sábado, 6 de agosto de 2016

'Sem boiolagem explícita', diz Malafaia ao comentar abertura da Rio-2016

'PARABÉNS! Sem nenhuma boiolagem explícita', escreveu o religioso em seu Twitter



BRASIL INTOLERÂNCIAHÁ 2 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Durante a cerimônia de abertura dos jogos olímpicos do Rio, ocorrida nesta sexta-feira (5), no Maracanã, o pastor e presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e apresentador do programa Vitória em Cristo, Silas Malafaia, voltou a atacar os homossexuais nas redes sociais.


Em seu perfil do Twitter, o religioso elogiou o espetáculo e citou o nome do cineasta Fernando Meirelles, diretor criativo da festa. No entanto, toda a polêmica começou quando ele escreveu a frase: 'PARABÉNS! Sem nenhuma boiolagem explícita'.
A enxurrada de críticas pelos internautas teve início, em que afirmavam que Malafaia dissemina o ódio e a intolerância. Mas o apresentador não se calou e continuou a discussão:

Simplesmente arrebentamos! Com simplicidade, sem recursos digitais o analógico em conjunto com as mensagens foram perfeitos.






sexta-feira, 5 de agosto de 2016

‘Lula participou ativamente do esquema criminoso na Petrobrás’, diz MPF Yahoo Notícias Yahoo Notícias 5 de agosto de 2016

Ver as imagens
O Ministério Público Federal afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ‘participou ativamente do esquema criminoso’ na Petrobrás. O documento, de 3 de agosto, foi obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, que divulgou a informação.  Os procuradores da República defendem ainda a competência do juiz federal Sérgio Moro para julgar o petista. 
“Considerando os dados colhidos no âmbito da Operação Lava Jato, há elementos de prova de que Lula participou ativamente do esquema criminoso engendrado em desfavor da Petrobrás, e também de que recebeu, direta e indiretamente, vantagens indevidas decorrentes dessa estrutura delituosa”, acusam os procuradores, no documento de mais de 70 páginas.
A manifestação é uma resposta à ofensiva da defesa de Lula que, em exceção de incompetência, alega parcialidade do juiz Moro para conduzir as investigações contra o ex-presidente. 
A Lava Jato suspeita que Lula é o verdadeiro proprietário do sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), e do tríplex 164-A no Guarujá – os advogados de Lula negam taxativamente que ele possua tais propriedades. A investigação também mira a LILS, empresa de palestras do ex-presidente.
A manifestação afirma que ‘mesmo após o término de seu mandato presidencial, Lula foi beneficiado direta e indiretamente por repasses financeiros de empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato’.
“Rememore-se que, no âmbito desta operação, diversos agentes públicos foram denunciados por receber vantagem indevida mesmo após saírem de seus cargos. Além disso, é inegável a influência política que Lula continuou a exercer no Governo Federal, mesmo após o término de seu mandato (encontrando-se até hoje, mais de cinco anos após o fim do seu mandato com a atual Presidente da República). E, por fim, não se esqueça que diversos funcionários públicos diretamente vinculados ao esquema criminoso, como os Diretores da Petrobrás Paulo Roberto Costa e Renato Duque, foram indicados por Lula e permaneceram nos cargos mesmo após a saída deste da Presidência da República.”

"A ausência desta qualidade Senhor Hélio José faz do homem um ser desprezível!"

Aguiasemrumo Semrumo Esse individuo em sufrágio universal direto só conseguiu 6 votos? Está eleito como suplente na força do Governador do DF!
“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter Senhor Hélio José! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade Senhor Hélio José faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto!
  

04/08/2016 20h45 - Atualizado em 05/08/2016 08h00
Em gravação, senador Hélio José diz que pode ‘indicar melancia’ para cargo

Político faz referência a indicação de novo superintendente da SPU no DF.
Áudio foi gravado na última terça; G1 não conseguiu contato com citados.

04/08/2016 20h45 - Atualizado em 05/08/2016 08h00
Em gravação, senador Hélio José diz que pode 'indicar melancia’ para cargo

Político faz referência a indicação de novo superintendente da SPU no DF.
Áudio foi gravado na última terça; G1 não conseguiu contato com citados.


Gravações feitas nesta semana e divulgadas pela internet mostram o senador Hélio José (PMDB-DF) defendendo a indicação de um ex-assessor para o cargo de superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) no Distrito Federal. Nos áudios, o político diz que nomeia “a melancia que quiser” para o posto e que quem não “estiver com ele” pode “cair fora”.
“Isso aqui é nosso. Isso aqui eu ponho quem eu quiser, a melancia que eu quiser aqui, eu vou colocar”, diz o senador em um trecho da conversa.
Em nota, o senador Hélio José (PMDB-DF) disse que o ex-assessor é profissional autônomo e não possui empresa no ramo imobiliário nem título de sócio administrador de qualquer empresa no país e nem faz parte, na condição de acionista, de qualquer imobiliária. A Casa Civil do governo federal informou que não vai se manifestar sobre o tema.
A gravação foi feita nesta terça (2) na sede da SPU-DF, que fica no mesmo prédio de órgãos da administração federal. Nos trechos divulgados, José comenta a indicação de um ex-assessor de gabinete, Francisco Nilo Gonsalves Júnior, para o cargo de superintendente do órgão distrital.
“Ele [Júnior] tem lado. O lado dele é o senador Hélio José, que é o responsável pela SPU a partir de hoje. A partir de hoje, a SPU é responsabilidade minha, do senador Hélio José, gabinete 19 da [Ala] Teotônio Vilela”, diz o senador, em referência à sala que ocupa no Senado Federal.

Em gravação, senador Hélio José diz que pode 'indicar melancia' para cargo

"Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

“É lamentavelmente inacreditavelmente, verdadeiramente”.
Absolutamente,
Reconhecidamente,
Inegavelmente,
Que esse País foi descoberto por pessoas de índole e mente perigosa e que o nosso futuro a Deus dará?”




04/08/2016 20h45 - Atualizado em 05/08/2016 08h00

Político faz referência a indicação de novo superintendente da SPU no DF.
Áudio foi gravado na última terça; G1 não conseguiu contato com citados.

Do G1 DF
Gravações feitas nesta semana e divulgadas pela internet mostram o senador Hélio José (PMDB-DF) defendendo a indicação de um ex-assessor para o cargo de superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) no Distrito Federal. Nos áudios, o político diz que nomeia "a melancia que quiser" para o posto e que quem não "estiver com ele" pode "cair fora".

Em nota, o senador Hélio José (PMDB-DF) disse que o ex-assessor é profissional autônomo e não possui empresa no ramo imobiliário nem título de sócio administrador de qualquer empresa no país e nem faz parte, na condição de acionista, de qualquer imobiliária. A Casa Civil do governo federal informou que não vai se manifestar sobre o tema.
"Isso aqui é nosso. Isso aqui eu ponho quem eu quiser, a melancia que eu quiser aqui, eu vou colocar", diz o senador em um trecho da conversa.
A gravação foi feita nesta terça (2) na sede da SPU-DF, que fica no mesmo prédio de órgãos da administração federal. Nos trechos divulgados, José comenta a indicação de um ex-assessor de gabinete, Francisco Nilo Gonsalves Júnior, para o cargo de superintendente do órgão distrital.
"Ele [Júnior] tem lado. O lado dele é o senador Hélio José, que é o responsável pela SPU a partir de hoje. A partir de hoje, a SPU é responsabilidade minha, do senador Hélio José, gabinete 19 da [Ala] Teotônio Vilela", diz o senador, em referência à sala que ocupa no Senado Federal.
Senador Hélio José diz, em gravação, que pode indicar 'a melancia que quiser' para cargo (Foto: TV Globo/Reprodução)Senador Hélio José diz, em gravação, que pode indicar 'a melancia que quiser' para cargo (Foto: TV Globo/Reprodução)
Testemunhas afirmaram à TV Globo que o discurso de Hélio José foi feito em tom de ameaça, endereçado a um grupo de funcionários contrários à indicação de Gonsalves Júnior. Segundo esses servidores, o novo superintendente é sócio de uma imobiliária e, por isso, não poderia comandar o órgão que administra terras da União no DF.
"E eu vou para a Casa Civil agora, para resolver esse negócio da imobiliária. É mais uma armação de Valéria e companhia limitada e não vai acontecer, 'tá' certo? Não vai acontecer", diz o senador.
A mulher citada na gravação, de acordo com testemunhas, é Valéria Caetano, superintendente substituta da SPU no DF. Após essa referência, Hélio José fala sobre o poder que teria para indicar "uma melancia" e diz que opositores teriam que buscar outro lugar para trabalhar.
"'Tô' deixando isso claro, bem registrado aqui bem claro em alto e bom som: sua Valéria e sua turma de conspiradores esvaziem as gavetas. Caia fora da SPU e vai lá se apresentar na seção de pessoal do Ministério do Planejamento, pra ver aonde vai se lotar esse povo lá", declara.
A TV Globo tentou contato com Valéria Caetano e Nilo Gonsalves Junior, mas não obteve retorno. O advogado de Júnior foi informado do conteúdo da reportagem, mas não quis comentar a suposta participação em uma imobiliária.
"O sr. Nilo é gestor financeiro, devidamente inscrito no Conselho Regional de Administração, de elevada capacitação técnica, a quem o senador confiou e sugeriu uma indicação técnica para assumir a SPU-DF, que tem por finalidade zelar, manter, administrar e sobretudo, ajudar a destravar o sistema fundiário inclusive na regularização dos condomínios de uma forma técnica, honesta e totalmente dentro da legalidade", afirmou o senador em nota.

Rio-2016 já tem recorde olímpico e mundial; saiba quem foi 'o cara'

Coreano Kim Woojin, do tiro com arco, superou duas marcas nesta sexta-feira (5), em prova disputada da Marques de Sapucaí




ESPORTE COMEÇOU!HÁ 57 SEGUNDOS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

O coreano Kim Woojin bateu os recordes mundial e olímpico na manhã desta sexta-feira (5), na prova de ranqueamento do tiro com arca dos Jogos Olímpicos Rio 2016, disputada na Marquês de Sapucaí.


Segundo o Globoesporte.com, Kim fez 700 pontos. Mesmo diante da agitação local, ele manteve a concentração na liderança na maioria das 12 séries, e total de 72 tiros.
Marcus D’Almeida foi o melhor brasileiro na disputa, com 658 pontos.




Presidente do Metrô leva “pito” do MPT por não contratar concursados


Daniel Ferreira/Metrópoles


Para a procuradora Marici Coelho existe uma “contradição” no discurso de Marcelo Dourado, já que haveria impedimento para contratar concursados, mas não os terceirizados. Segundo a magistrada, determinações cumpridas por ordem judicial não são computadas pela LRF




A terceirização em atividades que deveriam ser executadas por servidores concursados nas empresas do Governo do Distrito Federal entrou na mira do Ministério Público do Trabalho (MPT). A Caesb e o Metrô são os principais alvos dos procuradores, que não aceitam mais o argumento de que os dois órgãos estão impedidos de contratar por conta da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), enquanto gastam altos valores com serviços prestados por empresas privadas. O grau de descontentamento chegou a tal ponto que a procuradora Marici Coelho deu uma chamada no presidente Marcelo Dourado.
“Para contratar vigilantes de forma irregular, o presidente do Metrô quer ultrapassar os alegados limites da Lei de Responsabilidade Fiscal! Mas para chamar os concursados, se utiliza de suposta vedação da mesma lei! Mais uma contradição que não pode ser aceita”, disse ela, após Dourado pedir em uma audiência autorização para contratar 250 vigilantes terceirizados. O pedido foi negado pela procuradora.
Tramita no MPT uma Ação Civil Pública que discute a contratação de aprovados em concurso público no último certame para o Metrô. O déficit de empregados é consenso entre todas as partes, inclusive a empresa, que admite publicamente a necessidade de realizar contratações. A falta de pessoal é, além de outras reivindicações, motivo da greve dos metroviários que já dura mais de um mês.
Mesmo admitindo a necessidade de contratação, o Metrô alega estar impedido de aumentar seu quadro de pessoal em razão do limite prudencial da LRF. A lei proíbe novas contratações quando o gasto dos estados com pessoal fica acima de 46,55% da arrecadação. Os últimos dados divulgados pelo GDF mostram que o Executivo local comprometeu 47,08% da receita corrente líquida com o pagamento de servidores na média dos últimos 12 meses.
A procuradora Marici Coelho de Barros Pereira, no entanto, não aceita o argumento. Ela explica que a substituição de terceirizados e comissionados por aprovados em concursos públicos não causaria danos à LRF como, ainda, resultaria em economia erário, “uma vez que a despesa com o contrato de terceirização é consideravelmente maior de que o custo para novas contratações”.
Catracas livres
De acordo com ela, os gastos necessários para contratação de pessoal por meio de decisões judiciais não são contabilizados na LRF, e já havia uma sentença determinando a substituição dos terceirizados. Marici Coelho não é a única que está no pé do Metrô por conta das contratações de terceirizados. Em acórdão recente que discute a greve, o desembargador Alexandre Nery de Oliveira lembrou que a empresa possui receita própria, que inclusive tem sido prejudicada por ter que liberar as catracas liberadas por falta de empregado.
O magistrado também relatou que o déficit de pessoal contribuiu para problemas na segurança, “com risco à integridade de trabalhadores e usuários, bem como perda de eficiência no serviço, inclusive na área de manutenção”.
O MPT obteve liminar que obrigava a substituição de todos os terceirizados na área de segurança, por aprovados no último certame, para o mesmo cargo. O Metrô, porém, obteve junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) a suspensão dessa liminar.
Na ação, o Metrô alega que não é possível promover a substituição de terceirizados na área de segurança, pois o edital do concurso público prevê vigilantes desarmados, enquanto há terceirizados executando a vigilância armada. A procuradora Marici Coelho, entretanto, questiona que as atribuições do cargo de segurança metroviário e o que prevê a Classificação Brasileira de Ocupações (Vigilante) são semelhantes, sendo a primeira mais ampla.
Ela também reforça que a Lei 6.149/74, que dispõe sobre a segurança do transporte metroviário, destaca que as empresas da área devem manter corpo próprio e especializado de agente de segurança. “Nesta ação, não se busca afirmar que o serviço de vigilantes não é necessário para o Metrô. Ocorre que, todavia, ao contratar 300 vigilantes terceirizados, ao passo que convoca apenas 136 para ocupar o emprego do Profissional de Segurança Metroviário, é evidente que os aprovados são preteridos por terceirizados”, conclui.
Metrópoles procurou o Metrô, que não se pronunciou até a publicação desta reportagem.


Caesb
A Caesb também é alvo de ação do MPT. O órgão executa a estatal de saneamento do DF por descumprimento de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC), se comprometendo a não terceirizar atividades-fim, de competência exclusiva de aprovados em concurso público.
Mandado de segurança impetrado pelo MPT foi aceito pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT), garantindo a prorrogação do prazo de validade do concurso, até o trânsito em julgado do processo. Os representantes da empresa alegam que não há terceirizados nas funções de aprovados que aguardam no Cadastro de Reserva e que em alguns cargos, como o de bombeiro, não há mais ninguém para ser chamado.
O procurador Carlos Eduardo Carvalho Brisolla, responsável pelo caso, reafirmou que é preciso analisar os documentos e, se necessário, realizar inspeção in loco para avaliar possíveis desvios de função. O juiz Fernando Gonçalves Fontes Lima fez coro à manifestação do procurador, ressaltando a importância da inspeção judicial.
Para Brisolla, se o Cadastro de Reserva já se exauriu para algumas atividades, como a de bombeiro, nada impede a realização de novo certame público para preencher essas vagas. “O que não pode é terceirizar atividades finalísticas com a justificativa de que não há mais aprovados para serem chamados”, explica. (Com informações do MPT)