sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Lulafaço e o PT só vivem de golpe Todo dia um golpe novo Lula e o PT é corrupção sem fim

Em áudio e documentos obtidos por VEJA, Vorcaro conta que deu recursos não apenas para Dark Horse, mas também para um documentário sobre Lula. Ele afirma ter pago em dinheiro, em esquema que envolve o ex-tesoureiro do PT e o ministro Alexandre Padilha.

Leia a reportagem de capa desta semana: https://mrf.lu/282TY
eleito senador, carlos jordy fez duras críticas a alexandre de moraes.
em declaração após a eleição, afirmou que o ministro é um “ditador”.
jordy também declarou que, segundo sua avaliação, “ditador não tem perdão”.
o parlamentar eleito disse ainda que moraes “vai pagar pelos seus crimes”.
as declarações repercutiram entre apoiadores e críticos do ministro.
jordy já havia feito críticas públicas a decisões do stf.
agora, eleito para o senado, ele promete manter sua atuação de oposição ao ministro.
a fala reacendeu o debate sobre a atuação do stf e os limites do poder de seus ministros.
Se buscar tem Dirceu "codinome Daniel" mente diabólica, a porra toda, inacreditável.

Só me faz ter menos pena da alta cúpula do poder no Brasil, que fez literalmente o diabo para trazer o lula dos mortos, quem tem que enterrar esse defunto e jogar concreto por cima vai ser a gente dia 25 apretando 22 confima.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

Publicações recentes da Veja revelam que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou ter pago cerca de R$ 30 milhões em espécie para financiar um documentário sobre Lula e repassar recursos ao Instituto Lula, em meio a negociações com fundos de pensão controlados por aliados do PT. As reportagens trazem áudios e documentos como supostas provas, mas até agora não há condenações formais contra o presidente.

O que a Veja publicou

- Áudios e documentos obtidos pela revista mostram que Vorcaro teria pago R$ 30 milhões em dinheiro vivo para financiar um documentário sobre Lula e repassar valores ao Instituto Lula.  
- O banqueiro citou nomes como João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT) e o ministro Alexandre Padilha, relacionando-os a negociações para acessar fundos de pensão federais.  
- As investigações no STF revelaram que muitos inquéritos envolvendo políticos aliados e opositores ficaram paralisados, sem avanço além das provas iniciais.  

Contexto político

- O caso ganhou destaque às vésperas das eleições de 2026, sendo usado por adversários para atacar Lula.  
- O grupo jurídico "canhotada" Prerrogativas, próximo ao presidente, alegou que Vorcaro pode ter sido incentivado a prestar depoimentos com fins eleitorais.  
- Até o momento, Lula não foi formalmente acusado nos processos relacionados ao Banco Master; as investigações seguem em andamento.

Data vênia 

João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT e réu na Lava Jato por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa, é novamente acusado de atuar em esquema ilícito.  

Segundo relato do banqueiro Vorcaro à revista VEJA, Vaccari teria exigido:
  
- R$ 30 milhões em espécie para o documentário de Lula;  
- outro valor para o Instituto Lula;  
- 10% das captações do Master, em troca de acesso facilitado a fundos de pensão federais.  

Vorcaro afirma possuir provas:
conversas de WhatsApp, registros de entrada no Planalto, e-mails, atas de reuniões, comprovantes de pagamento e dados de voos. Mesmo assim, o material teria sido descartado pelas autoridades.  

Decisões oficiais: 
 
- Polícia Federal: rejeitou a proposta de delação em 11 de junho de 2026.  
- PGR (Paulo Gonet): rejeitou em 15 de junho de 2026.  
- STF (André Mendonça): apenas comunicado da rejeição, sem participação direta na decisão.  

A delação, mesmo não aceita, expõe indícios de corrupção envolvendo agentes políticos e membros do Judiciário.

https://www.instagram.com/reel/DeRQ1fPs1rY/?exln=NjJ3aHlpenlwbTFv


O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), reeleito com 3,1 milhões de votos, começou a divulgar nesta quinta-feira (08) um canal no WhatsApp para distribuir materiais de campanha do aliado Flávio Bolsonaro (PL). Na convocação, Nikolas afirmou que pretende conversar com os seguidores e enviar conteúdos para serem compartilhados.

A iniciativa ocorre após o deputado André Janones (Rede-MG), apoiador de Lula, lançar no início da semana o canal “Exército do Lula”, também no WhatsApp. Até o início da tarde desta quinta, o canal divulgado por Nikolas tinha cerca de 210 mil seguidores, enquanto o de Janones somava 2,4 milhões de membros.

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Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil de SC e recém-eleito deputado estadual, admitiu falhas na divulgação do caso do cão Orelha.

Confira os detalhes na matéria.

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