quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

NASA testa veículo espacial que vai levar humanos a Marte

Publicado há 10 minutos
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NASA testa veículo espacial que vai levar humanos a Marte

O espaço profundo poderá ficar mais perto esta quinta-feira, dia 3 de dezembro, com o passo-chave que a NASA está a preparar: o lançamento da Orion num teste de voo bastante ousado.

A agência espacial norte-americana vai lançar a nave, concebida para transportar humanos até Marte, a uma distância de 5.793,64 quilómetros.

Na viagem de testes, a Orion vai orbitar o planeta Terra duas vezes antes de reentrar na atmosfera e parar no Oceano Pacífico. Durante o percurso vai atingir velocidades de 32.000 quilómetros por hora e temperaturas na ordem dos 2.200ºC.

Como referência, diga-se que a nave não chegará perto da Lua, que fica a mais de 300 mil quilómetros, mas deixará para trás os limites alcançados pela Endeavour, o projeto anterior de veículos tripulados da NASA, em que se atingiu o máximo de 2.000 quilómetros de altitude.

Embora tenha sido concebida para transportar humanos, nesta viagem de teste a Orion levará apenas sensores no seu interior.

A NASA explica tudo num vídeo recente.



Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico 

Economia da zona do euro deve contrair em 2015, mostra PMI

Economia da zona do euro deve contrair em 2015, mostra PMI

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 07:34 BRST
 
Por Jonathan Cable
LONDRES (Reuters) - Fortes descontos falharam em impedir que a atividade empresarial da zona do euro crescesse menos do que o esperado no mês passado, mostrou nesta quarta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), sugerindo que a economia do bloco pode contrair de novo no início do próximo ano.
"A região está no caminho de ver crescimento do PIB de apenas 0,1 por cento no trimestre final do ano, com forte probabilidade de a quase estagnação se transformar em renovada contração no novo ano, a menos que a demanda mostre sinais de renovação", disse o economista-chefe do Markit, que compila a pesquisa, Chris Williamson.
Pesquisa da Reuters no mês passado projetou crescimento econômico de 0,2 por cento neste trimestre e de 0,3 por cento no próximo.
O PMI Composto final do Markit para novembro, com base em pesquisas junto a milhares de empresas na região e considerado um bom indicador de crescimento, caiu para 51,1 contra 52,1 em outubro, abaixo da preliminar de 51,4.
Novembro foi o 17º em que o índice ficou acima do nível de 50 que separa crescimento de contração. Mas o subíndice de novos negócios caiu abaixo dessa marca pela primeira vez desde meados do ano passado, para 49,7 ante 50,8, sugerindo mais contração em dezembro.
O PMI sobre o dominante setor de serviços da região caiu para 51,1 sobre 52,3 em outubro, contra preliminar de 51,3, e mostrou que as empresas têm cortado os preços há três anos agora para impulsionar os negócios. O índice de preços de produção atingiu 47,1.

Socorro!! Me ajudem a divulgar essa monstruosidade aqui no Brasil em Manaus contra os Bichos

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ar que os periquitos descansassem no local. O resultado, foi a morte de centenas de animais.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Confusão leva Renan a adiar sessão que votaria projeto que altera meta fiscal

Confusão leva Renan a adiar sessão que votaria projeto que altera meta fiscal

Iolando Lourenço - Agência Brasil02.12.2014 - 22h22
Uma confusão entre parlamentares e manifestantes que ocupavam as galerias do plenário do Congresso Nacional levou o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) a suspender e adiar para amanhã(3), às 10h, a sessão do Congresso Nacional para votar dois vetos e o projeto de lei que altera cálculo do superávit primário.

Presidente do Senado, Renan Calheiros, preside sessão Plenária do Congresso Nacional para apreciar e votar projetos de lei (Valter Campanato/Agência Brasil)
Presidente do Senado, Renan Calheiros, preside sessão plenária do Congresso Nacional para apreciar e votar vetos e projetos de lei que muda a meta fiscal /Valter Campanato/Agência Brasil
O tumulto com os manifestantes começou durante o discurso da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Incomodada com a situação, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) interpelou Renan solicitando que ele providenciasse a retirada das pessoas das galerias. Líderes da oposição e acompanhados ainda tentaram negociar com os manifestantes, mas Renan preferiu suspender a sessão, adiando para a manhã desta quarta-feira (3).
Editor Aécio Amado

Unifesp apura denúncia de estupro em evento estudantil

2/12/2014 às 19h56 (Atualizado em 2/12/2014 às 20h13)

Unifesp apura denúncia de estupro em evento estudantil

Caso foi levado a público nesta terça-feira durante audiência na Assembleia Legislativa
Fernando Mellis, do R7
Evento reuniu estudantes da Unifesp em Taquaritinga, no interior do EstadoReprodução/Facebook
A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) apura uma denúncia de estupro envolvendo dois alunos durante o evento Interunifesp, organizado por estudantes no interior do Estado entre os dias 20 e 23 de novembro. O caso foi apresentado pela advogada Marina Ganzarolli nesta terça-feira (2), durante audiência pública na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo).
— Aconteceu há duas semanas, nos jogos da Unifesp. A vítima ainda está em um processo de muita sensibilidade, o que é natural em todos os casos de violência contra a mulher. Ainda estamos trabalhando com ela, a possibilidade de ela vir, participar dessas audiências públicas. É uma denúncia, há indícios. Estamos falando aqui de algo que tem que ser investigado. Só um procedimento de investigação sério vai poder mostrar isso [se houve estupro].
Marina é fundadora de um grupo feminista que presta apoio a vítimas de abusos em universidades. Ela foi convidada a participar da audiência de hoje da comissão da Alesp que apura violações de direitos humanos na FMUSP(Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).
Em nota, a Unifesp confirma que recebeu a denúncia por meio de um grupo de alunos, mas que não foi fornecido o nome dos envolvidos no caso. A universidade acrescentou que “está tentando identificá-los e contatá-los, a fim de esclarecer o ocorrido, oferecer apoio médico e psicológico às partes, bem como para tomar as medidas cabíveis”. Segundo a instituição, se comprovadas as suspeitas, o autor do crime pode até ser expulso.
O evento teve festas com música eletrônica e open bar (bebidas liberadas). Segundo Marina, a suposta vítima estaria alcoolizada no momento em que foi estuprada. O caso ainda não foi comunicado à polícia. 
Essa é a terceira vez que os deputados da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais se reúnem para discutir casos de violência na FMUSP e na FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto). Segundo a advogada, estupros de garotas em festas estudantis acontecem em outras grandes universidades públicas e particulares do Estado. O deputado Adriano Diogo quer aprovar um CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para convocar os diretores dessas faculdades a prestar depoimento.

Deputados, seguranças e manifestantes envolvem-se em confusão no Congresso e votação é adiada

Deputados, seguranças e manifestantes envolvem-se em confusão no Congresso e votação é adiada

Publicação: 02/12/2014 19:33 Atualização: 02/12/2014 21:24

Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Deputados, seguranças do Congresso e manifestantes envolveram-se em um tumulto nas galerias do Plenário, cujo esvaziamento foi determinado pelo presidente do Congresso, Renan Calheiros, depois de alguns deles terem chamado a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) de “vagabunda” enquanto ela discursava. Os parlamentares estão reunidos para analisar dois vetos e vários projetos de lei, entre os quais o que muda a forma de cálculo do resultado fiscal (PLN 36/14).

Deputados da oposição estão nas galerias tentando evitar que os policiais legislativos retirem alguns manifestantes. Alguns parlamentares entraram em conflito com seguranças. Ainda não há previsão de horário de retomada da sessão.

O senador Aécio Neves (PSDB) discursou na sessão após o tumulto ter sido contigo. Foto: Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
O senador Aécio Neves (PSDB) discursou na sessão após o tumulto ter sido contigo. Foto: Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
Renan Calheiros suspendeu a sessão e mandou esvaziar as galerias do plenário por haver "partidarização" das galerias. As votações foram transferidas para esta quarta-feira (3), às 10 horas, devido à impossibilidade de esvaziamento das galerias do Plenário. O senador disse que não seria possível continuar os trabalhos com as manifestações dos populares – majoritariamente alinhados com partidos de oposição.

A ordem do dia da sessão do Congresso teve início após o alcance do quórum na Câmara (257 deputados) e no Senado (41 senadores). Relatado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), o PLN 36 muda a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014 para permitir o abatimento, sem limites, da meta de superavit primário com os valores investidos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e usados em desonerações tributárias.

Antes, porém, devem ser votados dois vetos que trancam os trabalhos. São vetos totais aos projetos de lei 6096/09, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que muda o nome do Instituto Federal Baiano para Instituto Federal Dois de Julho; e 5005/09, do deputado Felipe Maia (DEM-RN), que muda o nome da barragem Boqueirão de Parelhas (RN), em município de mesmo nome, para Dr. Ulisses Bezerra Potiguar.

As questões regimentais dominaram a primeira hora da sessão do Congresso e atrasaram o início da votação dos vetos que trancam a pauta. A oposição questionou a sessão realizada na semana passada, cobrou discussão individual dos itens e pediu a abertura das galerias para populares contrários à mudança no superavit. O deputado Felipe Maia (DEM-RN) pressionou pela abertura das galerias para cerca de 40 manifestantes barrados.

Já o senador Renan Calheiros, rejeitou as críticas e disse que o acesso ao Plenário foi liberado por senhas de acordo com o tamanho de cada partido. “O que pedem é a partidarização das galerias, não é a democratização das galerias”, afirmou.

A interferência das galerias – com gritos, palmas e cantos – durante o andamento da sessão levou o presidente Renan a exigir a expulsão dos populares do Plenário, motivado pela líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ). Ela pediu a saída dos populares depois que eles chamaram a senadora Vanessa Graziottin (PCdoB-AM) de “vagabunda” enquanto ela falava. “Numa sessão em que se debate política, não se admite que uma parlamentar seja chamada de vagabunda”, disse. 

Deputados de oposição e manifestantes negaram que tivessem chamado a senadora Vanessa Grazziotin de “vagabunda” enquanto ela discursava, mas teriam dito “vai pra Cuba”. Em razão do xingamento, a sessão do Congresso foi suspensa mais cedo, o que provocou tumulto nas galerias do Plenário.

Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados
A meta de superavit esteve no centro da disputa. O deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) criticou o decreto do governo que condiciona a liberação de recursos orçamentários à mudança na meta de economia do governo. O líder da Minoria, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), também criticou a alteração. “A oposição se preocupa com superavit e com gastos abusivos que saem pelo ralo da corrupção”, disse.

Já o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), defendeu a política governista. Ele disse que os gastos foram necessários para aquecer a economia em um momento de crise. “Estamos no maior momento de geração de empregos, o menor nível de desemprego”, disse.

OAB defende adoção de um plano nacional de combate à corrupção

País

OAB defende adoção de um plano nacional de combate à corrupção

Agência Brasil
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançou hoje (2) manifesto defendendo a adoção de um plano nacional de combate à corrupção. No documento, aprovado pelo plenário do Conselho Federal da OAB, a entidade repudia os atos de corrupção descobertos e investigados nos últimos meses.
Além da investigação, o manifesto lista medidas que contribuiriam para enfrentar “os estímulos sistêmicos à prática da corrupção”. A principal, segundo a OAB, é a proibição do financiamento empresarial de campanhas eleitorais e o estabelecimento de limites para contribuições de pessoas físicas.
“O atual sistema eleitoral torna as eleições brasileiras caríssimas. O financiamento de campanhas por empresas privadas cria uma sobreposição venenosa entre política e interesses empresariais, e precisa ser urgentemente extirpado das eleições que realizamos a cada dois anos”, diz o documento.
Para a OAB, o modelo atual de financiamento estimula a corrupção. Em 2011, a entidade encaminhou ao STF uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin), pedindo que empresas sejam proibidas a financiar partidos políticos e campanhas eleitorais. Durante o julgamento que se estendeu até este ano, o pedido foi acatado pela maioria dos ministros da Corte, mas um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, em abril, suspendeu o julgamento.
Além da proibição do financiamento empresarial, a OAB propõe o cumprimento da ordem cronológica no pagamento das contas públicas; a regulamentação da chamada Lei Anticorrupção (Lei 12.846, de 2013), que pune as empresas corruptoras; a aplicação da Lei da Ficha Limpa para todos os cargos públicos e a exigência do cumprimento por todos os órgãos públicos da Lei de Transparência, para proporcionar acesso fácil às informações.
A OAB também defende o fortalecimento e interligação de sistemas de órgãos de controle como a Controladoria-Geral da União (CGU), a Coordenação-Geral de Assuntos Financeiros(Coafi) e órgãos de registro de propriedade, como cartórios, tribunais de Contas, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Receita Federal e Polícia Federal para melhorar a investigação dos casos de caixa 2 na campanha eleitoral.