quarta-feira, 7 de março de 2018

Moro condena Bendine, ex-presidente do BB e da Petrobras, a 11 anos de prisão







Jornal do Brasil


O juiz federal Sérgio Moro condenou hoje (7) o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine a 11 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em um dos processos da Operação Lava Jato. Na sentença, Moro afirmou que Bendine solicitou e recebeu propina do Grupo Odebrecht durante o período em que esteve no cargo, a partir de fevereiro de 2015, em substituição a ex-presidente Graça Foster.
“O condenado assumiu o cargo de presidente da Petrobras em meio a um escândalo de corrupção e com a expectativa de que solucionasse os problemas existentes. O último comportamento que dele se esperava era de corromper-se, colocando em risco mais uma vez a reputação da empresa”, afirmou Moro.
Bendine está preso no Complexo Médico-Penal (CMP) de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, desde julho do ano passado, quando foi preso preventivamente a partir das investigações da Lava Jato. Ele presidiu o Banco do Brasil de abril de 2009 a fevereiro de 2015 e a Petrobras até maio de 2016.
De acordo com juiz Sérgio Moro, Aldemir Bendine solicitou e recebeu propina do Grupo Odebrecht
De acordo com juiz Sérgio Moro, Aldemir Bendine solicitou e recebeu propina do Grupo Odebrecht
Em delação feita pelo empresário Marcelo Odebrecht, Bendine foi citado como um dos beneficiários de pagamento de vantagens indevidas. Em depoimento prestado ao juiz Moro, Marcelo Odebrecht, um dos delatores das investigações da Lava Jato, disse que autorizou repasse de R$ 3 milhões a Bendine.
Após o depoimento, a defesa de Bendine considerou o depoimento como ilação e disse que Marcelo reconheceu não ter recebido diretamente cobrança de vantagens.
Marcelo Odebrecht é condenado a 10 anos por corromper Bendine
Ao condenar Bendine a 11 anos de prisão, Moro também sentenciou o executivo Marcelo Odebrecht a 10 anos e seis meses, no âmbito da Operação Lava Jato. O magistrado afirmou que "não cabe perdão judicial" ao delator, mas decidiu substituir a sanção pelas penas previstas no acordo de colaboração premiada.
Segundo o acordo de delação, Marcelo pegou pena de 10 anos, dentre os quais dois anos e seis meses em regime fechado, já cumprido - ele está em domiciliar desde dezembro de 2017. Além dele, o ex-executivo da Odebrecht Fernando Reis também foi condenado nesta ação, a oito anos e seis meses.
O doleiro Álvaro Novis, que também é delator, foi sentenciado a quatro anos e seis meses, mas também substituída por aquela prevista em acordo de delação.
André Gustavo Vieira da Silva, que confessou crimes e admitiu a operação de supostos repasses a Bendine, teve a pena fixada em seis anos e seis meses, e a prisão preventiva substituída por regime semiaberto.
A ação penal se refere às investigações da Operação Cobra, 42ª fase da Lava Jato, que pôs Bendine e André Gustavo na cadeia em julho de 2017. O ex-presidente da Petrobras é acusado de receber R$ 3 milhões da Odebrecht e o publicitário de operacionalizar os valores, supostamente acertados com Marcelo e Fernando Reis. Novis teria sido usado para a entrega dos valores.
Com Agência Brasil e Estadão Conteúdo

Em Resposta À ONU, Jungmann Elogia ‘Atuação Exemplar’ Das Forças Armadas


  • 07/03/2018




A avaliação de Raul Jungmann  foi uma resposta às declarações dadas ainda hoje pelo alto-comissário da ONU para os direitos humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, que se mostrou preocupado com a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.
“No Brasil, eu estou preocupado com a recente adoção de um decreto que dá a forças armadas autoridade para combater o crime no estado do Rio de Janeiro e colocam a polícia sob o comando do Exército”, disse Hussein, ao discursar hoje na 37ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça.

Em resposta, Jungmann declarou: “Nós já fizemos 11 GLO. Me digam que desrespeito aos direitos humanos foram feitos pelas Forças Armadas até aqui? Qual denúncia que teve? São mais de 90 mil homens e mulheres, somando as 11 [operações]. Acredito que a performance das Forças Armadas nas GLO tem sido exemplar”, disse.

Universidade Vai Expulsar Calouros Que Não Assistirem A Palestras Sobre “Gênero” E “Movimentos LGBT”









Os calouros da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais, correm o risco de serem expulsos caso não compareçam a oficinasbatizadas de “Gênero e Sexualidade”, “A Política de Cotas na Universidade Brasileira” e “História das Lutas do Movimento LGBT”.
A programação faz parte da semana de recepção aos novos estudantes, que acontece a partir da próxima segunda-feira. Ao divulgar a agenda, a UFLA enfatizou que, de acordo com as regras da universidade, quem deixar de comparecer em todos os dias de atividades será desligado:
“De acordo com a Resolução CEPE n° 42, de 21 de março de 2007, em seu Art. 49 dispõe que:
§ 1° “O estudante que deixar de comparecer às atividades de recepção de calouros será automaticamente desvinculado do curso e da Universidade”.
As sete oficinas oferecidas para o dia 14 tratam de assuntos caros aos chamados movimentos sociais. Os calouros terão de escolher uma delas para frequentar.
A divulgação da informação, entretanto, gerou críticas: a Associação Escola Sem Partido foi à Justiça para impedir que a presença no evento seja compulsória.
Em uma ação protocolada na Justiça Federal em Brasília, a organização argumenta que a imposição significa um critério a mais além do vestibular, o que não seria aceitável.
“O que deveria ser um direito do estudante está sendo imposto como obrigação cujo descumprimento tem como consequência nada menos que o fim da vida universitária do calouro”, afirma a associação no documento.
No pedido, dentre outros argumentos, a associação também menciona que “não é possível deixar de reconhecer aos calouros da UFLA o direito à objeção de consciência relativamente à participação nas oficinas”.
Outro lado
Em nota, a UFLA afirma que “lamenta as interpretações equivocadas sobre a programação da recepção de calouros do primeiro período letivo de 2018” e argumenta que a “recepção de calouros é uma atividade tradicional e tem como objetivo o acolhimento dos alunos ingressantes”.
Já sobre a obrigatoriedade de presença, a instituição afirma que ela está “prevista na Resolução CEPE n° 42, de 21 de março de 2007, pois as atividades são realizadas em dias letivos. Na programação do evento, está definido que a presença é obrigatória em todos os dias”, diz,
“ No caso das atividades do dia 14/3, por exemplo, o estudante pode optar entre oficinas de vários temas ou mesmo pelas atividades programadas pelo DCE, que tradicionalmente incluem momentos culturais e outras”, completa.

Urgente: Moro condena Bendine a 11 anos de prisão




Acusado de receber R$ 3 milhões em propina da Odebrecht, para facilitar contratos entre a empreiteira e a Petrobras, Bendine foi condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
O juiz federal escreveu em sua sentença: “Assumiu cargo de presidente da Petrobrás em meio a um escândalo de corrupção e com a expectativa de que solucionasse os problemas. O último comportamento que se esperava era corromper-se, colocando em risco mais uma vez a reputação da empresa”.

Sarney Filho Sai Do Ministério Do Meio Ambiente








Escalado pelo presidente Michel Temer para organizar o processo de reforma ministerial que o governo terá que fazer até o início de abril, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta terça-feira, 6,que teve uma conversa com o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, para tratar do assunto. “Ele sai mesmo no dia 31”, afirmou Padilha.
Segundo o ministro, na conversa, foi explicado que o governo tem como “pressuposto da reforma” buscar nomes “no mesmo patamar” dos atuais. “É importante para que o governo e o ministérios tenham prosseguimento”, destacou.


Padilha lembrou ainda que o presidente quer ministros com “o compromisso de engajamento com o projeto nacional de poder”. O ministro reiterou que o governo quer também um único candidato da base para concorrer à presidência.

O advogado e procurador do estado de MS, Felipe Marcelo de Menes.







                                     Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira​

O procurador do Mato Grosso Sul Felipe Gimenez, representante da Associação Pátria Brasil, defendeu a contagem pública de votos, durante sessão hoje na CCJ do Senado sobre o voto impresso.

“Um dos pilares da democracia está sendo quebrado. O exercício do voto é secreto, mas a contagem deve ser pública. A artimanha da urna é que ela estende o segredo do exercício do voto até a última etapa.”

Ele explica que a contagem de votos é um ato administrativo que está submetido ao princípio da publicidade. “Será nulo se não for público.”

Agora é Lula 2018 ! compartilhem sem moderação ( inclusive os petistas )...