sábado, 27 de junho de 2015

Aplicativo do GDF mostra o abismo salarial das carreiras públicas A Agefis concentra mais servidores que recebem de 10 a 20 salários mínimos. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional fica na outra ponta

Claudio Caixeta/Divulgação

O lançamento do aplicativo Siga Brasília, com dados detalhados sobre a remuneração dos servidores do Distrito Federal, expôs as grandes diferenças salariais entre as funções públicas e desagradou a alguns sindicatos. O novo sistema trouxe uma novidade polêmica: separa os funcionários de cada órgão por classes sociais, de acordo com os patamares estabelecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Correio realizou um levantamento que mostra o número de servidores enquadrados nas classes A e B, ou seja, aqueles que recebem mais de 10 salários mínimos (veja Elite).

O órgão com maior percentual de trabalhadores enquadrados nesse patamar é a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). Segundo o Siga Brasília, 302 servidores da autarquia fazem parte da classe A, ou seja, ganham mais de 20 salários mínimos (R$ 14,5 mil). Os da classe B, com rendimentos de 10 a 20 salários mínimos (de R$ 7.250 a R$ 14.499), totalizam 446. Somados, os funcionários que fazem parte dessas classes contabilizam 748 dos 881 funcionários da Agefis, o que representa 84% do total.

A Agefis tem servidores de duas carreiras: a de auditoria de atividades urbanas, com salários básicos que variam de R$ 9 mil a R$ 16 mil, e a de fiscalização e inspeção de atividades urbanas, com rendimentos que vão de R$ 5 mil a R$ 7,1 mil. Essa diferença gera atrito entre as categorias, pois os inspetores brigam pela equiparação.

O presidente da Associação dos Inspetores Fiscais de Atividades Urbanas, Marco Antônio Santiago, defendeu a divulgação dos salários por classe social. “É uma medida importante porque os cidadãos que pagam impostos têm o direito de saber quanto ganha cada servidor. A gente fica meio ressabiado por causa da questão da violência, mas não tem jeito”, comenta. “Dentro da Agefis, há discrepâncias grandes. Nós, inspetores, somos a parte pobre da agência. Temos os menores salários e lutamos pela equiparação salarial, pois desempenhamos exatamente as mesmas atribuições”, acrescenta.

O secretário-geral do Sindicato dos Auditores de Atividades Urbanas do Distrito Federal, Carlos Augusto Albuquerque, classifica a separação dos servidores por classes sociais como “discriminatória”. “Tudo bem o governo divulgar os salários dos servidores, mas essa divisão é equivocada”, afirma. “Temos uma remuneração digna, apesar de ainda não ser a ideal. Os nossos salários estão aquém da nossa qualificação e formação. A maioria dos integrantes da carreira tem pós-graduação ou mestrado, uma parcela significativa tem doutorado. É uma carreira extremamente capacitada, com 100% de concursados”, diz.

Diferenças
Além da lotação na Agefis, há um grande número de auditores que trabalha na Secretaria de Mobilidade e no Instituto Brasília Ambiental – o que ajuda a explicar a boa colocação desses órgãos no ranking das pastas com maior percentual de servidores das classes A e B. Depois da Agefis, a Agência Reguladora de Águas e Saneamento do DF (Adasa) é a segunda do ranking de órgãos do Executivo local com maior percentual de empregados com altos salários. “Na esfera federal, você tem servidores de órgãos como a Receita e o TCU que também são bem remunerados. É uma questão da carreira”, comenta o vice-presidente da Associação de Servidores da Adasa, Dênis Monteiro. Ele desconhecia a divisão dos funcionários do governo por classes sociais e não quis comentar a medida.

Na terceira posição, aparece a Controladoria do DF. A carreira de auditoria de controle interno do GDF paga salários que variam de R$ 12,8 mil a R$ 17,5 mil. Dos 294 servidores lotados no órgão, 55 são classificados como pertencentes à classe A e 141 à classe B. Juntos, esses funcionários correspondem a 66% do total de funcionários da controladoria.
Na outra ponta do ranking, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), as secretarias de Administração Pública e de Justiça e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) são os órgãos do governo com os menores percentuais de servidores integrantes das classes A e B. Na Codhab, por exemplo, somente oito funcionários estão nessa categoria, 4,3% do total do quadro de pessoal.

No SLU, só 6% dos trabalhadores integram a elite do serviço público. O diretor da Associação de Servidores do Serviço de Limpeza Urbana, Gerson Inácio, gostou da nova classificação dos funcionários do GDF e acredita que a medida vai ajudar os integrantes da carreira na hora de pleitear reajustes. “É bom que fiquem bem claras essas diferenças. Vamos usar esse dado na hora de negociar com o governo”, alega. Há mais de uma década, o governo terceiriza as atividades de limpeza urbana, e os servidores que atuavam nessa área hoje estão espalhados por órgãos do DF, mas eles ainda recebem na folha de pagamento do SLU.

Terrorismo jihadista ataca três continentes de uma vez Três ações simultâneas na Tunísia, Kuwait e França deixam pelo menos 60 mortos Veja como foi a cobertura dos atentados, minuto a minuto

Vítimas do atentado em uma mesquita no Kuwait, nesta sexta-feira. / AP
Avança sem freio o terror do islamismo radical. A violência jihadista mostrou nesta sexta-feira sua capacidade letal com três ataques simultâneos em lugares tão distantes como Tunísia, Kuwait e França, os quais causaram a morte de pelo menos 60 pessoas. Os terroristas mataram dezenas de turistas em uma praia tunisiana e fiéis xiitas em uma mesquita do Kuwait, e decapitaram um homem e feriram várias pessoas em uma instalação industrial na França, perto de Lyon. O Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque kuwaitiano. O Califado, cujo aniversário de proclamação será na segunda-feira, havia pedido a seus adeptos que atacassem os “hereges” durante o Ramadã. Hoje é a segunda sexta-feira do mês muçulmano do jejum.
Os atentados transcorreram ao longo da manhã e comoveram o mundo inteiro à medida que se sucediam as notícias dos ataques em três continentes e o número de mortes aumentava. Vários países europeus elevaram o nível de seu alerta antiterrorista ao mesmo tempo que prometiam continuar unindo forças para prosseguir com sua luta no Oriente Médio contra o EI.
A ofensiva do terror ocorreu em paralelo com novos avanços do EI, cujas tropas investem de novo contra a cidade de Kobani, onde nesta sexta-feira perpetraram uma matança de civis, segundo denunciou uma organização de defesa dos direitos humanos. É nessa frente que a coalizão liderada pelos Estados Unidos, integrada também por países árabes e ocidentais, põe em dúvida a eficácia para combater “exércitos” surgidos do dia para a noite e que são capazes de pôr contra as cordas seus inimigos nas próprias casas.Os ataques tiveram como alvo os três objetivos costumeiros dos jihadistas, os seus “inimigos” mais citados em seus proclamas: um país muçulmano que por meio de uma transição democrática se distancia do islamismo radical; fiéis xiitas; e os países europeus, entre os quais se destaca a França, o Estado que combate o jihadismo em três frentes: Iraque, Mali e República Centro-Africana.
O ataque mais mortífero teve novamente como alvo o setor turístico da Tunísia, o país que deu a largada para a primavera árabe e ainda não se recuperou do atentado que em 18 de março espalhou cadáveres no Museu do Bardo. Os jihadistas atacaram desta vez dois hotéis da turística cidade de Susa e mataram pelo menos 37 pessoas, na maioria britânicos, belgas e alemães.
No Kuwait, no ataque suicida contra uma mesquita xiita, com a morte de outra trintena de pessoas, o EI mostra também sua capacidade de golpear a seita rival muçulmana, que, ao lado dos curdos, é a única a lhe fazer frente em campo no Iraque.
E na França, o local do primeiro atentado da série desta sexta-feira, e também o mais obscuro, um islamista radical decapitou seu chefe em Isère, perto de Lyon, e depois tentou fazer saltar pelos ares uma usina de gás. Foi o ataque menos grave, mas os franceses e seu Governo confirmaram que são um objetivo de ponta para os jihadistas, que em janeiro espalharam cadáveres em Paris em dois ataques simultâneos, ao semanário Charlie Hebdo e a um supermercado judaico.
Esse ataque em Lyon, como também a origem das vítimas na Tunísia, situa de novo a Europa no olho do furacão dessa nova guerra global, na qual ninguém se sente protegido. Depois dos ataques em Paris, na Dinamarca, Bélgica e Espanha, as autoridades reforçam seus arsenais legais e policiais para enfrentar o terror, em uma nova disputa entre segurança e liberdades. Nas ruas europeias, como ocorre em Paris, vê-se continuamente militares em patrulha, em uma cena que, ao se repetir, já parece perigosamente normal para os cidadãos.
"Nunca foi tão elevado o nível de alerta", declarava há um mês o procurador de Paris, François Molins, encarregado da luta antiterrorista. No entanto, ele mesmo, como também repete com frequência o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, está consciente de que o mundo enfrenta uma ameaça tão nova quanto desconhecida. Seu exército, também alimentado por fanáticos nascidos na Europa, tem uma quinta coluna em nossas ruas.

Terroristas do Estado Islâmico reivindicam atentado na Tunísia Ataque em zona balnear de Sousse fez, pelo menos, 39 mortos.



Ataque em zona balnear de Sousse fez, pelo menos, 39 mortos.









O grupo extremista autoproclamado Estado Islâmico (EI) reivindicou o atentado de sexta-feira contra um hotel perto de Sousse, na Tunísia, num comunicado na rede social Twitter.
"O soldado do califado (...) Abou Yahya al-Qayrawani (...) atingiu o objectivo no hotel Imperial", matando cerca de 40 pessoas, "a maior parte delas nacionais dos Estados da aliança que combate o Estado do califado", refere o texto.
O ataque de um homem armado contra o hotel Riu Imperial Marhaba, em Port El Kantaoui, na costa oriental, a 140 quilómetros a sul de Tunes e nos arredores da estância turística de Sousse, causou 39 mortos, segundo um balanço provisório citado pela AFP.
O atirador, vestido como um turista, foi morto pela polícia.

Ministro italiano afirma que é possível atingir a 'fome zero' Secretário-geral da ONU disse que esse é o "desafio da Expo"

Maurizio Martina fala que é possível atingir 'fome zero' (foto: ANSA)
Maurizio Martina fala que é possível atingir 'fome zero' (foto: ANSA)ROMA
(ANSA) - O ministro da Agricultura italiano, Maurizio Martina, afirmou que acabar com a fome no mundo é um objetivo possível para essa geração. A declaração foi dada em um fórum de dois dias sobre agricultura internacional na Expo Milão 2015.
Martina disse que a fome mundial pode ter um fim se forem adotadas as estratégias corretas. "Nós queremos ser a geração 'fome zero'", continuou o ministro. Segundo ele, a feira universal, que começou em 1º de maio e terminará em 31 de outubro deste ano, "ajudará a encontrar respostas concretas" para a desnutrição, a preservação da biodiversidade e o desperdício de alimentos.
De acordo com Martina, o primeiro passo para isso é a assinatura doProtocolo de Milão por líderes e organizações internacionais, que deverão adotar regras e políticas nacionais e globais para garantir um futuro mais sustentável e menos desigual. O projeto, criado por associações, ONGs e empresas de todo o mundo, foi apresentado oficialmente no fórum, com a presença de mais de 50 ministros e 370 delegados de 115 países.
O protocolo será desenvolvido durante a Exposição Universal, antes de ser apresentado ao secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, em sua visita ao evento, em outubro. Em uma mensagem para a abertura do fórum de agricultura internacional, o sul-coreano afirmou que acabar com a fome no mundo não é um sonho inalcançável e que este é o verdadeiro "desafio da Expo". "Nós podemos fazer isso [acabar com a fome], o importante é cooperar", concluiu. (ANSA)
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Delator aponta 18 que teriam recebido dinheiro de esquema, diz revista 'Veja' listou nomes supostamente delatados por empreiteiro dono da UTC. Ricardo Pessoa teve acordo de delação premiada homologado pelo STF.

Reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista “Veja” relaciona os nomes de 18 políticos supostamente citados pelo dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, como beneficiados com dinheiro oriundo do esquema de corrupção na Petrobras.
A revista informa que teve acesso ao acordo de delação premiada assinado por Pessoa com o Ministério Público Federal. O acordo foi homologado na última quarta-feira (24) pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF). 
O presidente da UTC, que está preso em regime domiciliar, é apontado como chefe do cartel formado por construtoras que combinavam entre si preços de licitações da Petrobras.

A reportagem afirma que o empresário disse ter usado dinheiro adquirido com o esquema de corrupção envolvendo contratos da Petrobras para fazer doações oficiais a campanhas de candidatos de PT, PTB, PMDB, PSDB e PP.
Segundo a publicação, Pessoa citou os seguintes nomes, com os respectivos valores que teriam sido doados:

- Campanha de Dilma Rousseff em 2014: R$ 7,5 milhões.
- Campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2006: R$ 2,5 milhões.
- Ministro Edinho Silva (PT), ex-tesoureiro da campanha de Dilma: valor não informado.
- Ministro Aloizio Mercadante (PT): R$ 250 mil.
- Senador Fernando Collor (PTB-AL): R$ 20 milhões.
- Senador Edison Lobão (PMDB-MA): R$ 1 milhão.
- Senador Gim Argello (PTB-DF): R$ 5 milhões.
- Senador Ciro Nogueira (PP-PI): R$ 2 milhões.
- Senador Aloysio Nunes (PSDB-SP): R$ 200 mil.
- Senador Benedito de Lira (PP-AL): R$ 400 mil.
- Deputado José de Fillipi (PT-SP): R$ 750 mil.
- Deputado Arthur Lira (PP-AL): R$ 1 milhão.
- Deputado Júlio Delgado (PSB-PE): R$ 150 mil.
- Deputado Eduardo da Fonte (PP-PE): R$ 300 mil.
- Prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT-SP): R$ 2,6 milhões.
- Ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto: R$ 15 milhões.
- Ex-ministro José Dirceu: R$ 3,2 milhões.
- Ex-presidente da Transpetro Sergio Machado: R$ 1 milhão.
saiba mais

De acordo com "Veja", durante os depoimentos prestados em Brasília ao longo de cinco dias, Pessoa descreveu como financiou campanhas e distribuiu propinas.
A colaboração de Pessoa com a Justiça vinha sendo ajustada há cerca de um mês. Os acordos de delação preveem que o acusado dê informações sobre delitos cometidos e aponte meios de obtenção de prova, em troca de redução de pena numa futura condenação.
O acordo de Ricardo Pessoa foi submetido ao STF devido à menção de nomes de autoridades com foro privilegiado – isto é, que só podem ser julgados pelo Supremo –, como ministros e parlamentares.

O que dizem os políticos
Leia abaixo o que disseram políticos que teriam sido citados na delação premiada por Ricardo Pessoa, segundo a revista "Veja":
Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil
Tendo tomado conhecimento, nesta sexta-feira, 26, por meio de veículos de imprensa, sobre suposta citação ao meu nome em delação premiada do senhor Ricardo Pessoa, presidente da UTC, tenho a esclarecer que:
1.    Desconheço o teor da delação premiada do senhor Ricardo Pessoa;
2.    A empresa UTC, por ocasião da campanha ao Governo do Estado de São Paulo, em 2010, fez uma única contribuição, devidamente contabilizada e declarada à Justiça Eleitoral, no valor de R$ 250 mil reais, conforme demonstrado em minha prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral. Essa doação foi feita em 27 de agosto de 2010, com recibo eleitoral nº 13001092079.
3.    A empresa Constran Construções, que pertence ao mesmo grupo, fez uma contribuição, também devidamente contabilizada e declarada à Justiça Eleitoral, no valor de R$ 250 mil reais, conforme demonstrado em prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral. Essa doação foi feita em 29 de julho de 2010, com recibo eleitoral nº 13001092017.
Assessoria de Imprensa
Aloysio Nunes Ferreira, senador (PSDB-SP)
Nota à imprensa sobre matéria da revista Veja
Brasília – A quantia mencionada nas reportagens que tratam da delação premiada do ex-presidente da UTC, Ricardo Pessoa, foi efetiva e legalmente arrecadada pelo comitê de minha campanha ao Senado em 2010. A doação foi feita conforme a Lei, consta da prestação de contas encaminhada à Justiça Eleitoral, sendo por ela aprovada e está publicada na Internet para conhecimento de todos, há mais de quatro anos. Não tenho, portanto, nada a esconder quanto a esse episódio, tampouco estou sendo acusado de coisa alguma.
Em 2010, não havia operação Lava Jato e eu, como a imensa maioria dos brasileiros, não tinha conhecimento das relações promíscuas entre a UTC e a Petrobras.
Nunca fui procurado por Ricardo Pessoa, nem antes e nem depois da campanha, para patrocinar pleitos junto à Petrobras, uma vez que, entre outras razões, é pública e notória a minha frontal oposição ao governo petista, à sombra do qual esse senhor prosperou. Aliás, não conheço Ricardo Pessoa; nunca o vi mais gordo e muito menos mais magro.
Fica a interrogação: a quem interessa, agora, misturar uma contribuição que seguiu estritamente os parâmetros legais (e há muito divulgada na Internet), com toda essa história sórdida, de dinheiro sujo, roubado da Petrobras por essa organização criminosa instalada no topo da empresa pelos governos do PT?
Aloysio Nunes Ferreira, Senador (PSDB-SP)
Brasília, 26 de junho de 2015
Benedito de Lira, senador (PP-AL)
A campanha de 2010 recebeu uma doação da empresa Constram Engenharia no valor de 400 mil reais, valor que está declarado na prestação de contas que o Senador Benedito de Lira entregou ao Tribunal Regional Eleitoral.
Edinho Silva, ministro da Comunicação Social
O Ministro Edinho Silva esteve com o empresário Ricardo Pessoa por 3 vezes para tratar de doações de campanha. A primeira, quando o conheceu, foi quando o empresário esteve no comitê da campanha em Brasília. O empresário, após o primeiro contato, organizou o fluxo de doações em 3 parcelas que totalizaram 7,5 milhões de reais.  O Ministro Edinho jamais tratou de assuntos relacionados a qualquer empresa, ou órgão público com o referido empresário. As contas da campanha presidencial de Dilma Rousseff foram auditadas e aprovadas por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Assessoria de Imprensa do Edinho Silva

PT
A Secretaria de Finanças do PT informa, por intermédio de sua assessoria de imprensa, que todas as doações recebidas pelo partido aconteceram estritamente dentro da legislação vigente e foram posteriormente declaradas à Justiça.

Dilma viaja para os EUA em busca de investimentos em infraestrutura Força política da presidente divide opinião de analistas ouvidos pelo G1. CNI avalia que Brasil e EUA precisam de agenda econômica 'ambiciosa’.

Um ano e nove meses após cancelar uma visita de Estado, a presidente Dilma Rousseff embarca neste sábado (27) para os Estados Unidos com o objetivo de retomar as relações diplomáticas, atrair investimentos para concessões na área de infraestrutura (aeroportos, portos, rodovias e ferrovias) e impulsionar a economia.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que integra a comitiva da presidente Dilma, foi internado na noite desta sexta-feira (26) no Hospital do Coração do Brasil, em Brasília, com suspeita de embolia pulmonar. Ele deixou o hospital na madrugada e, apesar do problema de saúde, poderá viajar aos Estados Unidos.
Pela programação inicial, divulgada pela Presidência, Dilma embarca para Nova York, onde permanecerá até a próxima segunda (29). Nos dois dias em que estiver na cidade, a presidente terá série de encontros com empresários brasileiros e norte-americanos.
Especialistas ouvidos pelo G1, contudo, divergem sobre o poder de negociação que Dilma terá diante de empresários norte-americanos e o presidente Barack Obama em razão do atual cenário econômico do Brasil.

Esta é a primeira vez que a Dilma fará visita oficial ao país após as denúncias de que agências de inteligência norte-americanas teriam espionado líderes mundiais, incluindo a própria presidente, há quase dois anos – ela chegou a estar no país duas vezes, mas para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Considerado "questão do passado" pela presidente, o mal-estar diplomático, avaliam especialistas, não estará na pauta do encontro.
A presidente desembarcará na noite deste sábado em Nova York e retornará ao Brasil na próxima quarta (1º), após cumprir agenda em São Francisco.Nos quatro dias em que permanecerá nos Estados Unidos, Dilma terá compromissos em Nova York, Washington e São Francisco. Nas três cidades, terá encontros com empresários dos setores financeiro, manufatureiro, de investimentos, tecnologia e inovação.

Em meio às medidas de ajuste fiscal propostas pelo governo para reduzir os gastos da União, Dilma apresentará nos EUA o Plano de Investimentos em Logística, linformou o Ministério das Relações Exteriores. O plano foi lançado há cerca de duas semanas e prevê concessões em aeroportos, portos, rodovias e ferrovias – o pacote envolverá, segundo o governo, R$ 198,4 bilhões.

Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro econômico do Brasil, com fluxo comercial (soma das exportações e importações) em torno de US$ 60 bilhões, atrás somente da China (US$ 77,9 bilhões).

Especialistas e representantes da indústria ouvidos pelo G1, porém, divergem sobre a força política que a presidente terá nos EUA para negociar acordos econômicos com o governo norte-americanos e os investidores do país.
Embaixador do Brasil em Washington, Roma (Itália) e Londres (Inglaterra) durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o diplomata Paulo de Tarso Flecha de Lima elogiou o fato de a presidente decidir ir aos Estados Unidos.
Por considerar o país o "o grande líder do mundo", Flecha de Lima disse que é preciso sempre manter o diálogo com os Estados Unidos.
Para o diplomata, o Brasil, sétima maior economia do mundo, "não é um paisinho qualquer", e, como presidente, Dilma tem "poder enorme". Ele avalia que a petista não chega "fragilizada" aos Estados Unidos em razão do atual cenário econômico, e ressalta que, eleita no ano passado, deve viajar "de cabeça erguida".

"A presidente Dilma não chega fragilizada aos Estados Unidos. Acho que ela, presidente do Brasil eleita com a maioria considerável dos votos, eleita democraticamente, tem todos os requisitos para ser nossa representante", disse.

Ao G1, Flecha de Lima afirmou que o Brasil perdeu "certo ativismo" no cenário internacional nos últimos anos, mas não o prestígio diante de líderes mundiais como Barack Obama. Ele avalia que Dilma poderá ter "muito êxito" na visita e obter resultados "positivos" para o Brasil.
 O professor do Instituto de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer, entretanto, avalia que, com a aprovação da presidente em 10%, e em meio ao ajuste fiscal, o atual cenário político-econômico do Brasil pode gerar "muitas dúvidas" aos empresários norte-americanos.

Para ele, os investidores esperam ouvir da presidente durante os encontros garantias de que a situação econômica do Brasil vai melhorar nos próximos anos.
"Ela [Dilma] vai tentar vender o peixe para os empresários. Porém, ela está chegando com uma carga negativa muito forte, até mesmo em função de todo o problema na Petrobras e com a economia em parafuso", afirmou.
Política interna
Para o professor do Departamento de História da UnB Virgílio Arraes, especialista em Relações Internacionais, as questões políticas internas do Brasil, como a popularidade da presidente, "não são tão importantes" para os empresários norte-americanos.
Segundo ele, porém, o que pode "complicar" o Brasil na tentativa de atrair investimentos estrangeiros são questões tributárias. "Nós temos uma das mais altas taxas de juros do planeta, por exemplo. Isso, sim, pode complicar a atração de investimentos", disse.
Acho que o momento para vender o Brasil no exterior não é dos melhores. Neste ponto, o governo Lula tinha muito mais facilidades, surfava em uma onda de otimismo e prosperidade econômica. Agora, o momento é completamente diferente"
Paulo Velasco, professor da FGV
O professor do MBA de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Paulo Velasco diz que, "sem sombra de dúvida", a presidente chegará aos EUA "fragilizada" em função do atual momento econômico do país.
Para ele, o cenário é diferente do período em que o Brasil foi governado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o desafio de Dilma é mostrar que a economia brasileira vai "voltar aos trilhos".

"Acho que o momento para vender o Brasil no exterior não é dos melhores. Neste ponto, o governo Lula tinha muito mais facilidades, surfava em uma onda de otimismo e prosperidade econômica. Agora, o momento é completamente diferente, há grande desconfiança internacional e interna, e o objetivo principal de Dilma deve ser mostrar que o cenário econômico brasileiro tende a se estabilizar", afirmou.

Empresários
Responsável por organizar um dos seminários com empresários dos quais presidente Dilma participará nos EUA, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que, embora o Brasil passe pelo ajuste fiscal e a aprovação da petista seja a mais baixa desde que ela assumiu, a Presidência, os empresários norte-americanos "não olham o cenário de dois ou três anos". Para a entidade, os investidores do país têm tradição de fazer investimentos a longo prazo.
 Ao G1, o gerente-executivo de Comércio da CNI, Diego Bonomo, afirmou que os empresários querem ouvir da presidente uma sinalização política de que o governo brasileiro buscará junto à Casa Branca medidas que possam impulsionar acordos na área econômica. Para ele, tanto a indústria brasileira quanto a norte-americana aguardam "agenda econômica mais ambiciosa" dos dois governos.

Embora Dilma tenha anunciado esta semana o Plano Nacional de Exportações, Bonomo diz que não há "medidas milagrosas" para alavancar o comércio exterior no Brasil. Ele defende ações como o fim da bitributação.
Para o representante da CNI, o Plano de Investimento em Logística pode atrair investimentos, mas a presidente precisa dar garantias aos norte-americanos de que os projetos serão rentáveis nos próximos anos.

"No fundo, o que os Estados Unidos querem é ter uma agenda econômica mais ambiciosa com o Brasil. Toda a avaliação do governo americano e dos empresários com quem nós conversamos é de grande realismo. Eles sabem que a atual fase econômica do Brasil é temporária, é um período de ajuste, com um ou dois anos mais difíceis, mas nenhuma grande empresa norte-americana está aqui pensando no curto prazo", disse.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Atenção Brasil! que não Caia no esquecimento.. hj 25 06 15, dois anos depois do maior Massacre de animais Doméstico do País..( Com repercussão Mundial )..cometido pelo Pref. MARCELO PAMPLONA.da Cidade de Sta Cruz do ARARI PA...( Tbém conhecido como Ilha da MORTE )..cidade à 4 dias de Barco de Belém PA.. Grupo Resgate Sem Fronteiras..fazendo a vossa Parte..e um pouquinho mais.. Obs. Março 2015 o SR . Ribeirinha que iria testemunhar contra este Fref,,,apareceu MORTO.. nas redondezas daquela cidade.. Agosto 2015 estarei e volta e mais uma vez a pedido do MP PA ..testemunharei contra este Verme.. Marcelo Pamplona sua Maior SOMBRA chegando!! EU!!!

Atenção Brasil! que não Caia no esquecimento.. hj 25 06 15, dois anos depois do maior Massacre de animais Doméstico do País..( Com repercussão ... Mundial )..cometido pelo Pref. MARCELO PAMPLONA.da Cidade de Sta Cruz do ARARI PA...( Tbém conhecido como Ilha da MORTE )..cidade à 4 dias de Barco de Belém PA.. Grupo Resgate Sem Fronteiras..fazendo a vossa Parte..e um pouquinho mais..
Obs. Março 2015 o SR . Ribeirinha que iria testemunhar contra este Fref,,,apareceu MORTO.. nas redondezas daquela cidade..
Agosto 2015 estarei e volta e mais uma vez a pedido do MP PA ..testemunharei contra este Verme..
Marcelo Pamplona sua Maior SOMBRA chegando!! EU!!!
Foto de Correa Do Mel Mel Correa.




Foto de Correa Do Mel Mel Correa.
Foto de Correa Do Mel Mel Correa.
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DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS

Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de janeiro de 1978

Preâmbulo: Considerando que cada animal tem direito; considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos levaram e continuam a levar o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais; considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana do direito à existência das outras espécies animais, constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo; considerando que genocídios são perpetuados pelo homem e que outros ainda podem ocorrer; considerando que o respeito pelos animais por parte do homem está ligado ao respeito dos homens entre si; considerando que a educação deve ensinar à infância a observar, compreender e respeitar os animais,

Proclama-se:

Art. 1 - Todos os animais nascem iguais diante da vida e tem o mesmo direito a existência.

Art. 2º
a) Cada animal tem o direito ao respeito.
b) O homem, enquanto espécie animal não pode atribuir-se o direito de exterminar outros animais ou explorá-los, violando este direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais.
c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à proteção do homem.

Art. 3º
a) Nenhum animal deverá ser submetido maltrato e atos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.

Art. 4º
a) Cada animal que pertence a uma espécie selvagem, tem o direito de viver livre no seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de reproduzir-se.
b) A privação da liberdade, ainda que para fins educativos é contrária a este direito.

Art. 5º
a) Cada animal pertencente a uma espécie, que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade, que são próprias da sua espécie.
b) Toda modificação deste ritmo e destas condições impostas pelo homem para fins mercantis é contrária a este direito.

Art. 6º
a) Cada animal que o homem escolher para companheiro tem o direito a uma duração de vida, conforme a sua natural longevidade.
b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Art. 7º - Cada animal que trabalha tem o direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.

Art. 8º
a) A experimentação animal, que implica em um sofrimento físico e psíquico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra.
b) As técnicas substutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Art. 9º - No caso do animal ser criado para servir de alimentação, deve ser nutrido, alojado, transportado e morto sem que para ele resulte ansiedade ou dor.

Art. 10º
a) Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem.
b) A exibição dos animais e os espetáculos, que utilizam animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Art. 11º - O ato que leva à morte de um animal sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.

Art. 12º
a) Cada ato que leva ã morte de um grande número de animais selvagens, é um genocídio, ou seja, um delito contra a espécie.
b) O aniquilamento e a destruição do ambiente natural levam ao genocídio.

Art. 13º
a) O animal morto deve ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência de que os animais são vítimas, devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenha como fim mostrar um atentado aos direitos do animal.

Art. 14º
a) As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ser representadas em nível de governo.

b) B) Os direitos do animal devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.



















































Foto de Correa Do Mel Mel Correa.

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