domingo, 12 de julho de 2015

Investigações da Lava Jato "arruinaram" José Dirceu; veja frases

Em meio às suspeitas de que estaria envolvido nos desvios da Petrobras, investigados pela operação Lava Jato, o ex-ministro José Dirceu --já condenado pelo mensalão-- fez um desabafo a amigos: "me arruinaram".
Dirceu estaria "arruinado" porque contratos que tinha para prestar consultoria estavam sendo encerrados por empresas. Agora, a empresa do político estaria com dívidas de R$ 3 milhões.
Veja essa e outras frases que marcaram a semana.

Frases da semana

sábado, 11 de julho de 2015

Estado Islâmico reivindica ataque a bomba ao consulado da Itália no Cairo Atentado deixou uma pessoa morta e destruiu parte do prédio do consulado. Carro com 450 kg de explosivos foi estacionado na frente do prédio, diz EI.

Policiais investigam pistas na base da fachada do consulado italiano (Foto: Mohammed el-Raai / AP Photo)Policiais investigam pistas na base da fachada do consulado italiano (Foto: Mohammed el-Raai / AP Photo)
O grupo jihadista Wilayat Sina (Província do Sinai), ramo da organização extremista Estado Islâmico (EI) no Egito, assumiu a autoria do atentado com carro-bomba que matou uma pessoa e deixou outras dez feridas em frente ao consulado da Itália no Cairo neste sábado (11).
O grupo extremista, com base na Península do Sinai, aconselhou aos muçulmanos que se "afastem de todos estes edifícios oficiais, porque são alvos dos ataques dos mujahedins [guerreiros santos]". O Ministério do Interior egípcio informou que os explosivos estavam em um veículo estacionado na frente ao consulado e foram detonados por controle remoto.Em um breve comunicado divulgado nas redes sociais, o Wilayat Sina disse que o veículo transportava 450 quilos de explosivos. "Os soldados do Estado Islâmico conseguiram detonar um carro-bomba que estava estacionado e levava 450 quilos de material explosivo em frente ao consulado italiano no centro do Cairo", afirmam os jihadistas.
A forte explosão causou grande destruição na fachada do consulado, fechado no momento do ataque, e em outros imóveis nos arredores.
Juntos contra o terrorismo
Em Roma, o ministro das Relações Exteriores italiano, Paolo Gentiloni, afirmou que se trata de "um ataque direto à Itália" mas que não causou vítimas entre seus cidadãos. A explosão matou uma pessoa. O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, conversou por telefone com o presidente egípcio, Abdul Fatah al Sisi, e lhe ofereceu para "lutarem juntos contra o terrorismo e o fanatismo".
Já o juiz egípcio Ahmed Fudali, aliado do presidente Abdul Fatah al Sisi, disse que o atentado foi "uma tentativa de assassinato" contra ele. Fudali explicou que estava na Associação de Jovens Muçulmanos, cuja sede fica na frente do consulado. Ele havia deixado o local pouco antes da explosão.
O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, afirmou que a militância é uma ameaça existencial ao Egito, a outros países árabes e ao Ocidente.
Com uma das maiores campanhas de repressão da história do país, o governo conseguiu enfraquecer a Irmandade Muçulmana, acusada de realizar uma série de pequenos ataques a bomba, mas que alega ser um movimento pacífico. O braço do Estado Islâmico no Egito é outra ameaça. O grupo já matou centenas de soldados e policiais desde que o Exército depôs o presidente Mohamed Mursi, da Irmandade, em 2013.
Brasil
O governo brasileiro emitiu um comunicado condenando o atentado contra o consulado. "O recurso à violência indiscriminada, praticada sob qualquer pretexto, merece o mais veemente repúdio da sociedade e do Governo brasileiro. O Governo brasileiro transmite sua solidariedade aos Governos da Itália e do Egito", diz a nota.
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Vídeo mostra resgate de baleia na orla da Zona Sul do Rio; veja Animal estava preso em redes de pesca na Praia do Leme. Pescadores e policiais conseguiram libertar o filhote de jubarte.


Policiais da Unidade de Policiamento Ambiental Marítimo e Fluvial, da Polícia Militar, socorreram um filhote de baleia da espécie jubarte que estava preso em redes de pesca, na orla do Leme, na Zona Sul do Rio, nesta sexta-feira (10). Imagens mostraram o resgate. Veja o vídeo acima.
Segundo informações da PM, os pescadores retiraram a rede que estava presa na parte de cima do filhote, mas o mamífero continuou imobilizado pelas redes que estavam presas em suas nadadeiras. Os policiais da 7ª Unidade de Polícia Ambiental Marítima e Fluvial com a equipe de mergulhadores conseguiram retirar as redes que estavam presas nas nadadeiras inferiores da baleia.
Baleia encalhada é retirada da Praia da Macumba, no Rio (Foto: Lívia Torres/G1)Baleia encalhada é retirada da Praia da Macumba,
no Rio (Foto: Lívia Torres/G1)
Baleia morre encalhada
Em agosto do ano passado, uma baleia da espécie jubarte encalhou e morreu na Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste. Uma operação conjunta dos serviços de emergência da Defesa Civil e da Comlurb, com apoio do Inea, pegou o animal e o levou para o Centro de Tratamento de Resíduos Rio (CTR Rio), em Seropédica, na Baixada Fluminense.
O biólogo Rafael Carvalho, do Laboratório de Mamíferos Aquáticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), explicou que é comum que jubartes encalhem nessa época do ano. O inverno, segundo ele, é o período do ano em que a espécie sobe de águas perto da região da Antártica em direção ao litoral do Brasil, em especial a Bahia.
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A segunda maior carnificina pós-guerra mundial debaixo dos olhos da OTAN e ninguém fez nada para evitar!

O primeiro-ministro da Sérvia, Aleksandar Vucic, foi atacado com pedras por uma multidão durante cerimônia para marcar o 20º aniversário do genocídio de Srebrenica na Bósnia-Herzegovina. (Foto: Dimitar Dilfoff/AFP)



O primeiro-ministro da Sérvia, Aleksandar Vucic, foi atacado com pedras por uma multidão durante cerimônia para marcar o 20º aniversário do genocídio de Srebrenica na Bósnia-Herzegovina. (Foto: Dimitar Dilfoff/AFP)
Uma multidão atirando garrafas e pedras perseguiu o primeiro-ministro da Sérvia em um cerimônia na Bósnia neste sábado (11) que marcava o vigésimo aniversário do massacre de Srebrenica, destacando o grau de rancor com a contínua negação de Belgrado de que houve um genocídio.
Guarda-costas escoltaram Aleksandar Vucic através de enlutados enfurecidos que gritavam e vaiavam, enquanto uma multidão subiu a colina atrás da delegação, que corria para seus carros. Uma fonte do governo bósnio disse que a delegação havia deixado o local.
A cena marcou uma cerimônia para comemorar o dia em que Srebrenica, designada como um refúgio seguro pelas forças de paz das Nações Unidas, foi invadida pelas as forças bósnias da Sérvia nos meses finais da guerra que durou de 1992 a 1995.
Seguranças usam guarda-chuvas para proteger o premiê sérvio, Aleksandar Vucic, após protestos com pedras na cerimônia de 20 anos do massacre de Srebenica (Foto: Antonio Bronic/Reuters)Seguranças usam guarda-chuvas para proteger o
premiê sérvio, Aleksandar Vucic, após protestos
com pedras na cerimônia de 20 anos do massacre
de Srebenica (Foto: Antonio Bronic/Reuters)
Cerca de 8.000 homens e meninos muçulmanos foram executados ao longo dos cinco dias seguintes, com seus corpos jogados em covas, apenas para serem desenterrados meses mais tarde e espalhados em túmulos menores em um esforço para ocultar o crime. Mais de mil ainda não foram encontrados.
Os restos de 136 vítimas identificadas recentemente foram enterrados neste sábado.
A Sérvia, que apoiou as forças bósnias da Sérvia com homens e dinheiro durante a guerra, conseguiu na semana passada que a sua aliada Rússia vetasse uma resolução da ONU com apoio britânico que teria condenado a negação de Srebrenica como genocídio, como um tribunal da ONU decidiu que era.
Ex-presidente americano Bill Clinton coloca flores em memorial a Srebrenica, na Bosnia-Herzegovina  (Foto: Antonio Bronic/Reuters)Ex-presidente americano Bill Clinton coloca flores em memorial a Srebrenica, na Bosnia-Herzegovina (Foto: Antonio Bronic/Reuters)