segunda-feira, 19 de outubro de 2026

A corrupção do Lula no Master está 10% mais do que na lava jato. Lula continua o mesmo ladrão. E aí, @STF_oficial ? O que irão fazer?





SUSTO NO DEBATE DA BAND | Cães farejadores sinalizaram um componente químico no carro da equipe de Flávio Bolsonaro.

 O veículo foi isolado e vistoriado pelo Esquadrão de Bombas. Após a inspeção, a suspeita foi descartada: não havia artefato explosivo.
🤡🐭🚩 O procurador-geral da República, Paulo Gonet, estaria considerando deixar o cargo antes do término de seu mandato, caso Flávio Bolsonaro vença a disputa presidencial. A informação foi divulgada pelo jornalista Claudio Humberto.
Com mandato previsto até dezembro de 2027, Gonet avaliaria antecipar sua saída para abrir caminho à indicação de um novo procurador-geral pelo eventual governo de Flávio Bolsonaro. Segundo a publicação, a medida também poderia evitar pressões e desgastes semelhantes aos enfrentados por Augusto Aras, que comandou a Procuradoria-Geral da República durante parte do governo Lula e foi alvo de críticas e acusações do presidente petista.
O assunto, segundo a reportagem, estaria circulando mais nos bastidores da própria PGR do que na campanha de Flávio, que demonstraria maior interesse nas mudanças que pretende promover no STF.
A situação de Gonet também estaria sendo afetada pelo desgaste provocado pelo escândalo do Banco Master, cujos desdobramentos teriam repercutido sobre a imagem e o apoio ao procurador-geral.
Por outro lado, uma eventual indicação de Flávio Bolsonaro para o comando da PGR poderia encontrar um cenário favorável no Senado, considerando a presença expressiva de parlamentares conservadores eleitos nas últimas eleições.
Até o momento, a possível saída antecipada de Gonet é apresentada como uma hipótese atribuída aos bastidores políticos, e não como uma decisão oficialmente anunciada pelo procurador-geral.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

O delegado Rafael Dantas encontrou provas que conectam o caso Banco Master a práticas semelhantes às da Lava Jato, incluindo indícios de pressão judicial e vazamentos de informações. O STF, PF e PGR reforçaram medidas para evitar nulidades e comparações formais com a Lava Jato, mas investigações apontam que figuras políticas e empresariais de alto nível podem estar implicadas.  

Pontos principais

- Delegado Rafael Dantas: responsável por apurações sobre o caso Master, deixou a investigação após o ministro André Mendonça assumir a relatoria no STF. Dantas investigava denúncias de Tony Garcia contra Sergio Moro na Lava Jato e apurava vazamentos ligados ao Master.  

- Provas coletadas: a Polícia Federal apreendeu vídeos e materiais que sugerem esquema de pressão judicial, conectando práticas do caso Master às da Lava Jato.  

- Medidas
- institucionais: STF, PF e PGR reforçaram protocolos para preservar a legalidade das provas, compartimentar investigações e evitar vazamentos, justamente para impedir que o caso seja anulado como ocorreu em parte da Lava Jato.  

- Estratégia dos investigados: políticos como Jaques Wagner e Ciro Nogueira tentam rotular o caso Master como “nova Lava Jato” para questionar a condução e abrir espaço para alegações de nulidade.  

- Claudio Dantas: apontou que delações de Daniel Vorcaro, dono do Master, não avançam porque poderiam comprometer figuras de alto escalão da República, reforçando a ligação entre os dois casos. 

Conclusão

O caso Master apresenta provas e indícios concretos de práticas semelhantes às da Lava Jato, incluindo pressão judicial e vazamentos. Rafael Dantas foi peça-chave na coleta dessas evidências, mas saiu após mudanças na relatoria. As instituições tentam blindar o processo contra nulidades, enquanto delações e provas sugerem envolvimento de políticos e empresários de alto nível.

https://youtu.be/eNTnFTL-wK8?is=2vatns4TBX0sBoFk

*“Tem contrato de 2 bilhões com vizinho de Lulinha”, diz Luchsinger à CNN* 

Em entrevista à CNN na noite deste sábado, 17/10, a lobista Roberta Luchsinger disse que o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, se reunia com frequência com o presidente da empreiteira portuguesa Mota-Engil. A empresa ganhou o contrato bilionário para a construção do túnel Santos–Guarujá, no estado de São Paulo.

Segundo Roberta Luchsinger, a empreiteira fechou o contrato pelo fato do presidente da empresa no Brasil, Amauri Rodrigues Pinha, ser amigo de Fábio Luís Lula da Silva.

https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/tem-contrato-de-2-bilhoes-com-vizinho-de-lulinha-diz-luchsinger-a-cnn

*Lobista afirma que Lulinha se reunia 'semanalmente' com ministros do governo Lula* 

A lobista Roberta Luchsinger afirmou neste sábado que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, se reunia "semanalmente" com ministros do governo do pai, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Investigada pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência na gestão, Luchsinger disse que pretende propor um acordo de delação premiada.

https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/17/lobista-afirma-que-lulinha-se-reunia-semanalmente-com-ministros-e-diz-querer-fazer-delacao-premiada.ghtml

Para todo esquerdista estúpido e ignorante que repete sem saber do que esta falando. 
LEIA! ESTUDE! Quem é o FASCISTA na historia do Brasil?

Fascismo é uma ideologia política autoritária e ultranacionalista que concentra o poder em um líder ou partido, enfraquece a democracia e reprime quem se opõe ao governo. Historicamente, esteve associado ao culto ao líder, à exaltação da força, à perseguição de adversários e à ideia de que os interesses da nação estão acima das liberdades individuais.
O fascismo surgiu na Europa no início do século XX, especialmente na Itália de Benito Mussolini, e ganhou força no período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial.

Quais são as principais características do fascismo?
1. Culto ao líder
O líder é apresentado como alguém infalível, salvador da pátria e acima das instituições.
Exemplo histórico: Benito Mussolini, na Itália.

2. Censura e repressão
O governo persegue opositores, censura a imprensa, limita a liberdade de expressão e pune críticas.
Exemplo histórico: a queima de livros e a repressão intelectual na Alemanha nazista.

3. Uso da violência política
Grupos ligados ao movimento intimidam, agridem ou eliminam adversários para conquistar ou manter o poder.
Exemplo histórico: os Camisas-Negras de Mussolini, que atacavam opositores políticos.

4. Nacionalismo extremo e criação de inimigos
O movimento afirma que a nação está ameaçada por grupos considerados inimigos internos ou externos.
Exemplo histórico: a propaganda nazista contra judeus, que contribuiu para justificar sua perseguição e o Holocausto.

5. Rejeição ao pluralismo democrático
Oposição política, alternância de poder e instituições independentes são tratados como obstáculos à vontade do líder ou do movimento.
Exemplo histórico: a transformação da Itália em uma ditadura fascista sob Mussolini.

Exemplos históricos de regimes fascistas ou relacionados
Itália — Benito Mussolini (1922–1943)
Mussolini estabeleceu uma ditadura, restringiu a oposição, censurou a imprensa e perseguiu adversários. O regime italiano é o exemplo clássico do fascismo histórico.

Alemanha — Adolf Hitler (1933–1945)
O nazismo compartilhava características fundamentais do fascismo, como ditadura, ultranacionalismo, racismo, militarismo e perseguição política. Foi responsável pelo Holocausto e por crimes em massa durante a Segunda Guerra Mundial.

Espanha — Francisco Franco (1939–1975)
Franco governou uma ditadura autoritária, nacionalista e repressiva. Seu regime é frequentemente associado à direita autoritária e a tradições fascistas, embora historiadores distingam o franquismo do fascismo italiano e do nazismo.

E como reconhecer comportamentos fascistas hoje?
Alguns sinais de alerta são:
- Defender que um líder deve ter poder ilimitado, mesmo contra a Constituição.
- Afirmar que a oposição política é inimiga da pátria e não tem direito de participar da vida democrática.
- Incentivar violência contra adversários ou justificar perseguições políticas.
- Defender censura e repressão para silenciar críticas.
- Tentar destruir eleições livres ou impedir a alternância de poder.
- Promover a ideia de que determinados grupos são inferiores ou não merecem direitos iguais.

Importante: uma pessoa ser conservadora, de direita, de esquerda, patriota ou favorável a políticas duras não significa, por si só, que seja fascista. A classificação depende do conjunto de ideias, objetivos e práticas. O termo também não deve ser usado apenas como insulto político.

Fascismo é a mesma coisa que autoritarismo?
Não exatamente. Uma ditadura autoritária restringe liberdades e concentra poder, mas nem toda ditadura é fascista. O fascismo costuma acrescentar mobilização política de massas, culto ao líder, ultranacionalismo, identificação de inimigos e um projeto de transformação radical da sociedade.

Em resumo: o ponto central do fascismo não é simplesmente ter um governo de direita ou de esquerda, mas promover um projeto autoritário e ultranacionalista que subordina as liberdades e o pluralismo ao líder, ao movimento e à ideia de nação.

Fonte: ChatGPT

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