quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Primo De Bumlai Estava No Exterior Em Data De Recibo De Lula



  • 27/09/2017
O site Antagonista descobriu que Glaucos da Costamarques estava em Los Angeles em 6 de janeiro de 2014, data de assinatura de um dos recibos entregues pela defesa de Lula.
O primo de Bumlai viajou em 12 de dezembro de 2013 e retornou ao Brasil só no dia 9 de janeiro do ano seguinte.

Será que Marisa foi até Los Angeles pagar o aluguel?


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Os Trapalhões!

Além das datas falsas: 31 de junho de 2014 e 31 de novembro de 2015.
O MPF vai no IR do Glaucos.
Pois a anuidade do aluguel ultrapassam R$ 48 mil. Tais valirea devem estar declarados, sob pena de crime de sonegação.
E mais. Qdo se faz documentos deste tipo sempre se deve confirmar a data no calendário para não colocar em fds ou feriado, ou em dia inexistente. E ainda trocar de caneta para assinar.

Os Advogados comeram bola nessa.

PF FECHA O CERCO E AVANÇA SOBRE DUAS EMPRESAS DE FILHOS DE LULA





  • 27/09/2017
A Operação Lava Jato avança sobre duas empresas de filhos do ex-presidente Lula. A Polícia Federal intimou o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, a apresentar comprovantes da prestação de serviços das empresas dos Lula à entidade. Os investigadores apuram se pagamentos feitos pelo Instituto à FlexBR e à G4 Entretenimento foram realizados por serviços prestados ou forma de ocultar propina.
“Expeça-se ofício ao Instituto Luiz Inácio Lula da Silva, na pessoa do presidente, sr. Paulo Tarciso Okamotto, solicitando a apresentação de toda a documentação disponível, formal e informal, tais como notas fiscais, registros audiovisuais e quaisquer outros comprovantes que atestem a efetiva prestação de todos os serviços tomados das empresas FlexBR Tecnologia LTDA e G4 Entretenimento e Tecnologia Digital Ltda”, solicitou o delegado Dante Pegoraro Lemos, da PF.
Relatório do Ministério Público Federal, no Paraná, de 20 de fevereiro de 2016, apontou que a FlexBR recebeu R$ 114 mil do Instituto Lula, em 2014, e R$ 72.621,20 da L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações – a empresa de palestras de Lula – entre 2013 e 2014. De acordo com a Procuradoria da República, entre 2009 e 2014, a FlexBR ‘não registrou funcionário algum’. A atividade empresarial da FlexBR é ‘consultoria em tecnologia da informação’.
A força-tarefa da Lava Jato apontou a G4 recebeu do Instituto Lula R$ 1.349.446,54 entre 2012 e 2014. Segundo o cadastro na Receita, a G4 tem como atividade econômica principal o ‘suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação’.
“De longe, dentre os destinatários dos recursos da entidade, é a empresa que mais recebeu recursos. Como parâmetro, repisando que se trata de análise dos dados ora disponíveis, a G4 recebeu em 2014 mais que todas as demais empresas destinatárias de valores do instituto e, entre 2011 e 2014, recebeu mais recursos que as cinco empresas que mais receberam da entidade após a própria G4”, apontou a Procuradoria.
“No período de 2009 a 2014, a empresa teve o seguinte modesto quadro de empregados: em 2009, zero empregados; em 2010, zero empregados; em 2011, um empregado; em 2012, três empregados; em 2013, oito empregados; e em 2014, seis empregados. Relevante indicar que, entre 2013 e 2014, quando teve uma redução no quadro de empregados, os recebimentos da G4 vindos do Instituto saltaram de R$ 263.489,54 para R$ 1.067.657,0041.”
Além do ofício ao Instituto Lula, a PF requereu que seja identificado, nos registros contábeis das empresas investigadas na Operação Lava Jato, ‘todos os lançamentos relativos à pessoa jurídica do Instituto Lula’. O delegado quer esclarecer ‘a que título foram escrituradas (eventos fiscais de entrada e saída)’.
“Apresentar outras eventuais informações consideradas úteis em comparação à movimentação bancária”, solicitou. “Solicite-se que, a depender do volume de trabalho avaliado preliminarmente pelo Setec, deverá ser feito laudo específico, com prioridade, acerca dos registros de saída relativos aos pagamentos às empresas Coskin Assessoria e Consultoria Ltda, FlexBR Tecnologia Ltda e G4 Entretenimento e Tecnologia Digital Ltda.”
As defesas de Paulo Okamotto e Lula não se manifestaram.
COM A PALAVRA, O INSTITUTO LULA
O Instituto Lula informou que houve prestação de serviços.
“Conheça o trabalho da G4 Brasil com o Instituto Lula
O Instituto Lula, desde sua fundação, tem compromisso com atividades de documentação, memória e comunicação para a preservação do legado do ex-presidente Lula. Exatamente como ocorre em outros institutos e fundações criados no Brasil e no mundo por grandes políticos, seus familiares e amigos. O fruto desse compromisso é público. O site do Instituto Lula é o principal canal de comunicação das atividades do Instituto e também do ex-presidente. Além do site, este instituto publicou diferentes projetos na internet. Todos eles podem ser acessados em seus endereços.
Alguns dos principais são: Site oficial do Instituto, contém informações sobre história, funcionamento e atividades do Instituto:www.institutolula.org
E dentro dele, projetos específicos: institutolula.org/mitossobrelula
– Página construída para se contrapor à campanha de mentiras contra o ex-presidente www.institutolula.org/lula
– Conjunto de páginas que contam a trajetória do ex-presidente desde sua infância no Nordeste Brasil da Mudança – Portal que reúne 24 hotsites e mais de 250 páginas que reúnem dados, imagens e vídeos sobre os programas e iniciativas de governo que marcaram os dois mandatos de Lula: www.brasildamudanca.com.br
Este projeto cumpre função importante ao contrapor desinformações que circulam especialmente na Internet e nele estão outros projetos importantes: http://brasildamudanca.com.br/mitos/nordeste/
– Mitos do Nordeste http://brasildamudanca.com.br/bolsafamilia/mitos/
– Mitos do Bolsa Família Memorial da Democracia: Museu virtual dedicado à memória das lutas democráticas do povo brasileiro. Contém milhares de imagens históricas e centenas de textos, vídeos e músicas: www.memorialdademocracia.com.br Acervo Presidencial: Site que reúne os documentos públicos referentes aos mandatos do ex-presidente Lula: acervopresidencial.institutolula.org
O Instituto Lula adquiriu os serviços de mais de 20 fornecedores diretos na execução desses projetos. Entre os fornecedores estão os grupos Globo, Folha, Abril, Estado e também a G4 Brasil. A G4 Brasil é uma empresa de tecnologia fundada há 12 anos, em 14 de abril de 2004.
Quando da fundação do Instituto Lula, em 2011, foi a G4 Brasil que prestou a primeira assessoria nesse ramo, de forma gratuita e voluntária, construindo os dois primeiros sites do Instituto já em 2011. Em 2012, com o Instituto já consolidado, a G4 Brasil foi uma das empresas contratadas para executar os projetos de Internet do Instituto.
A G4 Brasil foi contratada para executar serviços de arquitetura da informação, design e programação em quatro diferentes projetos: Site, Memorial da Democracia, Brasil da Mudança e Acervo Presidencial. Todos os pagamentos feitos estão registrados e declarados.
A Lava Jato já havia recebido da Receita Federal, oficialmente, todas as informações referentes a estas contas, que foram objeto de minuciosa autuação fiscal no ano passado. Os pagamentos e a retenção dos impostos devidos estão apropriadamente documentados, bem como as rescisões devidamente justificadas.
Mais de mil e-mails e dezenas de relatórios periódicos de acompanhamento de cada um dos projetos comprovam não apenas as entregas, mas o caráter profissional da relação entre empresa e instituto. Relação esta que nunca foi segredo.
A G4 Brasil esteve presente e foi citada nos lançamentos públicos (com ampla presença de imprensa) dos projetos Brasil da Mudança e Memorial da Democracia. Ela também figura no expediente deste último projeto: http://memorialdademocracia.com/equipe.
Valores pagos em cada projeto:
Acervo Presidencial: R$ 148.620 De setembro de 2013 + 23 meses
Brasil da Mudança: R$ 849.347 De setembro de 2013 + 12 meses
Memorial da Democracia: R$ 80.000 Início em setembro de 2013 + 24 meses
Site oficial do Instituto Lula: R$ 252.833 De setembro de 2013 + 24 meses
O Instituto Lula adquiriu ainda serviços da Flex BR Tecnologia no ano de 2014. As tarefas da empresa abrangiam a triagem e seleção de documentos, fotos e vídeos do ex-presidente e a definição de quais materiais se tornariam públicos e quais, de caráter familiar, seriam salvos em arquivos pessoais.
O ofício foi enviado a Paulo Okamotto em 3 de agosto. O documento foi anexado a um inquérito da Lava Jato na quinta-feira, 31.
As empresas foram alvo da Operação Aletheia, que em março de 2016 levou coercitivamente o ex-presidente.
A FlexBR é controlada por dois filhos do ex-presidente – Marcos Claudio e Sandro Luis – e uma nora – Marlene Araujo. A G4 é de um dos filhos do petista, Fabio Luis (50% do capital social), e dos irmãos Kalil Bittar e Fernando Bittar – um dos donos do sítio de Atibaia, propriedade que a Lava Jato diz ser de Lula. As duas empresas funcionam no mesmo endereço, no centro de São Paulo.

Os E-Mails Que Marcelo Odebrecht Entregou À Lava Jato Mandam Lula Diretamente Para A Cadeia.




  • 27/09/2017
Os e-mails que Marcelo Odebrecht entregou à Lava Jato mandam Lula diretamente para a cadeia.
Eles permitem seguir o caminho do dinheiro do departamento de propinas da empreiteira até o bolso do comandante máximo da ORCRIM, tanto no caso dos 4 milhões de reais doados ao Instituto Lula quanto no dos dois pagamentos de 500 mil reais (500 + 500) transportados pelo Programa B, ou Branislav Kontic.


O Estadão, nesta quarta-feira, reproduziu os e-mails, que demolem a defesa de Lula.
Leia aqui e guarde para sempre:


‘Marcelo Bretas Julga Com Ódio E Rancor’





 

Diz Filho Do Ex-Governador Sérgio Cabral

  • 27/09/2017
Filho do ex-governador Sérgio Cabral, o deputado federal Marco Antônio Cabral (PMDB) afirma que Marcelo Bretas “julga com ódio e rancor”. Para ele, o juiz da Operação Lava Jato, que quarta passada condenou seu pai a 45 anos de prisão, “rasga a Constituição e o Código de Processo Penal”.
Aos 26 anos, esperando para ser pai de um menino, Marco Antônio comenta a mudança na relação com os irmãos e diz que pretende se reeleger em 2018. Ao Informe, lamentou a demora do Congresso na aprovação da Reforma Política.


Até que ponto a condenação do seu pai atrapalha os seus planos de se reeleger em 2018? A associação das imagens de pai e filho.
Marco Antônio Cabral: Eu faço o meu trabalho da melhor forma possível. As pessoas têm me reconhecido como um deputado atuante, trabalhador e correto. Eu respondo pelos meus atos.
Como você analisa a sentença de 45 anos de prisão a que seu pai foi condenado? Tem esperança de que ela seja revista ou amenizada em segunda instância?
Tenho muita esperança, porque acredito na Justiça que analisa os fatos de forma imparcial, com base nos autos do processo. Não em uma Justiça parcial, que julga com ódio e rancor, rasgando a Constituição (Federal) e o Código de Processo Penal (CPP).
Por que, na sua avaliação, a Constituição e o CPP foram rasgados?
Meu pai está em prisão preventiva há quase um ano. Qual o argumento? Ele não atrapalhou as investigações, não coagiu testemunhas, não tentou se evadir do país… Cadê o princípio da presunção de inocência? Da paridade de armas no processo? Ele tem direito de ser julgado por um juiz imparcial.
Pessoas próximas dizem que você, mesmo tendo irmãos mais velhos, assumiu o papel de chefe da família. O que mudou na sua vida após a prisão de Cabral?
O que mudou é a imensa falta que o meu pai faz no nosso dia a dia, meu e dos meus irmãos. Meu pai sempre foi muito presente e carinhoso conosco. Hoje ajudo mais na criação dos meus irmãos mais novos.
De que forma?
Sendo mais presente no dia a dia. Levando eles para passear, tentando distraí-los e conversando com eles sobre tudo isso. Estamos muito unidos e firmes.
O Congresso não chegou a um consenso sobre a Reforma Política. Na sua opinião, qual seria o melhor modelo?
Eu simpatizei com o ‘Distritão’ pois ele acabava com o puxador de legenda (efeito Tiririca), que eu acho que é uma distorção que ocorre toda eleição. Acho 27 partidos no Congresso uma aberração. Você tem hoje mais de 30 partidos no Brasil e muitos outros colhendo assinaturas (para serem oficializados). O Brasil deveria enxugar o número de partidos, que recebem recursos e tempo de televisão.

“Não Podemos Permitir Que Uma Turma Do STF Afaste Um Senador”





Renan:


  • 27/09/2017
Osenador Renan Calheiros (PMDB-AL) criticou, na noite desta terça-feira (26), a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por 3 votos a 2,  afastou Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício de seu mandato e determinou o recolhimento noturno do senador em casa.  Renan destacou que não há previsão constitucional para essa decisão e disse que o Senado não pode se calar diante deste fato.
“Não podemos permitir que uma turma do Supremo Tribunal Federal, seja a que pretexto for, afaste um senador e rasgue a Constituição”, disse Renan.


O afastamento foi uma medida cautelar pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas da empresa J&F.


Na sessão dessa terça-feira (26), a Primeira Turma também negou, por unanimidade, o terceiro pedido de prisão preventiva de Aécio feito pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que deixou o cargo no último dia 17.
Denúncia
Em junho, o senador Aécio Neves foi denunciado por Janot por corrupção passiva e obstrução de Justiça, acusado de receber R$ 2 milhões em propina do empresário Joesley Batista, dono da empresa JBS, com o qual foi gravado, em ação controlada pela Polícia Federal, em conversas suspeitas. Em delação premiada, o executivo assumiu o repasse ilegal.
O dinheiro teria sido solicitado pelo próprio Aécio, cujo objetivo seria cobrir despesas com advogados. Em troca, ele teria oferecido sua influência política para a escolha de um diretor da mineradora Vale. O senador nega as acusações. Sua principal linha de defesa no processo é a de que a quantia que recebeu de Joesley foi um empréstimo pessoal, sendo uma operação sem qualquer natureza ilegal.
Sobre a acusação de obstrução de Justiça, Janot acusou Aécio de “empreender esforços” para interferir na distribuição de inquéritos na Polícia Federal, de modo a caírem com delegados favoráveis aos investigados.

Desembargadora Pressionou Diretor Do Presídio





 Para Tirar Filho Traficante Da Cadeia


  • 27/09/2017
A desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges tinha a cópia de um habeas corpus quando retirou, pessoalmente, seu filho do Presídio de Segurança Média de Três Lagoas. Mas não é preciso ser especialista em Direito para concluir que a medida não bastava.
Preso em flagrante por transportar quase 130 quilos de maconha e muita munição, inclusive de arma de uso restrito, Breno tinha um segundo mandado de prisão preventiva a cumprir, este pela acusação de participar de uma organização criminosa ligada ao PCC.


Este segundo mandado nunca foi revogado, mas acabou prevalecendo o entendimento de que Breno deveria ir para uma clínica médica.
“O caso assume contornos de perplexidade, pois este Juízo, além de ter determinado a prisão preventiva de Breno, é também o corregedor das unidades prisionais da comarca. Não houve no dia e até a presente data nenhum pedido de revogação da prisão preventiva ou concessão de liberdade provisória nos autos da Operação Cerberus”, escreveu o juiz Rodrigo Pedrini Marcos, de Três Lagoas, em resposta a um pedido de informações do promotor Luciano Anecchini Lara Leite, da 8a. Promotoria de Justiça de Três Lagoas, que está investigando o caso.

Enquanto Denúncia É Debatida





Temer Estuda Novo Afago A Ruralistas


  • 27/09/2017
O governo deve ceder à pressão de uma das mais influentes bancadas do Congresso Nacional e pode estender o prazo de adesão ao programa de parcelamento de débitos tributários junto ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), a contribuição previdenciária do agronegócio.


As negociações em torno dessa medida são prioridade para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), justamente no momento em que o presidente Michel Temer precisa intensificar as negociações para barrar a segunda denúncia apresentada contra ele e que será apreciada pela Câmara dos Deputados.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) tem 210 deputados – bem mais que os 171 votos necessários para rejeitar a denúncia contra Temer na Câmara – e 24 senadores.

O prazo de adesão ao “Refis do Funrural” atualmente é a sexta-feira, 29, mas segundo o presidente da FPA, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), Temer assumiu o compromisso de adiar o fim do Refis para 30 de novembro. Uma nova medida provisória (MP) deve ser editada com esse objetivo.
A primeira MP, que criou o “Refis do Funrural”, foi editada justamente na véspera da votação da primeira denúncia contra Temer, que acabaria rejeitada com ajuda da bancada ruralista.
Por trás da tentativa da bancada ruralista de postergar o fim do prazo de adesão ao programa estão os questionamentos a uma resolução aprovada pelo Senado Federal que perdoa R$ 17 bilhões em dívidas de produtores com o Funrural – justamente aquelas que seriam alvo da renegociação por meio do programa, que oferece descontos de 100% nos juros e de 25% nas multas.
A resolução, de autoria da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), já foi sancionada pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e não pode ser vetada pelo Executivo.
Oficialmente, a FPA diz que o adiamento do prazo do Refis visa a “garantir a segurança jurídica ao produtor rural para que ele possa escolher a melhor opção de pagamento da dívida”. Mas a bancada ruralista tem esperanças de que os débitos sejam perdoados pelo governo federal. Por isso, ninguém quer que os produtores assumam uma dívida perante a União sem necessidade.
Segundo a própria bancada, a Advocacia-Geral da União (AGU) deve apresentar parecer pela inconstitucionalidade da resolução. O Tribunal de Contas da União (TCU) também analisa o texto, que concede remissão de débitos sem apontar compensações de receitas, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Mas a bancada ruralista aposta que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu em março que a cobrança do Funrural é constitucional, pode estipular no acórdão o perdão dos débitos anteriores à decisão.
A bancada ruralista pretende manter as negociações com o governo em torno da possibilidade de perdão da dívida dos produtores. Curiosamente, a JBS estaria entre uma das beneficiadas pela medida. Os executivos da empresa tornaram-se algozes de Temer ao acusá-lo de crimes em suas delações premiadas. Essas acusações foram base para as denúncias apresentadas contra o presidente.