sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

DESCULPAS, DESCULPAS E MAIS DESCULPAS QUE NÃO CONVENCEM MAIS AO ELEITORADO




quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

OIT prevê que nº de desempregados no Brasil chegará a 13,6 milhões em 2017



Em novembro de 2016, 12,1 milhões de pessoas estavam nesta situação. Segundo relatório, de cada 3 novos desempregados no mundo em 2017, um será brasileiro.





A taxa mundial de desemprego deverá subir de 5,7% em 2016 para 5,8% em 2017, o que representará um aumento de 3,4 milhões no número de pessoas desempregadas, segundo relatório lançado nesta quinta-feira (12) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ao todo, serão 201,1 milhões de pessoas sem emprego no planeta neste ano.
Segundo o estudo "Perspectivas sociais e do emprego no mundo - Tendências de 2017", de cada 3 novos desempregados no mundo em 2017, um será brasileiro. A OIT estima que o Brasil terá 1,2 milhão de desempregados a mais na comparação com 2016, passando de um total de 12,4 milhões para 13,6 milhões, e chegará a 13,8 milhões em 2018.
Em termos absolutos, o Brasil terá a terceira maior população de desempregados entre as maiores economias do mundo, superado apenas pela China e Índia. Na China, a OIT prevê que o número subirá de 37,3 milhões para 37,6 milhões em 2016. Já na Índia, de 17,7 milhões para 17,8 milhões.

Previsão de taxa de desemprego de 12,4%

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o desemprego está em 11,9%, índice do trimestre encerrado em novembro de 2016, com 12,1 milhões de pessoas nesta situação.
A OIT projeta o índice de desemprego no Brasil neste ano em 12,4%, um ponto acima do percentual de 2016. Para 2018, a projeção também é de 12,4%.
O relatório mostra ainda que as formas vulneráveis de trabalho – como trabalhadores familiares não remunerados e trabalhadores por conta própria – devem representar mais de 42% da ocupação total, ou seja, 1,4 bilhão de pessoas em todo o mundo em 2017.
"O crescimento econômico segue decepcionante e é menor do que o esperado, tanto em nível quanto em grau de inclusão. Isso delineia um quadro preocupante para a economia mundial e sua capacidade de criar empregos suficientes, muito menos empregos de qualidade. A persistência de altos níveis de formas vulneráveis de emprego, associadas a uma evidente falta de avanços na qualidade dos empregos – mesmo em países onde os números agregados estão melhorando – é alarmante. Temos de garantir que os ganhos do crescimento sejam compartilhados de forma inclusiva", afirmou o Diretor Geral da OIT, Guy Ryder.

Tabela mostra projeções da OIT para o desemprego em 2017 e 2018 no mundo (Foto: Reprodução)
Tabela mostra projeções da OIT para o desemprego em 2017 e 2018 no mundo (Foto: Reprodução)


Água é vida

‘O maior problema do sistema penitenciário é a corrupção’, diz ministro




Alexandre de Moraes quer que todas as autoridades, como juízes e promotores, passem por equipamentos de segurança

JUSTIÇA ALEXANDRE DE MORAESHÁ 4 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
Em tempos de crise penitenciária com chacinas no Brasil, o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, tenta dar respostas à questão e encontrar motivos e soluções para o caso. Em entrevista ao jornal O Globo, o comandante da Pasta resumiu em uma frase o que pode ser talvez a explicação mais precisa para o descontrole carcerário: “O maior problema do sistema penitenciário na questão do crime organizado é a corrupção”.

De acordo com o jornal carioca, Moraes ressalta a importância de todas as autoridades passarem pelos equipamentos de segurança dos presídios, incluindo promotores e juízes.
“Tem que construir presídio, mas só presídio não resolve. Vamos aparelhar os presídios com “scanner”, bloqueador de celular, raio-x. Só que temos que capacitar agentes penitenciários, e isso está no plano de segurança, e fazer um combate eficaz à corrupção. O que adianta ter bloqueador de celular e “scanner” se, na hora de passar no equipamento, houver corrupção?”, indagou o ministro.
Moraes vai além quando fala da importância de se passar pelo “scanner”, lembrando que nos aeroportos não há diferenciação para autoridades.
“O que custa passar no “scanner”? Todas essas autoridades quando viajam não têm que passar pelo raio-x do aeroporto? Quando vão para o exterior, não têm que passar naquele que põem a mão? Alguém se nega? Se se negar, não entra no país. Alguns diretores pedem para deixar desbloqueado o setor da administração. Fica mais caro, porque tem que fazer um desbloqueio do bloqueio. E pode vir a gerar a corrupção. Enquanto está trabalhando, ninguém tem que falar ao celular, deve falar no telefone fixo. Então o bloqueio vai ser integral”, afirmou.


MARANHÃO PAGA ALUGUEL DE R$30 MIL A FAMILIARES DA CUNHADA DO GOVERNADOR


DENÚNCIA


SITE REVELA ALUGUEL PAGO A PARENTES DA CUNHADA DE FLÁVIO DINO
Publicado: 11 de janeiro de 2017 às 11:05


O GOVERNO DE FLÁVIO DINO É ACUSADO DE PAGAR BELO ALUGUEL A PARENTES DA CUNHADA, QUE É CASADA COM NICOLAU DINO, HOMEM FORTE DA PGR. (FOTOS ABR E ANDRÉ DUSEK/AE)



O governo de Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão paga aluguel de R$30 mil por um imóvel de familiares de sua cunhada Sandra Frota Albuquerque Dino de Castro e Costa, que é casada com Nicolao Dino, influente subprocurador-geral da República e vice-procurador-geral Eleitoral. A denúncia foi divulgada no site Atual7, em reportagem do jornalista Yuri Almeida:
 
O Palácio dos Leões paga R$ 30 mil por mês pelo aluguel de um prédio à empresa Dalplaza Administração e Incorporação Ltda - ME, que tem como dono um parente de Sandra Frota Albuquerque Dino de Castro e Costa, esposa do subprocurador-geral da República e vice-procurador-geral Eleitoral, Nicolao Dino — braço direito do chefe da Procuradoria-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, e irmão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). O imóvel fica localizado na Rua do Sol, nº. 191, no Centro de São Luís.
O contrato foi assinado no dia 20 de maio de 2015, por inexibilidade de licitação, pela Secretaria de Estado da Gestão e Previdência (Segep), à época comandada pelo atual secretarial estadual de Educação, Felipe Costa Camarão, para instalação da sede da Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária (Setres), à época tendo como titular o deputado federal Julião Amin (PDT).
O CONTRATO DEFINE R$360 MIL POR UM ANO.
De acordo com dados da Receita Federal consultados pelo Atual7, a Dalplaza Administração e Incorporação Ltda pertence ao quase ex-empresário Roberto Reis Albuquerque — que já foi dono da TV Guará, Cauê e Dalcar. Ele é primo de Sandra Albuquerque Dino. Daniel Aragão Albuquerque, que é pai da mulher de Nicolao Dino, também aparece como sócio-administrador da empresa, embora já tenha falecido desde 2011, vítima de derrame cerebral; bem como o tio dela, Fernando Aragão Albuquerque, falecido em 2013.
No dia 20 de maio de 2016, houve a assinatura do primeiro termo aditivo ao processo. A prorrogação da vigência foi em mais 12 meses, pelo mesmo valor de R$ 30 mil por mês. O aditivo foi assinado por Lílian Régia Gonçalves Guimarães, atual titular da Segep. Ao todo, entre 2015 e 2016, a empresa pertencente ao parente da cunhada do governador do Maranhão já embolsou 637.635,02 (seiscentos e trinta e sete mil, seiscentos e trinta e cinco reais e dois centavos) com o contrato.
Segundo moradores da região, antes de ser locado para o governo, o prédio abrigava a D. Aragão Cia Ltda, conhecida como Movelaria Imperatriz, que tem Sandra entre os seus proprietários. Há suspeitas de que o imóvel alugado pelo governo Flávio Dino pertença à própria cunhada do governador.
Outros contratos
Atual7 apurou ainda que, além do aluguel com a Segep pelo prédio na Rua do Sol, a empresa do tio de Sandra Albuquerque Dino celebrou mais outro contrato com o governo comunista.
Em 2015, o Departamento Estadual de Transito (Detran) do Maranhão, à época comando pelo ex-sócio de Flávio Dino, o advogado Antônio de Jesus Leitão Nunes, fechou contrato com a Dalplaza Administração e Incorporação Ltda. O documento, que teve aviso de extrato de inexibilidade de licitação publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) três dias antes de sua assinatura, teve por objeto o aluguel de duas salas de uso comercial situadas na Avenida Jerônimo de Albuquerque, nº. 619, no bairro da Cohab, em São Luís.
O valor global do acordo foi de R$ 158.400,00 (cento e cinquenta e oito mil, e quatrocentos reais), com vigência de 36 meses. Um outro extrato chegou a ser publicado no DOE do dia 10 de agosto daquele ano, porém, sem informação clara sobre a inexibilidade de licitação.
SANDRA FROTA ALBUQUERQUE DINO DE CASTRO E COSTA.
Quase um ano depois, no dia 8 de agosto de 2016, o contrato com empresa do parente da cunhada de Flávio Dino foi rescindido unilateralmente pelo Detran do Maranhão, já sob o comando da advogada Larissa Abdalla Britto.
Apesar da rescisão, com este contrato, a Dalplaza ainda levou R$ 52.800,00 (cinquenta e dois mil e oitocentos reais) dos cofres públicos.
Cunhada de Nicolao Dino
Não é a primeira vez que alguém do círculo familiar do irmão do governador do Maranhão fatura contratos com o Palácio dos Leões sem a necessidade de licitação.
Em fevereiro de 2015, a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan) fechou congtrato emergencial com a Copiar Center Ltda para prestar serviços de impressão por três meses, para atendimento a uma demanda da Secretaria Adjunta de Tecnologia da Informação (Seati), pelo valor de R$ 110.160,00 (cento e dez mil e cento e sessenta reais).
Segundo dados da Junta Comercial do Estado do Maranhão (Jucema) consultados à época, a empresa tem como sócios Glenda Frota Albuquerque Cordeiro, com 95% do capital; e Nadson Lycio Quariguasy Pereira Veras, detentor de 5%. Glenda, coincidentemente, é irmã de Sandra Albuquerque Dino, e por isso cunhada de Nicolao, irmão de Flávio Dino.

Em dia decisivo, Câmara Legislativa pode derrubar aumento de passagens




Às 15h, distritais votarão o projeto que revoga o reajuste imposto pelo GDF no início do ano. Manifestantes marcam protesto em frente à CLDF


Os passageiros que utilizam o transporte público no Distrito Federal diariamente acordaram nesta quinta-feira (12/2) com uma pergunta: será que o aumento nas passagens de ônibus e metrô será derrubado? A resposta deve ser dada a partir das 15h, quando está marcada uma sessão extraordinária da Câmara Legislativa exclusivamente para votar o projeto de decreto legislativo (PDL) que pode sustar o reajuste.
Caso os distritais aprovem o PDL, será a primeira derrota do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) no parlamento em 2017.
Rollemberg, aliás, viu frustradas as articulações de quarta (11) na tentativa de manter os valores atuais das tarifas — que chegam a R$ 5 no caso do metrô e das linhas longas e de integração. Na manhã, o governador se encontraria com a base, mas a reunião foi adiada para as 19h30. Pouco antes, no entanto, o socialista cancelou o encontro alegando problemas na agenda. Na realidade, nenhum distrital tinha confirmado presença.

Como nem a própria base está solidária, o GDF já vislumbra uma derrota iminente na tarde desta quinta (11). No último dia 5, o Metrópoles apurou com os deputados que já havia os 13 votos suficientes para derrubar o aumento. Se a tendência for confirmada nesta quinta (12), o caso deve ir parar na Justiça. O Buriti sinalizou essa possibilidade.
A temperatura não estará quente apenas no plenário da Câmara Legislativa. Do lado de fora, movimentos sociais que defendem o passe livre prometem pressionar os deputados. Uma manifestação foi marcada para as 14h.
Entenda a crise deflagrada desde que Rollemberg aumentou a tarifa
Canetada pré-réveillon
Rafaela Felicciano/MetrópolesRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Em 30 de dezembro, uma sexta-feira, o GDF anunciou que as tarifas dos ônibus e do metrô ficariam mais caras a partir de 2 de janeiro, uma segunda-feira. Subiram de R$ 2,25 para R$ 2,50 as linhas circulares internas; de R$ 3 para R$ 3,50 as de ligação curta; e de R$ 4 para R$ 5 as viagens de longa distância e integração, assim como as de metrô. O reajuste afetou as mil linhas de ônibus operadas por 3 mil coletivos de empresas e cooperativas. O GDF alega que o gasto de R$ 600 milhões com as gratuidades no transporte público tornaram o sistema insustentável.

Indignação generalizada
Daniel Ferreira/MetrópolesDANIEL FERREIRA/METRÓPOLES

Com os usuários revoltados após o aumento de até 25% sem que houvesse debate com a sociedade, manifestações começaram a pipocar pelo DF. Ao menos quatro tiveram como palco a Rodoviária do Plano Piloto. Uma delas chegou a bloquear o trânsito no Eixo Monumental, e os manifestantes se dirigiram para o Eixão Sul. A cavalaria da PM avançou sobre um grupo de ativistas e um vídeo que circulou na internet mostra um rapaz sendo pisoteado por um cavalo.

CLDF apresenta alternativa: onerar motoristas
Daniel Ferreira/MetrópolesDANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
Ao mesmo tempo em que os ânimos se exaltavam, a Câmara Legislativa começava a elaborar o projeto de decreto legislativo que será votado hoje. Além de derrubar o aumento, o texto do PDL prevê uma série de medidas para reforçar o caixa do sistema de transporte. As novidades podem onerar a parcela da população que utiliza automóveis para se locomover. Duas dessas propostas preveem cobranças em estacionamentos públicos e uma taxa extra para quem usa serviços como o Uber.
Distritais alegam que aumento é ilegal
Daniel Ferreira/MetrópolesDANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
Um dos principais argumentos para derrubar o aumento nesta quinta (12) é que a decisão de Rollemberg foi ilegal. O aumento, segundo distritais do grupo formado para elaborar o PDL, só poderia ter sido concedido depois que o Executivo tivesse exaurido todas as alternativas. A legislação ainda determina que o Conselho de Transporte do DF seja ouvido antes de reajustes nas passagens. Esse rito, no entanto, foi ignorado pelo GDF, que extinguiu o órgão em 2015, sob a alegação de economia de recursos.

Justiça e OAB cobram explicações
Daniel Ferreira/MetrópolesDANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
Em 4 de janeiro, começou a contar o prazo de 10 dias para que o GDF apresente ao Judiciário as justificativas sobre o aumento nas tarifas. A Procuradoria-Geral do DF (PGDF) foi notificada naquele dia. A intimação é resultado de uma ação do PMDB. No mesmo período, o TJDFT havia indeferido ação popular que pedia a suspensão do aumento. No dia 5, foi a vez de a Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) cobrar explicações de Rollemberg.

Na época de distrital, Rollemberg quis ampliar o passe livre
Facebook/ReproduçãoFACEBOOK/REPRODUÇÃO

Antes de apontar o passe livre estudantil como uma das causas para um possível colapso do sistema de transporte público do Distrito Federal, Rollemberg era um grande defensor da causa. É o que mostra o histórico do chefe do Executivo em seu segundo mandato de deputado distrital, entre 1999 e 2002. Naquele período na Câmara Legislativa, conforme o Metrópoles noticiou no dia 4, ele foi autor de cinco projetos que previam descontos e até a gratuidade de passagens para estudantes.

Ministro do governo Temer tem bens bloqueados


Ministro Blairo Maggi tem bens bloqueados pela Justiça do MT





POLÍTICA BLAIRO MAGGIHÁ 13 MINSPOR FOLHAPRESS




O ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), teve bens bloqueados nesta quarta-feira (11) devido a um processo de improbidade administrativa que corre na Justiça do Mato Grosso.


A decisão permitia o bloqueio de até R$ 4 milhões de Maggi e outros oito réus. O ministro teve R$ 403 mil indisponibilizados. A decisão, tomada na segunda (9) pelo juiz Luís Aparecido Bortolussi Júnior, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular, também bloqueou veículos do ministro.
Outro réu afetado foi o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso José Riva (PSD), que ficou conhecido como o "maior ficha-suja do país" por responder a mais de cem processos. Uma das ações chegou a colocá-lo na prisão por quatro meses.
Maggi é acusado de participar de esquema que comprou uma vaga de conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Mato Grosso. O ex-conselheiro Alencar Soares Filho e teria recebido R$ 4 milhões para se aposentar antes do prazo, abrindo lugar para a nomeação do ex-deputado estadual Sérgio Ricardo de Almeida.
Além do bloqueio de bens, Bortolussi Júnior também determinou o afastamento de Sérgio Ricardo do cargo, mas ele manterá o salário até a conclusão do processo.O caso da venda da vaga foi investigado pela Polícia Federal na Operação Ararath, que apura esquema de lavagem de dinheiro por meio de empresas negociadoras de crédito no Mato Grosso.
Um inquérito criminal que investigava Maggi no âmbito da Operação Ararath foi arquivado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli por recomendação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
OUTRO LADO
O ministro informou por meio de nota que está pronto para "prestar todos os esclarecimentos à Justiça" e "recorrer da medida, por entender não ter sido justa a decisão proferida".
Maggi disse ainda que o entendimento do juiz do Mato Grosso está "na contramão do entendimento do Procurador-Geral da República, a quem coube apurar com rigor as denúncias que geraram o presente feito". Com informações da Folhapress