segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Decisão Do TRF4 Pode Mandar Dirceu De Volta À Cadeia





  • 11/09/2017
O TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, deve julgar na 4ª feira (13.set.2017) recursos relacionados à sentença do juiz federal Sérgio Moro que condenou o ex-ministro José Dirceu a 23 anos e 3 meses de prisão em regime fechado. Além do político, ação tem outros 14 réus.
Recursos apresentados pelo Ministério Público Federal afirmam que Moro foi omisso na sentença. Para os procuradores da força-tarefa Lava Jato em Curitiba, parte das penas deve ser aumentadas. E réus que foram absolvidos em 1ª instância, condenados.


Se a Justiça atender ao pedido do MPF ou mantiver a sentença de Moro, Dirceu pode retornar à prisão. Os recursos apresentados na ação estão na pauta da sessão da 8ª turma do TRF4.
O advogado de Dirceu, Roberto Podval, disse ao Poder360 que as chances de o político voltar para a prisão são grandes.
Na apelação e no embargo de declaração apresentados pela defesa do ex-ministro, os advogados rebatem os argumentos do Ministério Público.

Quando a sentença foi expedida, em maio do ano passado, a defesa do político argumentou que, segundo o artigo 65 do Código Penal, penas impostas a réus com menos de 21 e mais de 70 anos devem ser reduzidas. Dirceu tem 71 anos. Moro atendeu ao pedido e baixou a pena para 20 anos e 10 meses de prisão.
Em maio deste ano, decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) aceitou pedido de Habeas Corpus e autorizou o político a aguardar o julgamento em 2ª instância apenas com o uso de tornozeleira eletrônica.
OPERAÇÃO PIXULECO
Dirceu foi preso na 17ª fase da Lava Jato, batizada de “Pixuleco”, em 3 de agosto de 2015. O político ficou preso no Complexo Médico Penal de Pinhais, na Grande Curitiba (PR), até 3 de maio deste ano, quando passou a usar tornozeleira eletrônica e foi para casa.
O ex-ministro foi condenado por usar a JD Consultoria para receber propina de empresas que tinham contratos com a Petrobras, conforme Moro. A empreiteira Engevix seria a principal pagadora de propina ao ex-ministro.
Hoje, Dirceu vive em Brasília. Quando voltou para casa após quase 2 anos preso, o político foi recebido com protestos.

Lula Abre Mão De 11 Testemunhas Em Processo Envolvendo Caças Suecos



Depois de muito insistir para incluir dezenas de testemunhas num processo em que é investigado por ajudar uma empresa sueca a vender caças para o Brasil, o ex-presidente Lula desistiu de 11 delas. Na lista estão, entre outros, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) e o ex-ministro do Desenvolvimento Miguel Jorge.

BOMBA! Gilmar Mendes Foi Gravado Por Joesley




  • 11/09/2017

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), diz estar “convencido” de que foi gravado pelo empresário Joesley Batista, da JBS.

Gilmar recebeu o empresário em Brasília em 1º de abril, um sábado, na sede do IDP, escola de direito da qual o ministro é sócio.
O encontro, solicitado pela JBS, ocorreu três semanas após Joesley Batista ter gravado secretamente o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu.
Àquela altura, Joesley já se preparava para acertar um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República.
Em uma gravação inédita, cujo teor veio a público na semana passada, o dono da JBS e Ricardo Saud, um de seus principais executivos, tratam da possibilidade de incluir na delação informações sobre ministros do STF – eles falam em “dissolver o Supremo”.
Gilmar Mendes diz que, sabendo agora que os delatores pretendiam atingir o tribunal, acredita que o encontro, ocorrido em pleno processo de negociação da colaboração premiada, foi gravado por Joesley.
“Hoje eu estou convencido de que sim. Eu acho que ele gravou a conversa. Porque a insistência [para marcar o encontro] foi tanta… Nessas conversas eles falam que queriam destruir o Supremo, né!?”, diz o ministro.
“Mas a conversa correu normal. Foi uma conversa absolutamente normal. Eu não tenho a menor preocupação com isso”, emenda.
O encontro foi agendado por meio de Dalide Corrêa, então braço-direito do ministro no IDP. Ela costumava negociar patrocínios – inclusive da JBS – a eventos da escola de direito.
Segundo Gilmar Mendes, na reunião ele e Joesley se limitaram a discutir um processo de interesse do setor do agronegócio que seria julgado dias depois pelo plenário do STF – o ministro lembra que votou contra os interesses da empresa.
Preocupação – Uma reportagem da mais recente edição de VEJA revelou um conjunto de arquivos que mostra tentativas da JBS de interferir em decisões a cargo de ministros de tribunais superiores.
Em conversa gravada, uma advogada da companhia diz ter sido acionada por Dalide Corrêa – já depois de a delação premiada vir a público – para convencer integrantes da cúpula da JBS a não revelar algo que seria comprometedor para ela própria e também para o ministro Gilmar Mendes.
Dalide Corrêa estaria preocupada, em especial, porque o diretor jurídico da JBS, Francisco de Assis, havia reproduzido trechos de uma troca de mensagens mantida entre os dois por meio de um aplicativo de telefone celular.
Procurado por VEJA, Francisco de Assis confirmou ter feito o print-screen de uma troca de mensagens de Dalide Corrêa, mas disse não se lembrar do teor das mensagens.
Ele admitiu que o apelo da então assessora de Gilmar Mendes chegou à direção da empresa. Perguntado se Joesley gravou Gilmar Mendes, Francisco de Assis saiu pela tangente. “Eu não gravei”, limitou-se a dizer.
“Não sei qual era a preocupação da Dalide. Se for preocupação com gravação, talvez seja uma preocupação normal dela. Acho que ela se sentiu culpada porque foi ela que propiciou o encontro”, disse o ministro Gilmar Mendes a VEJA.
Dalide Corrêa, àquela altura diretora do IDP, deixou o instituto oficialmente na semana passada. Ela e Gilmar Mendes dizem que o desligamento vinha sendo negociado havia algum tempo e não guarda relação com a crise envolvendo a JBS.

Bilhões de reais jogados no lixo pelo PT! Refinaria da Petrobras em Pasadena [EUA] virou sucata.




  • 11/09/2017
Brasileiros que moram na Califórnia foram até a cidade de Pasadena mostrar a sucata que restou da Refinaria da Petrobras

São bilhões e bilhões de dinheiro público que foram jogados no lixo. E tudo isso aconteceu quando nossa presidenta estava no comando da estatal.


A aquisição da refinaria obsoleta [que mais parece sucata] foi autorizada por Dilma em 2006, quando ela presidia o conselho da estatal.

Representantes de políticas sociais devem respeitar os padrões de proteção social e não somente o capital!



noticiasbrasilonline.com.br
CONGRESSO QUER SALVAR BANCOS QUE FIZERAM PARCERIA COM O CRIME E FORAM LAVANDEIRA DE CORRUPTOS. Entenda!!!!
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
O PIOR DOS CRIMINOSOS É  O LADRÃO  DO DINHEIRO PUBLICO….PRQ ROUBAM DE TODOS….
Fonte:

A Pergunta Que Não Cala: Pra Onde Foi Todo Os R$503,9 Bilhões Do PAC?





  • 11/09/2017

Pra Onde Foram Os R$ 503,9 Bilhões Do PAC?

Segundo Contas Abertas, a Lava Jato está em cima de 9 dos 10 maiores empreendimentos do PAC.
O PAC foi a grande vitrine do segundo mandato do ex-presidente Lula. A primeira versão foi apresentada em uma cerimônia com pompa no Palácio do Planalto, no dia 22 de janeiro de 2007, com investimentos previstos totais de R$ 503,9 bilhões até 2010, sendo R$ 67,8 bilhões do Orçamento do Governo Central e R$ 436,1 bilhões, de estatais e da iniciativa privada.


A pergunta que não cala: pra onde foi toda essa dinheirama ou a maior parte dela?
Onde estavam as instituições que diziam ‘funcionar bem’ que não investigaram nada envolvendo essa tremenda soma de dinheiro do povo?
E onde estavam os burros encantados da esquerda que não protestaram diante dos descalabros e da roubalheira que afundava a Nação?(com informações folha centro sul)

domingo, 10 de setembro de 2017

‘Braço-Direito’ De Geddel, Ferraz Distribuía Recursos Do PMDB Da Bahia






  • 10/09/2017
Braço-direito de Geddel Vieira Lima (PMDB), o ex-diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Gustavo Ferraz (PMDB), era a pessoa encarregada pelo ex-ministro da Secretaria de Governo de definir quais candidatos a prefeito e vereador seriam apoiados com recursos do PMDB baiano, segundo reportagem do portal Uol.
“Gustavo acompanhava Geddel nas viagens pela Bahia. Ele cuidava das articulações políticas, agenda e logística no interior do Estado, inclusive na campanha eleitoral de 2012″, contou a advogada e consultora política Daniele Barreto, em entrevista à publicação.

“O nível de confiança que Geddel tem com Gustavo, ele só tem com o irmão Lúcio [Vieira Lima, deputado federal]”, afirmou ao Uol uma fonte próxima aos dois, sob a condição de sigilo.
O ex-diretor da Codesal foi preso, na última sexta-feira (8), na operação da PF que também levou o ex-ministro Geddel.


Os irmãos Geddel

Os irmãos Geddel são três: Geddel, Lúcio e Afrísio. Intriga-me o esquecimento de Afrísio nas notícias sobre a família. Fala-se até da mãe, do pai falecido, mas não do terceiro irmão. Pois bem: Afrísio Vieira Lima Filho é diretor legislativo da Câmara.

Geddel Vieira Lima virou um astro pop às avessas. Sintetiza como poucos essa geddelização da política brasileira. Com seu olhar meio assustado. É um corrupto que dá para imaginar no churrasco mais próximo, quebrando um copo, gargalhando.

Lúcio Vieira Lima, o Bitelo da Odebrecht, opera como deputado. Condenado a ser o "irmão do Geddel". Esse está enrolado nas investigações sobre o apartamento dos R$ 51 milhões em Salvador. É uma versão menos espalhafatosa de Geddel.

E Afrísio?
Afrísio passa batido. Como se não fosse um Afrísio, um Lúcio, um Geddel. Os três, no entanto, dividem as propriedades rurais da família. Atuam juntos como pecuaristas e produtores de cacau. Só que ele é blindado. Por quê?

Afrísio também é um homem público. Repito: é diretor legislativo da Câmara. Isso significa... poder. Significa que sabe de muita coisa. Significa que os corredores do Congresso são conhecidos palmo a palmo pela família Vieira Lima.

Afrísio é tesoureiro da Fundação Ulysses Guimarães. Presidida por quem? Moreira Franco (PMDB-RJ). Vice-presidida por quem? Eliseu Padilha (PMDB), ministro-chefe da Casa Civil. Um dos diretores chama-se Romero Jucá (PMDB-RR).

(E Afrísio é um colecionador de obras de arte. Gostava de vender seus quadros em pleno espaço da Câmara. Sua mulher trabalhou na primeira secretaria com o deputado Heráclito Fortes, conhecido na Odebrecht como Boca Mole.)

A geddelização da política brasileira não é fruto de um "doente" temperamental e com covinhas. A geddelização é um movimento racional. A geddelização instala-se. Um é deputado, o outro é um burocrata, enquanto a matriz dá a cara para bater.

Sim, o poder dos Vieira Lima começa lá atrás. Com o primeiro Afrísio, também deputado. O problema de tratar esse clã como expressão de uma única pessoa é que a gente elimina a história. Geddel foi preso, Lúcio talvez o seja. Afrísio continuará lá.

Ou, em outras palavras: o PMDB continuará lá, com vários pés em várias canoas. É um polvo. Tem o braço Geddel, o braço Jucá, o braço Padilha, o estômago Michel, a cabeça Sarney, o intestino Calheiros. Corta-se um órgão, crescem os outros.