A dor da perda é
imensurável e nada que se possa dizer é capaz de amenizar o sofrimento. O
máximo que se pode fazer é oferecer o nosso silêncio de cumplicidade com a dor,
dizer algumas palavras de amizade e consolo, e dar o ombro amigo para apoiar o peso
da perda.Sinopse leve, boa informação com objetivo de dar cara nova ao padrão comportamental de leitura Blogger.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
DESCANSE EM PAZ MEU IRMÃO FALCÃO
A dor da perda é
imensurável e nada que se possa dizer é capaz de amenizar o sofrimento. O
máximo que se pode fazer é oferecer o nosso silêncio de cumplicidade com a dor,
dizer algumas palavras de amizade e consolo, e dar o ombro amigo para apoiar o peso
da perda.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
TSE pede abertura de investigação contra PP, PT e PMDB
Após o início do debate, o ministro Henrique Neves pediu vista da questão e prometeu retomar o julgamento no dia 23 de agosto

POLÍTICA LAVA JATOHÁ 11 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Maria Thereza de Assis Moura pediu hoje (9) abertura de investigação eleitoral contra o PP, PT e PMDB. O pedido foi baseado nas delações premiadas de investigados na Operação Lava Jato. Se comprovadas as acusações de recebimento de propina disfarçada de doações eleitorais declaradas oficialmente, as legendas podem ter o registro na Justiça Eleitoral cancelado e ficarão impedidas de disputar as eleições.

POLÍTICA LAVA JATOHÁ 11 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Maria Thereza de Assis Moura pediu hoje (9) abertura de investigação eleitoral contra o PP, PT e PMDB. O pedido foi baseado nas delações premiadas de investigados na Operação Lava Jato. Se comprovadas as acusações de recebimento de propina disfarçada de doações eleitorais declaradas oficialmente, as legendas podem ter o registro na Justiça Eleitoral cancelado e ficarão impedidas de disputar as eleições.
Os pedidos relacionados ao PP e PMDB foram enviados ao presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, que já havia pedido a ministra à abertura de procedimento para investigar PT pelas mesmas razões. A ministra decidiu solicitar abertura de investigação eleitoral após receber informações remetidas pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela Lava Jato, sobre os desvios de recursos na Petrobras.
Apesar de sugerir a investigação, durante o julgamento, a ministra pediu ao plenário que os processos envolvendo o PT, PP e PMDB sejam distribuídos livremente entre os demais ministros, por entender que a questão não deve ser analisada somente pelo corregedor. Além disso, a ministra lembrou que o mandato dela no TSE termina em três semanas.
Após o início do debate, o ministro Henrique Neves pediu vista da questão e prometeu retomar o julgamento no dia 23 de agosto. Durante seu voto, Maria Thereza disse que os indícios sobre o suposto recebimento de propina pelos partidos causam indignação e que o TSE não pode fechar os olhos para as investigações.
“Uma vez comprovadas tais condutas, estaríamos diante da prática de crimes visando a conquista do poder e/ou sua manutenção, nada muito diferente, portanto, dos períodos bárbaros em que crimes também eram praticados para se atingir o poder”, argumentou a ministra. Com informações da Agência Brasil.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Proibir a amamentação em local público pode virar crime
O projeto de lei 514/2015, que tramita no Senado Federal, pretende garantir o direito à amamantação em todo o território nacional
Não existe proibição para que as mulheres amamentem em público. O ato, considerado vital para o desenvolvimento das crianças, pode ser feito em qualquer local. A afirmação é da coordenadora dos Bancos de Leite da Secretaria de Saúde e consultora da Rede Global de Bancos de Leite Humano, Miriam Santos.
Para regulamentar a polêmica em todo o País, há um projeto de lei em trâmite no Senado Federal (PL 514/2015) que transforma em crime a violação do direito de amamentar em território nacional. Em vários estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, os estabelecimentos que proibirem a amamentação já podem ser multados por causarem constrangimento para a mãe e o filho durante o ato.
“Não existe essa proibição. Se a mãe e o bebê se sentem bem, o ato que é natural pode ocorrer no ônibus, no trem, no avião, no shopping, no restaurante, na rua ou em qual lugar”, disse Miriam Santos. Segundo ela, o mais importante é que a população se conscientize sobre a relevância da amamentação e não cause constrangimento às mulheres, que acabam sofrendo preconceitos em alguns espaços.
Gabriel Silva de seis meses teve o privilégio de ser alimentado, até agora, exclusivamente com leite materno. Para a mãe, Jéssica Rodrigues, 24 anos, amamentar é uma tarefa importante.
“Sei que meu filho fica mais forte e nutrido. Na minha opinião, não vejo problema em amamentar em público, até porque a criança pode sentir fome em qualquer lugar”, disse a mãe, que o alimentou enquanto passava pela Rodoviária do Plano Piloto.
“Sou pai de três filhos e sei que, se a criança quer se alimentar, não é errado amamenta-la. Ela pode sentir fome onde quiser. Não precisa haver preconceito”, disse o vigilante Antônio Gomes, 45 anos, que passava pela Rodoviária.
Saiba mais
É importante lembrar que a amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de vida e, complementar, até os dois anos. “Amamentar é um ato natural que faz bem para criança, para a mãe e para sociedade, que temos que apoiar como cidadão responsáveis”, complementou a profissional.
É importante lembrar que a amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de vida e, complementar, até os dois anos. “Amamentar é um ato natural que faz bem para criança, para a mãe e para sociedade, que temos que apoiar como cidadão responsáveis”, complementou a profissional.
Segundo o Ministério da Saúde, o aleitamento materno é uma ação que, de forma isolada, pode reduzir a mortalidade infantil em até 13%. O leite materno confere à criança os nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento adequado, bem como previne doenças crônicas na idade adulta, tais como hipertensão, diabetes, obesidade e colesterol alto. Atualmente, uma grande sobrecarga do serviço de saúde se deve as doenças crônicas. (Com informações da Secretaria de Saúde do DF)
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Carta de juristas e intelectuais constrange Cristovam Buarque
Juristas dizem que senador ainda pode decidir se quer ser lembrado como Moura Andrade, senador que declarou vaga presidência de Jango em 1964, ou Teotônio Vilela, símbolo da luta pela redemocratização
por Hylda Cavalcanti, da RBA publicado 09/08/2016 18:13, última modificação 09/08/2016 18:30
Brasília – Demonstrando nervosismo, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que já tinha antecipado voto na última quinta-feira (5) pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff, justificou mais uma vez sua posição no plenário e disse, num discurso curto, que está consciente da decisão que resolveu tomar. Cristovam, que já foi governador do Distrito Federal e ministro da Educação pelo PT, lembrou da crise política e econômica observada os últimos anos no país, acusou o governo da presidenta afastada de ingerência e disse que espera um novo momento a ser observado no Brasil depois do final do processo de impeachment. Seus argumentos afastam argumento jurídico, e ilustram uma escolha política.
O senador recebeu muitas críticas nos últimos dias por ter declarado estar em dúvida contra o afastamento da presidenta e ter resolvido, em seguida, apoiar o processo de afastamento. Além de falar logo após o discurso do senador João Capibaribe (PSB-AP), que mudou o voto e se recusou a apoiar o impeachment, ele ainda foi alvo de uma nota pública divulgada nesta terça-feira por juristas, intelectuais e professores da Universidade de Brasília (UnB), onde foi reitor.
Na nota, os signatários dizem que com o seu voto, no julgamento final do Senado da República sobre "se há ou não consistência nas acusações que se oferecem contra Dilma Rousseff", Buarque “trilhará o caminho da cinza, da abjeção e, por fim, do esquecimento”. O documento também destaca que “a história o interpela com os olhos dos cidadãos que buscam pela Justiça”.
Os que endossam o documento também afirmam que as elites brasileiras não se distinguem por estimar “o que as Constituições ocidentais definiram como ‘Soberania Popular’". "Sabemos também que lançaram mão do golpe de Estado todas as vezes em que verificaram sinais de emergência dos setores populares escravizados na Colônia e no Império, saqueados, reduzidos à extrema pobreza, mantidos à margem de qualquer oportunidade de alcançar uma vida digna, ao longo da mal chamada República, proclamada no fim do século XIX e nunca efetivamente construída”.
Leia íntegra da carta dirigida a Cristovam Buarque
CARTA ABERTA
Brasília, 08 agosto de 2016
Senador Cristovam Buarque,
Os sonhos humanos é que justificam as vidas humanas. Por isso, essa matéria invisível como alicerces de orvalho, que sustenta e prefigura os passos com que desenhamos nosso destino, resiste. Resiste como uma luz acesa em cada escolha com que a História nos interpela. E nos cobra, depois, por cada escolha feita.
Os segmentos democráticos da sociedade no Brasil e no mundo voltam os olhos para o Senado Federal nesse agosto de 2016 para acompanhar o julgamento final da Presidente eleita Dilma Rousseff. Rigorosamente, chegamos a este agosto, quando ocorrerá o desfecho do processo sem que nenhuma instituição da República sustente a acusação inicial: o crime de responsabilidade que teria sido cometido pela Presidente eleita Dilma Rousseff. A acusação ruiu. Nem a própria assessoria técnica do Senado, nem o Ministério Público Federal lhe deram suporte. Não restou nada de pé. Na verdade, as pessoas já nem se lembram mais do que ela está sendo acusada. Outros preferem não se lembrar.
Se não houve crime de responsabilidade tal como tipificado na Constituição da República, cumpre buscar outras razões. As medidas anunciadas nessa longa interinidade que se aproxima dos 90 dias e já parece eterna, contribuem por si mesmas para esclarecer: o programa exposto pelo governo interino não é outro senão aquele que foi derrotado em quatro eleições sucessivas. Ora, governo interino não pode sequer ter programa próprio. É interino. É substituto. É provisório. Portanto, está agindo como se interino não fosse. Ou seja, atropela as instâncias de julgamento: o Senado Federal, ao qual pertence V. Exa. e a Suprema Corte. É, dessa forma, um governo usurpador. Se apropria de forma indevida de um poder conferido democraticamente pelo voto à Presidente afastada. No conteúdo e na forma afronta a “Soberania Popular” e as instituições a quem a Constituição atribui a condução do processo. Trata-se, portanto, de um governo golpista.
Os signatários desta Carta Aberta militaram ao seu lado travando batalhas em torno de bandeiras democráticas – os Programas “Bolsa Escola”, “Saúde em Casa”, “Paz no Trânsito”, “Temporadas Populares” e outros – e seguem acreditando naquele sonho humano que justifica vidas: não há invenção mais imperfeita nem mais generosa, como forma de governo, do que a Democracia. No entanto, dessa vez, nos demos conta de sua ausência entre nós.
Nós todos e o senhor sabemos que as elites brasileiras não se distinguem por estimar o que as Constituições ocidentais definiram como “Soberania Popular”. Sabemos também que lançaram mão do golpe de Estado todas as vezes em que verificaram sinais de emergência dos setores populares escravizados na Colônia e no Império, saqueados, reduzidos à extrema pobreza, mantidos à margem de qualquer oportunidade de alcançar uma vida digna, ao longo da mal chamada República, proclamada no fim do século XIX e nunca efetivamente construída. Neste momento assistimos, estarrecidos e indignados, em pouco mais de 60 dias à frente de um governo interino, um extrato político abjeto - que envergonharia os traficantes de escravos do século XIX - assumir uma ofensiva contra a soberania nacional e contra os direitos sociais conquistados a partir da Constituição de 88, fazendo com que o Brasil retroceda à barbárie da “Apartação Social”, denunciada pelo senhor em seus livros e ao longo de sua vida pública.
Há certos olhares do passado que se perpetuam na História porque foram capazes de projetar, como desenho, a nação que desejamos e, por isso mesmo, nos ajudam a elucidar o presente: não é ocioso indagar como reagiriam Paulo Freire, Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro diante dos rumos tomados pelo Ministério da Educação do governo interino, orientados agora por uma gestão privatista e inspirada pelas reflexões da “Escola sem Partido” defendida por um ilustre educador que até pouco tempo dedicava seu talento pedagógico ao ensino em estúdios de gravação de filmes pornográficos.
Como em outros momentos de crise política no Brasil, teremos agora em agosto aqueles senadores que, inspirados no perfil de Auro de Moura Andrade, buscarão alterar os ponteiros do relógio do Congresso para declarar vago o cargo de Presidente da República. Imaginam eles, com esse gesto, alterar os tempos da História. Da memória e do esquecimento. Outros vão preferir a inspiração de Teotônio Vilela no final de sua vida, pouco antes de se desatar o mais impressionante movimento de massas já visto na sociedade brasileira, a campanha das “Diretas Já”: “... não temos outra saída senão uma representação política capaz de reorientar a vida deste país. É quase que algo milagroso, é como se eu tivesse falando de coisas messiânicas, mas é assim mesmo que está vivendo hoje o brasileiro, (...). Se alguém ainda hoje vai para a urna votar, vai, sobretudo, tocado deste sentimento messiânico, da existência de uma mudança que ele não concebe, como não dá para concretizar exatamente, não sabe ainda porque aquele voto vai ter alguma valia. Mas ele vai votar. O brasileiro vai votar. Vai definir a vida deste país...” Romper com esse princípio básico: o voto. Romper com a soberania popular reconquistada a partir de 1988. É disso que vai tratar o Senado Federal ao definir sobre o impedimento, sem prova de crime de responsabilidade, da Presidente eleita com 54 milhões de votos, Dilma Rousseff, no julgamento de agosto. A História nos dirá, quais serão as consequências.
Com seu voto no julgamento final do Senado da República sobre se há ou não consistência nas acusações que se oferecem contra Dilma Rousseff, o senhor trilhará o caminho da cinza, da abjeção e, por fim, do esquecimento que dissolveram a figura de Auro de Moura Andrade ou, ao contrário, reforçará a luz que a coragem de Teotônio Vilela acendeu no declínio da mais feroz tirania que vivemos na História do nosso país.
Senador Cristovam Buarque,
A História o interpela com os olhos dos cidadãos que buscam pela Justiça.
Assinam a carta:
1. António Ibañez Ruiz – Professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UnB, ex-reitor da Universidade de Brasília e ex-Secretário de Educação do governador Cristovam Buarque;
2. Arlete Avelar Sampaio – médica, ex-vice-governadora de Cristovam Buarque e ex- deputada distrital;
3. Boaventura de Sousa Santos – Sociólogo, professor catedrático jubilado da Universidade de Coimbra e diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra;
4. José Geraldo de Sousa Júnior - professor de Direito, ex-reitor da Universidade de Brasília;
5. Pedro Tierra (Hamilton Pereira da Silva) - Poeta, escritor, foi secretário de Cultura do governador Cristovam Buarque;
6. Roberto Aguiar - Professor de Direito, ex-reitor da UnB e ex-secretário de Segurança Pública do governador Cristovam Buarque;
7. Swedenberger Barbosa – Ex-secretário de Governo de Cristovam Buarque.
2. Arlete Avelar Sampaio – médica, ex-vice-governadora de Cristovam Buarque e ex- deputada distrital;
3. Boaventura de Sousa Santos – Sociólogo, professor catedrático jubilado da Universidade de Coimbra e diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra;
4. José Geraldo de Sousa Júnior - professor de Direito, ex-reitor da Universidade de Brasília;
5. Pedro Tierra (Hamilton Pereira da Silva) - Poeta, escritor, foi secretário de Cultura do governador Cristovam Buarque;
6. Roberto Aguiar - Professor de Direito, ex-reitor da UnB e ex-secretário de Segurança Pública do governador Cristovam Buarque;
7. Swedenberger Barbosa – Ex-secretário de Governo de Cristovam Buarque.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Golpe virtual finge ser WhatsApp para roubar dados do cartão de crédito
Se o malware for instalado, as informações do cartão do usuário são enviadas para o servidor do hacker

TECH VÍRUSHÁ 20 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Você sabe o que é um malware? É uma programa ou estratégia usados por cibercriminosos. Pois agora mais um deles foi criado e é preciso ficar atento para não cair nele.

TECH VÍRUSHÁ 20 MINS
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Você sabe o que é um malware? É uma programa ou estratégia usados por cibercriminosos. Pois agora mais um deles foi criado e é preciso ficar atento para não cair nele.
Batizado de WhatsApp.CreditCardStealer simula o WhatsApp para Android com o objetivo de roubar informações de cartão de crédito, exibindo uma falsa tela que solicita os dados do cartão. Segundo o UOL Tecnologias, o vírus foi identificado essa semana pela PSafe, empresa brasileira de segurança digital.
A infecção acontece quando o usuário recebe um e-mail que o convida a instalar o "Novo WhatsApp" com funções inéditas. Clicando no link, o usuário recebe uma mensagem de erro e o app falso desaparece. O WhatsApp, no entanto, segue instalado no celular e funcionando normalmente.
A partir daí, o ícone de atalho do Google Play é desativado e uma mensagem de erro aparece toda vez que o usuário tenta acessar a loja virtual, evitando a instalação de ferramentas antivírus. Com isso o vírus se mantém inativo por cerca de quatro horas, dificultando sua detecção por parte de ferramentas automatizadas de análise.
Passado este processo, o malware passa a funcionar, sugerindo que as informações do cartão de crédito da vítima são necessárias para liberar novamente o acesso à Google Play.
Se o golpe for bem sucedido, as informações do cartão são enviadas para o servidor do hacker. Além disso, o vírus cadastra o número do celular em um serviço de SMS pago, gerando prejuízos financeiros.
Como precaução, além de recomendar o uso de um app antivírus devidamente atualizado, a Psafe destaca que o usuário deve prestar atenção no excesso de solicitação de mensagens pedindo permissões a áreas do seu dispositivo móvel e evitar baixar aplicativos de fontes não oficiais, recebidos por e-mail ou via SMS.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Justiça nega liminar de bloqueio de bens no caso de reforma na Papuda
O Ministério Público pediu a indisponibilidade dos bens do ex-senador Luiz Estevão, do ex-subsecretário do Sistema Penitenciário Cláudio Magalhães, do ex-coordenador-geral do Sistema Penitenciário João Helder Feitosa, e do ex-diretor do CDP Murilo da Cunha
A juíza Raquel Mundim Moraes Oliveira Barbosa, da 1ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), indeferiu pedido de liminar feito pelo Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (Nupri) para bloqueio de bens do ex-senador Luiz Estevão e de ex-gestores do sistema prisional do DF. Eles são acusados de promover reforma no bloco 5 do CDP e em um galpão do complexo a partir de uma empresa de fachada e sem a autorização do poder público.
O MP ajuizou, na sexta-feira (5/8), uma ação de improbidade administrativa contra Estevão, o subsecretário do Sistema Penitenciário, Cláudio Magalhães; o coordenador-geral do Sistema Penitenciário à época, João Helder Feitosa, e o diretor do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Papuda, Murilo da Cunha.
Os promotores pedem a indisponibilidade dos bens dos acusados, levando em conta dano moral coletivo e multa: Cláudio Magalhães (R$ 4.209.944,16), João Helder (R$ 2.681.511,40), Murilo da Cunha (R$ 3.135.676,14) e Luiz Estevão (R$ 4.209.944,16).
Agora, a juíza vai notificar as partes envolvidas para apresentarem suas defesas e, só depois, se manifestar sobre o recebimento ou não da ação de improbidade administrativa. Segundo o Ministério Público, os ex-gestores do sistema penitenciário permitiram que o empresário financiasse a reforma do espaço que hoje ele próprio ocupa na condição de apenado.
A situação, segundo os promotores de Justiça, beneficiaria ainda outros políticos, empresários e policiais condenados. Por ironia do destino, foi o grupo OK, de Luiz Estevão, que construiu também a sede do MP, onde despacham os autores da ação.
Em sua tese de acusação, os promotores do Nupri relatam que não há registro oficial da obra e que a reforma gerou uma condição diferenciada: “Não se está a sustentar a criação de um verdadeiro resort com a reforma promovida, contudo, diante da situação do restante do complexo prisional, tranquilamente é possível considerar ter se tornado o local uma ilha de salubridade”, sustenta o Ministério Público.
Na peça, o MP relata as circunstâncias de ocupação do complexo e faz comparações entre as alas dos blocos penitenciários. “As reformas seguem um padrão arquitetônico e de acabamento que destoa das demais unidades”, pontua a ação de improbidade. Cita, por exemplo, a existência de vasos sanitários, chuveiro elétrico e pias de louças no bloco 5. Ao mesmo tempo em que mostra a existência de cela no bloco 1 em condições desumanas, onde os presos se amontoam e fazem suas necessidades fisiológicas em brechas entre os colchões espalhados pelo chão.
MPDFT/REPRODUÇÃO
Os promotores pedem a indisponibilidade dos bens dos acusados, levando em conta dano moral coletivo e multa: Cláudio Magalhães (R$ 4.209.944,16), João Helder (R$ 2.681.511,40), Murilo da Cunha (R$ 3.135.676,14) e Luiz Estevão (R$ 4.209.944,16).
O Metrópoles teve acesso à integra da ação do Ministério Público do DF, bem como ao inteiro teor do depoimento do ex-senador. O empresário, que cumpre pena desde 8 de março, prestou depoimento no âmbito desta ação de improbidade em 27 de julho. Na ocasião, ele confirmou que fez as reformas e que teria atendido a um pedido do falecido ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.
Segundo o ex-senador, Thomaz Bastos, que representava à época os interesses de medalhões do PT, estava preocupado com a situação dos réus envolvidos no processo do Mensalão, uma vez que a condenação deles era dada como certa e não havia um local considerado por ele adequado para o cumprimento da pena no Distrito Federal.
Luiz Estevão disse ao MP que todos os custos, estimados em R$ 70 mil, foram pagos posteriormente por Thomaz Bastos em espécie, durante dois encontros que tiveram em São Paulo. O empresário afirmou às autoridades que ele autorizou a compra “exclusivamente de areia, tijolos e cimento”, material utilizado, segundo contou, em duas obras: a de um galpão, hoje usado como arquivo do complexo, e a construção de paredes de alvenaria na ala B, do bloco 5.
O ex-senador nega que tenha se beneficiado e justifica que atendeu ao pedido de Thomaz Bastos por uma relação de gratidão e amizade, intensificada durante o processo de sua cassação do Senado Federal.
Ação MPDFT by Metropoles on Scribd
Cumprimento da penaCondenado no processo do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) a 26 anos de prisão, é a segunda vez que Luiz Estevão ocupa uma cela na ala B, do bloco 5 da Papuda. Na primeira passagem, ele foi transferido do presídio de Tremembé, em São Paulo, para a penitenciária do DF. Em seu depoimento, Luiz Estevão diz que queria ter ido para o quartel e afirma que, quando ingressou no presídio brasiliense, o espaço estava pintado, com grades tais quais as de hoje, além de conter portas.
Ele nega que tenha sido o responsável pelo acabamento do local, que considerou “muito malfeito”, “uma pia em que é impossível lavar a mão sem molhar o chão, devido ao seu diâmetro, paredes com chapisco cortante, instalações elétricas aparentes e parlatórios em que não se consegue ouvir ou ser ouvido por seus advogados”.
Ao ser questionado sobre o porquê de ele, Luiz Estevão, e não o então governador Agnelo Queiroz ter sido procurado por Thomaz Bastos, o ex-senador diz que “ele (Thomaz Bastos) não fez isso porque precisava de agilidade”. Luiz Estevão alegou não ter sido essa a primeira vez que atendeu a pedidos de ajuda desta natureza. E citou o caso de uma juíza da infância que lhe pediu doação para dar suporte a conselhos tutelares.
O que diz o GDFNa tarde desta segunda-feira (8), a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social informou, por meio de nota, que assumiu o sistema penitenciário do Distrito Federal em 23 de fevereiro deste ano e que a obra, objeto da ação do MP, foi realizada no governo anterior.
A pasta determinou que seja instaurada sindicância para apurar os fatos narrados pelo MP, mas ressaltou que, na atual administração, “não há qualquer privilégio ou regalia a qualquer detento, e que nenhum detento possui qualquer influência sobre a administração do sistema”.
No esclarecimento, a secretaria diz que “a referida reforma atende totalmente às exigências contidas na Lei de Execuções Penais e que, até outubro de 2017, um total de 4 mil novas vagas estarão sendo oferecidas no sistema penitenciário do DF, todas com a mesma preocupação de atender às exigências da Lei, sendo que, dessas, 400 já foram entregues no presídio feminino e outras 400 serão entregues nas próximas semanas”.
O sistema por dentro
As melhorias realizadas nas instalações do bloco 5 não são novidade para o Ministério Público, que, em novembro de 2014, esteve no local com uma equipe de promotores para fotografar e filmar o espaço. As imagens embasaram o pedido de extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. Na época, o MP utilizou o material como argumento para mostrar às autoridades italianas que havia no Brasil um presídio em condições de receber o cidadão condenado pela Justiça brasileira.
As melhorias realizadas nas instalações do bloco 5 não são novidade para o Ministério Público, que, em novembro de 2014, esteve no local com uma equipe de promotores para fotografar e filmar o espaço. As imagens embasaram o pedido de extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. Na época, o MP utilizou o material como argumento para mostrar às autoridades italianas que havia no Brasil um presídio em condições de receber o cidadão condenado pela Justiça brasileira.
O bloco 5 do CDP é dividido em duas alas, A e B. O ex-senador Luiz Estevão está preso na cela 4 da ala B, com Pizzolato e Ramon Hollerbach. No mesmo corredor, há outras nove celas. Ao todo, o local abriga 45 internos, entre presos temporários, condenados maiores de 60 anos e aqueles que, se misturados à massa carcerária, correm risco de vida. Por isso, muitos criminosos sexuais estão confinados ali.
A prisão para vulneráveis foi autorizada pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, na condição de que cada preso, ao ser transferido para o referido local, tivesse aval prévio da Justiça, além de parecer do Ministério Público.
Os presos considerados vulneráveis também ocupam 14 celas na ala A do bloco 5, espelhada com a ala B. Ali, estão reunidos ex-policiais condenados, em um total de 68 internos.
As celas desse bloco possuem duas triliches cada, chuveiro elétrico, um vaso sanitário e pia em louça. Todas têm TV, assim como nas demais alas do complexo da Papuda. Não há antena parabólica, então a programação é a de canais abertos. Os objetos são dispostos em estantes, já que não há armários nas celas. O chão é de cimento, sem cerâmica, e as paredes são chapiscadas. Há telas nas grades para evitar a entrada de ratos. O lugar é quente de dia e faz frio à noite. Tem cheiro de ar que não se renova. O refresco vem de um ventilador de chão disposto em cada uma das celas.
No final do corredor, há um espaço onde os presos recebem as visitas, que ocorrem às sextas-feiras. O local, com quatro mesas de plástico e algumas dúzias de livros dispostos em duas estantes, é chamado pelos detentos de biblioteca. Logo na entrada da ala B, há um pátio onde os presos fazem suas refeições e tomam sol.
Da forma como ocorre nos demais blocos, os internos da unidade 5 recebem visitas uma vez por semana. Desde março, quando o scanner corporal do bloco 5 estragou, os familiares e visitantes dos internos são submetidos à revista íntima. No procedimento, mulheres e homens devem ficar nus em salas, separadas por gênero, e exibir frente e verso de seus corpos aos agentes que fiscalizam boca, nuca, cabelos e as roupas de parentes e amigos dos presos. Nas baias, há adesivos de figurinhas infantis para distrair as crianças que também são submetidas à vistoria. Recentemente, mulheres dos presos do Bloco 5 fizeram um abaixo-assinado pedindo o fim da revista, considera vexatória. Não foram atendidas.
Padrão para os próximos
O mais novo bloco em uso na Papuda é o 6. Ele foi inaugurado em 25 de maio pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e tem estrutura semelhante à do bloco 5. Distante, portanto, de algumas celas de outras alas – como a do bloco 1 – fotografada pelo Ministério Público, construídas em 1963 e que lembram masmorras medievais. Com vasos sanitários, pias, chuveiros e televisores essa unidade, no entanto, já está lotada com quase o dobro da sua capacidade de 400 vagas. Ao todo, o sistema prisional do DF reúne em torno de 15.200 presos, mais que duas vezes de sua capacidade.
O mais novo bloco em uso na Papuda é o 6. Ele foi inaugurado em 25 de maio pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e tem estrutura semelhante à do bloco 5. Distante, portanto, de algumas celas de outras alas – como a do bloco 1 – fotografada pelo Ministério Público, construídas em 1963 e que lembram masmorras medievais. Com vasos sanitários, pias, chuveiros e televisores essa unidade, no entanto, já está lotada com quase o dobro da sua capacidade de 400 vagas. Ao todo, o sistema prisional do DF reúne em torno de 15.200 presos, mais que duas vezes de sua capacidade.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Relatório da Receita Federal revela fortuna de operadores do ex-senador Gim Argello
Publicado em Helena Mader
O relatório da Receita Federal que revelou o patrimônio milionário do padre Moacir Anastácio, ligado ao ex-senador Gim Argello, mostrou ainda detalhes da fortuna de outros envolvidos no escândalo. O documento, elaborado a pedido de investigadores da Lava-Jato, traz informações de declarações de Imposto de Renda e da evolução patrimonial de Valério Neves, ex-secretário-geral da Câmara Legislativa, e do empresário Paulo Roxo – ambos operadores de Gim. Segundo o levantamento, Valério recebe receita do aluguel de quase 10 imóveis no Plano Piloto, Lago Sul, além de salas comerciais na área central. É ainda dono de fazendas que somam 11,8 mil hectares e tem um patrimônio total de R$ 6,6 milhões. “Chamou a atenção que Valério Neves Campos, um grande proprietário rural, ter sido empregado da CEB”, diz um trecho do documento da Receita.
Bens não declarados
Os auditores fiscais destacaram ainda a compra de uma nova fazenda de 968 hectares, por valor declarado de R$ 82 mil. O negócio foi fechado no ano passado. “Pesquisa por fazendas no estado de Goiás apontou que esse valor pode não ser compatível com o tamanho da propriedade”, afirmam. A fazenda custaria pelo menos R$ 3 milhões. A Receita também apontou que Valério teria comprado um imóvel em Águas Claras sem declará-lo no Imposto de Renda. No caso de Paulo Roxo, o levantamento em poder dos investigadores da Lava-Jato aponta indícios da propriedade de veículos não declarados, como um Honda Civic EXS e uma caminhonete S10. Outro dado chama a atenção nas informações fiscais de Paulo Roxo: uma de suas empresas recebeu R$ 57,6 mil da Câmara Legislativa e R$ 13,6 mil do Detran, pela prestação de serviços.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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