domingo, 1 de maio de 2016

Dilma vai corrigir em 9,5% Bolsa Família e tabela do IR em 5%

Foto: Daniel Ferreira/MetrópolesA correção da tabela só vai valer em janeiro de 2017. Já a do Bolsa Família entrará em vigor em junho

Para contrapor as propostas dos aliados do vice Michel Temer na área social, a presidente Dilma Rousseff anuncia neste domingo (1/5), nas comemorações do 1º de Maio, reajuste de 5% na tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e de 9,5%, em média, nos benefícios do Bolsa Família. A correção da tabela só vai valer em janeiro de 2017. Já a do Bolsa Família entrará em vigor em junho.
Dilma participa hoje do ato promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Anhangabaú, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No evento, os petistas vão insistir na tese de que o impeachment é “golpe” e atacarão Temer. Os aliados do governo querem dar caráter emotivo ao ato, já considerado nos bastidores como “último grande comício” de Dilma.
As correções da tabela do IRPF e do Bolsa Família têm tanto efeitos políticos – Dilma quer se “despedir” com o pacote de bondades – quanto econômicos. Nesse quesito, a equipe da Fazenda prepara mudanças nas regras do imposto para que o impacto nas contas do governo seja neutro. A alteração vai trazer travas para barrar a prática de contribuintes esconderem a renda de pessoa física por meio de uma pessoa jurídica. São contribuintes que abrem empresa, mas prestam serviços típicos de pessoa física
Por ora, não estão previstas alterações nas alíquotas do IRPF. A área técnica do governo está fazendo os cálculos finais. As medidas foram acertadas pela presidente em reunião ontem com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, no Palácio do Alvorada.
A correção da tabela precisará ser aprovada pelo Congresso até o fim do ano, o que, na prática, poderá colocar essa despesa na conta da equipe de um eventual governo Temer, no caso de afastamento de Dilma do cargo. Com o anúncio, ficará mais difícil para o vice voltar atrás de uma medida que tem forte apelo, principalmente na classe média.
Efeitos
O reajuste do Bolsa Família, antecipado pelo Estado na semana passada, faz contraponto à decisão de aliados de Temer de prometerem reajuste dos benefícios do programa. O impacto de R$ 1 bilhão nas contas já estava previsto no Orçamento, segundo a Fazenda. Mas a área técnica é contrária à medida por causa do rombo das contas do governo de R$ 142,01 bilhões em 12 meses, o equivalente a 2,1% do PIB. Num recado claro de descontentamento, o secretário do Tesouro, Otavio Ladeira, disse na semana passada que o órgão não via espaço fiscal para o reajuste.

01/05/2016 00h05 - Atualizado em 01/05/2016 00h05 Indústria perde espaço na economia da maioria dos estados, mostra CNI Maior queda de participação entre 2010 e 2013 foi na Bahia, de 6,6 p.p. Setor perde espaço em SP, mas ainda representa 28% da indústria do país. Do G1, em São Paulo

A indústria perdeu importância na economia da maioria dos estados entre 2010 e 2013, segundo pesquisa divulgada neste domingo (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em todo o país, a participação do setor caiu de 27,4% do total do Produto Interno Bruto para 24,9% no período analisado.
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PARTICIPAÇÃO DA INDÚSTRIA NA ECONOMIA DOS ESTADOS
Em 2013, em %
6,510,612,41313,216,717,617,717,91919,320,520,521,622,222,923,424,325,725,826,230,530,730,933,23740,5DFACPIRRAPTOALMTPBMAROBACEPEMSSPRNRSSEGOPRRJMGSCPAAMES01020304050
Fonte: CNI
A queda foi sentida em 22 estados e no Distrito Federal – apenas no Amapá, Maranhão, Espírito Santo e Rio de Janeiro a participação da indústria na economia mostrou crescimento.
O maior recuo foi registrado na Bahia, de 6,6 pontos percentuais: a indústria do estado "encolheu" de 27,1% do total do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 para 20,5% em 2013. Segundo a CNI, a perda está relacionada a quedas nos setores de informática, eletrônicos e ópticos (-46,9%), veículos automotores (-32,9%) e metalurgia (-23,9%).
Houve recuos acentuados também da participação da indústria no PIB no Amazonas (-5,7 pontos percentuais, para 37%), Tocantins (-4,3 pontos percentuais, para 16,7%) e São Paulo (-3,5 pontos percentuais, para 22,9%).
Já o Amapá liderou a expansão do setor dentro da economia do estado: a indústria, que representava 7,7% do PIB estadual em 2010, passou a 13,2% no último ano da pesquisa. A alta acompanhou a maior diversificação da indústria do estado que, em 2010, era a menor do país.
Altas foram vistas ainda no Maranhão (de 16,8% para 19%) – puxada principalmente pela alta de 106% na indústria da transformação –, no Espírito Santo (de 40% para 40,5%) e no Rio de Janeiro (de 28,7% para 30,5%), em ambos os estados influenciadas pelo setor extrativo.
SALÁRIO MÉDIO DA INDÚSTRIA
Em 2013, por estado, em R$
1.3381.3711.4511.4551.5931.6241.6491.7671.7681.8051.8271.8481.8891.8901.9071.9501.9622.0192.0242.0742.1092.1192.1272.1852.5882.7323.426PBCEALPIPARNACMTPEMAMSGOSCROSEMGPRAPRSESAMBATORRDFSPRJ0k1k2k3k4k
Fonte: CNI
Participação no PIB nacional
Apesar do recuo em relação ao PIB estadual, a indústria paulista segue representado a maior fatia do setor no país, sendo responsável, sozinha, por mais de um quarto da produção da indústria do país: 28,6% do total – equivalente a um valor adicionado de R$ 323 bilhões.
Em seguida, aparecem, no ranking dos maiores PIBs industriais do país, Rio de Janeiro (14,4% da produção industrial nacional), Minas Gerais (11,6%) e Paraná (6,6%).
A indústria do Amapá, por sua vez – apesar do maior crescimento relativo em relação ao total da economia do estado – representava, em 2013, apenas 0,1% da produção industrial nacional, mesmo percentual de Roraima e Acre.
Salários
A pesquisa mostrou também que há grande disparidade entre os salários médios pagos pela indústria nos estados. Enquanto na Paraíba o salário médio é de R$ 1.338,10, no Rio de Janeiro esse valor é de R$ 3.426,00.

Teresa Silva adicionou 21 novas fotos. 28 de dezembro de 2015 PRECISAMOS DE AJUDA,ESTAMOS SEM RAÇÃO!!! Amigas (os),estou precisando muito de ajuda,tenho muitos animais que cuido em minha casa e mais um pouco que cuido na rua,consegui um trabalho mas o ganho é pouco,meu gasto com ração é 25 k de cada 2 dias e muito jornal. Peço à quem puder me ajudar,estou deixando o n° de uma conta abaixo,tenho mais de 3000 amigos no face,se cada um puder me ajudar com R$ 5,00 ,consigo manter a alimentação deles e alguns medicamentos. Agradeço de coração por qualquer tipo de ajuda!!! Peço que se fizerem depósito,me avisem inbox,obrigada. CEF Ag.0350 Conta poupança 013 - 00179388-3 Filomena G.Duran Bradesco Ag.0165-1 C/C 66208-9 Sonia Ap.C.da Silva Resende


Foto de Teresa Silva.

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Foto de Teresa Silva.
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Vamos ajudar minha gente! Precisamos de ajuda, estamos sem nenhuma ração.....

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Precisamos de ajuda, estamos sem nenhuma ração........
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sábado, 30 de abril de 2016

Ong que abriga mais de 200 animais pode fechar as portas em Campinas





Não é
divertido ser um ativista pelos direitos animais. Não é divertido fazer
protestos. Não é divertido responder às desculpas ridículas das pessoas sobre
violência. Não é divertido conhecer o que sabemos. Não é divertido compartilhar
informação eternamente, e ter isso constantemente ignorado. Não é divertido ser
ridicularizado, questionado, ou criticado. Então por que nós fazemos isso? Nós
fazemos isso pela mesma razão que os abolicionistas pela escravidão humana
fizeram o que fizeram... Porque sabemos que o direitos de outrem de viver livre
de opressão e violência é mais importante do que nossas zonas de conforto…
porque sabemos que os direitos deles estão interligados aos nossos!

CHOAEM PMDF – No entendimento da Procuradoria Geral do DF: É prova!


Raimundo Lira diz que denúncia contra Dilma não deve ser ampliada Lira foi eleito presidente da comissão do impeachment na última terça-feira, 26

O presidente da Comissão Especial do Empeachment no Senado, Raimundo Lira (PMDB-PB), afirmou nesta sexta-feira, 29, que a denúncia contra a presidente Dilma Rousseff não deve ser ampliada durante a tramitação do processo de impeachment na Casa

"Nessa primeira fase de funcionamento, a comissão já decidiu que a denúncia será exclusivamente sobre os dois itens que são contidos na denúncia da Câmara: os seis decretos e aquilo que ficou conhecido como pedaladas fiscais", disse.

Questionado se isso se manteria na segunda fase, que inicia se os senadores admitirem a abertura do processo contra Dilma, ele disse acreditar que sim, mas afirmou que os senadores poderão discutir novamente a ampliação da denúncia.

Nesta sexta, 29, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) afirmou que iria solicitar que os fatos referentes à Operação Lava Jato fossem acrescentados ao processo de impeachment.

As declarações de Lira foram dadas após reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que será o responsável por conduzir a segunda fase do processo, que decidirá se a presidente deve ou não ser afastada em definitivo do cargo.

Lira foi eleito presidente da comissão na última terça-feira, 26 O presidente do Supremo orientou o senador a seguir o rito que já foi estabelecido pela Corte em dezembro quando houver dúvidas sobre que caminhos tomar durante os trabalhos da comissão.