quinta-feira, 14 de abril de 2016

Efeito manada de partidos desidrata a base aliada do Planalto O PSD, de Kassab, ministro das Cidades, diz que bancada será orientada a votar a favor do impeachment de Dilma. PTB anunciou a mesma decisão

 postado em 14/04/2016 07:11 / atualizado em 14/04/2016 07:29
 Marcella Fernandes / , Naira Trindade
Marcelo Camargo/Agência Brasil - 5/1/15


Um dia após o PP deixar o governo, o PSD, também da base de apoio do Palácio do Planalto, anunciou que vai orientar a bancada na Câmara dos Deputados a votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. A estimativa é de que 30 integrantes concordem com o afastamento. Deputados que votarem a favor do governo, contudo, não serão punidos. A bancada do PTB, com 19 deputados em exercício, anunciou a mesma posição. Já o PDT, com 20 integrantes, fechou questão a favor do Planalto. Na terça-feira, o PRB decidiu apoiar o impeachment.


O número do PSD leva em conta que dois deputados federais licenciados retomariam os postos para votação em plenário. André de Paula é secretário das Cidades em Pernambuco e Reinhold Stephanes, secretário de Administração e da Previdência no Paraná. Com os dois, a bancada chega a 38 integrantes. Os outros oito seriam pró-governo ou indecisos. “Vai ter orientação favorável à admissibilidade (do processo de impeachment), mas respeitando a posição de quem vota contra”, afirmou o líder do PSD, deputado Rogério Rosso (DF).

Presidente da comissão especial do impeachment, Rosso votou na segunda-feira contra o governo, assim como Marcos Montes (MG). No colegiado, Paulo Magalhães (BA) votou contra o impedimento. Rosso negou qualquer pressão sobre o presidente da sigla e ministro das Cidades, Gilberto Kassab. “O ministro respeitou a nossa soberania, como bancada. E a bancada não cobra do ministro Kassab outra posição porque isso é uma decisão do ministro e da executiva. O ministro fica totalmente à vontade”, afirmou.



No PMDB, deputados da bancada de Minas Gerais anunciaram posição a favor do impedimento. Segundo o deputado Leonardo Quintão, seis dos sete integrantes do grupo apoiam a saída da petista. Eles pressionam para que o sétimo integrante, o ministro da Aviação Civil, Mauro Lopes, volte ao cargo de deputado para votar a favor do afastamento. Até o momento, Lopes apoia o governo. “Ele não pode fazer isso com o PMDB e com o Michel (Temer, vice-presidente)”, disse Quintão. O suplente de Lopes é do PT.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Ele é uma potencia e altamente inteligente, coloca o Lula no bolso muitas vezes. Lula tem espaço ele não? Restrito em plano cartesiano e jogando com o regulamento consegue esmagar tudo e todos! Obs. Ele pertence a maior bancada do Congresso com no mínimo 1/3 "EVANGÉLICOS" Deus é dono de todo ouro e prata no planeta, o evangélico é tesoureiro do senhor nosso DEUS! Quem tem dignidade e moral por mais correto que seja para chamar o Evangélico de Ladrão?

Nunca se esqueçam de que religião não tem e nunca terá JUSTIÇA! Pois isso fere o propósito de fé...

Eduardo Cosentino da Cunha (Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1958) é um economista, radialista e político brasileiro. Evangélico, é membro da igreja neopentecostal Sara Nossa Terra. Atualmente é deputado federal pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro pelo Rio de Janeiro e desde 1º de fevereiro de 2015 preside a Câmara dos Deputados.

Filiado ao Partido da Reconstrução Nacional, foi presidente das Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro durante o Governo Collor. Enquanto filiado ao Partido Progressista Brasileiro, comandou a Companhia Estadual de Habitação no mandato do governador Anthony Garotinho. Candidatou-se pela primeira vez a um cargo eletivo em 1998, tendo ficado como suplente de deputado estadual e assumido uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado em 2001. Elegeu-se deputado federal pela primeira vez em 2002, ainda no PPB, sendo reeleito pelo PMDB nas eleições de 2006, 2010 e 2014.




Chance de impeachment de Dilma vai a 93%, mede plataforma Projeção do site Atlas Político considera declaração dos partidos e histórico de cada um dos deputados

Soldados sobem a rampa do Planalto.
Soldados sobem a rampa do Planalto.  AP     São Paulo
A probabilidade de que a Câmara dos Deputados aprove a instalação do processo deimpeachment de Dilma Rousseff deu um salto entre esta segunda-feira e esta quarta-feira, catapultado pelos novos desembarques de partidos na base aliada. O movimento foi captado pelo site Atlas Político, que calcula em tempo real as chances de que a proposta ser aprovada no próximo domingo. O índice foi de 56% na segunda até 93%, nesta quarta às 17h, com 317 votos a favor, 125 contra e 71 indecisos. Além das declarações, o site calcula a probabilidade de que cada deputado ainda indeciso ou indefinido escolha um lado ou outro, baseado no histórico completo de seu comportamento em votações na Câmara neste mandato. O EL PAÍS fez uma parceria com o site e vai usar seu banco de dados até a votação.

"Achamos que o momento desta votação é muito importante para o aprendizado político do eleitorado brasileiro, então criamos uma ferramenta para que as pessoas possam identificar melhor como se constrói matematicamente o impeachment", diz o cientista político Andrei Roman, criador da plataforma site ao lado de Thiago Costa, PhD em matemática aplicada. Ambos são doutorandos da Universidade Harvard nos EUA.
Poderíamos detalhar a projeção da seguinte maneira: se dez votações fossem feitas para o impeachment nesta quinta, em 9 delas os pró-impeachment ganharia e em uma delas Dilma Rousseff teria grandes chances de vencer.
Além do histórico governista e oposicionista de cada deputado, o site mostra ainda outros dados cruciais para desenhar um perfil dos parlamentares: principais doadores de campanha, se foi pessoa física ou jurídica, pendências com a Justiça e de quais bancadas fazem parte: ruralista, evangélica, entre outras.




"A grande maioria deles se posicionou neste processo a partir de uma conjuntura de baixa popularidade do Governo, não por conta de princípios ou uma questão programática", segue Roman.  "O problemático é que a maioria desses políticos têm graves problemas na Justiça. Neste momento, o impeachment traz melhores perspectivas para quem quiser escapar da Operação Lava Jato, então muitos políticos parecem ter embarcado por conta disso", continua. "Há uma grande chance que no clima pós-impeachment a sociedade fique menos atenta aos desdobramentos do Lava Jato, então a pressão em cima desses deputados vai diminuir."
O EL PAÍS publicará no domingo o cruzamento dos votos com o perfil dos deputados. "A política brasileira vai mudar quando as pessoas acompanharem o placar do Congresso todos os dias, não somente na questão do impeachment, mas leis e decisões que representem realmente suas aspirações." A ideia de Andrei Roman e Thiago Costa é ampliar o site em breve. "O placar na política brasileira também tem que ser sobre ter uma grande maioria de políticos limpos e comprometidos com uma certa claridade e coerência de programa político."


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.

“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

Trinta e cinco mil alunos de escolas ocupadas estão sem aulas no Rio

14/04/2016 07h04 - Atualizado em 14/04/2016 07h06

Ao todo, 31 escolas estão tomadas pelo movimento.

Secretaria de Educação afirma que aceita eleições para diretores.

Do G1 Rio

Trinta e cinco mil estudantes estavam sem aulas nesta quinta-feira (14) na rede estadual do Rio de Janeiro, devido a ocupação de unidades de ensino pelos alunos que protestam por melhores condições na rede, e para demonstrar apoio a greve de parte dos professores. 
Ao todo, já são 31 escolas ocupadas. Uma das últimas unidades tomadas pelo movimento foi o Liceu de Humanidades, uma das escolas mais tradicionais de Campos, no Norte Fluminense. Trinta alunos permanecem no local.
Em entrevista ao Bom Dia Rio, Caio Castro Lima, representante da Secretaria de Educação, afirmou que as negociações estão avançando e que a secretaria já admite que vai permitir eleições para os diretores das escolas. "A primeira proposta efetiva que a secretaria fez foi [aceitar] um dos pedidos dos dois lados do movimento, que é que a a direção seja escolhida pelos professores, pelos alunos e pelos pais. A secretaria já aceitou isso. Hoje a tarde tem uma reunião na Alerj onde a gente vai finalizar um projeto de lei que permita que, após critérios técnicos, que os professores venham a passar, ele vai para o voto da comunidade escolar para escolhê-lo", disse Caio.
Sobre a estrutura precária de algumas escolas, Caio pediu um voto de confiança para que o movimento desocupe as escolas, para que funcionários da pasta possam retomar a manutenção das unidades. "Verba para manutenção e merenda não falta", disse ele, apesar da crise no estado.
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Lula admite a aliados que situação do governo se tornou difícil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva provou preocupação e admitiu a aliados, em reuniões nesta quarta-feira , que a situação atual do governo é difícil.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente nacional do PSDB e senador Aécio Neves foram protagonistas deaçõess nesta sexta-feira , em São Paulo.
Luiz Inácio Lula da Silva, nascido Luiz Inácio da Silva, mais conhecido como Lula, é um político, ex-sindicalista e ex-metalúrgico brasileiro.
Lula passou o dia recluso no quarto do hotel onde está hospedado para articular suportes ao governo e tentar barrar o impeachment no Congresso.
Com uma agenda repleta, recebeu diversos parlamentares, como os senadores Humberto Costa e Lindbergh Farias , o governador de Minas Gerais Fernando Pimentel , o deputado petista Vicente Cândido e um grupo do PCdoB, dentre os quais estava o deputado Orlando Silva .
Humberto Sérgio Costa Lima é um médico e político brasileiro, filiado ao PT de Pernambuco.
Políticos que estiveram com ele definem sua aparência como “fadiga” e “abatimento”.
Depois de diversos partidos disserem voto pelo impeachment, como o PP e o PSD, até o ex-presidente, que assumiu pessoalmente a articulação para barrar o processo, admitiu o obstáculo do situação, mas tem passado aos aliados a mensagem de que é possível ainda reverter o quadro.
Apesar da baixíssima popularidade de Dilma e de seu próprio desgaste pessoal, Lula se tornou o principal ativo da articulação política do Planalto desde que o processo de impedimento de a petista foi agilizado. No hotel, ele tem se reunido com presidentes e líderes de diversos partidos, além de deputados, senadores, governadores e até mesmo ministros de Estado.O ex-presidente ainda declara que o senador Delcídio do Amaral “mentiu descaradamente” para sair da cadeia. O parlamentar alegou, em sua delação premiada, que Lula mandou adquiri o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e de outras testemunhas.
Aos parlamentares que estiveram com ele, pediu que auxiliem procurando o maior número de deputados possível até domingo e sublinhou que é preciso continuar trabalhando.
Caso o governo vença o impeachment, o recado aos indecisos é que, Lula se vai tornar ministro e vai mudar a atual administração, dando espaço aos aliados.
O ex-presidente mandou recado ao Palácio do Planalto para que seja objetivo na oferta de cargos e, por outro lado, tem recebido lista com nomes de parlamentares a serem procurados em busca de apoio.
Durante a manhã, ainda houve um protesto dentro do hotel, com a entrada de um homem vestido de “pixuleco”, o boneco de Lula encarnado como presidiário. Um funcionário pediu que o homem se retirasse, sob o argumento de que não são permitidos protestos no local.

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

"Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”
Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.  

A gente começa a investigar e se espanta! A ex-mulher do Celso Daniel também tem um histórico: Duvidoso?

 Quem é Miriam Belchior
  
   Celso daniel e Miriam Belchior , ainda casados.
   
Miriam Belchior atualmente.
Conheça Miriam Belchior, que deve substituir Erenice Guerra na Casa Civil 
Veja.com - Governo
Miriam Belchior e a ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra, durante a cerimônia de divulgação do 10º balanço do PAC, em junho deste ano (Agência Brasil)
Miriam Belchior, secretária executiva do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), deve assumir na próxima semana o comando da Casa Civil, após a queda de Erenice Guerra. Texto completo
Ela esteve cotada para assumir a pasta logo após a saída de Dilma Rousseff, que renunciou ao cargo para concorrer à Presidência, mas foi preteria por Erenice a pedido de Dilma. Até o anúncio oficial do nome de Miriam, quem comanda a pasta interinamente é Carlos Eduardo Esteves Lima, atual secretário-executivo da Casa Civil
A provável nova ministra-chefe da Casa Civil detém a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a convidou para integrar a equipe de transição em 2002, ano em que foi eleito pela primeira vez. Miriam também é amiga de Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula. Os dois trabalharam como secretários em Santo André, no ABC Paulista, na gestão de Celso Daniel, assassinado em 2002.
Miriam foi casada com Celso Daniel durante 10 anos, mas já estava separada dele quando o ex-prefeito foi assassinado. As circunstâncias ligadas à morte ganharam contornos políticos quando se descobriu no curso das investigações que funcionava em Santo André uma quadrilha que tomava dinheiro de empresas de ônibus e mantinha um caixa dois que, segundo denúncia do irmão do prefeito Celso Daniel, financiava campanhas do PT.  O irmão do prefeito morto, o médico João Francisco Daniel, chegou a apontar Miriam como uma das integrantes do esquema. Em depoimento ao Ministério Público, ela negou qualquer participação no caso.
A secretária-executiva do PAC ocupou o cargo de assessora especial da Presidência da República até ser chamada em 2003 pelo então ministro da Casa Civil, José Dirceu, para integrar o ministério. Até a saída de Dilma, ocupou a função de subchefe de Avaliação e Monitoramento da pasta.

MALVADO FAVORITO

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Ele é uma potencia e altamente inteligente, coloca o Lula no bolso muitas vezes. Lula tem espaço ele não? Restrito em plano cartesiano e jogando com o regulamento consegue esmagar tudo e todos! Obs. Ele pertence a maior bancada do Congresso com no mínimo 1/3 "EVANGÉLICOS" Deus é dono de todo ouro e prata no planeta, o evangélico é tesoureiro do senhor nosso DEUS! Quem tem dignidade e moral por mais correto que seja para chamar o Evangélico de Ladrão?

Nunca se esqueçam de que religião não tem e nunca terá JUSTIÇA! Pois isso fere o propósito de fé...

Eduardo Cosentino da Cunha (Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1958) é um economista, radialista e político brasileiro. Evangélico, é membro da igreja neopentecostal Sara Nossa Terra. Atualmente é deputado federal pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro pelo Rio de Janeiro e desde 1º de fevereiro de 2015 preside a Câmara dos Deputados.

Filiado ao Partido da Reconstrução Nacional, foi presidente das Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro durante o Governo Collor. Enquanto filiado ao Partido Progressista Brasileiro, comandou a Companhia Estadual de Habitação no mandato do governador Anthony Garotinho. Candidatou-se pela primeira vez a um cargo eletivo em 1998, tendo ficado como suplente de deputado estadual e assumido uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado em 2001. Elegeu-se deputado federal pela primeira vez em 2002, ainda no PPB, sendo reeleito pelo PMDB nas eleições de 2006, 2010 e 2014.


Depois de dois meses, Rollemberg tem novo chefe de gabinete


Michael Melo/Metrópoles

Esta é a terceira vez que Alexandre Lopes é remanejado no Executivo local. Depois de passar pela Secretaria de Gestão Administrativa e pela pasta do Planejamento, agora, será chefe de gabinete do governador


Depois de dois meses com o cargo vago, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) escolheu um nome para a chefia de gabinete. Alexandre Ribeiro Pereira Lopes, que até a terça-feira (12/4) ocupava a Secretaria Adjunta de Gestão Administrativa, assumirá no lugar de Rômulo Neves.

Lopes está no governo, entre o primeiro e o segundo escalão do Executivo local, desde o começo da gestão Rollemberg. Em julho, assumiu como titular da pasta de Gestão, no lugar de Paulo Vogel e, em outubro, passou a ser adjunto da Secretaria de Planejamento, chefiada por Leany Lemos. E o nome dele não foi escolhido por acaso. Vem aí mais uma reforma administrativa no Governo do Distrito Federal. Desta vez, as mudanças devem atingir em cheio as administrações regionais.
Em breve, serão publicadas, no Diário Oficial do DF, os nomes que devem ocupar esses cargos. Como fazia parte da Secretaria de Planejamento, o novo chefe de gabinete participou das alterações ativamente. “As mudanças são independentes da minha nomeação no cargo. Venho para ajudar o governador na área administrativa e para ocupar um cargo que estava vago há dois meses”, afirmou Alexandre Lopes.
Durante o período em que o cargo ficou vago, quem ajudava na reestruturação do gabinete era a filha de Rollemberg, Gabriela Rollemberg, advogada eleitoral.