V _ _ _ _ _ _ _ _!
Via @Liberalismo da Zoeira
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Sinopse leve, boa informação com objetivo de dar cara nova ao padrão comportamental de leitura Blogger.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF |
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Posted: 13 Mar 2014 05:17 AM PDT
A
decisão está tomada: o Buriti não deixará que os comandantes da Polícia
Militar, Anderson Carlos de Castro Moura, Júlio César dos Santos, e do
Corpo de Bombeiros Militares compareçam à Câmara Legislativa, atendendo a
convocação da Comissão de Segurança. Os governistas alegarão que a
convocação não está amparada no regimento. Entre outras falhas, ao
chamar os dois comandantes para comparecer hoje, a comissão desrespeitou
o prazo regimental mínimo de 30 dias entre a convocação e o depoimento.
A
responsabilidade pela convocação, considerada agressiva e indevida pelo
Buriti, é atribuída — só para variar — ao deputado Patrício. A proposta
foi assumida por Liliane Roriz, ela sim uma oposicionista assumida, e
contou com a simpatia do novo presidente da comissão, Paulo Roriz,
também em rota de colisão com o governo.
Fonte: Do Alto da Torre - Jornal de Brasília
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Posted: 13 Mar 2014 04:58 AM PDT
“Meu
nome foi colocado pelo partido, o que me deixa muito honrada. Vários
políticos, certamente, gostariam de compor essa chapa tão forte,
representada pelas duas maiores lideranças da cidade. O grupo está unido
em torno dessa pré-candidatura, e a consolidação ocorrerá em junho,
durante as convenções partidárias
Filiado
ao PR, o ex-governador vai encabeçar a chapa majoritária, que terá a
distrital Liliane Roriz como vice. A decisão foi tomada em reunião com
aliados. Eles devem enfrentar outro grupo de oposição e a coligação
liderada por Agnelo Queiroz.
O
ex-governador José Roberto Arruda (PR) tentará voltar ao Palácio do
Buriti ao lado da deputada distrital Liliane Roriz (PRTB). A formação da
chapa foi oficializada ontem à tarde, em uma reunião na casa de Joaquim
Roriz, no Park Way. O senador Gim Argello (PTB-DF) completa a formação
majoritária, como candidato à reeleição. O acordo era negociado desde o
ano passado, mas a herdeira política do ex-governador Roriz resistia e
cogitava disputar novamente à Câmara Legislativa. Os aliados dos dois
caciques participaram do encontro e acompanharam a decisão.
Antes
do anúncio, Arruda chegou a cogitar até mesmo que dona Weslian, mulher
de Roriz, fosse a candidata a vice, caso Liliane continuasse com
resistência à chapa. Mas a candidatura da deputada prevaleceu no fim.
Participaram
também do encontro o presidente do PRTB no DF, Luiz Estevão, a deputada
federal Jaqueline Roriz (PMN), o ex-senador Adelmir Santana (PR), o
presidente do PR no DF, Salvador Bispo, além de Paulo Fona e Valério
Neves, assessores de Roriz. O grupo decidiu não posar para fotos ou
fazer pronunciamentos oficiais. O ex-deputado federal Jofran Frejat, que
em 2010 foi candidato a vice-governador na chapa de Joaquim Roriz,
elogiou a decisão. “Esse foi o melhor caminho que poderíamos tomar. Não
houve resistência de nenhuma parte, e a decisão foi tomada com muita
serenidade”, comentou. ...
O
anúncio representa também a oficialização de que Joaquim Roriz não será
mesmo candidato e pode significar ainda o encerramento da carreira
política do ex-governador, que, na próxima eleição, terá 81 anos. Mesmo
perdendo o papel de protagonista, Roriz continuará como importante
articulador do cenário local e puxador de voto de seus aliados. Além dos
problemas de saúde, como a insuficiência renal, pesou na decisão de
Joaquim Roriz a baixa possibilidade de ele conseguir o registro da
candidatura, já que foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa por conta da
renúncia ao Senado, em 2007.
Com
a definição da chapa, a oposição começa a se desenhar com mais
exatidão. Arruda e Liliane devem enfrentar uma chapa que vai integrar
PSDB, DEM e PPS e outros três candidatos de esquerda: o senador Rodrigo
Rollemberg (PSB), o deputado federal Reguffe (PDT) e Antônio Carlos de
Andrade, o Toninho do PSol. Eles vão tentar derrotar a coligação formada
pelo governador Agnelo Queiroz (PT) e o vice-governador, Tadeu
Filippelli (PMDB).
A
reunião de ontem foi marcada por Joaquim Roriz. O ex-governador abriu o
encontro anunciando que, finalmente, havia uma decisão sobre a aliança.
Na sequência, falou o secretário-geral do PR no DF, Antônio Gomes.
“Lembrei a todos que o mais importante era manter o grupo unido em
qualquer contexto. Conseguimos isso com esse encontro”, comemorou.
O
ex-governador José Roberto Arruda também discursou e falou sobre o
sonho de voltar ao governo. Ele disse que acredita ter sido retirado à
força do poder e revelou que, com a candidatura, pretende retomar o
trabalho interrompido em 2009. Na época, ele foi cassado pelo Tribunal
Regional Eleitoral (TRE) por infidelidade partidária, depois de deixar o
DEM. Arruda disse ainda aos aliados que a meta agora é atrair outros
partidos para o grupo, com o objetivo de fortalecer a aliança.
Orgulho
A
deputada Liliane Roriz relatou aos presentes suas realizações durante o
primeiro mandato na Câmara Legislativa e contou ainda estar orgulhosa
em dar continuidade aos trabalhos do pai. “Meu nome foi colocado pelo
partido, o que me deixa muito honrada. Vários políticos, certamente,
gostariam de compor essa chapa tão forte, representada pelas duas
maiores lideranças da cidade. O grupo está unido em torno dessa
pré-candidatura, e a consolidação ocorrerá em junho, durante as
convenções partidárias ", explicou. “A meta do nosso grupo é resgatar a
cidade”, acrescentou a distrital.
Prazo definido
O
marco final para as legendas definirem seus candidatos e coligações
para as eleições é 30 de junho de 2014. A decisão é oficializada durante
as convenções partidárias, que devem ocorrer do dia 10 ao dia 30 do
mesmo mês, período definido no artigo 8º da Lei das Eleições (nº
9.504/1997). Válido para todos os partidos políticos, o prazo garante a
isonomia para as legendas.
Entre
as regras a serem seguidas pelas legendas no processo de escolha de
candidaturas e coligações, está a cota para o preenchimento de cargos,
prevista na Lei n° 12.034/2009. A norma alterou a Lei dos Partidos
Políticos e a Lei das Eleições ao estabelecer que “cada partido ou
coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas
de cada sexo”, tornando obrigatória a distribuição dos percentuais
entre homens e mulheres. Essa participação mínima de candidatos de ambos
os sexos na disputa é com base na Constituição Federal.
União esperada
Os
demais grupos políticos que se movimentam de olho nas eleições deste
ano encararam com naturalidade a aproximação entre o clã Roriz com
Arruda e o senador Gim Argello. “É a reunião do atraso com o
oportunismo. O atraso que representaram as administrações de Roriz e
Arruda e o oportunismo do senador Gim, que só procurou outro grupo por
conta de suas pretensões eleitorais”, criticou o presidente regional do
PT-DF, deputado federal Roberto Policarpo, dando o tom que deve
prevalecer na campanha.
Já
o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), pré-candidato ao Palácio do Buriti,
entende que os campos políticos se tornam bem mais definidos. “Não há
muita novidade, pois a tendência desse grupo era mesmo se juntar. Há
muita coisa a se consolidar ainda daqui para a frente, mas, pelo menos, o
quadro fica mais consolidado. A população do Distrito Federal pode ver
as coisas com mais clareza”, ressaltou.
O
deputado federal Luiz Pitiman (PSDB), um dos nomes tucanos que têm se
apresentado para candidato ao governo, entende que a união dos grupos é
natural, mas ele a considera precipitada. “Entendo que a estratégia não
foi a correta. Ao fecharem os três nomes da chapa, eles barram a
possibilidade de qualquer partido de fora se juntar ao projeto. Isso é
ruim para o fortalecimento das oposições ao governo Agnelo”, opinou.
Início das negociações
A
formação da chapa começou a se definir em janeiro, depois de uma
reunião entre Arruda, Roriz e Gim com o governador de Goiás, Marconi
Perillo (PSDB), na capital goiana. Além de discutir a situação política
do Entorno, como alegaram oficialmente, eles debateram a necessidade de
união dos dois caciques do DF. O político goiano conclamou os
ex-governadores a se juntarem para combater a chapa PT-PMDB, que pode
ser repetida também em Goiás. Liliane não participou do encontro e, a
pessoas próximas, revelou resistência em fazer parte da chapa. Ela
sonhava em construir o próprio caminho e, para isso, apostava na
reeleição. Mas os entendimentos familiares e do partido levaram a
distrital a aceitar a formação com Arruda.
Gim,
suplente que assumiu o Senado na vaga de Roriz em 2007, complementou o
projeto. Mais do que uma ação isolada, a saída do senador petebista do
grupo de Agnelo mexe com pretensões de gente do próprio PT. Gim era um
dos nomes na disputa para indicação à vaga no Senado na chapa PT-PMDB.
Com ele fora, o deputado federal Geraldo Magela e distrital Chico Leite
passam a ter o ânimo renovado. Mas isso ainda pode passar pelo que
definir o PDT, já que os petistas não descartaram conseguir atrair o
partido do senador Cristovam Buarque, oferecendo a vaga para o deputado
Reguffe. Outro que tem namorado o PDT é o PSB. (AM e HM)
Fonte: ALMIRO MARCOS e HELENA MADER - Correio Braziliense - 13/03/2014
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Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF |
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Posted: 09 Mar 2014 08:08 PM PDT
“Por que a polícia militar é importantíssima para preservação e manutenção da ordem pública e a paz social, e ao mesmo tempo é tão desvalorizada?”
A desvalorização tem seu embrião dentro da própria instituição (legislação e cultura Policial Militar), com discriminações e preconceitos regulamentados advindos de outra instituição, onde ocorrem disparidades que não conciliam com os moldes de uma POLÍCIA CIDADÃ. Quem não tem uma história de injustiça e humilhação dentro dos quartéis? Cerca de 80% dos Policiais Militares queixam-se de problemas nas relações de trabalho e 39,5% de assédio moral ou escala de trabalho, a maioria dos abusos vem por parte de superiores hierárquicos (de acordo com pesquisa da USP). Há também que ressaltar as diferenças exorbitantes de salários, promoções, gratificações, auxílios, cargos de chefias e cursos, sendo que a maioria destes benefícios chega a ser privativos aos oficiais. Quem é contra a Hierarquia é contra a ordem! Chefias há em todas as organizações, são importantes e fundamentais, também é justo que quem exerce funções de maior responsabilidade tenha maiores salários e certas prerrogativas, mas que não sejam uns exaltados e outros discriminados, gotas para nós e rio para vós, como se uns fossem donos e os outros servos, uns nobres e outros plebeus. Desvalorização e desmotivação interna refletem no serviço externo, se o pai despreza o filho não será o vizinho que o valorizará! Temos que entender que hierarquia não é divisão de classes, e disciplina não é sujeição!
Os governantes e Políticos investem pouco em instalações, equipamentos e treinamentos de segurança, pagam mal aos policiais, não desenvolvem políticas públicas e projetos sociais de médio e longo prazo que sejam eficientes e eficazes e investem pouco em Educação. Lançam planos de segurança imediatistas e paliativos ludibriando a sociedade, fazendo com que a polícia enxugue gelo e passe por incompetente, criam leis brandas que favorecem a impunidade. Usam as Polícias Militares, a maior instituição de segurança pública e social do Brasil em efetivo, atuação e ações, como curinga, fazendo o serviço das outras instituições, mas, no entanto, sem dar o mesmo valor.
A imprensa, por outro lado, parece ter certo preconceito, procuram sempre criticar as ações da polícia Militar, boicotam ações positivas e dão grande ênfase aos erros. Os apresentadores de tele-jornais sempre dão seus pareceres sem embasamento especializado e científico, manipulando a opinião pública e depreciando e ultrajando a imagem de uma instituição, em que seus integrantes são profissionais engajados e comprometidos com essa nobre missão (proteger e salvar vidas) sem um direito de resposta à altura. Chama-se a atenção também o fato dos governantes investirem cada vez mais em publicidade nestas empresas midiática, deixando em cheque a imparcialidade das notícias.
A sociedade brasileira se exime da responsabilidade, usando a Polícia como bode expiatório, pois a criminalidade é conseqüência da degradação social, desestruturação familiar e desigualdades e não culpa da Polícia. O cidadão acha que lutar contra a criminalidade é uma guerra particular entre a Polícia e bandido, engana-se, pois a polícia é apenas uma ferramenta da sociedade de controle da violência e criminalidade, sendo que esta luta é social e não individual, pois o Policial não é onipotente, onisciente e onipresente. Hoje, a polícia age sem garantias legais, não tem o amparo do Estado e nem o apoio da comunidade (70,1% da comunidade não confiam na Polícia). Os Policiais estão exaustos e acuados, pois sofrem todos os tipos de pressões e riscos físicos, psicológicos, administrativos e jurídicos, pois ao invés de serem a última alternativa para segurança, estão sento todas, e a única em atuação. Tem que se admitir também, que a falta de conduta, preparo emocional e técnico-profissional de alguns policiais contribuem muito para essa realidade, fora o estigma de MILITAR x PAISANO, que se agrava por estarmos em uma democracia.
O policiamento comunitário veio como uma solução, pois uniria a sociedade e a polícia e demais órgão públicos (multiagencialidade), onde a Polícia faria apenas seu serviço social de SEGURANÇA, e não os projetos sociais de responsabilidade de outras instituições que deveriam cumprir seu papel institucional também. Mas se torna quase incompatível ter esta junção em uma organização centralizadora (Militar), e também temos que admitir que o militar é formado para mandar e obedecer e não para negociar. Querem uma Polícia de controle ou Cidadã? Querem uma Polícia de Segurança Nacional ou de Segurança Pública? A solução seria mesmo uma polícia não militarizada, chocando-se menos e entendendo mais os direitos de liberdade, tanto para quem é prestado o serviço, que é a comunidade, como para quem presta o serviço, que é o policial, isso é humanização do serviço policial. Aí sim, seríamos valorizados, deixaríamos de ser meros números e elementos de execução, para sermos humanos que protegem humanos!
Robson Dias
“Nós queremos que a Pátria nos ame, nosso brio e valor tendo em conta, e que ao ser ofendida nos chamem, para irmos vingá-la da afronta”. (Canção da PMDF) Letra: SGT PM Guilherme Cruz
Fontes de pesquisa: Diretrizes para uma Polícia Cidadã; Tese de doutorado da socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP - Viviane de Oliveira Cubas; ICJBRASIL, FGV, FBSP (70,1% da população não confiam no trabalho das diversas polícias no País); Manual de Policiamento Comunitário; RDE; Código de Ética PMDF; Lei de Segurança Nacional (LSN); CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
No Rio de janeiro mais um policial MILITAR perdeu a vida na luta desigual do Estado contra o crime, cada dia mais organizado. E o mais impressionante é a falta de apoio e o silêncio desse mesmo Estado que ela representa, do Ministério Público, da OAB e dos Direitos Humanos.
Novamente a única voz que ultimamente tem defendido as polícias brasileiras solta o verbo mas, assim como nós, tornou-se uma voz solitária.
Por Tenente Poliglota...
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Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF |
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Posted: 09 Mar 2014 08:08 PM PDT
“Por
que a polícia militar é importantíssima para preservação e manutenção
da ordem pública e a paz social, e ao mesmo tempo é tão desvalorizada?”
A
desvalorização tem seu embrião dentro da própria instituição
(legislação e cultura Policial Militar), com discriminações e
preconceitos regulamentados advindos de outra instituição, onde ocorrem
disparidades que não conciliam com os moldes de uma POLÍCIA CIDADÃ. Quem
não tem uma história de injustiça e humilhação dentro dos quartéis?
Cerca de 80% dos Policiais Militares queixam-se de problemas nas
relações de trabalho e 39,5% de assédio moral ou escala de trabalho, a
maioria dos abusos vem por parte de superiores hierárquicos (de acordo
com pesquisa da USP). Há também que ressaltar as diferenças exorbitantes
de salários, promoções, gratificações, auxílios, cargos de chefias e
cursos, sendo que a maioria destes benefícios chega a ser privativos aos
oficiais. Quem é contra a Hierarquia é contra a ordem! Chefias há em
todas as organizações, são importantes e fundamentais, também é justo
que quem exerce funções de maior responsabilidade tenha maiores salários
e certas prerrogativas, mas que não sejam uns exaltados e outros
discriminados, gotas para nós e rio para vós, como se uns fossem donos e
os outros servos, uns nobres e outros plebeus. Desvalorização e
desmotivação interna refletem no serviço externo, se o pai despreza o
filho não será o vizinho que o valorizará! Temos que entender que
hierarquia não é divisão de classes, e disciplina não é sujeição!
Os governantes e Políticos
investem pouco em instalações, equipamentos e treinamentos de
segurança, pagam mal aos policiais, não desenvolvem políticas públicas e
projetos sociais de médio e longo prazo que sejam eficientes e eficazes
e investem pouco em Educação. Lançam planos de segurança imediatistas e
paliativos ludibriando a sociedade, fazendo com que a polícia
enxugue gelo e passe por incompetente, criam leis brandas que favorecem
a impunidade. Usam as Polícias Militares, a maior instituição de
segurança pública e social do Brasil em efetivo, atuação e ações, como
curinga, fazendo o serviço das outras instituições, mas, no entanto, sem
dar o mesmo valor.
A imprensa,
por outro lado, parece ter certo preconceito, procuram sempre criticar
as ações da polícia Militar, boicotam ações positivas e dão grande
ênfase aos erros. Os apresentadores de tele-jornais sempre dão seus
pareceres sem embasamento especializado e científico, manipulando a
opinião pública e depreciando e ultrajando a imagem de uma instituição,
em que seus integrantes são profissionais engajados e comprometidos com
essa nobre missão (proteger e salvar vidas) sem um direito de resposta à
altura. Chama-se a atenção também o fato dos governantes investirem
cada vez mais em publicidade nestas empresas midiática, deixando em
cheque a imparcialidade das notícias.
A sociedade
brasileira se exime da responsabilidade, usando a Polícia como bode
expiatório, pois a criminalidade é conseqüência da degradação social,
desestruturação familiar e desigualdades e não culpa da Polícia. O
cidadão acha que lutar contra a criminalidade é uma guerra particular
entre a Polícia e bandido, engana-se, pois a polícia é apenas uma
ferramenta da sociedade de controle da violência e criminalidade, sendo
que esta luta é social e não individual, pois o Policial não é
onipotente, onisciente e onipresente. Hoje, a polícia age sem garantias
legais, não tem o amparo do Estado e nem o apoio da comunidade (70,1% da
comunidade não confiam na Polícia). Os Policiais estão exaustos e
acuados, pois sofrem todos os tipos de pressões e riscos físicos,
psicológicos, administrativos e jurídicos, pois ao invés de serem a
última alternativa para segurança, estão sento todas, e a única em
atuação. Tem que se admitir também, que a falta de conduta, preparo
emocional e técnico-profissional de alguns policiais contribuem muito
para essa realidade, fora o estigma de MILITAR x PAISANO, que se agrava
por estarmos em uma democracia.
O
policiamento comunitário veio como uma solução, pois uniria a sociedade
e a polícia e demais órgão públicos (multiagencialidade), onde a
Polícia faria apenas seu serviço social de SEGURANÇA, e não os projetos
sociais de responsabilidade de outras instituições que deveriam cumprir
seu papel institucional também. Mas se torna quase incompatível ter esta
junção em uma organização centralizadora (Militar), e também temos que
admitir que o militar é formado para mandar e obedecer e não para
negociar. Querem uma Polícia de controle ou Cidadã? Querem uma Polícia
de Segurança Nacional ou de Segurança Pública? A solução seria mesmo uma
polícia não militarizada, chocando-se menos e entendendo mais os
direitos de liberdade, tanto para quem é prestado o serviço, que é a
comunidade, como para quem presta o serviço, que é o policial, isso é
humanização do serviço policial. Aí sim, seríamos valorizados,
deixaríamos de ser meros números e elementos de execução, para sermos
humanos que protegem humanos!
Robson Dias
“Nós
queremos que a Pátria nos ame, nosso brio e valor tendo em conta, e que
ao ser ofendida nos chamem, para irmos vingá-la da afronta”. (Canção da
PMDF) Letra: SGT PM Guilherme Cruz
Fontes
de pesquisa: Diretrizes para uma Polícia Cidadã; Tese de doutorado da
socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP -
Viviane de Oliveira Cubas; ICJBRASIL, FGV, FBSP (70,1% da população não
confiam no trabalho das diversas polícias no País); Manual de
Policiamento Comunitário; RDE; Código de Ética PMDF; Lei de Segurança
Nacional (LSN); CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
No
Rio de janeiro mais um policial MILITAR perdeu a vida na luta desigual
do Estado contra o crime, cada dia mais organizado. E o mais
impressionante é a falta de apoio e o silêncio desse mesmo Estado que
ela representa, do Ministério Público, da OAB e dos Direitos Humanos.
Novamente
a única voz que ultimamente tem defendido as polícias brasileiras solta
o verbo mas, assim como nós, tornou-se uma voz solitária.
Por Tenente Poliglota...
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Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".