quinta-feira, 7 de abril de 2016

TCDF reprova transparência das gestões Agnelo e Rollemberg

Elza Fiúza/Agência Brasil

Auditoria do Tribunal conclui que o plano de combate à corrupção anunciado no governo do petista “não atingiu nível razoável de efetividade”


O Plano de Transparência e Controle à Corrupção do DF, criado na gestão do petista Agnelo Queiroz, foi ineficiente. E o governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) tampouco conseguiu implementar medidas eficazes para combater o desvio de recursos públicos. As constatações são do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).

Uma auditoria da Corte concluiu que o projeto de Agnelo “não atingiu nível razoável de efetividade”, pois “permaneceu na informalidade”. O mesmo termo é usado para classificar as medidas da atual gestão. Segundo o TCDF, o Buriti não apresentou soluções para lidar com o problema e, “sendo prioridade em seu governo combater a corrupção”,  Rollemberg precisa “aumentar a integridade e a transparência pública e incentivar a participação social”.
A decisão do Tribunal foi publicada no Diário Oficial do DF da última segunda-feira (4/4). Por unanimidade, os conselheiros consideraram que a iniciativa anunciada por Agnelo Queiroz em 4 de fevereiro de 2011 foi descumprida “em razão do não encaminhamento do Plano de Ação, tal como solicitado pelo Tribunal, com indicação das ações, metas, cronogramas e demais informações que o caracterizem como documento de planejamento”.
Sobre as iniciativas adotadas por Rollemberg para o combate à corrupção, a Corte afirmou que a atual gestão “não elencou quais medidas elegeu para dar continuidade ao plano, tampouco referiu-se a metas, cronograma e responsáveis”. Ainda segundo o TCDF, “tais ações continuam na informalidade, sem um plano para coordenar os esforços nesse sentido e sem que se saibam os resultados a serem alcançados”.
Siga BrasíliaAs críticas foram vistas com reserva pelo controlador-geral adjunto do DF, Marcos Tadeu de Andrade. Segundo ele, o GDF passa por um “processo de ampliação e aprimoramento” da transparência. Andrade ressaltou que, entre as medidas adotadas pelo GDF, estão a criação do Siga Brasília, a reformulação no Portal da Transparência e a atuação com outros órgãos de controle.
Entre todas as medidas, criamos um modelo de gestão de riscos. São definidos os problemas para que tenhamos uma atuação preventiva. Estamos nos empenhando, e o nosso plano estratégico tem 48 indicadores"
Marcos Tadeu de Andrade, controlador-geral adjunto do DF
Transparência parcialO aplicativo Siga Brasília foi lançado em junho de 2015, como forma de dar transparência às contas do GDF. Nele, são divulgados os salários dos servidores e outros gastos de dinheiro público. Mas os dados têm sofrido atrasos na atualização. Em fevereiro deste ano, o Metrópoles mostrou que a ferramenta estava desatualizada desde outubro de 2015.
Após as críticas, o governo atualizou as informações, mas, atualmente, só constam os dados do mês de janeiro. Fevereiro e março ainda não estão disponíveis para consulta. Marcos de Andrade garantiu que há um pequeno atraso na periodicidade da publicação das informações, mas que a falha está sendo tratada.

STF nega pedido de Cunha para anular testemunhas no Conselho de Ética

Defesa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pediu para que seis depoentes não fossem ouvidos no colegiado

 postado em 07/04/2016 09:44 / atualizado em 07/04/2016 09:48
Andressa Anholete/AFP %u2013 17/3/16

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármem Lúcia negou liminar da defesa do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para anular a vinda de testemunhas ao Conselho de Ética da Casa. Leonardo Meirelles, ex-sócio do doleiro Alberto Yousseff, prestará depoimento na manhã desta quinta-feira no colegiado.

“Se parece buscar com o presente mandado de segurança impedir a produção de prova testemunhal, com data agendada para ser produzida, e também a oitiva daqueles que aguardam a definição da viabilidade de sua colaboração, além de avançar sobre o mérito da representação (a existência ou não de contas em nome do impetrante)”, escreveu a magistrada.

No entendimento dela, não cabe ao Judiciário analisar a incapacidade de testemunhas arroladas para esclarecer fatos que possam corroborar com indícios de irregularidades apurados pelo Conselho. Réu no âmbito da operação Lava-Jato por corrupção e lavagem de dinheiro, Cunha pode ter o mandato cassado no Conselho.


No mandato de segurança, o advogado Marcelo Nobre alega que os depoentes falariam sobre fatos que não constaram no parecer de admissibilidade e que há suspeição das testemunhas, uma vez que elas fizeram delação premiada no âmbito da Operação Lava-Jato.

Ao pedir a impugnação, Nobre afirma haver “flagrante cerceamento da defesa do representado” e “absoluta impossibilidade de colaboração dos depoentes com a única imputação acolhida por este Conselho para admitir o prosseguimento deste processo”.

Conselho
O mesmo pedido de anulação foi feito ao colegiado na noite de terça-feira, onde há prazo para análise. Além de Meirelles, o relator, deputado Marcos Rogério (DEM-RO) pediu em seu plano de trabalho o testemunho dos lobistas Julio Camargo, Fernando Soares, João Augusto Henriques, do doleiro Alberto Yousseff, do ex-gerente da Petrobras, Eduardo Musa, e o depoimento pessoal do representado. A escolha do relator se centra na existência de contas do peemedebista no exterior, fato que negou à CPI da Petrobras. Esse é o ponto central da representação feito pelo PSOL e pela Rede.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Um País inteiro, boa parte dos seus pares e o grandioso STF não conseguem tirar esse cara do cargo? Kryptonita nele! " kriptonita é um mineral que tem o efeito principal de enfraquecer o Super-Homem."

"Cunha é um pistoleiro tão bom quanto Lula", diz Roberto Jefferson

Cunha vai vencer do duelo, diz Jefferso
POLÍTICA OPINIÃOHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
Onze anos depois de ter o mandato cassado, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) voltou hoje (6) à Câmara para defender a aprovação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Delator do mensalão e condenado a mais de sete anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após o julgamento da Ação Penal 470, Jefferson prometeu “trabalhar duro” para unir o PTB a favor do afastamento de Dilma.
Militante da chamada tropa de choque do ex-presidente Fernando Collor Mello, cassado em 1992, Jefferson disse hoje que Dilma não tem mais condições de se manter à frente do país. “O governo acabou politicamente e moralmente. Não há condições mais de ela [Dilma] continuar à frente do governo. Como não temos um regime parlamentarista, vamos para oimpeachment”, argumentou. Conhecido por suas frases de efeito, Jefferson disse que o colega de partido Jovair Arantes (GO), relator da Comissão Especial do Impeachment, fez “um golaço de rasgar a rede” ao defender o prosseguimento do processo de afastamento. “Ele merece um troféu”, disse. Para o ex-deputado, a batalha pelo impeachment não será fácil. “É uma luta do dia a dia, tem que ser buscada, não é uma luta fácil.”
Eduardo Cunha Na avaliação do Roberto Jefferson, as acusações contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o fato de o deputado ser réu em ação no STF não inviabilizam o trabalho do peemedebista à frente da sessão que votará o impeachment. “Ele conhece profundamente o regimento interno e tem dado um show de interpretação, de bom senso na aplicação. Está indo muito bem”.
Segundo Jefferson, Cunha trava uma batalha contra o PT, da qual vai sair vitorioso. “Ele vai vencer o duelo. O Lula [ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva] nunca esperou encontrar um pistoleiro tão bom quanto ele: rápido de gatilho, que atira pelas costas, atira na tocaia, rouba no jogo de pôquer, assalta o banco da cidade. O Lula nunca esperou encontrar um pistoleiro a altura dele. Ele [Cunha] é o meu herói”, ironizou. Eleições Gerais Em relação à proposta de realização de eleições gerais ainda este ano, defendida pela ex-senadora e ex-candidata à Presidência Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e lideranças do PMDB, Jefferson disse acreditar que isso “enfraquece” o movimento pelo impeachment. “Como ela [Marina Silva] é próxima ao PT e quer herdar parte dos eleitores do PT, está fazendo esse discurso, que é ruim e enfraquece essa decisão do Congresso, da sociedade de colocar um ponto final, um basta ao desgoverno do PT”. Com informações do Notícias ao Minuto.

Doleiro depõe contra Cunha no Conselho de Ética

O doleiro diz ter provas de que o lobista Júlio Camargo transferiu pelo menos US$ 5 milhões em propina para uma conta secreta de Cunha na Suíça

POLÍTICA PEEMEDEBISTAHÁ 33 MINSPOR
O doleiro Leonardo Meirelles, sócio do também doleiro Alberto Youssef, vai depor na manhã desta quinta-feira, a partir das 9h30, como testemunha de acusação no processo por quebra de decoro parlamentar contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no Conselho de Ética da Casa.
Meirelles faz parte do rol de testemunhas sugeridas pelo PSOL e Rede, partidos que apresentaram a representação contra o peemedebista no colegiado em outubro do ano passado, e que devem ser ouvidas na fase de instrução probatória (coleta de provas e depoimentos) do processo de Cunha. Essa fase começou em 22 de março e pode durar até 40 dias.
O doleiro diz ter provas de que o lobista Júlio Camargo transferiu pelo menos US$ 5 milhões em propina para uma conta secreta de Cunha na Suíça. O dinheiro seria pagamento pelo peemedebista ter ajudado empresas coreanas e japonesas a fecharem contratos de navios sonda com a Petrobras em 2006 e 2007. O presidente da Câmara nega.
Nesta Quarta-feira 6, em mais uma ação para tentar adiar a análise do processo, que se arrasta há mais de cinco meses, a defesa de Cunha ingressou com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar impedir a oitiva de delatores da Operação Lava Jato arrolados como testemunhas, entre Meirelles.
Advogados de Cunha sustentam que os delatores não podem contribuir com o objeto central do processo que analisa se o presidente da Câmara quebrou o decoro parlamentar ao, segundo a representação, mentir na CPI da Petrobrás dizendo que não possuía contas secretas no exterior. Afirmam ainda que os delatores querem se "beneficiar" dos depoimentos.
Depois da fase da instrução, o relator terá até 10 sessões para apresentar seu parecer sugerindo uma punição a Cunha, que poderá ser o pedido de cassação. Se aprovado pelo Conselho de Ética, o relatório seguirá para o plenário da Câmara, onde deverá ser votado. Caso seja rejeitado, o processo será arquivado.
Acusação
Cunha é alvo de processo no Conselho e Ética sob acusação de ter mentido que não tinha contas secretas no exterior durante depoimento à CPI da Petrobras na Câmara em 2015. Investigações da Operação Lava Jato, contudo, apontam que o peemedebista possui contas na Suíça que foram supostamente abastecidas por recursos desviados da petrolífera.
A defesa afirma que Cunha não tem contas no exterior em seu nome, mas, sim, offshores. Eles insistem que os valores que o presidente da Câmara tem no exterior foram transferidos para trustes no passado.

Suplicy dá R$ 176 mil a Haddad ao deixar secretaria de DH



O valor refere-se ao salário de 12 meses que recebe como secretário, de R$ 19.328,82, menos o Imposto de Renda

POLÍTICA RENDA MÍNIMAHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

O ex-senador Eduardo Suplicy deu um cheque de R$ 176.163,00, em mãos, ao prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) ao deixar o cargo na Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo para poder disputar as eleições como vereador em outubro, de acordo com o Glamurama.

Segundo o site, o valor refere-se ao salário de 12 meses que recebe como secretário, de R$ 19.328,82, menos o Imposto de Renda. Supla pai disse ao prefeito que o cheque seria o embrião do “Fundo Brasil de Formação de Renda Básica de Cidadania”, o programa "Renda Mínima", pelo qual luta há anos. O dinheiro entrou no caixa da prefeitura como “doação para 

Deputados que votarem contra impeachment serão expulsos do PMDB

Aproximadamente dez parlamentares do PMDB pretendem se candidatar ao cargo de prefeito e não podem perder a filiação sob nenhuma hipótese
POLÍTICA FIDELIDADEHÁ 19 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O PMDB não vai perdoar os deputados que votarem contra o impeachment ou faltarem à sessão e diz que vai expulsar todos, segundo a coluna Painel, do jornal 'Folha de S. Paulo'. O estatuto da legenda define que os deputados podem ser obrigados a seguir determinada posição se houver maioria Executiva e nas bancadas. Os caciques, contudo, não falam abertamente sobre a medida.
Aproximadamente dez parlamentares do PMDB pretendem se candidatar ao cargo de prefeito e não podem perder a filiação sob nenhuma hipótese, ou podem não conseguir concorrer nas próximas eleições.
Os líderes dos partidos a favor da deposição da presidente já acordaram com o PMDB que não vão indicar representantes para a comissão que analisará o pedido de impeachment do vice-presidente, a fim de proteger Michel Temer. Sem indicar nomes à Câmara, o colegiado não prossegue e o processo contra Temer não vai para frente.

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
A gênese desse partido está no período da ditadura militar, da abertura para os dias de hoje fica claro que não conseguiu e nem vai conseguir eleger um representante a frente do comando da nação. Sarnei, Itamar e quem sabe Temer, todos tapetão!


Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.

“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

Relator emite parecer favorável ao processo de impeachment de Dilma


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O relator da Comissão Especial do Impeachment na Câmara dos Deputados, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), apresentou, esta tarde, parecer favorável ao afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT). Em seu documento, ele afirma que a denúncia preenche “as condições jurídicas e políticas” para ser aceita. Este pedido de impeachment é de autoria dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Paschoal.
"Uma vez que a denúncia preenche todas as condições jurídicas e políticas relativas à sua admissibilidade, e que não são pertinentes as diligências, a oitiva das testemunhas e a produção de provas ao juízo preliminar desta Casa, sendo relacionadas ao juízo de mérito, vale dizer, à procedência ou improcedência da acusação, conclui o relator pela admissibilidade jurídica e política da acusação e pela consequente autorização para a instauração, pelo Senado Federal, do processo por crime de responsabilidade", afirma o relator no texto.
Segundo informações do G1, o parecer tem 128 páginas e se concentra nas chamadas "pedaladas fiscais", nome dado ao atraso do repasse pela União aos bancos públicos do dinheiro para pagamento de pagar benefícios sociais de diversos programas federais. A prática é interpretada por alguns como um empréstimo dos bancos ao Tesouro, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
"As condutas da denunciada, a princípio, violentam exatamente essa missão constitucional do Poder Legislativo, em grave ruptura do basilar princípio constitucional da separação dos Poderes, além de por em risco o equilíbrio das contas públicas e a saúde financeira do País, com prejuízos irreparáveis para a economia e para os direitos mais fundamentais dos cidadãos brasileiros", diz o deputado.
A expectativa é que a votação na comissão aconteça só na segunda-feira (11). Caso o parecer seja aprovado, terá de seguir para votação no plenário, onde são necessários pelo menos 342 votos dos 513 deputados para que a abertura do processo seja autorizada. Se autorizada, o processo segue para o Senado, que é a instância julgadora, responsável por determinar se a presidente cometeu ou não crime de responsabilidade.
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