terça-feira, 16 de maio de 2017

EUA e Europa, cada vez mais perdidos



Internacional

Oriente Médio



por Antonio Luiz M. C. Costa — publicado 16/05/2017 00h30, última modificação 15/05/2017 13h20

Em meio a suas contradições, Washington e Bruxelas controlam pouco os acontecimentos no mundo

James Mattis
O general Nicholson e o secretário Mattis se afligem no Afeganistão...

Após o Brexit e a eleição de Donald Trump, as incertezas sobre o futuro dos países ricos dominaram o noticiário internacional, o Oriente Médio perdeu destaque na mídia e alguns leitores e espectadores podem ter ficado com a impressão de seus conflitos terem esfriado. Nada mais enganoso. Pelo contrário, eles continuam a se acirrar.
O Afeganistão é representativo. Trump autorizou o Pentágono a testar nesse país sua bomba convencional mais poderosa, a Massive Ordnance Air Blast (Munição de Explosão Aérea Massiva) ou MOAB, popularizada como Mother of All Bombs (Mãe de Todas as Bombas). Esse evento de 13 de abril despertou o mesmo ufanismo militarista do inconsequente bombardeio de uma base síria com mísseis Tomahawk, seis dias antes. Infográficos detalhados explicaram o modo de lançamento e os efeitos supostamente arrasadores no raio de uma milha (1.600 metros) com uma enganosa aparência de precisão. Alguns jornais de grande circulação, como The Independent e USA Today, cometeram o erro grosseiro de explicar e desenhar que a explosão seria quase tão poderosa quanto a de Hiroshima, que foi na verdade 1,3 mil vezes maior.
Talvez mais enganosa ainda tenha sido a exatidão do próprio Pentágono, ao afirmar que a bomba, supostamente lançada sobre uma base subterrânea do Estado Islâmico formada por túneis e cavernas, teria matado exatamente 94 fundamentalistas, quase 20% dos efetivos estimados da organização em todo o Afeganistão. O próprio Estado Islâmico afirma não ter sofrido nenhuma baixa e, francamente, não há mais razão para acreditar em um lado do que no outro.
Duas semanas depois, um correspondente da BBC, levado ao local, viu bombardeios intensos, como se o EI não tivesse sido seriamente afetado. “Essa bomba não é tão poderosa quanto você pensa. Ainda há árvores verdes a cem metros do local do impacto”, comentou um oficial afegão. Os militares não o deixaram inspecionar a área, ainda sob bombardeio, mas o correspondente o confirmou: “Era possível ver árvores queimadas e alguns locais afundados. Não havia uma grande cratera. Não longe, havia casas e árvores verdes”.
Esse exemplo é emblemático da ingenuidade arrogante e cruel de quem se imagina capaz de resolver com bombas os conflitos do mundo, sem enfrentar suas causas sociais e políticas. Mas a prova maior da futilidade dessa abordagem está na escalada da guerra nas semanas seguintes. Em 21 de abril, um ataque de seis a dez insurgentes do Taleban, ajudados por cúmplices no exército, matou 160 soldados afegãos em uma base de Mazar-e-Sharif. Na quarta-feira 3, um atentado suicida, reivindicado pelo EI, atingiu um comboio militar da Otan em frente à embaixada dos EUA em Cabul e matou pelo menos oito civis.
Desde fevereiro, o comandante dos 9 mil soldados dos Estados Unidos no país, general John Nicholson, dizia precisar de mais 5 mil para romper o impasse, embora os mais de 100 mil estadunidenses que chegaram a combater no Afeganistão em 2011 tampouco tenham posto fim à luta. O secretário de Defesa, James Mattis, foi vê-lo no dia 24 e admitiu que essa guerra não terminará tão cedo. Aos 16 anos é a mais longa da história dos EUA e, não custa lembrar, é travada contra os herdeiros dos fundamentalistas apoiados por Ronald Reagan e George Bush pai contra o regime afegão laico e pró-soviético dos anos 1980.
Moscou, certamente, não esqueceu e deve achar divertido Washington agora acusá-la de fornecer armas e financiamento ao Taleban. Provavelmente, não é verdade, mas o Kremlin de fato corteja líderes afegãos, fartos de se desmoralizar aos olhos de seu próprio povo pela associação com estadunidenses insensíveis às vítimas civis de seus drones e de sua arrogância.

Lavrov
...e o chanceler Lavrov, junto a Karzai, colhe os frutos de seus erros (Foto: Ramil Stidikov / Sputnik / AFP)


O chanceler russo, Sergey Lavrov, parece apostar suas fichas no ex-presidente afegão Hamid Karzai, crítico das ações do Pentágono, com o qual se reuniu em Moscou, em 26 de abril, e patrocinou reuniões com vistas a um acordo de paz com o Taleban, das quais os EUA se recusaram a participar, com a presença da China e do Paquistão.
Como hoje é notório, Barack Obama e Hillary Clinton cometeram na Síria (e também na Líbia) o mesmo erro de Reagan e Bush no Afeganistão, e hoje não há mais como distinguir entre os rebeldes laicos e supostamente moderados e os fundamentalistas da Al-Qaeda e similares que acabaram por dominar a luta contra o regime laico, pró-russo e pró-iraniano, de Bashar al-Assad. Também aí os russos podem rir por último.
Ao contrário do que acontece no Afeganistão, na Síria e no Iraque o Estado Islâmico está em retração. Em relação ao seu auge em 2014 e 2015, perdeu 57% do território e está perto de ser totalmente expulso de Mossul, a maior cidade que chegou a controlar, numa batalha talvez mais catastrófica para os civis do que a de Alepo, embora neste caso a mídia não esteja presente nem tenha interesse em enfatizar o seu sofrimento.
Partes dessas áreas, principalmente após a intervenção russa em setembro de 2015, foram retomadas pelos governos sírio e iraquiano e alguma coisa pelo exército turco em nome dos rebeldes sírios, mas os maiores responsáveis por esse recuo foram os guerrilheiros curdos do Iraque e da Síria, que organizaram governos autônomos nas regiões por eles controladas.
Alarmada, a Turquia, que chegou a dar apoio tácito ao EI com a esperança de livrar-se de Assad e da insurreição curda que ameaça seu próprio território, redobrou os ataques aos curdos da Síria e cogita invadir e anexar seus territórios. Estes, que já recebiam armas dos EUA, apesar de uma aliança tática com Assad, buscaram apoio da Rússia e o conseguiram. Embora o governo turco tenha se reaproximado de Moscou após ser alvo de um golpe fracassado, os russos não estão satisfeitos com sua falta de cooperação na Síria e ante as contradições dos EUA e da Europa, eles são cada vez mais os árbitros da situação. 
Na terça-feira 2, Vladimir Putin tomou a iniciativa de ligar a Trump e propor um acordo de paz, com separação física dos combatentes e suspensão dos voos da Força Aérea síria. O presidente dos EUA, ansioso para se livrar do problema, deu-lhe atenção e prometeu enviar um representante às negociações em Astana, no Cazaquistão. A própria Turquia, cujas relações com o Ocidente são cada vez mais tensas, precisa chegar a termos com o Kremlin para não se isolar. Uma ruptura do governo de Recep Tayyip Erdogan com a Otan e a União Europeia pode vir a ser uma das consequências dos erros de Washington na Síria. 
Os mesmos erros se repetem no Iêmen. Também em nome da obsessão por conter a influência do Irã e contentar Israel e as monarquias árabes aliadas, Washington associou-se à Arábia Saudita e aos Emirados na tentativa de esmagar a rebelião dos xiitas houthi e restaurar o regime de Abd Rabbuh Mansur Hadi em todo o país.
Com isso também luta, na prática, ao lado da Al-Qaeda, embora continue a bombardear suas lideranças de tempos em tempos. E a guerra está prestes a se complicar seriamente. Embora não aceite o domínio xiita, a população sunita de Áden e de todo o sul do Iêmen, sob controle dos sauditas e aliados, está rebelada contra o regime de Hadi e dos sauditas. Uma proclamação de independência nos próximos dias pode abrir mais uma frente de guerra.
Também se espera para breve um ataque saudita, apoiado pelos EUA, ao porto rebelde de Hodeida, por onde passa a maior parte dos alimentos para as massas famintas do interior, inclusive 7 milhões de dependentes de ajuda humanitária. Com a tomada ou destruição do porto, 19 milhões de iemenitas estarão ameaçados de morte pela fome e o país diante de uma catástrofe humanitária pior do que a da Síria. Entretanto, não é realista apostar nem na rendição dos houthis nem em uma retirada saudita. A monarquia investiu demais do seu prestígio político e militar nessa guerra e seu fracasso ou derrota abalaria sua legitimidade.


Iêmen
O Iêmen sofre com a fome. Sauditas, com apoio dos EUA, estão prestes a piorá-la

A instabilidade também aumenta no Egito. A ditadura militar do marechal Abdul al-Sisi é cada vez mais repressiva e, recentemente, libertou o ex-ditador Hosni Mubarak e tomou medidas para nomear juízes diretamente e reduzir ainda mais a autonomia de um Judiciário já dócil, mas que em janeiro frustrou sua tentativa de entregar à Arábia Saudita as ilhas Sanafir e Tiran, em troca do apoio político e financeiro recebido no golpe de 2013.
Mesmo assim, não conseguiu evitar os ataques a igrejas cristãs coptas no Domingo de Ramos (9 de abril), atribuídos ao EI, nem impedir a ampliação de suas ações no norte do Sinai. No dia 18, foi atacado o famoso Mosteiro de Santa Catarina, ao pé do próprio Monte Sinai. Por falta de segurança na região, Israel fechou a fronteira a seus turistas desde o dia 10.
O EI declarou a região sua “província” e começou a impor em algumas áreas em torno de El-Arish, capital regional, sua versão da lei islâmica: confiscam cigarros, drogas, DVDs e antenas de satélite, expulsam famílias cristãs, ameaçam mulheres com chibatadas ou ataques com ácido se não usarem niqab e andarem acompanhadas, e destroem monumentos e santuários.
Como em outros lugares, os fundamentalistas recebem apoio de civis marginalizados e a política de bombardeios e terra arrasada não favorece a popularidade do governo. A desestabilização do Egito, coração do mundo árabe e sua nação mais populosa, é uma ameaça diante da qual os demais conflitos da região pareceriam perigos menores e o recente e precário acordo entre as facções em guerra civil na Líbia se tornaria irrelevante. 




                                 CADÊ OS GESTORES DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS?

Reformas de Temer devem provocar “debandada” no PMDB em 2018





Política

Ônus político


por Renan Truffi — publicado 15/05/2017 15h41
Cobrados por seus eleitores, deputados peemedebistas negociam migração para legendas como PSB, PDT e PSB


Marcos Corrêa/PR
Temer e base aliada
Temer em café da manhã com a base aliada: no PMDB, muitos devem fugir


Ainda que o presidente Michel Temer ignore a baixa popularidade das reformas aprovadas no Congresso Nacional, os parlamentares do PMDB já estão sentido em suas próprias bases eleitorais os reflexos de se aprovar medidas tão impopulares. Terceirização, redução de direitos trabalhistas e reforma da Previdência têm impactado o eleitorado de deputados do partido, o que deve provocar uma debandada peemedebista em 2018.
Os placares favoráveis ao governo em pautas polêmicas escondem, na verdade, uma insatisfação que é sentida, principalmente, nos bastidores. Apesar de votarem a favor das pautas por pressão do Palácio do Planalto, muitos deputados do PMDB já negociam com líderes partidários uma eventual troca de legenda. Em condição de anonimato, alguns parlamentares estimam em 20 deputados, de um total de 64 peemedebistas, que cogitam trocar de partido.


Um dos principais focos da migração está na bancada do PMDB do Rio de Janeiro, que sofre com o ajuste fiscal de Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ) e as denúncias envolvendo outros caciques do partido no Estado. Um dos parlamentares fluminenses que admitiu à reportagem de CartaCapital a possibilidade de mudar de legenda é Celso Pansera (PMDB-RJ). “As reformas estão todas baseadas no trabalho e, como um parlamentar de centro-esquerda, eu não me sinto confortável de votar com essas propostas”, explicou.
O peso das reformas têm atingido também deputados peemedebistas do Nordeste, onde o eleitorado é mais sensível ao corte de programas sociais e à redução de direitos. Em sigilo, um parlamentar do PMDB confirma o movimento de saída de alguns colegas. “Qual o projeto do PMDB para 2018? Não tem projeto nenhum. Não vai ficar ninguém no PMDB. O partido sempre ‘vendeu’ ter grandes bancadas [para fazer parte de governos]. [Agora será] Sem projeto e sem deputado”, lamentou. 
Os deputados citam ainda, como agravante, o contingenciamento de emendas parlamentares. As emendas são usadas pelos políticos, tradicionalmente, para levarem obras para seus estados com o objetivo de mostrar serviço aos eleitores. Sem esse dinheiro, dizem, fica difícil enfrentar o ônus político trazido pelas reformas. Nos bastidores, há quem acredite, por exemplo, que votar contra a reforma da Previdência pode significar um possível “perdão do eleitorado” para os deputados que apoiaram o impeachment da ex-presidenta Dilma anteriormente.
Desde que o clima de debandada se instalou, os deputados da ala ‘centro-esquerda’ do PMDB têm negociado migração, principalmente, com lideranças de partidos como PSB e PDT, legendas consideras mais à esquerda no espectro político. O presidente do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira, revelou que já foi procurado diretamente por três deputados nos últimos meses.
“Realmente essa conversa teve. Teve gente que já me procurou”, disse antes de ponderar sobre perfil dos interessados. “Eu preciso ver, o PMDB é uma salada. Precisam ser pessoas de centro-esquerda, no mínimo. No caso das pessoas de direita, é melhor ficar onde estão. Não temos o menor interesse em gente conservadora no nosso partido”, refutou.
Há um movimento de migração também entre deputados de centro-direita do PMDB, mas em menor escala. Quando questionados sobre os prováveis destinos, os deputados mencionam o PSD, do ministro Gilberto Kassab.
O deputado João Arruda, do PMDB do Paraná, é outro o que teve seu nome envolvido em conversas. Em seu estado, o partido rivaliza com o PSDB, sendo que os tucanos são os maiores aliados do governo no plano federal.
“O governo não está conseguindo convencer a base aliada de que essas reformas trarão mais benefícios do que prejuízos para o País. O governo não está conseguido dialogar com a base e com as pessoas que querem pensar o Brasil”, reclamou à reportagem de CartaCapital. “E isso [convencer] não significa oferecer um cargo, uma emenda, um benefício para o parlamentar. Significa ter embasamento técnico [nas propostas].”
A manobra de Jucá
Para tentar conter essa onda de saída do partido, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), já deu início a uma operação política. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a legenda encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma consulta sobre a possibilidade da troca partidária ser considerada “fraude” quando se trata de "explícita finalidade eleitoral". O período de trocas está previsto para março do ano que vem.
Ainda de acordo com o jornal, o questionamento de Jucá foi feito após um “embate entre o presidente da sigla [o próprio Romero Jucá] e um grupo de deputados, que ameaçou deixar o PMDB durante a janela caso a Executiva não reservasse parte do fundo partidário para financiá-los em 2018.”

MPF denuncia Cabral e mais seis por corrupção na saúde do RJ



Eles são acusados pela Força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro de pagar ou receber propina para fraudar contratos da área de saúde





POLÍTICA FRAUDESHÁ 2 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e outras seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal por corrupção passiva e ativa e organização criminosa por irregularidades cometidas na Secretaria Estadual de Saúde, entre 2007 e 2014.

A Operação Fatura Exposta identificou que a organização criminosa liderada por Cabral, que cobrava 5% sobre todos os contratos firmados pelo Estado, também atuava na área da saúde.
Segundo informa o G1, a denúncia oferecida à 7ª Vara Federal Criminal cita também César Romero, Carlos Miranda, Carlos Bezerra, Sérgio Côrtes, Miguel Iskin e Gustavo Estellita. Eles são acusados pela Força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro de pagar ou receber propina para fraudar contratos da área de saúde.
A denúncia refere-se apenas aos crimes de corrupção passiva, ativa e de organização criminosa na área de saúde durante a gestão de Cabral. As demais condutas criminosas da organização liderada pelo ex-governador ainda serão objeto de outras denúncias da Lava Jato no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Cervero pega filho do FHC na roubalheira

https://youtu.be/7XZaa9oSwgA

Delatores dizem que conta do PT com Odebrecht recebeu R$ 324 milhões




Valores teriam sido pagos pela empreiteira no período de 2009 a 2013






POLÍTICA CORRUPÇÃOHÁ 2 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

Uma conta do Partido dos Trabalhadores em conjunto com a Odebrecht é suspeita de ter recebido R$ 323,5 milhões, entre 2009 e 2013. Os valores teriam sido depositados por empresas da empreiteira. De acordo com um levantamento realizado pela Folha de S. Paulo, com base em relatos de delatores, o crédito veio após os pedidos da empresa terem sido atendidos pelo governo, entre eles a aprovação de medidas provisórias e obtenção de financiamento.

As investigações indicam que os repasses foram registrados em uma planilha chamada "Posição Programa Especial Italiano", uma referência ao ex-ministro Antonio Palocci. Ele é considerado o principal interlocutor de Marcelo Odebrecht junto aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.
Os delatores disseram que a planilha durou ao menos até 2014 e iniciou quando Palocci pediu dinheiro para a campanha municipal do PT em 2008.
Segundo Marcelo Odebrecht, em 2011, a gerência da conta Italiano passou para o então ministro da Fazenda, Guido Mantega. O saldo da época foi reabastecido com R$ 127 milhões para financiar a campanha de Dilma em 2014, e a conta passou a se chamar Pós-Itália.
"A minha ideia foi de definir antecipadamente um valor global ao PT/governo federal para nos programarmos financeiramente e evitarmos pedidos pulverizados de contribuições", explicou Marcelo em sua delação.
A Folha refere ainda, que um ano antes, o empresário criou uma subconta, denominada Amigo, para bancar interesses de Lula. De acordo com o delator, o crédito de R$ 35 milhões veio do que sobrou da contribuição da Odebrecht para a campanha de 2010 e bancou doações ao Instituto Lula e pagamentos em espécie.
RESPOSTA
Antonio Palocci já afirmou à Justiça que o apelido Italiano não se refere a ele. O ex-ministro negou que tenha pedido doações por meio de caixa dois à Odebrecht ou que tenha favorecido a empresa em troca de propina.
No entanto, as declarações de Palocci foram ditas antes de cogitar fazer delação premiada. Com as negociações para o acordo de delação, todas essas negativas podem mudar, destaca a publicação.
A defesa do ex-ministro Guido Mantega também já negou que ele seja o Pós-Itália e afirmou que as acusações de Marcelo Odebrecht são mentirosas.
"Lula não tem nenhuma relação com qualquer planilha na qual outros possam se referir a ele como 'Amigo'", afirmou o Instituto Lula.
Dilma Rousseff afirma ser mentira que "tivesse conhecimento de quaisquer situações ilegais que pudessem envolver a Odebrecht". A defesa da ex-presidente afirma que Dilma nunca recebeu propina ou se envolveu em atos de corrupção.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Vocês já pararam pra pensar quantas escolas, creches, moradias dignas, cestas básicas, quantos brasileiros pobres foram prejudicados pela ânsia desenfreada de um grupo de corrupção.

Interessante chamar de vossa excelência quem se encontra na lava-jato e chamar de “vagabundo” o honrado trabalhador? Brasileiro, desempregado por causa da corrupção.

Indivíduo que pratica atividades criminosas com legitimidade de poder público deveria devolver em dobro tudo que recebeu, sem dó e sem piedade, inclusive os salários.


DELAÇÕES PODEM LEVAR DILMA ATÉ MESMO À PRISÃO




DILMA SE COMPLICA

VAZAR A LAVA JATO É CRIME, ASSIM COMO OBSTRUÇÃO DA JUSTIÇA
Publicado: 15 de maio de 2017 às 00:01 - Atualizado às 23:56


VAZAMENTOS DE PASSOS DA LAVA JATO E ORIENTAÇÃO PARA TIRAR TIRAR DINHEIRO DA SUÍÇA E ESCONDÊ-LO EM CINGAPURA PODEM LEVAR A PRISÃO


São tão graves as acusações extraídas das delações de Mônica Moura e João Santana, divulgadas também em vídeo, que nos meios jurídicos já se aposta na prisão da ex-presidente Dilma, com o objetivo de preservar provas e barrar suas tentativas de obstruir a Lava Jato. Além de compartilhar com investigados as informações recebidas do ministro da Justiça sobre a ação da Polícia Federal, Dilma ainda recomendou a Mônica e João esconder em Cingapura o dinheiro depositado na Suíça. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Vazar informações obtidas em razão do cargo pode render ação penal Dilma e Cardozo, ex-ministro. Art.325 do código penal, cana de 2 anos.
Ao avisar o casal de marqueteiros sobre os passos da Lava Jato, Dilma pode ser enquadrada em novo crime de obstrução à Justiça. O terceiro.
Além da prisão de Dilma, a força-tarefa da Lava Jato quer pôr as mãos no laptop da ex-presidente, onde podem ser encontradas as provas.
Ordem judicial fará o Gmail localizar em seus servidores as mensagens que Mônica trocou com Dilma usando apenas a pasta de rascunhos.

DILMA DEIXOU ROUBAR E LULA 'DETERMINOU, ACEITOU E ORIENTOU', DIZ DORIA




DORIA AFIRMA QUE LULA DEIXOU ROUBAR E SEMPRE SOUBE DE TUDO
Publicado: 14 de maio de 2017 às 23:50


PARA DORIA, O MELHOR PARA O PAÍS SERÁ DERROTAR LULA NAS URNAS, DEMOCRATICAMENTE.


O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou neste domingo em Nova York que considera inacreditável como pode existir gente acreditando “que Lula seja uma pessoa do bem, que Dilma seja uma pessoa do bem, seja uma mulher inteligente, capaz, e quem ela tinha o direito a continuar a fazer o seu mandato roubando e destruindo o Brasil, ou seja, estimulando situações tão condenáveis como aquelas que foram praticadas no Brasil".
Doria acha que bom mesmo para o Pais seria derrotar Lula “na eleição, democraticamente", porque, segundo ele, “aí sepultamos por completo esta vitimização, que já desde o início do processo de impeachment da presidente Dilma (Rousseff) o PT fez questão de espalhar inclusive pelo mundo".
O prefeito esclareceu ainda  que, quando ele diz “roubando”, quer dizer “deixar roubar.” E explicou: “Quem deixa roubar, deixa assaltar cofres públicos não merece respeito, a menor consideração."
Sobre Lula, Doria disse que o petista “não só deixou, como sabia. Manifestamente sabia. E mais do que isso, provavelmente determinou, aceitou e orientou. Isso é muito claro."





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Vocês já pararam pra pensar quantas escolas, creches, moradias dignas, cestas básicas, quantos brasileiros pobres foram prejudicados pela ânsia desenfreada de um grupo de corrupção.

Interessante chamar de vossa excelência quem se encontra na lava-jato e chamar de “vagabundo” o honrado trabalhador? Brasileiro, desempregado por causa da corrupção.

Indivíduo que pratica atividades criminosas com legitimidade de poder público deveria devolver em dobro tudo que recebeu, sem dó e sem piedade, inclusive os salários.

O Povo clama pela exposição Documental e Judicial Transitada em Julgado Já constando o nome completo dos condenados por corrupção. Considerando o cenário degradante de todo poder público atual deve ser publicado imediatamente o nome de todos os Gestores Públicos e Políticos que não são corruptos. Ética acima de tudo!



Hoje é um dia em que você saca que não mora no Brasil, mas habita um País e um Estado oculto chamado Odebrecht. Eu pago impostos para a Odebrecht, eu ando no metrô da Odebrecht, votava nos políticos da Odebrecht, tomava cerveja da Odebrecht. Minha luz é da Odebrecht. Para quem cantou "Brasil, mostra sua cara", hoje ela apareceu. "Qual o seu negócio, o nome do teu sócio". É uma construtora.
Pai e filho compraram Presidentes, Governadores, Senadores, Deputados, Prefeitos, Milicianos!
Até quando nós *Cidadãos Honestos* vamos aturar isso?
Em depoimento ao MP o Odebrecht (pai), riu quando questionado !
Que espécie de povo somos nós?
A culpa pelo Estado e o país estar literalmente *na merda*, não é da Previdência...
Ou nós acordamos e vamos pra rua ou vamos ficar na história por fazermos todos papel de idiotas.
*Pensem... Repassem...*