sábado, 24 de setembro de 2016

Maior corrente do PT faz campanha para Lula presidir partido

Na semana passada, ex-presidente descartou a possibilidade durante reunião do Diretório Nacional do partido





POLÍTICA LIDERANÇAHÁ 2 HORASPOR


A corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), maior tendência interna do PT, vai insistir para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocupe a presidência do partido no lugar de Rui Falcão.


Na semana passada, Lula descartou a possibilidade durante reunião do Diretório Nacional do PT, argumentando que a legenda precisa renovar seus quadros dirigentes e também que uma possível condenação pela Justiça no caso da Operação Lava Jato atingiria o partido. O próprio Lula pediu que Falcão divulgasse a decisão para eliminar os rumores sobre a possibilidade de ele assumir a sigla.
Mesmo assim, integrantes da CNB continuam a insistir para que Lula aceite presidir o PT. "A CNB vai insistir. Lula é o maior ponto de união do PT. Ele é o poder real no partido", disse o presidente estadual do PT de São Paulo, Emídio de Souza.
O dirigente argumenta que, com Lula no comando, haveria uma qualificação natural de toda a comissão executiva do PT. "Todas as correntes indicariam seus melhores quadros para a direção", afirmou Emídio. Falcão já avisou ao partido que aceita a antecipação da escolha de seus substitutos de novembro para maio do ano que vem.
As maiores correntes já discutem nomes para a sucessão. A corrente Mensagem, segunda maior do partido, deve indicar o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Já a CNB está dividida. Parte da corrente, da qual o próprio Lula faz parte, defende o nome do senador Lindbergh Farias (RJ), mas não há consenso. O único nome que evitaria uma disputa interna é o de Lula.
"Se a CNB insistir com Lula, eu apoio", disse Markus Sokol, da corrente O Trabalho. Ontem, a direção petista se reuniu com integrantes de movimentos que integram a Frente Brasil Popular, como o MST, CUT e CMP. O partido quer incluir a defesa de Lula entre as bandeiras das próximas manifestações de rua juntamente com o "Fora, Temer". Com informações do Estadão Conteúdo.


Velho Chico: descubra se Martim termina novela vivo ou morto

Após ser assassinado por Carlos, Martim vaga pela cidade e público mantém esperança de que o rapaz ainda volte à vida na novela 'Velho Chico'.
Martim poderia voltar à vida em 'Velho Chico'
Martim poderia voltar à vida em 'Velho Chico'

A morte de Martim em Velho Chicoparece não ter sido muito bem aceita pelo público. Assim, diversos sites especializados em novelas divulgaram um final alternativo em que o rapaz volta à vida no último capítulo. Afinal, seu corpo nunca foi encontrado e apenas seu espírito fica vagando por Grotas e pelas águas do Rio São Francisco, o que dá margem para que o rapaz esteja apenas em coma ou algo parecido.
Contudo, após a morte trágica do ator que interpreta Santo, um novo roteiro foi entregue ao elenco (descubra os detalhes clicando aqui) e as mudanças na história decretaram de vez o destino de Martim. Na teoria inicial, Encarnação morreria apenas no último capítulo. E, como desfecho de sua redenção, ela pediria ao barqueiro do Gaiola Encantado para trocar de lugar com o neto. Assim, Martim voltaria à vida e a centenária seguiria viagem pelas águas do rio ao lado de Inácio.
O que mudou de vez a trajetória de Encarnação foi que a direção da #Novela decidiu esgotar toda sua história de uma única vez. Para poupar a imagem de Domingos Montagner após sua trágica morte, #Velho Chico investiu na centenária e tudo o que aconteceria até o dia 30 de setembro foi antecipado. Dessa forma, as últimas emoções da mãe de Afrânio ocuparam cerca de três capítulos quase completos e a senhora encerrou sua vida de maneira mais natural - e sem chances de barganha para poupar a vida do neto.

Final de Velho Chico para Martim

A partir desse novo roteiro, Martim realmente morre no final da novela das nove. Na nova história entregue aos atores, o personagem descobre que morreu em uma cena reveladora e cumpre seu destino de chegar ao final do Rio São Francisco - onde as águas se encontram com o mar. A última cena do irmão de Tereza também será emocionante...
Após uma passagem de tempo de 5 anos, Afrânio escutará o apito do Gaiola Encantado em frente à mansão e chegará até às margens do rio para ver a embarcação. Lá dentro, Martim conversa com o barqueiro e assume não ter acreditado que tudo estava tão bem em casa. O coronel Saruê terá dado espaço para a volta de Afrânio e todos estarão felizes. Assim, o fotógrafo fica satisfeito com o que vê e segue sua viagem







Indignado, Lula afirma que a Policia Federal o tratou como bandido em operação 20:34:00


"O único 'país' do mundo para o qual eu pediria asilo seria Garanhuns", disse o petista em referência a cidade em que nasceu, em Pernambuco.

Lula havia sido questionado, em entrevista à Rádio Jornal (PE), sobre um boato de que sairia do país caso tivesse a prisão decretada.

O ex-presidente se tornou réu na Operação Lava Jato nesta semana sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Lula afirmou que defende o Ministério Público, mas que "toda instituição tem gente boa e gente ruim" e que, quando agentes da PF "começam a exagerar, a democracia está em risco".

“Quando a Polícia Federal foi lá em casa, foram levantar meu colchão como seu eu fosse um bandido”, disse Lula. O ex-presidente foi alvo de condução coercitiva em março deste ano. Ele foi levado para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde deu depoimento à PF.

Lula afirmou ainda que não está acima da lei, mas que não está tendo seu direito de defesa respeitado. “Hoje as pessoas não precisam mais ter um julgamento, as manchetes é que conde- nam”, disse o ex-presidente.

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'The New York Times' declara apoio a Hillary em eleição nos EUA

24/09/2016 14h27 - Atualizado em 24/09/2016 15h54

Candidata democrata disputa pleito com o rival republicano, Donald Trump.
Para o jornal, Hillary é mais qualificada para lidar com os problemas do país.

Da Reuters

Hillary Clinton havia exigido que seu rival se desculpasse com o presidente Barack Obama (Foto: Carlos Barria/Reuters)Hillary Clinton ganhou o apoio do 'New York Times' dois dias antes de debate (Foto: Carlos Barria/Reuters)
O jornal "New York Times" declarou neste sábado (24) apoio à democrata Hillary Clinton na eleição presidencial dos Estados Unidos, afirmou a agência de notícias Reuters.
Segundo o periódico, ela é mais qualificada do que o rival republicano Donald Trump para lidar com os desafios enfrentados pelo país.
"O compromisso de uma vida inteira para resolver problemas no mundo real qualifica Hillary Clinton para este trabalho, e o país deve colocá-la para trabalhar", afirmou o "Times" sobre a ex-secretária de Estado e senadora por Nova York.
Segundo a agência France Presse, o jornal também fez críticas a Trump, que, para o "New York Times", é o "pior candidato de um grande partido na história moderna americana".
O jornal expressa seu apoio dois dias antes do primeiro debate presidencial, ponto alto da campanha, a seis semanas da eleição. Os dois candidatos se encontrarão na noite desta segunda-feira (26).
Hillary lidera pesquisa pré-debate
A candidata democrata tem uma vantagem de quatro pontos percentuais sobre o republicano Donald Trump no momento em que se aproxima o primeiro debate presidencial nos Estados Unidos, segundo a mais recente pesquisa nacional da Reuters/Ipsos, divulgada nesta sexta-feira (23).

A pesquisa de opinião realizada entre 16 e 22 de setembro mostra que 41% de prováveis eleitores apoiam Hillary, enquanto que 37% estão com Trump. Hillary tem ficado na frente de Trump na pesquisa durante a maior parte da campanha em 2016, mas a vantagem dela tem se reduzido desde as convenções nacionais democrata e republicana, em julho.

O levantamento tem um intervalo de credibilidade, uma medida de precisão, de três pontos percentuais, o que significa que os resultados poderiam variar para mais ou para menos nessa faixa.

A apenas seis semanas das eleições de 8 de novembro, o debate da próxima segunda-feira na Hofstra University, em Hempstead, em Nova York, será o primeiro dos três entre os rivais que disputam a Casa Branca.
Ele representa uma grande oportunidade para os candidatos convencerem eleitores que ainda não definiram a sua opção, depois de uma campanha na sua maior parte negativa, em que Hillary e Trump buscam retratar um ao outro como pessoas que não inspiram confiança, perigosas para o país.

O debate, que será transmitido ao vivo pela TV, deve atrair uma audiência de 100 milhões de norte-americanos, o equivalente a uma audiência de Super Bowl, segundo alguns analistas
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Alguém pode ajudar?

Alguém pode ajudar, infelizmente este mês eu ultrapassei meu orçamento e estou com a minha mãe internada!

Foto de Protetora Carol Oliveira.Protetora Carol Oliveira adicionou 4 novas fotos.

PRETINHA FOI ATROPELADA E PRECISA DE AJUDA !
ATUALIZAÇÃO DO CASO:
FRATURA INTERCONDILAR E DE CORPO DE ÚMERO
Vamos precisar de ajuda financeira, pois o caso é CIRÚRGICO . . .
O Ortopedista disse que a cirurgia fica em torno de R$ 900,00
Fora consulta, radiografia, transporte, medicação, etc . . .
Quem quiser e puder ajudar, não somente à ela, mas aos gatinhos do Abrigo AmiCat's, a conta é a mesma ;)
Caixa Econômica Federal, Casas Lotéricas ou Transferência Via Internet:
AGÊNCIA: 0084
OPERAÇÃO: 013
CONTA POUPANÇA: 00021430-2
FAVORECIDO: Suellen Larissa Alvares Marchito

Voo 1907 Dez anos após acidente com Boeing da Gol, que matou 154 pessoas na Amazônia, Aeronáutica, pilotos e controladores de voo falam em uma aviação mais segura, mas ainda com gargalos

Após 10 anos

Sistema aéreo avança, mas ainda tem gargalos dez anos depois de tragédia

FABRÍCIO LOBEL 
ENVIADO ESPECIAL AO RIO E A BRASÍLIA
Há dez anos, quando um novíssimo jato executivo Legacy decolou de sua fábrica no interior de SP e horas depois se chocou no céu da Amazônia com um Boeing da Gol, a segurança do sistema aéreo brasileiro foi colocada imediatamente em dúvida, além de ter deixado 154 mortos. Logo após a tragédia, soube-se que os radares não eram capazes de cobrir todo o território nacional e que os rádios não alcançavam os pilotos em determinadas áreas do país, naqueles vácuos chamados de "buracos negros" da aviação.
Ainda no calor do acidente e da busca pelos corpos na floresta, controladores de voo denunciavam ter em mãos um sistema ultrapassado de monitoramento das aeronaves e uma carga de trabalho exaustiva. Para pressionar o governo, controladores passaram a aplicar operação-padrão nos voos do país, causando atrasos em cascata na aviação nacional. Era o início de uma crise no setor aéreo sem precedentes no país.
Esse clima culminou, meses depois, em um motim dos controladores que suspendeu praticamente todos os voos do país por uma noite em março de 2007. O "caos aéreo" foi agravado por outros dois acidentes, o da TAM, em julho de 2007 em Congonhas, e o da Air France, em 2009 no Oceano Atlântico.
Reprodução
Cabine de um modelo Legacy, o mesmo que se chocou no ar com um Boeing da Gol, matando 154 pessoas
Cabine de um modelo Legacy, o mesmo que se chocou no ar com um Boeing da Gol, matando 154 pessoas
Agora, no aniversário de dez anos do acidente do voo 1907 (em 29 de setembro), Aeronáutica, pilotos e controladores de voo afirmam que o avanço da estrutura tecnológica no país ajudou a tornar a aviação mais segura. Segundo eles, no entanto, ainda há gargalos a serem superados. Controladores relatam persistência de carga exaustiva e pilotos apontam falhas de comunicação, o que a Aeronáutica nega.
AVANÇOS
Entre os aprimoramentos está a intensificação do treinamento de controladores de voo para agirem em situações de perda de contato com a aeronave, via radar ou via rádio. "Os controladores de voo são treinados em simuladores para situações de perda de radar e de comunicações. Isso tudo foi muito adensado nesses últimos anos, com o avanço de novas tecnologias", afirma o brigadeiro Carlos de Aquino, chefe do departamento de controle do tráfego aéreo do país.
Segundo investigação da Aeronáutica, a colisão do Legacy com o Boeing da Gol só foi possível graças a uma sequência de erros dos controladores de voo e ao desligamento, pelos pilotos, do sistema de transponder do Legacy, que informa ao radar do controle aéreo a altitude correta do avião e dá o sinal de alerta diante da aproximação perigosa de outra aeronave.
Desde o acidente com o Boeing da Gol, ainda segundo o brigadeiro, o número de controladores de voo cresceu, para que o sistema se "adequasse à necessidade do país". Em 2006, eram 2.800 controladores civis e militares no país. Em 2016, são 4.200. Enquanto isso, o número de passageiros transportados em aeronaves passou de 35,8 milhões, em 2006, e deve fechar 2016 acima dos 89 milhões.
Mas a formação desses profissionais, na opinião do Sindicato dos Trabalhadores em Controle de Voo, veio acompanhada da demissão dos mais antigos e experientes. Para eles, essa troca implica em aumento do risco. Para a Aeronáutica, no entanto, o avanço tecnológico nos últimos anos diminuiu o peso da experiência do controlador na tomada de decisões no monitoramento do espaço aéreo.
Outro avanço foi a implementação, a partir de 2009, de um novo sistema de leitura das informações enviadas pelos radares brasileiros. O software antigo por vezes enviava às telas dos controladores de voo informações de "aviões fantasmas", que não existiam na vida real. O novo sistema é, segundo os controladores de voo, mais amigável e confiável.
A renovação do sistema de comunicação via rádio é, segundo a Aeronáutica, o terceiro grande avanço do setor no período. Após o acidente com a aeronave da Gol percebeu-se que, em muitas áreas do país, principalmente na Amazônia, há fraco sinal de rádio entre os controladores e pilotos.
Divulgação
SALA DO CENTRO DE CONTROLE AEREO DO CINDACTA 4, em Manaus, em outubro de 2006
Sala do centro de controle aéreo do Cindacta 4, em Manaus, em outubro de 2006
O próprio relatório da Aeronáutica sobre o acidente mostra que, das cinco frequências previstas no plano de voo dos pilotos do Legacy na área em que houve a colisão, apenas uma estava ativa.
A Aeronáutica informa que todo o sistema de rádio no país está atualizado. Mas, segundo o presidente do Sindicato dos Aeronautas (que representa pilotos e comissários de bordo), Rodrigo Spader, ainda há falhas de comunicação, principalmente na região Norte. "É inegável que houve melhoras, mas, se num dia a frequência está boa, no outro, ela fica inativa por alguns segundos, no outro, por alguns minutos. Não tem um padrão", conta o piloto.
A informação é reforçada por um controlador de voo de Brasília, que pediu para não ter seu nome divulgado nesta reportagem. "O problema do rádio na área onde houve a colisão ainda não foi 100% sanado", relata. "O que mais atrapalha para o controlador são as rádios piratas ou telefones rurais. Se ela entra na frequência, eu não consigo falar com o piloto. Há casos de controlador que tenta se comunicar com o piloto e ouve até venda de boi via rádio."
Para esse controlador ouvido pela Folha, a rotina militar dentro dos centros de controle de tráfego aéreo é um entrave à profissão. Segundo ele, os controladores, em sua maioria militares, têm que obedecer às regras de escala e à carga horária de um militar, sem que seja levado em conta o nível de estresse específico da atividade.
30.mar.2007/A Critica
Controladores de voo da Amazônia fazem greve de fome em protesto contra jornada de trabalho exaustiva e falta de estrutura de trabalho
Controladores de voo da Amazônia fazem greve de fome em protesto contra jornada de trabalho exaustiva e falta de estrutura de trabalho
A desmilitarização do serviço de controle aéreo era um pedido de parte da categoria em 2006. A demanda chegou a ser analisada pelo governo federal, mas nunca avançou. "O controle do tráfego aéreo é especialmente cansativo. O que aconteceu há dez anos, quando o controlador estava cansado, continua até hoje. Nós estamos evitando que aconteça o que aconteceu há dez anos", relata.
COMO FOI O ACIDENTE 
Acidente que deu início à maior crise aérea do país completa uma década
Ilustração Luciano Veronezi/Editoria de Arte/Folhapress
1 - 14h51 O Legacy partiu de São José dos Campos com destino aos EUA com uma parada em Manaus
2 - 15h35 Boeing da Gol partiu de Manaus para o Rio com escala em Brasília e manteve-se o tempo todo a 37 mil pés, como previsto em seu plano de voo
3 - 15h55 Jato passa por Brasília e deveria mudar sua altitude para 36 mil pés,o que não aconteceu
4 - 16h33 Legacy passa pelo ponto a partir do qual deveria passar para a altitude 38 mil pés e se mantém na mesma altitude do Boeing
5 - 16h56 Aviões colidem e Boeing cai na Floresta amazônica. Todos os passageiros do Legacy pousaram em segurança