sábado, 18 de outubro de 2014

O movimento pró-democracia Occupy Central insurge-se contra a intenção de Pequim de condicionar a eleição do chefe de Governo de Hong Kong.

     
    10:19 18.10.2014

    Vinte e seis detidos em novos confrontos em Hong Kong

    © Carlos Barria / ReutersMunidos com guarda-chuva, para se protegerem do gás pimenta e bastões das autoridades, os cerca de nove mil manifestantes acabaram mesmo por conseguir voltar a ocupar uma estrada de um dos bairros mais povoados da cidade.

    Vinte e seis pessoas foram esta sexta-feira à noite detidas, em Hong Kong, em novos confrontos entre manifestantes e polícia.

    Os estudantes tentavam recuperar um local de protesto, desmantelado na véspera pelas autoridades. A polícia revelou que 15 agentes ficaram feridos nos confrontos.                            
    Munidos com guarda-chuva, para se protegerem do gás pimenta e bastões das autoridades, os cerca de nove mil manifestantes acabaram mesmo por conseguir voltar a ocupar uma estrada de um dos bairros mais povoados da cidade.                                                                                                                                                                                                                                                                         
    Esta nova vaga de confrontos arrisca comprometer o diálogo proposto pelo Governo aos estudantes, que deverá realizar-se na próxima semana.

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    Pré-sal só se inviabiliza com barril a US$ 45, diz Governo

    Dado Galdieri/Bloomberg
    Funcionários da Petrobras em uma plataforma de petróleo em construção na bacia de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro
    Funcionários da Petrobras em uma plataforma de petróleo em construção na bacia de Angra dos Reis
    Fernanda Nunes, do Estadão Conteúdo
    Antonio Pita, doEstadão Conteúdo
    Vinicius Neder, do Estadão Conteúdo
    Rio - Duas cotações do barril do petróleo balizam os investimentos da Petrobras e nortearão o Plano de Negócios 2015-2019 da estatal, aguardado ainda para este ano.
    Segundo fontes do alto escalão do governo, enquanto estiver acima de US$ 60, não haverá necessidade de rever projetos e reduzir recursos para áreas menos estratégicas que a exploração e produção de óleo e gás.
    Apenas se o preço despencar até US$ 45/barril, hipótese descartada pelo governo, o desenvolvimento do pré-sal seria inviabilizado.
    Os valores são o limite para cobrir o custo médio do capital. "Cada dólar a mais (em relação aos US$ 45) é lucro para a empresa, porque supera o custo do capital. A empresa está muito bem protegida", afirmou uma das fontes.
    A visão diverge das avaliações do mercado. Na última semana, o valor do barril de petróleo tipo Brent oscilou de US$ 80 a US$ 85, depois de, por quase três anos, ter se mantido na faixa de US$ 100, chamando a atenção de analistas, que divulgaram relatórios traçando cenários difíceis para a Petrobras.
    No governo, a análise é que a queda apenas reforça o caixa da Petrobras num primeiro momento.
    A estatal comemora a redução dos gastos com importação e o fim da defasagem com os preços internos, que esteve em média 17,3% abaixo dos valores internacionais, segundo relatório do Crédit Suisse.
    Além disso, comemora redução no pagamento de impostos, que considera a cotação no mercado externo. No médio prazo, a perspectiva é de retração dos custos de produtos e serviços, que costumam acompanhar o preço do Brent.
    "A questão é quanto tempo durará essa fase de redução do preço do petróleo. Em seis meses se sustenta. Em um ano é mais difícil. Em dois ou três anos, mais ainda", afirmou.
    Estrutural
    Se o governo não aposta neste cenário, analistas de mercado já simulam impactos de uma queda mais acentuada e duradoura, embora sem consenso.
    Para o consultor John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as mudanças nas cotações são estruturais, por causa da oferta de gás e petróleo de folhelho nos Estados Unidos.
    "A tecnologia está transformando os EUA em exportador. É um impacto danado", explica.
    A agência de classificação de risco Moody's estima que a cotação chegará a US$ 70, em função também da conjuntura política no mundo árabe.
    "A demanda continua forte, e há excesso de oferta mesmo com o baixo crescimento global", diz a analista Nymia Almeida. "Abaixo disso, alguns projetos ficariam inviáveis", completa.
    Países como o Canadá, produtores de um óleo de pior qualidade e custo alto, não conseguiriam produzir com uma cotação a níveis muito baixos. Assim, a oferta cairia, levando a um novo aumento de preços.
    Vazio
    O momento, segundo a analista, requer corte de custos entre nas empresas. O baixo custo de extração no pré-sal sustenta a rentabilidade mesmo no cenário ruim, embora com retorno mais demorado.
    O custo médio é de US$ 14,80 por barril de óleo equivalente. As fontes do governo reiteram a "tranquilidade" de que o pré-sal e os investimentos da Petrobras estão garantidos.
    Nesse ponto, o mercado alerta para a metade vazia do copo. Relatório do Citibank calcula que, com o barril a US$ 90, o fluxo de caixa operacional ficaria pressionado e a Petrobras poderia ter dificuldades para alcançar a meta atual de investimentos.
    A previsão apenas na área de exploração e produção são da ordem de US$ 35 bilhões anuais até 2020.
    O lucro também tende a ser menor. Segundo o Itaú BBA, sem reajustes de combustíveis até o fim de 2015 e com o barril a US$ 80, o lucro líquido da Petrobras seria 17% menor que o projetado inicialmente, em R$ 21,6 bilhões.
    O governo rechaça nova capitalização ou emissão de ações - ao menos neste ano.
    O tamanho da dívida é beira a marca de quatro vezes a geração de caixa, o que pesa negativamente. Reajustes de preços de combustíveis para gerar mais caixa são considerados improváveis com o petróleo mais barato lá fora.

    Filho do vice-presidente dos EUA expulso da Marinha por acusar cocaína num teste

    por DN.ptOntem21 comentários
    Hunter e o pai Joe Biden
    Hunter e o pai Joe BidenFotografia © REUTERS/Carlos Barria
    Hunter Biden confessa estar "embaraçado" pelo sucedido.
    A notícia foi avançada pelo Wall Street Journal, que explica que Biden foi convidado para fazer uma comissão em part-time na Marinha em 2012. O comandante Ryan Perry explicou, citado pelo The Guardian, que a informação não foi tornada pública devido às leis da privacidade, mas confirmou a ordem de desmobilização de Biden.
    "Foi uma honra servir a Marinha dos EUA e estou profundamente arrependido e embaraçado pelas minhas ações que provocaram a desmobilização administrativa", referiu Hunter Biden, de 44 anos, através de um comunicado divulgado pelo seu advogado.
    O filho do vice-presidente dos EUA, Joe Biden, acrescentou: "Respeito a decisão da Marinha. Com o amor e apoio da minha família vou seguir em frente."
    Hunter Biden é advogado, mas atualmente trabalha para uma empresa de investimentos
    17/10/2014 18h18 - Atualizado em 17/10/2014 20h59

    ANA dá autorização para Sabesp utilizar 2ª cota do volume morto

    Agência voltou a alertar que empresa já fez captação ilegal na Atibainha.
    Liminar judicial que impedia captação foi derrubada pelo governo estadual.

    Isabela LeiteDo G1 São Paulo
    Um dos seis reservatórios do Sistema  Cantareira chegou ao nível operacional zero - GNews (Foto: Reprodução/GloboNews)Volume morto da represa Atibainha chegou ao nível operacional zero na quinta (Foto: Reprodução/GloboNews)
    A Agência Nacional de Águas (ANA) deu autorização formal para a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) captar a água da segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira. A liberação foi divulgada nesta sexta-feira (17). A captação estava vetada pela Justiça Federal, mas o governo de São Paulo conseguiu derrubar a liminar na quinta-feira (16).
    A agência federal afirmou que o uso dos 106 bilhões de litros de água disponíveis na reserva técnica II da Cantareira deve ser feito em parcelas, que considerem volume garantido para a população da Região Metropolitana de São Paulo e atendidas pelos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (bacia PCJ) até 30 de abril de 2015 . A Sabesp deverá enviar um plano das cotas até o fim de novembro para que não ocorra desabastecimento.
    A ANA também voltou a alertar em documento que a Sabesp já fez captação ilegal na Represa Atibainha, explorando a água abaixo da cota autorizada pelos órgãos reguladores. O governo paulista nega que tenha avançado sobre a segunda cota do volume morto sem permissão e diz que ele só será usado caso necessário. A reserva técnica I, explorada desde maio, já teve 160,4 bilhões de litros bombeados de um total de 182,5 bilhões de litros.
    Para liberar o uso da segunda cota, a ANA avaliou a projeção de demanda do Cantareira, que apresentou redução de vazão durante o período de chuva. O relatório enviado pela Sabesp detalha a forma de utilização da reserva e faz projeções sobre a situação do Cantareira.
    Após ser informada sobre a autorização para a captação do volume morto, a Sabesp informou, em nota que o sistema totalizará, com a reserva II e os 40 bilhões de litros do volume atual, 146 bilhões de litros. Em termos percentuais, serão mais 10,7%. De qualquer forma, a companhia alegou que a segunda cota só será usada se for necessário.
    Fim do 1º volume morto
    Na análise da ANA sobre os dados da própria Sabesp, há possibilidade que a primeira cota do volume morto acabe antes de 15 de novembro, caso não chova.  A hipótese contraria a declaração do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que negou o término da reserva técnica no próximo mês.
    Alckmin também considerou "deturpada" a afirmação da presidente da Sabesp, Dilma Pena, sobre o fim da água em meados de novembro caso não chova. “Nós temos uma disponibilidade suficiente para atender a população nesse regime de chuvas até meados de novembro", disse Dilma Pena em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Câmara de Vereadores.
    Após ter criticado a repercussão das declarações de Dilma Pena, Alckmin foi questionado sobre qual seria o prazo para o fim da água. “Não tem data, não tem data", disse. "Não vai acabar a água. Vai acabar uma reserva técnica. E se acabar há uma segunda reserva técnica muito maior", disse o governador, que conta com a ajuda do tempo para afirmar que não há prazo previsto para o fim da primeira cota. “E não vai chover mais?”, questionou.
    A agência federal diz ter detectado que o volume de chuva registrado nas represas - chamado de vazão afluente - entre 1º e 13 de outubro é 3,8 vezes menor que o apontado no relatório da Sabesp para o período. Isso significa que nos 13 primeiros dias do mês, o volume de água que não chegou ao sistema foi de 12,8 milhões de metros cúbicos, volume 29% do atual disponível dos reservatórios.
    O presidente da ANA, Vicente Andreu, diz que a agência foi favorável à utilização da reserva técnica II por causa da "severa estiagem que levou à redução acentuada das vazões afluentes ao Sistema Equivalente (represas Jaguari-Jacareí, Cachoeira e Atibainha)", mas ressaltou que o Cantareira deve operar com, no mínimo, 10% do volume útil original. Isso corresponde a 97,4 milhões de metros cúbicos de água, volume observado pela última vez em 30 de abril.
    O órgão regulador também quer que a operação do sistema use previsões de vazões afluentes (chuva nas represas) mais conservadoras e reavaliadas semanalmente para torná-las mais condizentes com os valores observados a serem efetuados pela ANA e o DAEE com base nas previsões dos institutos de meteorologia. E, mesmo com chuva entre outubro deste abo e abril de 2015, as represas devem operar com a meta de recuperação do volume útil dos reservatórios.

    Captação ilegal e falta d'água 
    Na quinta-feira, o governador Geraldo Alckmin negou que a Sabesp realizou captação ilegal da segunda cota do volume morto, como atestou relatório divulgado pela ANA. "É óbvio que não estamos utilizando [a 2ª cota]", afirmou o governador. “Se nós temos ainda 40 bilhões de litros de água da primeira reserva técnica, porque você vai entrar na segunda? Não tem sentido, é um tecnicismo”, disse Alckmin.
    Ampliação do bônus
    Para ajudar a solucionar a crise do desabastecimento de água, Alckmin informou que propôs à Sabesp um bônus gradual. Com isso, o usuário não precisaria atingir os 20% de redução para obter o desconto, que seria feito de acordo com o que ele economizou. A medida valerá para toda a região metropolitana e Campinas.
    “Às vezes a pessoa reduziu o consumo 15%, 18%,19%, mas não ganhou o bônus, não conseguiu chegar nos 20%, então acaba desanimando. Então, nós propusemos a Sabesp para que dê também bônus menores. Quem economizou 5%, terá 5% de redução da conta de água, além do que já economizou”, disse Alckmin.