terça-feira, 30 de junho de 2015

Não houve movimento da Grécia após propostas de última hora da UE, diz Comissão

BRUXELAS (Reuters) - A Grécia ainda não tomou nenhuma atitude em resposta à oferta de última hora de credores para negociar um acordo com o objetivo de acabar com o impasse sobre a crise da dívida grega, disse a Comissão Europeia nesta terça-feira.
O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, falou por telefone com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, na noite da segunda-feira e Juncker, após falar com o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, explicou o que poderia ser o acordo, disse o porta-voz da Comissão Margaritis Schinas a repórteres.
"Isso exigiria uma movimentação do governo da Grécia que o presidente Juncker pediu antes da meia-noite de ontem. Enquanto falamos agora, esta atitude não foi tomada, registrada, e agora o tempo está se esgotando", disse Schinas.
Contatos com o governo da Grécia estão, no entanto, sendo realizados nesta terça-feira, afirmou Schinas.
(Por Adrian Croft)

Lula diz para PT enfrentar oposição com 'radicalismo', afirmam líderes Ex-presidente se reuniu com deputados e senadores em Brasília. Para líder do governo, críticas de Lula são 'página virada'.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante encontro com parlamentares do PT, em Brasília, acompanhado do senador Humberto Costa (esq) e do presidente do partido, Rui Falcão (dir) (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)Lula durante encontro com parlamentares do PT, em Brasília, acompanhado do senador Humberto Costa (esquerda) e do presidente do partido, Rui Falcão (direita) (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Em reunião de quase quatro horas com deputados e senadores petistas em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou nesta segunda-feira (29) união das bancadas do partido e  reação "coletiva” dos parlamentares aos ataques e críticas da oposição “com o mesmo radicalismo” dos opositores, segundo o relato de líderes do partido.

O encontro desta segunda com parlamentares, em um centro de convenções em Brasília, foi agendado a pedido de Lula, depois do mal-estar gerado na semana passada pelas declarações do ex-presidente de que o partido está “abaixo do volume morto” e que precisava se reinventar. Para evitar vazamentos na reunião desta segunda, deputados e senadores petistas deixaram celulares fora da sala onde ocorreu o encontro.
Questionado sobre como seria, na prática, a reação cobrada por Lula, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que a orientação é fazer disputa "no nível necessário". "[A orientação é] enfrentar a oposição com o mesmo radicalismo que eles nos enfrentam, fazermos a disputa política no nível que é necessário, para mostrarmos para a sociedade qual é o cerco que eles tentam montar contra o PT, sobretudo na criminalização do PT”, declarou.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), explicou que não se trata de ser “mal educados". De acordo com Costa, o partido não contesta “de forma adequada” o que ele chama de “cerco violentíssimo sobre o partido e o governo” feito pela imprensa em conjunto com a oposição.

“Sabemos que a grande mídia, juntamente com a oposição, monta um cerco violentíssimo sobre o nosso partido e o nosso governo e, muitas vezes, nós não fazemos o enfrentamento. Não é enfrentamento de agressão física ou verbal, mas dos argumentos, de forma adequada para vencer o debate político”, afirmou.

Críticas ao partido
Sobre as críticas feitas por Lula ao PT, José Guimarães minimizou o que ele chamou de “força de expressão” e garantiu que se trata de uma “página virada” e que “ninguém conseguirá separar o Lula do PT, nem Lula de Dilma”. “Ele falou: 'Isso foi uma reunião', [sobre] aquela questão do volume morto'. Mas isso é página virada, pensemos o futuro”, disse.

Segundo o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), o ex-presidente também pediu mais união das bancadas para alinhar um discurso em defesa do partido. “O que precisa aqui é que o presidente Lula enfatizou na sua fala que é um pacto de uma ação conjunta das bancadas, Câmara e Senado, com o PT, com a estrutura partidária e o diálogo permanente com o governo”, disse
.

Avião militar cai na Indonésia e mata dezenas Hércules do Exército indonésio caiu em área residencial. Nº de mortos não é definitivo e deve aumentar, segundo imprensa local.

Pelo menos 38 pessoas morreram nesta terça-feira (30) depois que um avião de transporte, do tipo Hércules, do Exército da Indonésia, caiu em uma área residencial da cidade de Medan, na ilha de Sumatra, cerca de dois minutos após a decolagem.
As equipes de emergência retiraram os corpos dos destroços do avião e da área de queda, onde o acidente provocou um incêndio, informou o chefe de polícia de Medan, Mardiaz Dwihananto.
Avião caiu em área residencial (Foto: Gilbert Manullang / AP Photo)Avião caiu em área residencial (Foto: Gilbert Manullang / AP Photo)
"Recebemos 38 corpos, incluindo uma criança", disse à AFP Eko Triandi, diretor da Cruz Vermelha.
O exército indonésio informou que 12 pessoas - três pilotos, um navegador e oito técnicos, segundo a imprensa - estavam no avião. Entretanto, houve relatos de que até 50 pessoas poderiam estar na aeronave. O número de mortos ainda não é definitivo.
"Eu vi o avião que saiu do aeroporto e já estava inclinado. Depois vi a fumaça que soltava", relatou à AFP Januar, morador da região.
Bombeiros e militares inspecionam o local de queda de uma aeronave indonésia. (Foto: Gilbert Manullang / AP Photo)Bombeiros e militares inspecionam o local de queda de uma aeronave indonésia. (Foto: Gilbert Manullang / AP Photo)
O avião havia decolado às 12h08 (2h08 de Brasília) de uma base militar e caiu na cidade doisminutos depois, a apenas cinco quilômetros de distância da base, segundo o porta-voz do exército, Fuad Basya.
Ainda não se conhece o número de pessoas atingidas em solo.
A imprensa local informa que o Hércules caiu sobre um hotel e várias casas.
Em abril, um caça F-16 pegou fogo no momento da decolagem em uma base militar de Jacarta, o que obrigou o piloto a ejetar-se em voo para salvar a vida.
A Indonésia tem um histórico de problemas em termos de segurança aérea militar e civil.
Em dezembro do ano passado, um avião da companhia AirAsia sofreu uma avaria quando sobrevoava o mar de Java com destino a Cingapura. A queda provocou a morte das 162 pessoas a bordo.
Destroços da aeronave (Foto: Gilbert Manullang / AP Photo)Destroços da aeronave (Foto: Gilbert Manullang / AP Photo)

Enquanto brincam com a PMDF e o CBMDF, a PCDF caminha! Parabéns à co-irmã!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Este é um dos posts mais importantes que publico, peço atenção de todos!!

Este é um dos posts mais importantes que publico, peço atenção de todos!! Amigos, este cão da foto é o Scooby. Ele foi amarrado em uma moto e arrastado pelo dono até o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), em julho de 2012, no Mato Grosso do Sul. Sobreviveu a toda crueldade, mas um exame diagnosticou nele leshmaniose. Teria então que ser sacrificado, visto que o Brasil, ao contrário do mundo todo, prefere sacrificar os cães doentes ao invés de tratá-los.( recomendação do Ministério da Saúde).
Foi então, que uma veterinária, uma heroína real, e uma ONG séria de proteção aos animais fizeram a diferença.
Em 2012 Sibele Cação era presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária( CRMV) e resoveu ir contra as diretrizes do órgão e defendeu publicamente o tratamento contra leshmaniose. E ACREDITEM!!!!! FOI DESTITUÍDA DO CARGO!!!
"Eu sabia o risco que eu estava correndo, eu sabia que as pessoas que discordavam do que eu falava iam se mover, me retaliar, mas para mim a perde de um mandato é insignificante diante da possibilidade de salvar uma vida. Eu quis ser veterinária um dia pelo meu intenso amor pelos animais", explicou.
Sibele, junto com a ONG Abrigo dos Bichos, travaram uma batalha jurídica para salvar o cão SCooby e todos os outros acometidos pela doença.
Três anos depois uma grande vitória para todos nós que defendemos os animais!!!
Justiça proibiu a eutanásia de cães com
leishmaniose em Campo Grande
O cão Scooby tem uma vida saudável depois de passar pelo tratamento da doença e vive feliz da vida com sua dona e heroína Sibele.
A vitória só foi em Campo Grande parabéns o desembargador federal Johonsom di Salvo, relator do processo no TRF3!
Ainda temos que fazer esta mudança no Brasil inteiro!
Dos 88 países do mundo onde a doença é endêmica, o Brasil é o único que utiliza a morte dos cães como instrumento de saúde pública;
Todos os meus aplausos e gratidão à veterinária do bem Sibele! Honrando sua profissão, e lutando pelo que acredita, está fazendo a difereça.
Ao CRMV fica a pergunta: Pq preferem matar do que tratar? PQ destituir do mandato alguém que quer tratar uma doença que tem cura ao invés de sacrificar? Pq punem veterinários que querem salvar vidas? Pq não travam uma luta contra o Ministério da Saúde para que os veterinários possam tratar esta doença como é feita em outros países?
a ONG abrigo dos Bichos o agradecimento de todos nós pelo excelente trabalho.

O luto que deveria ser de toda Capital da República...


Três em cada cinco adoções no país ocorrem no PR, no RS e em SP Dados obtidos pelo G1 são referentes ao primeiro semestre de 2015. Estados concentram 372 das 625 adoções pelo Cadastro Nacional.

Crianças brincam em abrigo da Zona Sul de SP (Foto: Caio Kenji/G1)Crianças brincam em abrigo da Zona Sul de SP (Foto: Caio Kenji/G1)
Adoção (Foto: Arte/G1)
Três em cada cinco adoções concretizadas nos primeiros seis meses deste ano ocorreram em três estados do país: Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Eles concentram 372 das 625 adoções no ano (ou 60%). É o que mostram dados da Corregedoria Nacional de Justiça, tabulados a pedido do G1.
O Rio Grande do Sul registra 148 adoções em 2015, São Paulo, 127, e o Paraná, 97. Os dados são referentes às adoções realizadas por meio do Cadastro Nacional de Adoção, a principal ferramenta para unir os pretendentes a crianças e adolescentes no país, e dizem respeito ao juizado onde foi concretizado o ato.
Em 2014, Paraná e Rio Grande do Sul foram os líderes em adoções, com 218 e 182, respectivamente, das 1.100 no total. Apesar do maior número de pretendentes e de crianças nos abrigos, São Paulo ficou em terceiro lugar no ano passado, com 135 casos.
Onze estados não registram nem uma adoção sequer neste ano via cadastro nacional. Como alguns juízes não incluem os dados na ferramenta, não há como saber, no entanto, se não foi realizada nenhuma adoção nesses locais.
Trabalho pioneiro
Para o juiz Fabian Schweitzer, da Comissão Estadual Judiciária de Adoção do Paraná, o número do estado é reflexo de um trabalho pioneiro. “O Paraná, em 1989, antes mesmo do ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente], já tinha criada uma comissão de adoção, o que inspirou inclusive o que está no estatuto hoje. Desde então, o poder Judiciário do Paraná passou a investir maciçamente no trabalho de adoção de crianças em acolhimento institucional”, diz.
Schweitzer cita a criação de varas da Infância na capital e no interior como uma das medidas para o Paraná ter se tornado “um modelo”. “Isso é muito importante porque o juiz que julga causas cíveis e criminais não tem essa preocupação mais pungente, mais comprometida, com os interesses das crianças nos abrigos. Atualmente, a gente conta com equipes técnicas qualificadas nas varas especializadas. O juiz não precisa se valer das prefeituras para ter uma assistente social ou uma psicóloga. Há toda uma rede de apoio construída.”
Há um ano e meio, a gente levantou uma bandeira da adoção tardia e isso foi um grande diferencial, porque fez o número de adoções crescer. Havia muitas crianças aptas, mas acima de 9, 15 e até 17 anos. Todas hoje têm uma família."
Jorge Paulo Bonalume, presidente do Grupo de Apoio à Adoção DNA da Alma, de Farroupilha
No Rio Grande do Sul, cidades do interior têm sido as grandes responsáveis pela alta no número de adoções. Farroupilha é um dos exemplos da celeridade nos processos. O tempo de espera por uma adoção foi reduzido de sete anos para um. “Lá, o juiz pensa na criança. A cada seis meses, ele a avalia. Se percebe que não há condição nenhuma de ela voltar para casa, já a coloca para adoção enquanto o processo de destituição do poder familiar corre em paralelo”, afirma Rosi Prigol, presidente do Instituto Amigos de Lucas.
O presidente do Grupo de Apoio à Adoção DNA da Alma, Jorge Paulo Bonalume, diz que a busca por famílias na cidade é incessante e que a parceria com o Judiciário é fundamental. “Há um ano e meio, a gente levantou uma bandeira da adoção tardia e isso foi um grande diferencial, porque fez o número de adoções crescer. Havia muitas crianças aptas, mas acima de 9, 15 e até 17 anos. Todas hoje têm uma família.”
Em Lajeado, uma parceria do grupo de adoção com a Justiça também tem dado resultado. “Há muitos casos no país em que os grupos de apoio não conseguem se aproximar do juizado, do promotor, o que torna tudo mais difícil. Mas aqui o próprio juiz participa das reuniões todo mês, é aberto ao debate”, afirma Naide Heemann, do Grupo de apoio à Adoção de Lajeado.
Cadastro Nacional para Adoção (Foto: G1)
A promotora da Infância e Juventude Cinara Dutra diz que a situação em Porto Alegre, no entanto, é diferente. Houve só 17 adoções na capital neste ano, segundo ela; em apenas uma a criança tinha mais de 5 anos. “As ações de destituição familiar que deviam tramitar em 120 dias estão tramitando há anos. Daí as crianças não voltam para a família nem vão para uma substituta. Isso porque faltam cartórios, técnicos e juízes”, afirma.
A promotora diz que é preciso um trabalho de busca ativa mais efetivo. “O tempo de demora para uma criança sair do acolhimento é um absurdo. Há crianças que foram adotadas, mas esperaram cinco anos. Ou seja, elas entram bebês e perdem a primeira infância enquanto há pais sonhando em compor uma família.”
No caso de São Paulo, a gerente-executiva do Grupo de Apoio à Adoção de SP, Monica Natale, acredita que o número de adoções só não é maior porque muitas delas acontecem fora do cadastro, com as varas unindo pretendentes e crianças da mesma localidade.
Crianças brincam em abrigo da Zona Sul de SP (Foto: Caio Kenji/G1)São Paulo é um dos três estados com mais adoções via cadastro nacional (Foto: Caio Kenji/G1)
Dados nacionais
Há hoje no país 33.276 pretendentes inscritos no cadastro. Na outra ponta, estão 5.469 crianças e adolescentes aptos à adoção. Desde 2008, quando foi implementado o cadastro, houve mais de 4 mil adoções.
Só o cadastro nacional não basta. O que a nova lei obriga a fazer, que são os cursos de capacitação de pais adotivos, a gente já realiza desde 2001. E é um curso muito criterioso. As habilitações de casais não acontecem num sopro."
Fabian Schweitzer, juiz, da Comissão Estadual Judiciária de Adoção do Paraná
O problema que ainda persiste é que o perfil pretendido pelos pais não bate com o das crianças nos abrigos do país (veja os dados na página especial).
Para o juiz Fabian Schweitzer, o Brasil precisa capacitar os adotantes. “Só o cadastro nacional não basta. O que a nova lei obriga a fazer, que são os cursos de capacitação de pais adotivos, a gente já realiza desde 2001. E é um curso muito criterioso. As habilitações de casais não acontecem num sopro. Já houve ministros de estado adotando que passaram pelo mesmo crivo e pelas mesmas exigências que outras pessoas.”
Como adotar
Para adotar uma criança é preciso ir à Vara da Infância mais próxima e se inscrever como candidato. Além de RG e comprovante de residência, outros documentos são necessários para dar continuidade no processo. É feita uma análise da documentação e são realizadas entrevistas com uma equipe técnica formada por psicólogos e assistentes sociais. Após entrar na fila de adoção, é necessário aguardar uma criança com o perfil desejado.
Cartilhas e grupos de apoio podem ser consultados para esclarecer dúvidas e saber um pouco mais sobre o ato.
Crianças em abrigo da Zona Sul de São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)Crianças aguardam uma nova família (Foto: Caio Kenji/G1)