, são todos bens de ostentação, entre veículos de luxo, imóveis em áreas extremamente valorizadas, iates e aeronaves, que representam bens de consumo e não de produção, evidenciando, à saciedade, confusão patrimonial, abuso de personalidade jurídica e intenção de evitar constrições e bloqueios”.
Ainda não se sabe o valor total do bloqueio – de acordo com a decisão judicial, o Banco Central terá dez dias pra calcular o valor que a família Batista mantém em contas, fundos de investimentos e bens.
Por: Folha Política


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Enquanto famílias tradicionais e ricas dos EUA ajudam o país criando fundações beneficentes e doando fortunas a universidades, as Famílias de Empresários citados e devidamente réus confessos predam e roubam o País.