domingo, 10 de abril de 2016

presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu nesta sexta-feira que "está mais vivo que nunca" e alertou para o aumento do "ódio" contra o PT e os movimentos de esquerda.

O ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu nesta sexta-feira que "está mais vivo que nunca" e alertou para o aumento do "ódio" contra o PT e os movimentos de esquerda.O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu nesta sexta-feira que "está mais vivo que nunca" e alertou para o aumento do "ódio" contra o PT e os movimentos de esquerda.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu nesta sexta-feira que "está mais vivo que nunca" e alertou para o aumento do "ódio" contra o PT e os movimentos de esquerda.
Foto: Roberto Stuckert Filho
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 Lula ainda defendeu o trabalho realizado pelo PT em seus mais de 12 anos de governo, mas criticou abertamente o ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff.
Lula ainda defendeu o trabalho realizado pelo PT em seus mais de 12 anos de governo, mas criticou abertamente o ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff.
Lula ainda defendeu o trabalho realizado pelo PT em seus mais de 12 anos de governo, mas criticou abertamente o ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff.
Foto: Roberto Stuckert Filho
O ex-presidente afirmou que quer ajudar Dilma a "mudar" a política econômica e substituir o termo "cortar" pelo de "crescer".
O ex-presidente afirmou que quer ajudar Dilma a "mudar" a política econômica e substituir o termo "cortar" pelo de "crescer".
Foto: Ricardo Stuckert/Institulo Lula
"Lembram os discursos de Hitler que fizeram nascer o nazismo e lembram os discursos com os quais Mussolini conseguiu implantar o fascismo na Itália", comentou o ex-presidente durante um encontro em defesa da educação realizado em São Paulo.
O ex-chefe de Estado, alvo de duas investigações por corrupção, ressaltou que os setores conservadores tentam "atacar" sua moral, mas advertiu que vai continuar com "a cabeça erguida".
"Lula não está morto, está mais vivo que nunca", garantiu o ex-presidente, seguindo a linha de seus últimos discursos.
Segundo Lula, há setores que "estão querendo acabar com os movimentos sociais" e com a "política", como, segundo disse, ocorreu em outros momentos da história da humanidade.
O ex-chefe de Estado, alvo de duas investigações por corrupção, ressaltou que os setores conservadores tentam "atacar" sua moral, mas advertiu que vai continuar com "a cabeça erguida".
O ex-chefe de Estado, alvo de duas investigações por corrupção, ressaltou que os setores conservadores tentam "atacar" sua moral, mas advertiu que vai continuar com "a cabeça erguida".
Foto: Roberto Stuckert Filho
"Na Itália, quando se negou a política, surgiu (Silvio) Berlusconi", comparou.
Lula também criticou a escalada de ódio e a crescente polarização social e citou o episódio da pediatra que se negou a atender uma criança porque seu pai era militante do PT.
"Estão querendo dividir o país, como fizeram na Venezuela", lamentou.
Lula ainda defendeu o trabalho realizado pelo PT em seus mais de 12 anos de governo, mas criticou abertamente o ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff.
O ex-presidente afirmou que quer ajudar Dilma a "mudar" a política econômica e substituir o termo "cortar" pelo de "crescer".
"Não queremos um ajuste que fale de corte, corte, corte. Não somos tesouras", comentou.
Lula foi nomeado ministro da Casa Civil no mês passado, mas sua designação foi suspensa pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, embora a decisão ainda precise ser discutida pelo plenário da corte.
No entanto, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recomendou ontem a anulação da nomeação de Lula como ministro por entender que sua intenção foi tumultuar as investigações da Lava-Jato
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.

“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

 "Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”

Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público. 

Minha gente vamos ajudar nossa bondosa protetora com seus anjos!


Minha gente vamos ajudar nossa bondosa protetora com seus anjos!
Marcelina Barbieri
bom gente hoje faz uma semna que estão la sem ajuda . precisa de uma consulta vet mãe e filhotes , precisa de ração de boa qualidade mãe muito magra e nada deixo na mão de DEUS ...
Foto de Aspa Itu.
Aspa Itu adicionou 2 novas fotos.
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Presidente da Câmara Legislativa quer CPI da Copa para investigar propina a Agnelo Por Ana Maria Campos

A presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), anunciou que vai protocolar, na próxima segunda-feira (11), o requerimento que permite a abertura da CPI da Copa.
A decisão foi tomada na sexta-feira (8), depois que o ex-governador Agnelo Queiroz foi citado em delação premiada da Operação Lava Jato.
Executivos da Andrade Gutierrez relataram pagamento de propina a Agnelo e disseram que o dinheiro saiu de obras do Estádio Nacional.
De acordo reportagem do Jornal Nacional, a empresa pagou propina em obras de estádios da Copa do Mundo de 2014, a exemplo do Estádio Nacional Mané Garrincha, que teve custo de R$ 2 bilhões.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.

“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

 "Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”

Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público. 

Lula e Marina lideram as preferências de voto para 2018, diz pesquisa

Tucanos têm demonstrado tendência de queda nas intenções de voto
POLÍTICA DATAFOLHAHÁ 9 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) estão liderando a corrida eleitoral para presidente da República em 2018. 
Entre as opções do PSDB (os senadores Aécio Neves e José Serra, o governador Geraldo Alckmin), todas têm demonstrado tendência de queda nas intenções de voto, segundo a Folha de S. Paulo. 
De acordo com nova pesquisa Datafolha, em três dos quatro cenários eleitorais verificados, Lula e Marina estão empatados dentro da margem de erro. Em apenas um, o ex-presidente lidera. 
No cenário de uma disputa entre Lula, Marina e Aécio Neves, por exemplo, o petista tem 21%, a ex-senadora, 19%, e o tucano, 17%. De dezembro de 2015 até agora, Aécio perdeu dez pontos percentuais em suas intenções de voto, enquanto Lula e Marina se mantiveram no mesmo patamar.  
Em todos os cenários testados para 2018, o vice-presidente Michel Temer, que assumiria em caso de impeachment de Dilma Rousseff, aparece com apenas 1% ou 2%. 
Se Temer assumir, no caso de Dilma ser afastada, a pesquisa Datafolha aponta que apenas 16% acreditam que ele faria uma gestão ótima ou boa, mesmo índice do levantamento realizado em março. 
O Datafolha mediu ainda a rejeição eleitoral dos candidatos. Assim como nos últimos levantamentos, o ex-presidente Lula é o mais rejeitado. Não votariam de jeito nenhum nele 53%. Aécio e Temer também apresentam taxas de rejeição em crescimento. 
Não votariam no tucano 33% (eram 23% em fevereiro e 32% em março) e no atual vice-presidente, 27% (eram 21%, em fevereiro, e 23%, em março). A rejeição de Marina é de 20% (em março e em fevereiro, era de 15%).

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.

“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

 "Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”

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O negociador Lula que tenta salvar o Governo Dilma do impeachment

Sem ministério, ex-presidente faz de hotel gabinete e promete cargos e apoio em 2018 em troca de voto
Lula em ato anti-impeachment em São Paulo, na sexta-feira.Lula em ato anti-impeachment em São Paulo, na sexta-feira.  AFP
Brasília
O Governo do Brasil se transferiu do Palácio do Planalto para o hotel Golden Tulip”. A afirmação feita pelo deputado federal Rodrigo Maia, do opositor Democratas, pode parecer exagerada para alguns, mas ganha ares de realidade para quem tem acompanhado os movimentos das últimas semanas em Brasília. É nesse hotel que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o articulador informal da presidenta Dilma Rousseff, tem promovido suas principais reuniões para tentar impedir que sua afilhada política sofra um processo de impeachment. Deputados, senadores e dirigentes partidários, que não são hóspedes do local, têm sido vistos com tanta frequência no luxuoso hotel que em alguns momentos é possível confundir o espaço com uma extensão da Presidência da República.
Nos encontros são discutidos quais serão as compensações para aqueles que resolverem votar contra o impedimento da presidenta no plenário da Câmara. A votação está prevista para ocorrer no próximo fim de semana. Cargos em ministérios ou autarquias federais, promessas de coligações nas eleições municipais e até a participação de Lula na campanha de 2018 – quando ele pode se candidatar à presidência – estão entre as promessas lulistas. “Que deputado não quer ter o apoio do Lula? Boa parte dos que estão aqui. Não dá para negar que ele tem um apelo muito grande com o eleitorado, mesmo estando sob ataque, como está nesse momento”, diz o líder do PT na Câmara, o deputado baiano Afonso Florence.
Dos 15 parlamentares que o EL PAÍS entrevistou nos últimos dias, apenas Florence nega que o ex-presidente esteja articulando para tentar derrubar o impeachment. “Não sei disso. Para mim quem age em nome do Governo é o ministro [Ricardo] Berzoini, da secretaria de Governo”. Todos os outros congressistas admitem que recentemente tiveram conversas pessoais ou por telefone com o ex-presidente e a pauta era única: as estratégias para evitar a destituição de Rousseff.Apesar de ter sido um dos alvos preferenciais dos vazamentos da Operação Lava Jato (com direito a grampos telefônicos divulgados pelo juiz Sérgio Moro), a força política do ex-presidente fica evidente na última pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado. Nos dois cenários propostos no levantamento para as eleições de 2018 - com o senador Aécio Neves ou com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como candidatos tucanos na disputa  - Lula lidera com 21% e 22% das intenções de voto, respectivamente. Por enquanto, a única a fazer sombra sob o petista é Marina Silva, com quem ele empataria tecnicamente no cenário com Alckmin.
E por que é Lula, e não Dilma ou algum de seus ministros, quem mais se dedica a esse corpo a corpo com os parlamentares? Por conta de sua credibilidade com quem lhe é fiel, asseguram 14 deputados e senadores. “Ele não bate a porta na cara das pessoas. Não evita receber ninguém e, principalmente, faz de tudo para cumprir o que promete. Coisas que a atual presidenta não faz”, diz um congressista, ex-aliado de Dilma, que depois de conversar com Lula está pendendo a votar contra o impeachment.
A fala deste parlamentar é reproduzida, de maneira semelhante por um deputado que lidera uma pequena bancada ainda rachada na Câmara, mas que promete se empenhar para garantir entre sete e dez votos contra o impeachment. “Na Dilma meus colegas não acreditam porque nem prometer ela promete mais. Mas o Lula nunca falhou conosco. Na próxima semana a bancada se reúne para discutir o apoio ao Governo, vou tentar convencê-los que continuemos na base porque entendo que pode ser lucrativo para todos”, ponderou o deputado.
Para alguns analistas, chamar Lula para compor o Governo, ainda que ele tenha sido proibido pela Justiça até o momento, foi uma tentativa de Dilma de ter alguma influência no meio político, já que ela mesma nunca teve. Em Brasília, é comum ouvir parlamentares reclamarem de falta de diálogo com Rousseff. Um dos que trouxe isso à tona nos últimos dias foi o senador baiano Walter Pinheiro, que por 33 anos foi filiado ao PT e agora está sem legenda. “Não quero parecer que do lado de cá [do Senado] a gente sabe tudo. Mas do lado de lá [do Planalto] nunca encostaram o ouvido para nos escutar. Não conheço um senador que não reclame dessa falta de diálogo do governo”, afirmou em entrevista ao jornal Valor Econômico.
O sociólogo Thiago de Aragão, diretor de estratégia da consultoria Arko Advice, é um dos que acredita que a ausência de habilidade política da presidenta tenha sido a razão da crise que ela enfrenta. “O Governo colhe o que plantou. Não é a oposição a responsável por colocá-la nesta situação, mas sim ex-aliados. Tudo de ruim que aconteceu com o Governo foi fogo amigo e a oposição só vocalizou isso”. Aragão cita neste grupo de antigos parceiros do PT o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o atual relator do processo do impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), o fundador do PT Hélio Bicudo (que é um dos autores do pedido de destituição) e o senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que até o ano passado era o líder do Governo no Senado e, depois de ser preso por obstruir a Justiça, tornou-se um dos principais delatores daOperação Lava Jato.

O discurso do golpe

Um outro papel do ex-presidente Lula nesta crise é tentar movimentar as massas no discurso de que “impeachment, sem crime, é golpe”, uma das bandeiras do PT e de seus aliados na tentativa de barrar a destituição presidencial.
Fugindo do eixo Rio-São Paulo, na semana passada, o líder petista esteve em Fortaleza (CE) e neste sábado viaja ao Recife (PE) onde participa de encontros com movimentos sociais contrários ao impeachment. Já recebeu convites para ir ao Maranhão e à Bahia para promover a mesma agenda. O tour nordestino tem duas razões. A primeira é porque nesses Estados governadores aliados de Lula e Dilma tem colaborado na mobilização local. E nessa mesma região o PT notou que movimentos opositores estão começando a ganhar força. No princípio, os protestos anti-PT concentravam-se em locais onde Aécio Neves (PSDB-MG) obtivera mais votos que Dilma em 2014, agora, eles têm se espalhado.
De olho em um eventual êxito na sua batalha contra a destituição, Rousseff tem feito discursos em que prega uma maior unidade do país. Para amenizar a crítica de que estaria “comprando” votos com cargos na Esplanada dos Ministérios, ela lançou na semana passada termos que tentavam amenizar esse loteamento, em caso de vitória.
O ministro do Gabinete da Presidência, Jaques Wagner, disse, na semana passada, que com a saída do PMDB da base (a legenda tinha sete ministérios), o Governo passará por um momento de repactuação. Na quinta-feira, em um evento de feministas em apoio ao seu mandato, Rousseff foi além, disse que está aberta a um pacto pela governabilidade, inclusive com os representantes dos 51 milhões de brasileiros que não votaram nela em 2014. Na sua proposta, a presidenta sugeriu que algumas premissas deveriam ser respeitadas, como a preservação dos direitos sociais conquistados e a busca pela retomada do crescimento. Resta saber se ainda dá tempo de evitar que 342 deputados votem a favor de sua destituição.
Levantamentos de diferentes fontes, como o Placar do Impeachment do jornal O Estado de S. Paulo, o Instituto Datafolha, o Mapa do Impeachment e o Mapa da Democracia (esses vinculados a movimentos a favor e contra a destituição, respectivamente) mostram que nenhum dos lados ainda está seguro. O mais otimista com relação à destituição é o feito pelo Estadão, segundo o qual 285 deputados votariam a favor da destituição e 114 contra, os demais ou estavam indecisos ou não responderam à pesquisa. O mais favorável ao Governo é o Mapa da Democracia que contabiliza 253 votos a favor deputados a favor do impeachment e 127 votos contra.

Peru tem eleições presidenciais neste domingo; Keiko Fujimori é favorita Segundo lugar é disputado por economista e parlamentar. Campanha teve exclusões e desistências de candidatos. Do G1, em São Paulo

Keiko Fujimori, candidata à presidência do Peru, durante evento de campanha nesta quinta-feira (7) em Lima (Foto: REUTERS/Mariana Bazo)Keiko Fujimori, candidata à presidência do Peru, durante evento de campanha nesta quinta-feira (7) em Lima (Foto: REUTERS/Mariana Bazo)
Os peruanos elegem neste domingo (10) seu novo presidente para os próximos cinco anos, com Keiko Fujimori, candidata de centro-direita filha do ex-presidente Alberto Fujimori, como favorita.

Com um sobrenome e uma história que provoca a fúria entre alguns peruanos e a adoração de outros, Keiko tem registrado o apoio constante de cerca de um terço dos peruanos nos últimos dois anos, segundo a agência Reuters. No entanto, ela enfrenta uma crescente oposição que provavelmente não a deixará ter a maioria simples necessária para uma vitória final.

A chance de enfrentá-la num segundo turno em junho tem alimentado uma disputa ferrenha pelo segundo lugar, com dois rivais com plataformas radicalmente diferentes brigando pelo apoio de milhões de eleitores indecisos.
Segundo pesquisa do instituto Ipsos, Fujimori tem 31,5% dos votos, seguida de Pedro Pablo Kuczynski, ex-economista do Banco Mundial, com com 17% e da parlamentar de esquerda Veronika Mendoza com 16,8%. A margem de erro é de 2,3 pontos porcentuais.
Pedro Kuczynski e Veronika Mendonza disputam o segundo lugar nas eleições presidenciais deste domingo (10) (Foto: REUTERS/Mariana Bazo/ Janine Costa )Pedro Kuczynski e Veronika Mendonza disputam o segundo lugar nas eleições presidenciais deste domingo (10) (Foto: REUTERS/Mariana Bazo/ Janine Costa )

"Eu mudo de ideia a cada meia hora”, afirmou Felix Castillo, um guarda de segurança de 39 anos, que integra o que o instituto Ipsos estimou no domingo ser uma elevada fatia de 40% do eleitorado que ainda não se comprometeu com nenhum candidato.

Promessas
A filha do ex-presidente, que está preso, promete implementar uma agenda de investimento público que inclusive usará os fundos de estabilização fiscal para realizar projetos de infraestrutura que conectem o país, como a construção de estradas, e levar serviços básicos a areas pobres.

Alberto Fujimori, de 75 anos, cumpre uma pena de 25 anos por corrupção e crimes contra a humanidade perpetrados durante seus dez polêmicos anos de governo (1990-2000). A família do patriarca continua marcando a vida política do país.
O ex-presidente peruano Alberto Fujimori, que tem câncer de boca. (Foto: AFP)O ex-presidente peruano Alberto Fujimori (Foto: AFP)
Durante este período, em que declarou uma guerra implacável ao Sendero Luminoso e com a ajuda de seu braço direito, Vladimiro Montesinos, o país viu-se tomado por todo tipo de violações dos direitos humanos, subornos, chantagens e corrupção. Como na melhor das novelas mexicanas, não faltaram nepotismo, traições, amores e intrigas.

Kuczynski, partidário do livre comércio, promete reduzir o imposto geral das vendas de 18% para 15% para potencializar a formação do sistema de contribuição das pequenas empresas e beneficiar os consumidores com preços mais baixos.
Num crescimento recente, Veronika Mendoza, de 35 anos, tem conquistado o apoio de eleitores indecisos com promessas de “mudança radical” em relação ao modelo econômico de livre mercado dos últimos 25 anos, um desdobramento que tem causado arrepios no mercados de câmbio e de ações locais.
Mendoza quer aumentar gastos, elevar impostos e fazer com que o Peru, que deve se tornar o segundo maior fornecedor do mundo de cobre neste ano, seja menos dependente das empresas de mineração globais, que, segundo ela, merecem políticas ambientais mais duras. “Nós não achamos que nós devemos continuar a ser um mero depósito de rochas e matéria-prima”, declarou ela.
Cenário turbulento
O cenário de candidaturas desta campanha presidencial foi turbulento. A disputa começou com 19 candidatados em janeiro, mas, desde então, muitos renunciaram ou foram expulsos pela nova lei eleitoral, restando 10 aspirantes.

Dois candidatos importantes - César Acuña e Julio Guzmán - foram excluídos da corrida presidencial, levando o chefe da Organização dos Estados Americanos a alertar que eleições seriam “semidemocráticas” e criando suspeitas de que a medida de forma injusta favorecera Fujimori.
Os candidatos César Acuña e Julio Guzmán foram excluídos da campanha presidencial no Peru (Foto: REUTERS/Mariana Bazo)Os candidatos César Acuña e Julio Guzmán foram excluídos da campanha presidencial no Peru (Foto: REUTERS/Mariana Bazo)
Os candidatos foram excluídos porque a lei de partidos políticos, que rege desde janeiro, permite excluir candidatos por financiamento ilegal de campanha. Sua aplicação provocou confusão no Júri Nacional de Eleições, que foi alvo de críticas por falta de critérios claros na aplicação da norma.

Outros sete candidatos se retiraram voluntariamente da lista inicial de 19. Os opositores de Keiko Fujimori, sem uma forte candidatura contrária à candidata para apoiar, têm feito protestos

GDF terá ajuda da Força Nacional durante votação do impeachment Manifestantes ficarão em locais separados; acampamentos estão proibidos. Câmara dos Deputados terá acesso restrito entre os dias 14 e 21 de abril. Do G1 DF

Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)
O governo do Distrito Federal afirmou que vai contar com a ajuda da Força Nacional para evitar conflitos entre grupos pró e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff durante a votação do processo, prevista para ocorrer no próximo domingo (17). Desde esta sexta o Executivo já estava proibindo acampamentos em todo o Eixo Monumental. O GDF diz que o reforço faz parte dos protocolos de segurança para grandes eventos.
Nós montamos um comitê de pacificação com interlocutores de cada lado para garantir a segurança durante as votações do impeachment. O comitê também elegeu dois representantes de cada grupo, e fizemos o credenciamento junto à Secretaria de Segurança"
Márcia Alencar,
secretária de Segurança Pública do DF
De acordo com a secretária de Segurança Pública e Paz Social do DF, Márcia Alencar, os grupos serão divididos: os pró ficarão em um ponto de concentração próximo à Catedral Metropolitana (do lado do Eixo Monumental que fica no sentido do Congresso); os contra, perto do Teatro Nacional (do lado do Eixo Monumental no sentido contrário ao Congresso). Os pró não poderão estacionar na Asa Norte. Os contra estão proibidos de parar os carros na Asa Sul.
Trios elétricos não poderão circular na Esplanada. Eles só poderão ficar estacionados nas áreas específicas, no limite de um para cada movimento. Ainda de acordo com a secretária, não será permitido levar garrafas de vidro, hastes de madeira ou fogos de artifício. Megafones serão recolhidos.
“Balões aéreos, de identificação dos movimentos, e bonecos e/ou símbolos provocativos ou ofensivos estão proibidos, independente do tamanho”, completou. Usados nos últimos protestos, patos infláveis e pixulecos também constam na lista de itens proibidos.
A secretária de Segurança Pública do DF, Márcia Alencar, durante coletiva sobre esquema policial durante votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (Foto: Fernando Caixeta/G1)A secretária de Segurança Pública do DF, Márcia Alencar, durante coletiva sobre esquema policial durante votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (Foto: Fernando Caixeta/G1)
Alambrados serão instalados para evitar que os grupos pró e contra possam se ver. Além da Força Nacional, equipes das polícias Civil, Militar e Legislativa, Corpo de Bombeiros, Detran também atuarão na "Operação Esplanada" no período. O efetivo combinado pode chegar a 4.750.
"Nós vamos reforçar a proteção ao patrimônio, com policiais destacados para proteger o Palácio do Planalto, o Ministério das Justiça, o Ministério das Relações Exteriores [Palácio do Itamaraty], o Supremo Tribunal Federal. O Congresso [Nacional] quem vai proteger é a Polícia Legislativa, declarou.
Márcia afirmou que o bloqueio do tráfego na Esplanada começa à meia-noite do dia 15, entre a catedral e a L4. Os veículos só poderão circular pelas vias N2 e S2. “Durante a semana poderão ocorrer interrupções do trânsito devido às manifestações.”
"Nós montamos um comitê de pacificação com interlocutores de cada lado para garantir a segurança durante as votações do impeachment. O comitê também elegeu dois representantes de cada grupo, e fizemos o credenciamento junto à Secretaria de Segurança", disse a secretária. Além disso, haverá um posto médico fixo na Esplanada para atender manifestantes.
Márcia afirmou ainda que solicitou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) que peça a retirada do pato inflável de 20 metros da Fiesp, instalado na Esplanada dos Ministérios em protesto pelo impeachment. "Nós consideramos insegura a permanência do pato para a segurança dos protestos. Nós já solicitamos, e até as 18h de hoje [sábado] esse pato tem de ser retirado."
Análise e votação
A análise do processo de impeachment pelo plenário da Câmara dos Deputados deve começar na próxima sexta-feira (15). A votação está prevista para o domingo (17). Todos os 25 partidos políticos com representação na Casa terá direito a uma hora de pronunciamentos no plenário. Os servidores deverão acessar a Casa pelo Anexo IV.
Apenas deputados, servidores, jornalistas credenciados e prestadores de serviço poderão entrar nas dependências da Câmara entre os dias 14 e 21 de abril. A decisão de restringir o acesso, segundo a direção da Câmara, foi tomada por questões de "segurança e proteção das pessoas e do patrimônio físico, histórico e cultural da instituição".
A Mesa Diretora da Casa vai distribuir uma credencial específica para que o grupo possa circular pelo Salão Verde e entrar no plenário no período. Visitas institucionais às dependências do prédio estão suspensas entre esta segunda-feira (11) e o dia 21 de abril, assim como as sessões solenes e outros eventos que seriam realizados no período.
Acampamentos
A área da Esplanada é comumente utilizada para acampamentos de entidades e movimentos sociais. A Secretaria de Segurança Pública e Paz Social informou que o acampamento montado na última semana próximo à Praça dos Três Poderes por um grupo a favor do impeachment será transferido para outro local, ainda em definição.
A mesma medida será tomada com relação à montagem de um acampamento organizado no estacionamento do Teatro Nacional pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O local também ainda não foi definido.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

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“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”



 "Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”

Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.