segunda-feira, 9 de maio de 2016

DILMA ANUNCIA HOJE A CONQUISTA DE MARCONI EM NOVEMBRO DE 2015

Dilma anuncia hoje a conquista de Marconi em novembro de 2015: mais duas universidades federais para Goiás

Dilma anuncia hoje a conquista de Marconi em novembro de 2015: mais duas universidades federais para Goiás

Governador de Goiás deixou a oposição em Goiás enlouquecida ao anunciar as duas UFGs em novembro de 2015

A presidente Dilma Rousseff (PT), que estará em Goiânia nesta segunda-feira para inauguração do novo Aeroporto Santa Genoveva, também vai oficializar a criação das Universidades Federais de Catalão e Jataí. Nas redes sociais, oportunistas integrantes da oposição e peemedebistas tentam agora capitalizar esta conquista e estão doidos para aparecer na foto. Mas, a verdade é que foi o governador Marconi Perillo quem lutou pela causa e conquistou a criação das universidades nas cidades do interior.
Exatamente no dia 04 de novembro de 2015 o governador Marconi Perillo conquistou em Brasília e anunciou que as duas universidades seriam em criadas. Daniel Vilela, Adib Elias e outros menos cotados até tentaram sabotar, mas não conseguiram e agora a presidente Dilma vem a Goiás para sacramentar este avanço na educação.

A PM descobre plano assombroso para roubar armas dos batalhões


PCDF/Divulgação

Execução de detento que deixava unidade do SIA para o saidão do Dia das Mães revelou um audacioso plano de bandidos que pretendem invadir Postos Comunitários de Segurança e batalhões para roubar armamento dos militares



Documento produzido pela Subseção de Inteligência do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) — e obtido em primeira mão peloMetrópoles — alerta sobre o plano dos criminosos. O presidiário Marco Silva Soares, 33 anos, assassinado na sexta (foto principal), cumpria pena em regime semiaberto e teria ligação com o grupo de assaltantes. De acordo com as primeira apurações, uma pessoa ligada ao detento ligou para a polícia e informou sobre a intenção do bando. “Ocorreu uma ligação telefônica de uma parente da vítima, que avisou os agentes da Polícia Civil que investigam o ocorrido “, aponta o documento feito pela inteligência da PM.
DivulgaçãoDIVULGAÇÃO
Ação orquestradaSegundo o policial ouvido pela reportagem, quadrilhas de assaltantes estão se movimentando para aumentar seu poder de fogo. “Apuramos que os criminosos estão encontrando dificuldades para obter armas de fogo nas ruas e estão partindo para o assalto contra vigilantes armados e agora policiais”, garantiu o PM, que pediu para não ter seu nome divulgado.
O documento da inteligência da PM ainda pede que policiais tenham cuidado redobrado durante o patrulhamento de rotina.”Diante da gravidade do fato, esta agência de inteligência alerta o efetivo para que redobre a atenção em todos os turnos de serviço, visando não serem surpreendidos com ações de emboscada que atente contra a integridade física do efetivo”, diz o documento.
Outros casosO roubo de armas de policiais não é novidade no DF. Furtos em residências de policiais civis e militares em dezembro passado motivaram a Polícia Civil a iniciar uma investigação para saber se há ligação entre as ocorrências ou se foram apenas coincidências. Na lista de alvos da ação dos criminosos no fim de 2015 estavam pelo menos três casas. Na época, circularam, em grupos do WhatsApp, boatos de que uma quadrilha estaria de olho nas armas das forças de segurança.

Senado se reúne nesta segunda para leitura de relatório do impeachment

Procedimento dá início à contagem de 48 horas para votar afastamento.Parecer foi aprovado com 15 votos favoráveis e 5 contra em comissão.
O plenário do Senado se reúne na tarde desta segunda-feira (7) para realizar a leitura da ementa com o resultado da votação na Comissão Especial que recomendou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Trata-se de formalidade necessária para permitir a votação, na próxima quarta (11), na qual os senadores vão decidir pela instauração do processo, que leva ao afastamento da petista por até 180 dias.

A sessão está marcada para as 14h. Após a leitura do documento, o parecer e o resultado da votação serão publicados no "Diário Oficial do Senado". A partir daí, serão contadas 48 horas para a votação no plenário. Para abrir o processo, são necessários 41 votos entre os 81 senadores.
Na última sexta (6), o relatório do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), foi aprovado com 15 votos a favor e 5 contra. Dos 21 integrantes da comissão, apenas o presidente, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), não votou. Antes de autorizar a votação no painel eletrônico, ele explicou que só iria registrar voto caso ocorresse um empate.

O parecer de Anastasia diz que a denúncia acolhida pela Câmara contra Dilma apresenta os requisitos formais exigidos pela lei e pela Constituição: indícios de autoria e existência de um crime de responsabilidade. O parecer levou em conta decretos da presidente que abriram créditos suplementares sem autorização do Congresso e as chamadas "pedaladas fiscais".
"Identificamos plausibilidade na denúncia, que aponta para a irresponsabilidade do Chefe de Governo e de Estado na forma como executou a política fiscal", diz o texto. "Não se trata, por fim, de 'criminalização da política fiscal', como registrou a denunciada em sua defesa escrita apresentada a esta Comissão, mas da forma como a política foi executada, mediante o uso irresponsável de instrumentos orçamentário-financeiros", completa o relatório mais à frente.
No parecer de 126 páginas (veja a íntegra), Anastasia também rebate as críticas da base governista de que o processo representa um "golpe" e disse que ele está de acordo com a Constituição.
"Querer defender o presidencialismo sem impeachment é querer, mais uma vez, o melhor (para o governo) de dois mundos: o Executivo forte do presidencialismo, mas sem a possibilidade de retirada do poder em caso de abuso. Presidencialismo sem possibilidade de impeachment é monarquia absoluta, é ditadura", diz outro trecho.
Veja abaixo os principais pontos do texto:
- A denúncia contra Dilma está de acordo com a Constituição e deve ser aceita.
- O processo não é golpe, porque seguiu as leis e teve direito a ampla defesa.
- Existe previsão legal para o impeachment, para evitar um "poder absoluto do governante".
- Há indícios de materialidade e autoria das "pedaladas fiscais" de decretos de abertura de créditos suplementares. Os atos configuram crime de responsabilidade.
- É possível, sim, julgar contas que ainda não foram avaliadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
- Não houve "vício" na abertura do processo na Câmara, que foi motivada, principalmente, por questões técnicas.
- Não houve irregularidades na votação na Câmara.
- Não há irregularidade na eleição de Anastasia para relatoria da comissão especial do Senado.

AS ETAPAS DE TRAMITAÇÃO DO IMPEACHMENT NO SENADO
Veja como deverá ser a tramitação do processo de impeachment no Senado:
Votação pelo plenário do parecer da comissão especial
>> A ementa com o resultado da votação na Comissão Especial do Impeachment – e não todo o parecer aprovado pelos senadores da comissão – será lida logo no início da sessão de segunda-feira (9), na chamada fase do expediente.
>> Em seguida, o parecer  e o resultado da votação serão publicados no "Diário Oficial do Senado". A partir daí, serão contadas 48 horas para a votação no plenário.

>> Na quarta-feira (11), a sessão para votação do parecer deverá ter início às 10h. Ainda não está definido se a acusação e a defesa terão 30 minutos para falar no início. Em seguida, cada um dos 80 senadores que devem votar – o presidente do Senado, Renan Calheiros, não vota nessa fase, a não ser em caso de empate – poderá falar por até 15 minutos, o que deverá somar 20 horas de pronunciamentos. A sessão não deverá ser suspensa e, provavelmente, invadirá a madrugada de quinta-feira (12).

>> Após os pronunciamentos, os líderes dos 17 partidos no Senado terão um tempo para orientar as suas respectivas bancadas.
>> Abre-se então o painel de votação e os senadores votam por sistema eletrônico (sim, não ou abstenção). A votação é aberta e nominal, e será possível saber como cada um votou.
Para a votação valer, precisam estar presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Para que o parecer seja aprovado, é necessária maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate.

>> Se for aprovado o relatório da comissão, o processo é oficialmente instaurado.
>> Logo após a votação do parecer, será colocado em votação um projeto de resolução para definir quais benefícios Dilma Rousseff poderá manter como presidente afastada.

>> A presidente será, então, notificada (o que poderá acontecer no mesmo dia) e em seguida afastada do cargo por até 180 dias. O vice Michel Temer assume a Presidência provisoriamente durante o período em que durar o julgamento no Senado.

>> O processo não precisa ser concluído durante o período de 180 dias de afastamento da presidente – o que possibilitaria a Dilma Rousseff retornar ao cargo com o processo ainda em andamento.

>> Caso o parecer seja rejeitado pelo plenário, o processo é arquivado, e a presidente permanece no cargo.

Instrução probatória e segunda votação
>> Se aprovado o parecer pelo plenário, o caso volta à comissão especial para a etapa de produção de provas, chamada de fase de instrução.
>> Será concedido à presidente um prazo de, pelo menos, 20 dias para apresentar a sua defesa – o prazo será fixado pelo presidente da comissão especial, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).
>> Nessa fase, acusação e defesa poderão pedir a convocação de testemunhas, a realização de perícias e o envio de documentos que acharem adequados, como pareceres do Tribunal de Contas da União. Não há prazo definido para essa etapa. Por se tratar de um processo judiciário, o comparecimento das testemunhas convocadas é obrigatório – sob pena de serem conduzidas coercitivamente.
>> No final dessa etapa, a presidente Dilma Rousseff poderá ser interrogada. Ainda não está definido, mas é possível que se abra um prazo de até 15 dias para as alegações finais da acusação e mais 15 dias para as alegações da defesa – nenhum fato ou argumento novo poderá ser inserido.
>> A partir daí, haverá um prazo mínimo de dez dias consecutivos para que o relator apresente um parecer sobre a procedência ou a improcedência da acusação e para que a comissão vote – dentro desse período.
>> Para ser aprovado, esse parecer, que passa a ser chamado de parecer de pronúncia, necessita de maioria simples. Se isso ocorrer, considera-se procedente a acusação e começa a fase de julgamento. A decisão será lida na sessão seguinte do plenário do Senado, e o parecer, publicado no "Diário Oficial do Senado".

>> Esse parecer deverá ser submetido ao plenário do Senado em até 48 horas. No plenário, ainda não está definido se a acusação e a defesa terão 30 minutos cada para se pronunciar. Deverá, então, ser concedido prazo, provavelmente de 15 minutos, para que cada um dos 81 senadores se manifeste, o que poderá levar cerca de 20 horas e meia.

>> Para a votação valer, precisam estar presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Para que o parecer seja aprovado, é necessária maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. A sessão será presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que passa a ter o nome oficial de presidente do Senado como órgão judiciário. O presidente do Senado, Renan Calheiros, poderá votar como qualquer outro senador nesta segunda votação.

>> Uma vez aprovado o parecer, as partes serão notificadas. Deverá ser concedido um prazo aos autores da denúncia para que apresentem em até 48 horas uma peça chamada no jargão jurídico de libelo acusatório, que nada mais é do que uma consolidação das acusações e provas produzidas. Eles também deverão apresentar um rol de testemunhas.

>> Em seguida, a defesa terá 48 horas para apresentar uma resposta, chamada no jargão de contrariedade ao libelo, além do rol de testemunhas. Todo o processo é encaminhado para o presidente do Supremo, a quem caberá marcar uma data para o julgamento e intimar as partes e as testemunhas. Deverá ser respeitado um prazo mínimo de dez dias para se marcar o julgamento. Se o parecer no plenário do Senado for rejeitado, o processo é arquivado e a presidente reassume o cargo.
Julgamento final
>> Na data marcada, o julgamento será realizado no plenário do Senado, presidido pelo presidente do Supremo, ministro  Ricardo Lewandowski, novamente na condição de presidente do Senado como órgão judiciário.
>> As partes podem comparecer pessoalmente ao julgamento ou serem representadas por procuradores. Poderão ser convocadas testemunhas, que serão interrogadas pela acusação, defesa e pelos senadores, que assumem o papel de juízes. No entanto, as perguntas dos parlamentares não serão feitas diretamente por eles. Elas terão que ser encaminhadas para Lewandowski para que ele faça as indagações.
>> O número de testemunhas e o tempo dos depoimentos ainda precisarão ser definidos. Ainda há previsão, segundo a Secretaria-Geral da Mesa do Senado, de realização de debates orais, embora não esteja definido quem exatamente poderia falar.

>> Depois disso, as partes se retiram da sessão para discussão entre senadores – não está definido quanto tempo cada um terá para se manifestar. O presidente Ricardo Lewandowski  elaborará um relatório, que é diferente de um parecer, pois não haverá juízo de valor.

>> Em seguida, acontece a votação nominal. Os senadores serão chamados ao microfone para responder “sim”, “não” ou “abstenção” à seguinte pergunta: “Cometeu a acusada Dilma Vana Rousseff os crimes que lhe são imputados, e deve ser ela condenada à perda de seu cargo e à inabilitação temporária, por oito anos, para o desempenho de qualquer função pública, eletiva ou de nomeação?”

>> Não há definição de como será a ordem de chamada – caberá ao presidente Lewandowski decidir essa questão. Para ser aprovado o impeachment, são necessários os votos de pelo menos dois terços dos senadores (54 votos).
>> Caso o impeachment seja aprovado, Lewandowski lavra a sentença, que é publicada no "Diário Oficial". Dilma é então notificada, perde o mandato e fica inelegível por oito anos. O processo é, então, encerrado. Se rejeitado o impeachment, o processo é arquivado e a presidente da República reassume.

domingo, 8 de maio de 2016

Comer carne está nos matando? Meta-análise diz que sim


Uma revisão de seis estudos que avaliaram os efeitos de dietas carnívoras e vegetarianas concluiu que todas as causas de mortalidade são maiores para aqueles que comem carne, particularmente vermelha ou processada, em uma base diária.
meat delicacies
A meta-análise envolveu mais de 1,5 milhões de pessoas, foi conduzida por médicos da Clínica Mayo, no estado americano do Arizona, e publicada no Journal of the American Osteopathic Association.

Qualquer causa Há pouco tempo, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer das Nações Unidas afirmou que a carne é uma substância cancerígena tão perigosa quanto o plutônio ou o tabagismo. 

Carnes processadas foram classificadas como cancerígenas; aqui está o que você precisa saber
A nova análise corrobora essa visão. Apesar da variabilidade dos dados, os pesquisadores concluíram que o aumento da ingestão de carne vermelha, especialmente a vermelha e processada, está associado com o aumento da mortalidade por qualquer causa.
O estudo acompanhou mais de um milhão de pessoas e considerou a associação de mortalidade e carne processada (como bacon, salsicha, salame e presunto), bem como carne vermelha não processada (como carne não curada nem salgada de vaca, porco e cordeiro).

Dados convincentes

A meta-análise de 2014 examinou as associações com mortalidade por doença cardiovascular e doença isquêmica do coração. Nesse estudo de mais de 1,5 milhões de pessoas, pesquisadores descobriram que a carne processada aumentava significativamente o risco de mortalidade por qualquer causa.
Além disso, uma revisão com mais de 500.000 participantes feita em 2003 revelou uma diminuição do risco de 25% para quase 50% de todas as causas de mortalidade em pessoas com consumo muito baixo de carne em comparação com pessoas com alto consumo.
Os cientistas também descobriram um aumento de 3,6 anos na expectativa de vida das pessoas que levavam uma dieta vegetariana durante mais de 17 anos, em comparação com os vegetarianos de curto prazo. [Science20]

POR QUE ESCONDES TEU ROSTO E NÃO TE PREOCUPAS COM NOSSA AFLIÇÃO? Salmo 43,25

SOCORRO ARAUCÁRIA - REG. METROP DE CURITIBA- VELHINHO CEGO ABANDONADO PARA MORRER!!!!!!
Araucária urgenteeeeeeee!!!!
Recebi por mensagem que este anjo foi abandonado para morrer no meio do mato.
Cego e velhinho, não consegue sair do lugar e está muito assustado....
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Araucária urgenteeeeeeee!!!!
Recebi por mensagem que este anjo foi abandonado para morrer no meio do mato.
Cego e velhinho, não consegue sair do lugar e está muito assustado.
É um mato que fica atrás da empresa DHL, em Araucária.
Pelo amor de Deus alguém pode ajudar?

“Menino-Messi” e família fogem para o Paquistão após ameaças Gazeta Press

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Murtaza Ahmadi, o garoto afegão de cinco anos que ficou conhecido mundialmente após ter uma foto viralizada na internet, na qual veste uma camisa “caseira” de Lionel Messi, teve de se mudar com sua família para o Paquistão. O motivo foi a recorrência de ameaças de sequestro ao menino.
“Eu amo Messi. Ele é o rei”, afirmou Murtaza à BBC, agência de notícias internacional. O caso do garoto, que vestia uma camisa da seleção da Argentina feita de plástico azul, chegou ao jogador. Messi, em resposta, lhe enviou duas camisas oficiais autografadas, além de uma bola de futebol.
“Alguns dias atrás eu recebi uma ligação de um criminoso local. Ele pensou que, como meu filho recebeu estes presentes de Messi, talvez tenha recebido dinheiro, também, e pediu uma parte”, contou Arif Ahmadi, pai de Murtaza.
A família teve de deixar a província de Ghazni, no Afeganistão, pois a situação era muito arriscada para o menino. Agora em Quetta, após o pedido de asilo ao ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), esperam a chance de uma vida melhor, apesar de viverem em oito pessoas, apertados em um único quarto.
Enquanto isso, Murtaza foge dos paparazzis e pratica suas habilidades futebolísticas, esperando um dia poder conhecer seu herói. O embaixador da Unicef já afirmou apoiar um encontro entre os dois. Ademais, no início do ano, a associação de futebol afegã prometeu reunir o garoto e o craque, seja no Afeganistão, na Espanha ou em outro país.
“Messi, você sabe o quanto eu gosto de você. Agora eu quero que você me convide para que eu possa te conhecer” – esta é a mensagem do fã para o camisa 10 do Barcelona.

DESASTRE DE MARIANA Seis meses depois da lama da Samarco, comunidades do Rio Doce lutam por justiça

Agência Pública acompanhou caravana de movimentos sociais. Encontrou comunidades desestruturadas e ribeirinhos sem fonte de renda?
Seis meses depois da lama da Samarco, comunidades do Rio Doce lutam por justiça FOTOS PÚBLICAS
rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, continua impactando comunidades que dependiam do Rio Doce para obter sustento econômico, abastecimento hídrico, alimentação e lazer. Seis meses após o desastre provocado pela Samarco, pertencente às maiores mineradoras do mundo, BHP Billinton e Vale S.A, pouco foi feito para remediar a situação dessas comunidades.
A Samarco negociou um acordo com os Governos estadual e federal e a Justiça para minimizar as reparações devidas,deixando ribeirinhos sem renda e comunidades desagregadas.
Enquanto a barragem segue despejando lama contaminada de rejeitos de minério à bacia do Rio Doce, ribeirinhos e indígenas lutam por recompensa pelos direitos violados.
A reportagem da Pública acompanhou a Caravana Territorial da Bacia do Rio Doce, articulada por movimentos sociais, pesquisadores acadêmicos e representantes do Ministério Público para fortalecer e ouvir as comunidades atingidas.
No percurso entre Regência, no Espírito Santo, e Governador Valadares, em Minas Gerais, investigou e registrou a situação dos povos do Rio Doce. Confira a reportagem em vídeo:




 Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Tenho uma distinta sensibilidade para chorar em ocasiões comuns. Não o faço apenas pelos animais, mas por sentir que cabe ao filho crescido cuidar de sua mãe, Mãe Terra! Compreendendo nosso planeta como um ser vivo, que respira e tem direito a vida.