domingo, 2 de outubro de 2016

JOVEM ACORRENTA CACHORRO EM CARRO E ARRASTA ANIMAL PELAS RUAS DE CORONEL SAPUCAIA, MS

Ele foi preso ao passar em frente de batalhão da Polícia Militar.
Por Aliny Mary Dias
MS coronelsapucaia cao arrastado pm1Animal ficou com ferimentos pelo corpo (Foto: WhatsApp/Correio do Estado)
Rapaz de 26 anos foi preso ontem à noite ao ser flagrado arrastando um cachorro que estava acorrentado em um veículo. Tudo aconteceu no centro de Coronel Sapucaia e o animal ficou bastante ferido.
Segundo a Polícia Militar, o cão vira-lata estava sendo arrastado por ruas de asfalto e se debatia para tentar ficar em pé. Os maus-tratos só pararam quando o motorista passou com o Ford Escort em frente do batalhão da PM.
Os policiais viram a situação e iniciaram perseguição ao motorista, que foi abordado metros a frente. O animal está com lesões em várias partes do corpo, principalmente nas patas, e será encaminhado hoje a um médico veterinário da cidade.
Aos policiais, o jovem disse que cuida bem do cão e não sabia que ele estava acorrentado ao carro. Ele foi detido e encaminhado à delegacia da cidade. O caso foi registrado como maus-tratos e o jovem foi liberado.

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
O homem como espécie animal, não poderá explorar, abandonar os animais violando seus, direitos: Tem obrigação de colocar seus conhecimentos, a sua inteligência a serviço dos animais. Todo animal tem direito aos cuidados, a proteção e a atenção dos homens! Cadeia para quem maltrata animais. Invoco o Decreto Federal 24.645 de 10.07.1934 Art. 2° £3°; Vergonha a falta de respeito aos Direitos humanos, em seu art.12, A Declaração Universal dos direitos dos Animais, aprovada pela UNESCO, também não poderá ser violada.

LEI Nº 9605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998.
Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.

“Artigo 32 da Lei Federal nº.”. 9.605/98

É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticado, nativo ou exótico.

Pena - Detenção de 3 (três) meses a 4 (quatro) anos e multa.


O desafio da eleição em São Paulo, cidade que projeta e derruba candidatos

Disputa no maior colégio eleitoral do país costuma ser vista como termômetro para votações estadual e nacional, mas influência é relativa

por Vitor Nuzzi, da RBA publicado 01/10/2016 09:49, última modificação 01/10/2016 19:22
BLOG COISOS ON THE GO
Vista do Edifício Matarazzo
Centro de São Paulo visto do jardim suspenso localizado na cobertura do Edifício Matarazzo, sede da prefeitura
BLOG COISOS ON THE GOGabinete do Prefeito
Gabinete do prefeito, no Edifício Matarazzo
São Paulo – Com seus quase 9 milhões de eleitores, 6% do total nacional, e mantendo sua tendência de fragmentação (11 candidatos), a cidade de São Paulo é tida como termômetro de humores políticos e pretensões eleitorais de nível nacional. Os resultados e seus desdobramentos nem sempre confirmam essa visão, mas neste domingo (2), mais uma vez, a eleição paulistana será acompanhada com um olhar já em 2018. O professor de Filosofia Política Aldo Fornazieri não vê relação entre uma eleição e outra – "Normalmente, são autônomas" –, mas destaca o potencial, por assim dizer, destrutivo da megalópole. "O problema é que São Paulo é uma máquina de demolição de lideranças", diz, lembrando que nas últimas votações quem estava no poder municipal não conseguiu se reeleger ou emplacar seu candidato: "Marta tentou duas vezes, Pitta foi destruído, Serra perdeu, Haddad enfrenta problemas".
Os resultados das eleições mais recentes em São Paulo estão longe de mostrar alguma tendência. Desde a redemocratização, em 1985, houve vencedores de diversos espectros políticos. Nas quatro últimas, venceram dois candidatos do PT, um do PSDB e um do DEM, independentemente de quem estava no poder central. Quando Marta Suplicy (PT) foi eleita em 2000, por exemplo, o Executivo paulista era – como ainda é – comandado por tucanos, assim como a Presidência da República. E mesmo com Luiz Inácio Lula da Silva no Planalto, os candidatos petistas perderam em 2004 e 2008.
"Não há vinculação direta (entre a eleição municipal e a federal)", diz Fornazieri. "O eleitor sabe fazer essa distinção, e normalmente faz. Hoje, mesmo com o prefeito Fernando Haddad, candidato à reeleição, tendo conseguido equacionar a dívida paulistana, o que representa um alívio em termos de gestão, ainda pesam desafios de décadas para a cidade, como saúde, ambiente, habitação e saneamento. "Tem muitas demandas e recursos insuficientes."
Sendo assim, não é possível definir São Paulo como progressista, conservadora ou reacionária. "O eleitor aqui tem um caráter mais pragmático", avalia Fornazieri, para quem o eleitorado paulistano tem menos preocupação com o perfil ideológico do candidato. Diferente de uma capital como Porto Alegre, por exemplo, onde os resultados mostram tendência de eleição de políticos de tendência mais progressista.

Termômetro

Mas a cidade tem peso óbvio em outros aspectos. Uma vitória de João Doria, por exemplo, fortaleceria as pretensões do governador Geraldo Alckmin a novamente se candidatar à Presidência da República. "Ajuda do ponto de vista interno do PSDB", observa o professor. Alckmin impôs seu candidato perante outros caciques tucanos, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o sempre candidato José Serra – que em 2012 tentou voltar à prefeitura, mas perdeu para o petista Fernando Haddad. Na época, o prefeito Gilberto Kassab, apoiado por Serra, tinha avaliação negativa.
"As eleições municipais nas capitais brasileiras sempre são tratadas pela mídia de maneira geral como um termômetro que antecipa o clima para as sucessões estaduais e presidenciais vindouras. (...) Todavia, um olhar retrospectivo sobre estes pleitos que antecederam as disputas presidenciais de 2006 e 2010, assim como o de 2012, revela que a influência do resultado de uma eleição sobre a outra é relativa, mostrando que as eleições municipais são eivadas de particularidades, como a realidade política local e a avaliação do desempenho da gestão, que não permitem vinculá-las diretamente à disputa nacional", afirmam, em artigo, os professores Claudio Gonçalves Couto, Fernando Luiz Abrucio e Marco Antonio Carvalho Teixeira.
Em 2004, por exemplo, com o PT já no Planalto, o partido conseguiu eleger nove entre os 26 prefeitos de capitais. Mas perdeu disputas importantes, como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. No caso paulistano, havia um desgaste provocado pelas reclamações de que a administração teria aumentado a carga tributária. "A expectativa de que com o PT à frente do governo federal haveria mais recursos para a cidade não foi suficiente para convencer o eleitor a reeleger Marta Suplicy. A dinâmica local pesou mais na decisão do voto", observam os analistas.
Eles ressaltam, entretanto, que a independência entre os pleitos não impediu que a eleição à prefeitura paulistana fosse afetada pela disputa nacional. Mesmo tendo perdido em 2002 para Lula no segundo turno em São Paulo (51% a 49%), o tucano elegeu-se prefeito dois anos depois com discurso de oposição ao PT – e acabou deixando o mandato antes da metade, para candidatar-se a governador.
Para Teixeira, doutor em Ciências Sociais e professor do Departamento de Gestão Pública da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a eleição em São Paulo ganha ressonância nacional pelo fato de reunir candidatos presidenciais. "É uma eleição que tem importância capital para medir força política", afirma. "A grande questão é que ela sempre refletiu a polaridade nacional", acrescenta, referência à disputa recorrente entre PT e PSDB pela Presidência da República.
Neste ano, aparentemente há uma diluição dessa tendência, com a entrada em cena de Celso Russomanno (PRB) e Marta Suplicy (PMDB), mas o professor vê chances de que volte a acontecer. "O PT dirige a cidade e o PSDB quer dirigir."
Ele também avalia que o eleitor paulistano costuma decidir seu voto mais com base na gestão do que na política nacional. "Ele cobra do candidato para além da identificação partidária", diz Teixeira. Mas ambos os professores acreditam que, neste ano, o atual prefeito sofre em alguma medida com o desgaste do PT em nível nacional. "Tem um peso, talvez não decisivo", comenta Fornazieri. E Doria avança com essa crise, além de certo desencanto da população pela política.

Eleição 2016: Acompanhe a apuração dos votos nas 26 capitais


Daniel Ferreira/Metrópoles


Palmas, a capital do Tocantins, foi a primeira cidade a conhecer o nome do próximo prefeito. Carlos Amastha, do PSB, foi reeleito com 66,346 votos, ou 52,64% do total. Curitiba terá segundo turno entre Rafael Greca (PMN) e Ney Leprevost (PSD)



Pontualmente às 17h deste domingo (2/10), com o encerramento da votação na maioria dos estados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu início à apuração dos votos. Palmas, a capital do Tocantins, foi a primeira cidade a conhecer o nome do próximo prefeito. Carlos Amastha, do PSB, foi reeleito com 66.346 votos, ou 52,64% do total (resultado com base em 96,86% dos votos apurados).
Em João Pessoa (PB), após 90,22% dos votos apurados, os eleitores conheceram o nome do prefeito eleito em primeiro turno. Luciano Cartaxo (PSD) teve 59,02% do total. Em segundo lugar, ficou Cida Ramos (PSB), com 33,52%. Em Salvador, ACM Neto (DEM) foi eleito com 74,04% dos votos. Em segundo lugar, ficou Alice Portugal (PCdoB), com 14,66%.
Em Natal, capital do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo, do PDT, foi reeleito com 63,47%. O candidato Kelps Lima, do Solidariedade, ficou em segundo lugar, com 13,36%. 
Em Curitiba, haverá segundo turno. Rafael Greca (PMN), com 38,36% dos votos, vai disputar a vaga com Ney Leprevost (PSD), que ficou com 23,74%. O atual prefeito Gustavo Fruet (PDT) ficou em terceiro lugar, com 20,10% da preferência do eleitorado.


Vitória, a capital do Espírito Santo, também terá segundo turno. A disputa será entre Luciano Rezende (PPS), que teve 43,86% dos votos, e Amaro Neto (SD), com 35,27%. Em Belém (PA), vão concorrer Zenaldo Coutinho (PSDB), com 31,05% dos votos, e Edmilson (PSol), com 29,52%.
Pouco mais de 32 milhões de eleitores das 26 capitais estaduais estavam aptos a votar nas eleições deste domingo (2/10). No âmbito majoritário, são 205 candidatos disputando as prefeituras dessas cidades, o que significa uma média de 7,8 candidatos por cadeira.
Nas localidades em que a disputa não se decida neste domingo, uma nova eleição ocorrerá no fim do mês, em 30 de outubro.
No site do TSE é possível acompanhar o desempenho do seu candidato.
Acompanhe aqui os resultados das 26 capitais brasileiras:
AracajuEdvaldo Nogueira (PCdoB)
Valadares Filho (PSB)
João Alves Filho (DEM)
Dr. Emerson (Rede)
João Tarantella (PMN)
Belém (98,93% dos votos apurados)Zenaldo Coutinho (PSDB) – 31,05%
Edmilson (PSOL) – 29,52%
Éder Mauro (PSD) – 16,52%
Ursula Vidal (Rede) – 10,30%
Professor Maneschy (PMDB) – 9,65%
Belo HorizonteJoão Leite (PSDB)
Alexandre Kalil (PHS)
Rodrigo Pacheco (PMDB)
Reginaldo Lopes (PT)
Délio Malheiros (PSD)
Boa VistaTeresa (PMDB)
Sandro Baré (PP)
Abel Galinha (DEM)
Jeferson Alves (PDT)
Márcio Junqueira (PROS)
Campo GrandeMarquinhos Trad (PSD)
Rose Modesto (PSDB)
Alcides Bernal (PP)
Marcelo Bluma (PV)
Coronel David (PSC)
CuiabáEmanuel Pinheiro (PMDB)
Wilson Santos (PSDB)
Procurador Mauro (PSOL)
Julier Sebastião (PDT)
Serys Marli (PRB)
Curitiba (97,03% dos votos apurados)Rafael Greca (PMN) – 38,36%
Ney Leprevost (PSD) – 23,74%
Gustavo Fruet (PDT) – 20,10%
Maria Victoria (PP) – 5,60%
Requião Filho (PMDB) – 5,51%
FlorianópolisGean Loureiro (PMDB)
Angela Amin (PP)
Elson Pereira (PSOL)
Murilo Flores (PSB)
Angela Albino (PCdoB)
Fortaleza (25,35%)Roberto Cláudio (PDT) – 40,49%
Capitão Wagner (PR) – 31,38%
Luizianne Lins (PT) – 14,89%
Heitor Férrer (PSB) – 7,50%
Ronaldo Martins (PRB) – 3,61%
GoiâniaVanderlan (PSB)
Adriana Accorsi (PT)
Francisco Junior (PSD)
Delegado Waldir (PR)
Iris Rezende (PMDB)
João Pessoa (90,22% dos votos apurados)Luciano Cartaxo (PSD) – 59,52%%
Cida Ramos (PSB) – 33,52%
Professor Charliton (PT) – 4,49%
Victor Hugo (PSOL) – 2,46%
MacapáClécio Luis (Rede)
Gilvam (PMDB)
Aline Gurgel (PRB)
Promotor Moisés (PEN)
Ruy Smith (PSB)
MaceióRui Palmeira (PSDB)
Cícero Almeida (PMDB)
JHC (PSB)
Paulão (PT)
Fernando do Village (PMN)
ManausArtur Neto (PSDB)
Marcelo Ramos (PR)
Serafim Corrêa (PSB)
José Ricardo (PT)
Silas Câmara (PRB)
Natal (99,28% dos votos)Carlos Eduardo (PDT) – 63,47%
Kelps Lima (SD) – 13,36%
Fernando Mineiro (PT) – 10,13%
Robério Paulino (PSOL) – 6,85%
Márcia Maia (PSDB) – 5,52%
Palmas (96,86% dos votos apurados)Carlos Amastha (PSB) – 52,64%
Raul Filho (PR) – 31,16%
Cláudia Lelis (PV) – 10,03%
Zé Roberto (PT) – 3,71%
Sargento Aragão (PEN) – 2,48%
Porto AlegreSebastião Melo (PMDB)
Raul Pont (PT)
Nelson Marchezan Junior (PSDB)
Luciana Genro (PSOL)
Porto VelhoLéo Moraes (PTB)
Dr. Mauro (PSB)
Roberto Sobrinho (PT)
Pimentel (PMDB)
Dr Hildon (PSDB)
RecifeGeraldo Julio (PSB)
João Paulo (PT)
Daniel Coelho (PSDB)
Priscila Krause (DEM)
Edilson Silva (PSOL)
Rio BrancoEliane Sinhasique (PMDB)
Raimundo Vaz (PR)
Carlos Gomes (Rede)
Marcus Alexandre (PT)
Rio de JaneiroÍndio da Costa (PSD)
Pedro Paulo (PMDB)
Marcelo Crivella (PRB)
Osório (PSDB)
Marcelo Freixo (PSOL)
Salvador (84,98%)ACM Neto (DEM) – 74,04%
Alice Portugal (PCdoB) – 14,66%
Pastor Sargento Isidório (PDT) – 8,37%
Fábio Nogueira (PSol) – 1,48%
Cláudio Silva (PP) – 1,09%
São Luís
Edivaldo Holanda Júnior (PDT)
Wellington Do Curso (PP)
Eliziane Gama (PPS)
Eduardo Braide (PMN)
Fábio Câmara (PMDB)
São PauloCelso Russomanno (PRB)
Fernando Haddad (PT)
João Doria (PSDB)
Luiza Erundina (PSOL)
Marta Suplicy (PMDB)
TeresinaFirmino Filho (PSDB)
Dr. Pessoa (PSD)
Amadeu Campos (PTB)
Lourdes Melo (PCO)
Quem-Quem (PTN)
Vitória
Luciano Rezende (PPS) – 43,86%
Amaro Neto (SD) – 35,27%
Lelo Coimbra (PMDB) – 14,33%
Perly Cipriano (PT) – 3,48%
André Moreira (PSOL) – 3,06%

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O que confere a um indivíduo o status de SUJEITO?
A cor da sua pele já sabemos que não é.
Seu sexo também não.
Será o fato de ser "economicamente produtivo", contribuir para a economia com impostos?
Será a sua aparência? Seu saldo bancário? Sua religião?
Sua preferência política? Sua preferência sexual ou seu time de futebol?
O país onde nasce?
Um SUJEITO é, por definição, um centro de consciência, autônomo, capaz de ter sentimentos, emoções, desejos, medos e com interesse na própria sobrevivência e naquela de sua descendência.
Fica a pergunta: porque é que muitos ainda insistem em destituir e interditar os animais de sua individualidade como sujeitos, tão sujeitos como os indivíduos humanos?
Animais não são "coisas", nem propriedade de quem quer que seja. 

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