terça-feira, 12 de setembro de 2017

CPMI Da JBS Deve Ouvir Ticiana Villas Boas, Mulher De Joesley





  • 12/09/2017
Faz pouquíssimo tempo que a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) da JBS foi instaurada, mas ela já começa a preocupar muitas pessoas. Segundo a Revista Veja, os senadores e deputados já sugeriram mais de 100 nomes que deverão ser ouvidos ao longo das investigações. Cabe dizer que a criação da comissão deu-se na última terça-feira (5).
Ticiana Villas Boas, apresentadora de TV cuja última passagem foi pelo SBT – e também esposa de #Joesley Batista -, está na mira da investigação. Também foram mencionados na comissão os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva  e Dima Rousseff, o próprio Joesley Batista, seu irmão Wesley, os ex-ministros da Fazenda Antonio Palocci e Guido Mantega, os ex-presidentes do BNDES nas gestões do PT, Luciano Coutinho e Demian Fiocca, o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o doleiro Lúcio Funaro, o coronel aposentado, João Baptista Lima Filho, e o ex-deputado federal, Rodrigo Rocha Loures.

Este dois últimos, vale destacar, eram assessores especiais do presidente Michel Temer.
Os exatos 101 nomes ainda são considerados apenas sugestões dos parlamentares, uma vez que ainda precisam passar por aprovação da CPMI. Porém, especula-se que a aprovação da lista seja certeira. As convocações vão além de audição de depoimentos, já que também englobam a apresentação espontânea e busca por documentos, cópias de inquéritos, informações relevantes sobre transações comerciais que sejam alvo da investigação, contratos e empréstimos feitos pelo grupo JBS, dentre outros.

Ticiana Villas Boas Afastada Da TV


Logo que o escândalo da JBS tomou grandes proporções na mídia, Ticiana Villas Boas  solicitou afastamento de suas atividades na emissora de Silvio Santos.
Em 24 de maio de 2017, através de sua página oficial, Ticiana publicou uma despedida bem explicativa.
Em nota, informou aos fãs que decidiu se afastar da TV por um tempo, para que pudesse se dedicar inteiramente à sua família neste período, bem como cuidar de sua própria. Explicitou que ao longo dos 16 anos de carreira nunca se afastou de suas atividades, lutando com todas as forças pela sua profissão. A jornalista se afastou da terceira temporada de Bake Off Brasil e, na época, desejou sorte aos companheiros de trabalho. As apresentações prosseguiram sob o comando de Carol Fiorentina, chef confeiteira e ex-jurada que substituiu Ticiana Villas Boas. Finalizando a nota, agradeceu a compreensão do SBT e pediu que todos a entendessem e torcessem por ela. #J&F

Sérgio Moro Pode Pedir Prisão De Lula Já Nesta Quarta Por Motivo Inesperado



  • 12/09/2017
A delação premiada de Antonio Palocci incriminou mais ainda o ex-presidente da República Luiz Inácio #Lula da Silva, pelo fato de ter citado diversos esquemas que o petista estaria envolvido durante a gestão do Partido dos Trabalhadores na presidência da República Federativa do Brasil.
Lula já depôs uma vez em frente ao juiz federal Sérgio Moro sobre o caso do tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo, do qual o ex-presidente é acusado de ter recebido o imóvel em forma de propina da empreiteira OAS, e foi condenado em primeira instância. Desta vez irá depor novamente em frente ao juiz Moro, só que pelo caso do sítio de Atibaia, na próxima quarta-feira.

Pedido de prisão?
O depoimento será sobre o sítio de Atibaia, que o ex-presidente teria sido acusado de ter recebido em forma de propina. Porém, o mesmo nega. Após a delação de Palocci ter acusado o petista de crimes gravíssimos, o juiz federal Sérgio Moro poderia pedir a prisão preventiva do ex-presidente, o que na visão dos advogados especialistas no assunto, é super improvável, mas tem chances mínimas de acontecer. Desta forma, o ex-presidente Lula pode ter a prisão preventiva decretada ainda nesta quarta-feria, sendo uma medida espantosa de Moro, mas justificável.
Lula não está preocupado com essa possibilidade de prisão preventiva, pois se isso acontecer (o que é praticamente impossível), seus advogados conseguiriam reverter facilmente esta decisão. Para haver uma prisão preventiva, deve-se ter uma grande possibilidade do réu ser culpado.
Sendo assim, o petista tem maior possibilidade de sofrer reclusão no segundo semestre do ano que vem, quando provavelmente será a sentença em segunda instância do caso do tríplex, e o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4° Região) [VIDEO] decidirá se manterá ou modificará a sentença de Sérgio Moro, que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão em regime fechado.
Delação premiada
Todos os avanços das investigações sobre Luiz Inácio Lula da Silva se deve ao sisteme de delação premiada, importado dos Estados Unidos pelo juiz federal Sérgio Moro, que é responsável pela operação em Curitiba.
A delação premiada trata-se de um acordo firmado entre juiz e réu, para que o delator (réu) conte tudo que sabe sobre os esquemas em que estava envolvido, e em troca disso tem sua respectiva pena reduzida ou até mesmo será absolvido. Isso serve para alcançar os chefes da corrupção, os quais pareciam inalcançáveis . #preso #Sergio Moro

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Senadora Gleisi Hoffmann Recebeu R$ 16, 5 Milhões Do Quadrilhão Do PT



  • 12/09/2017
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) recebeu R$ 16,15 milhões do esquema bilionário do chamado “quadrihão do PT”, conforme denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Matéria de Euclides Lucas Garcia e João Frey na Gazeta do Povo detalha os repasses do esquema de corrupção, a partir da Construtora Odebrech e da JBS, que foram parar nas mãos de Gleisi em três eleições: 2008, 2010 e 2014.
Em relação a 2008, quando a petista disputou a prefeitura de Curitiba, a Procuradoria Geral da República aponta um repasse de R$ 150 mil da Odebrecht e de um pagamento de uma dívida de R$ 1,5 milhão ao marqueteiro João Santana via “planilha italiano”, sob responsabilidade do ex-ministro Antonio Palocci.


O pagamento a João Santa via caixa 2 já tinha sido citado pela esposa do marqueteiro, Mônica Moura, em depoimento ao juíz Sergio Moro, em abril.
“Isso foi uma colaboração, uma doação que a Odebrecht fez para a campanha da Marta Suplicy para a prefeitura de São Paulo em 2008, que nós fizemos o marketing, e a campanha da senadora Gleisi Hoffmann à prefeitura de Curitiba, também em 2008. Eles colaboraram com as duas campanhas pagando uma parte do nosso trabalho”, disse Mônica ao magistrado.
Na disputa pela prefeitura de Curitiba, a petista declarou ao Tribunal Regional Eleitoral ter arrecadado R$ 6,5 milhões para a campanha. Na relação de doadores não consta nenhuma doação da Odebrecht.
Do pleito de 2010, quando Gleisi se elegeu senadora, são mencionados um repasse de R$ 1 milhão a pedido de Paulo Bernardo, marido da petista, e operacionalizado pelo doleiro Alberto Youssef e por Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobras; e outro de R$ 300 mil via Odebrecht. A prestação de contas da campanha indica que foram arrecadados quase R$ 8 milhões e não há doações da Odebrecht registradas.
Já em 2014, eleição em que a petista perdeu a disputa para o governo do Paraná, citam-se R$ 3,5 milhões recebidos da Odebrecht e mais R$ 10 milhões da JBS. Segundo a denúncia, os pagamentos da Odebrecht foram efetivados em espécie a Leones Dall Agnol, ex-chefe de gabinete da senadora. A prestação de contas indica que a campanha arrecadou R$ 21,6 milhões, sendo R$ 8,6 milhões da JBS, via direção do partido. Novamente não há doação registrada da Odebrecht.
“Uma das mais beneficiadas”
Ainda segundo a denúncia de Janot, Gleisi foi “uma das mais beneficiadas nos esquemas ilícitos mantidos pela organização criminosa na Petrobras, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e junto à Odebrecht e à J&F”. De acordo com o MPF, ao lado de Paulo Bernardo, Gleisi atuou entre 2009 e 2015 em uma ramificação do esquema de corrupção dentro do Ministério do Planejamento.
“Gleisi e Paulo Bernardo não apenas davam suporte em suas respectivas pastas ao esquema ilícito montado, como também operaram diretamente a cobrança de propina no âmbito do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão”, diz a denúncia.

Outro lado
Em nota, Gleisi criticou a denúncia apresentada pela PGR. “É uma denúncia sem qualquer fundamento. Busca criminalizar a política e o Partido dos Trabalhadores no mesmo momento em que malas de dinheiro são descobertas e membro do Ministério Público é envolvido em denúncias”.
Também em nota, o presidente do PT do Paraná, Doutor Rosinha, criticou as investigações feitas no âmbito da operação Lava Jato, as quais chamou de seletivas, e também afirmou que a denúncia contra os petistas desvia o foco de outras investigações.
“Essa é mais uma acusação sem fundamento, que não apresenta provas ou indícios da materialidade. Esperamos que o Supremo Tribunal Federal garanta a reparação da verdade e arquive tamanhas mentiras”, diz a nota.

LULA E DILMA EM PÂNICO COM PRISÃO DE JOESLEY BATISTA. ESTRAGO DO AÇOUGUEIRO DA FRIBOI PODE SUPERAR DELAÇÃO DE PALOCCI




  • 12/09/2017
A cúpula do PT entrou em polvorosa neste fim de semana, apos a confirmação da prisão do empresário Joesley Batista. A avaliação no partido é a de que isto não poderia ter ocorrido num momento pior, tendo em vista a derrocada e o fim do mandato do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Sem ninguém no comando da PGR, os líderes do partido temem por consequências ainda mais devastadoras que a delação do ex-ministro Antonio Palocci. O pavor de Lula e Dilma é que Joesley Batista é um sujeito inescrupuloso e estará disposto a tudo para salvar a própria pele.

PF Apreende R$ 2 Milhões Em Busca Em Endereços De Aécio E Aliados De Temer




  • 11/09/2017
A Polícia Federal apreendeu nesta quinta-feira R$ 2 milhões durante as buscas realizadas em endereços de aliados do presidente Michel Temer e do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). A polícia não especificou os locais onde o dinheiro foi encontrado.
A Polícia esteve hoje em diferentes endereços ligados a Aécio Neves. A operação se estendeu ainda aos gabinetes no Congresso do próprio tucano, do senador Zezé Perella (PMDB-MG) e do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) e à residência de Andréa Neves, irmã do senador. Os imóveis de Aécio são localizados no Lago Sul, em Brasília; em Ipanema, no Rio de Janeiro; e em Anchieta (MG). Ele também tem uma fazenda no município de Cláudio, no interior de Minas. Ainda houve ordem de prisão contra o procurador da República Ângelo Goulart Villela e uma operação contra homem de confiança de Cunha, Altair Alves Pinto.


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) também foi alvo de mandado de busca e apreensão. Eram procurados documentos e informações sobre um caso que tramita no Conselho acerca de uma disputa entre a Petrobras e a Empresa Produtora de Energia (EPE), de propriedade do grupo JBS e com sede em Cuiabá.
Mais cedo, por meio de nota, a PF informou que foram expedidos pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal, 18 mandados.
Na operação de hoje cerca de 200 policiais federais cumpriram 49 mandados judiciais, sendo 41 de busca e apreensão e 8 de prisão preventiva nos estados de Minas Gerais (17 buscas e 3 prisões preventivas), Paraná ( 2 buscas e 1 prisão preventiva) , Rio de Janeiro ( 3 buscas), São Paulo (7 buscas e 1 prisão preventiva), Maranhão ( 1 prisão preventiva) e Distrito Federal (12 buscas e 2 prisões preventivas).
Segundo a PF, as medidas visam coletar provas de corrupção e crimes contra a administração pública, entre outros crimes, nas investigações que tramitam no STF.

As Conexões De Temer Na Organização Criminosa Do PMDB Na Câmara Segundo PF



  • 11/09/2017
Polícia Federal concluiu nesta segunda-feira (11/9) inquérito indicando prática de crime de organização criminosa por integrantes da cúpula do PMDB da Câmara. São implicados pela PF o presidente Michel Temer, os ministros Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco, Casa Civil, Eliseu Padilha, além dos ex-ministro Geddel Vieira Lima e dos ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Alves.


Segundo PF, integrantes da cúpula do partido, supostamente, mantinham estrutura organizacional com o objetivo de obter, direta e indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta.
A PF aponta que  grupo agia através de infrações penais, tais como: corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, evasão de divisas, entre outros crimes cujas penas máximas são superiores a 4 anos.
De acordo com a PF, ao lado de Cunha,  Temer possui poder de decisão nas ações do grupo do “PMDB da Câmara”, tanto para indicações em cargos estratégicos quando na articulação com empresários beneficiados nos esquemas, para recebimento de valores, sob justificativa de doações eleitorais.
“E, como em toda organização criminosa, com divisão de tarefas, o presidente Michel Temer se utiliza de terceiros para executar ações sob seu controle e gerenciamento. Assim, podemos identificar nos autos diversas situações em que utiliza de Moreira Franco [ministro da Secretaria-Geral] e Eliseu Padilha [ministro da Casa Civil] e mesmo de Geddel Vieira [Lima] como longa manus, e seus prepostos, a exemplo da captação de recursos da Odebrecht e OAS (concessão dos aeroportos)”, diz o relatório.
Para a PF, há uma série de vantagens indevidas que teriam sido recebidas por Temer que ultrapassam R$ 30 milhões. O relatório lista por exemplo mala de R$ 500 mil recebidos pelo ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, R$ 10 milhões de doações da Odebrecht, R$1 milhão repassados ao coronel João Batista Lima, além de repasses para a então campanha de Gabriel Chalita para a Prefeitura de São Paulo.
Para os investigadores, as ações teriam envolvido empreiteiras como Odebrecht e OAS, além de órgãos do governo como Secretaria de Aviação Civil e a Caixa. Há referências a depoimentos do doleiro Lúcio Funaro, que relatou estar três vezes com Temer, sendo que o presidente atuava para defender interesses de aliados e também de grupos privados.
O relatório da PF deve ser enviado pelo ministro Edson Fachin para o Ministério Público Federal analisar. Há expectativa de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereça ainda nesta semana denúncia ao STF contra Temer por organização criminosa. O chefe do MP ainda discutia no fim de semana com seus principais auxiliares se mandaria a segunda denúncia contra Temer ao STF por organização criminosa e obstrução de Justiça antes do julgamento de quarta que vai discutir pedido do presidente para afastá-lo das investigações.
Uma parte dos assessores próximos defendia aguardar a definição do Supremo, enquanto outra era a favor de que chegasse até terça em sigilo. A acusação de organização deve evolver além de Temer, os ministros Eliseu Padilha, Moreira Franco, e os ex-deputados presos Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves. Janot já afirmou ao STF que a organização criminosa do PMDB da Câmara, da qual Temer faria parte, levou R$ 350 milhões em propina.
OUTRO LADO
O presidente Michel Temer não participou e nem participa de nenhuma quadrilha, como foi publicado pela imprensa, deste 11 de setembro. O Presidente tampouco fez parte de qualquer “estrutura com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública”. O Presidente Temer lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela justiça.
Casa Civil
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, informa que só irá se pronunciar quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta.
Secretaria-Geral da Presidência da República
Jamais participei de qualquer grupo para a prática do ilícito. Repudio a suspeita. Responderei de forma conclusiva quando tiver acesso ao relatório do inquérito. Lamento que tenha que falar sobre o que ainda não conheço. Isto não é democrático.
Moreira Franco

Barroso Decidirá Se Abre Novo Inquérito Contra Temer Por Decreto Dos Portos




O ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai decidir se abre um novo inquérito contra o presidente Michel Temer sob a suspeita, a partir da delação de executivos da J&F, de que ele possa estar envolvido num esquema de corrupção e lavagem de dinheiro na edição de um decreto que mudou regras portuárias.
Na semana passada, a Reuters antecipou que o ministro Edson Fachin havia deixado a relatoria desse caso e pedido para que a presidente do STF, Cármen Lúcia, redistribuísse a apuração preliminar aberta.

No final de junho, no mesmo dia em que ofereceu denúncia contra Temer por corrupção passiva, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de um novo inquérito contra o presidente e seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures para investigar a suspeita de pagamento de propina a ambos para edição do decreto que interessava à empresa Rodrimar S/A.
Segundo Janot, interceptações de conversas telefônicas, autorizadas pelo STF, indicaram que Rocha Loures teria atuado no governo para editar o decreto a fim de prorrogar os contratos de concessão e arrendamento portuários, o que era defendido pela Rodrimar. Na ocasião, o procurador-geral disse ter havido indícios de cometimento de crimes nos diálogos, porque a edição do decreto por Temer contemplou, ao menos em parte, os interesses da empresa.