domingo, 4 de março de 2018

Advogado De Defesa De Joesley Batista Vai Trabalhar Para Gilmar Mendes








Hoje no comando da defesa de Joesley Batista, André Callegari vai trabalhar para Gilmar Mendes. Como? Ele foi contratado como professor do IDP, a faculdade de Direito do ministro.

Racha nos partidos: Rollemberg se aproxima de lideranças nacionais





Movimentação do governador não é vista com bons olhos por políticos locais. Segundo assessoria, relação com Alckmin e Freire já existia


Rafaela Felicciano/Metrópoles

Isadora Teixeira



No xadrez político, tem causado desconforto a estratégia do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) de tentar conquistar apoio das lideranças nacionais dos partidos com os quais não possui bom relacionamento em nível local. Com as siglas que o ajudaram a se eleger, mas se distanciaram nos últimos três anos, o socialista adota outro método: ele tem mantido a aliança de alguns filiados, provocando embaraço nos diretórios regionais.
É o caso do PSD-DF, partido do vice-governador Renato Santana e capitaneado pelo deputado federal Rogério Rosso. Embora a legenda tenha deixado Rollemberg, o deputado distrital Cristiano Araújo mantém posicionamento a favor do chefe do Executivo. O governador, pré-candidato à reeleição, também causou uma ruptura no PSDB-DF ao nomear para o GDF personalidades como a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia.

O último encontro noticiado entre Rollemberg e o chefe de outra sigla foi com o presidente do PPS, Roberto Freire, na segunda-feira (26/2). Na expectativa de um entendimento em nível nacional do PSDB com o PSB, o governador do DF também tem se aproximado do presidenciável tucano e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
Ao Metrópoles, o presidente do PPS-DF, Francisco Andrade, disse não haver intenção de construir um projeto ao lado do PSB-DF. “Nada indica ou sugere que a gente vai firmar aliança com o PSB”, pontua. 
Chico conta que o governador chegou a convidá-lo para uma conversa, mas ele descartou o encontro. “Ele ligou para mim nesta semana. Muito respeitosamente, eu disse que se for para falar do governo nós queremos, mas de eleição nós não vamos, pois somos oposição”, relata.
AntipatiaÀ frente do PSDB-DF, Izalci Lucas acredita que, ao utilizar a tática de aproximação dos caciques e da desestruturação dos partidos, o chefe do Executivo tem acirrado a rejeição entre os políticos brasilienses. “Isso traz mais antipatia, fica ainda mais claro o jeito que ele age: de uma forma não republicana”, dispara.
Renato Santana, também desfere críticas ao ex-aliado, mas ainda companheiro de governo. “Não custa nada tentar. O deselegante é ciscar no quintal do vizinho e bagunçar o coreto sem ser convidado”, afirma. Ele destaca que o “respeito com as lideranças locais é salutar e de bom grado”.  
Segundo influente político do Distrito Federal que ocupou cadeira no Palácio do Buriti – mas pediu para ter o nome preservado –, nos bastidores, Rollemberg tem nutrido “rancor”. “No lugar de ter interlocução partidária, ele faz a cooptação de uma pessoa do partido, deixando-a afunilada”, relata. 
“Tem legenda que ele ignorou o presidente e teve locução direta com os deputados filiados, e agora quer se aproximar novamente. Isso aconteceu com o PV, com o Pros e até com o PRB, que está com o pé fora do governo”, disse.
Presidente do PRB-DF, Wanderley Tavares avalia que a estratégia pode não ter sucesso. “Mesmo que consiga um apoio vindo de cima para baixo, numa situação dessa você não vai ter 100% do engajamento do partido”, opina. Sobre o elo com o PSB-DF para a eleição de 2018, Wanderley disse não haver ainda um posicionamento. “O que decidimos: nós temos um grupo de partidos que se uniu em prol da nominata federal. Esse grupo, unido, vai, lá na frente, decidir o que vai fazer”, despista. 
O “difícil” convencimentoO advogado eleitoral e comentarista político Emerson Masullo acredita que a estratégia de Rollemberg tem riscos, mas a possibilidade de dar os resultados esperados não é nula. Ele pondera que os políticos com proeminência nacional devem colocar na balança se vale a pena convencer os correligionários brasilienses a dar o apoio até então repelido. 
Para o especialista, a movimentação do governador traduz uma dificuldade de articulação política local. “É uma estratégia que se baseia no fato de o líder de outro estado se convencer a se inserir na base partidária de outra unidade da Federação e ainda convencer os líderes a mudar de opinião e dar o apoio. Isso gera um perigo de rachadura na base“, pontua. 
O outro ladoSobre a manutenção de associados de agremiações que deixaram a base, o presidente do PSB-DF, Tiago Coelhodefende trata-se de um modelo de fazer política diferente do tradicional. “O fato de se ter pessoas de partidos que já declararam independência mostra que o que importa são os quadros técnicos. Isso demonstra o compromisso do governo de fazer uma construção não de poder, mas de cidades”, explica.
De acordo com o socialista, o diálogo com as outras siglas tem sido feito no cenário local e nacional. “A estratégia sempre existiu. O que acontece agora é o momento de discussão programática e a retomada do diálogo em relação ao pleito que está próximo”, diz.
A Secretaria de Comunicação do DF disse que Rollemberg, “desde o começo do seu mandato”, tem estabelecido relações diretas com as lideranças nacionais, inclusive com os dois presidentes da República com quem conviveu, ministros e governadores.
Segundo a pasta, a aproximação com outros chefes de Estado começou no início do ano passado, com as reuniões do Fórum Permanente de Governadores sediadas na Residência Oficial de Águas Claras.
“Ele se aproximou muito do Alckmin porque boa parte das medidas adotadas pelo governo federal – como a renegociação da dívida dos estados – beneficiaram muito a São Paulo. O Freire é amigo histórico, sempre foram do mesmo campo de centro-esquerda, desde os tempos em que ele [Rollemberg] era deputado distrital e depois federal”, sustenta a secretaria.

sábado, 3 de março de 2018

Revoltado, Marcelo Odebrecht Promete Soltar A ‘Bomba’ Que Destruirá Sua Própria Família







O empresário #Marcelo Odebrecht viveu momentos conturbados dentro da cela da #Polícia Federal. Agora, ao conseguir a prisão domiciliar ele tem a possibilidade de cumprir o resto de sua pena na sua residência, localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo. A Justiça determinou que Odebrecht irá cumprir mais dois anos e meio de prisão domiciliar, sendo possível sair em dois períodos de 24 horas.
Com a nova rotina e longe da cela, Odebrecht está com uma grande obsessão. Sua nova forma de vida faz ele acordar antes das 8 horas e malhar por pelo menos 1 hora. Depois disso, o empreiteiro é encontrado dentro de seu escritório, lugar onde ele fica por cerca de 12 horas.

A obsessão é para encontrar novas provas que incriminem pessoas próximas a ele, pois ele acredita ter sido ”vítima” de uma emboscada. A quantidade de horas no escritório serve para ele averiguar todas as fontes possíveis da Odebrecht e juntar documentos para apresentar na Polícia Federal.
Aos seus amigos próximos, Odebrecht deixou claro que busca sair da cadeia ao apresentar novas provas. O empreiteiro acredita que carregou nas costas, sozinho, toda a corrupção que assombrou a Odebrecht. Ele deseja que seu pai, Emílio, e outros executivos da empresa também paguem o que ele pagou. O ato do empreiteiro poderá destruir até mesmo sua família.
Caso Odebrecht consiga comprovar crimes a outros membros da empresa e sua família, sua pena poderá diminuir em um ano e três meses. O empresário corre contra o tempo.
E-mails comprometedores
E-mails que foram encaminhados de Marcelo para a Polícia Federal seriam só parte de um grande esquema que o empreiteiro tenta solucionar. No total, já foram mais dez petições que Odebrecht fez para incluir mais novos materiais para a PF.
O sistema utilizado pela Odebrecht é muito complicado, apenas no ano passado que a PF conseguiu acesso a documentos dos computadores. Um executivo da empresa foi até Curitiba, para conseguir acesso aos dados e entregar a PF. Inúmeras tentativas foram feitas até conseguirem entrar completamente no sistema. A Odebrecht utilizava um meio confuso envolvendo tokens e senhas. É nisso que Marcelo trabalha todos os dias, tentando desvendar o sistema e conseguir ainda mais dados.
No momento, apenas o próprio Marcelo Odebrecht, a Polícia Federal  e o Ministério Público Federal tem cópia dos e-mails descobertos pelo empreiteiro.
Ao que tudo indica, a obsessão do empresário não acabará até ele conseguir incriminar e apresentar novas ”bombas” para a PF

URGENTE! Negociador De Lula Se ‘Infiltra’ No STF, Articula Ações Dentro Do Supremo E Pressiona Ministros Num Verdadeiro ‘Jogo Político’.




Os ministros do Supremo Tribunal Federal (#STF) estão vivendo uma pressão enorme para que façam alguma coisa a fim de ajudar o ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva a não ser preso. Para piorar mais toda a situação, surge um novo nome que está movimentando toda a Corte e é um braço-direito do mais recente advogado de Lula, Sepúlveda Pertence. Estamos falando do operador de Lula no Supremo, Luiz Carlos Sigmaringa Seixas, um grande “negociador” e que está em contato direto com o ministro #Dias Toffoli.
Sigmaringa, que foi deputado federal pelo PT no Distrito Federal, é advogado de presos políticos e atuou durante a ditadura militar.
Ele também foi deputado constituinte em 1988.
O “negociador” ajuda Pertence a pressionar os ministros para que tomem uma decisão a favor do ex-presidente. Ele é considerado o homem de Lula nos bastidores da Justiça, desde quando o PT entrou no poder.
Sigmaringa cultivou muitas amizades no STF  e foi, por muitas vezes, ouvido pelo PT na hora de se escolher um sucessor para a cadeira do Supremo. O ministro Dias Toffoli, por exemplo, deve muito ao advogado e a dívida de gratidão está sendo cobrada agora.
Para se entender bem o caso, voltamos para o ano de 2009. Toffoli era o advogado-geral da União e estava perto de assumir uma vaga no STF. Porém, no coração de Lula, ele queria que Sigmaringa fosse o escolhido e o ministro Toffoli sabia disso.
Diante disso, Toffoli deixou que Lula decidisse por conta própria qual seria o nome que ele gostaria de ver na Corte.
Num gesto nobre e cortês, Sig conversou com o ex-presidente e abriu mão do Supremo deixando o caminho livre para Toffoli. A generosidade do advogado pode custar caro para o ministro. Ele agora é pressionado a pagar pela cadeira da Corte e Sig já foi visitá-lo várias vezes.
Próximo presidente da Corte
Nas entrevistas mais recentes, Lula tem mostrado uma grande tranquilidade e quase nenhuma preocupação com sua prisão. As pessoas podem se perguntar o por quê de toda essa calmaria. Toffoli é vice-presidente do STF e em setembro comanda a Corte. Lula poderia ter vantagens com o ministro e sua vida se tornar mais fácil. Uma coisa é certa, isso seria um grave erro de postura de um ministro da Corte
Temer
O presidente Michel Temer também tem conversado bastante com o ministro e os assuntos, geralmente, não são revelados à imprensa.
Nos bastidores se comenta que Temer busca harmonia com Toffoli para que seu governo não tenha problemas com o STF

Cunha Vai Implodir O Resto Da República. Denúncias Envolvem Gente Graúda Da República







De acordo com informações do Blog do Vicente, no Correio Braziliense, depois de muito prometer e não entregar nada de relevante, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que está preso em Curitiba, enfim, resolveu abrir o bico e detalhar o esquema do qual fez parte. As denúncias envolvem gente graúda da República e desvios na Petrobras e na Caixa Econômica Federal. Há coisa pesada sendo entregue aos investigadores.

Um dos envolvidos nas negociações com Cunha diz que as primeiras tentativas de delação dele foram muito fracas, decepcionantes. Por isso, nenhum acordo foi adiante. Agora, o quadro mudou. Segredos da República estão sendo entregues com requintes de detalhes e provas.
Resta saber até onde vai Cunha. Ele não se conforma de estar preso há tanto tempo, jogado aos leões sem ninguém para defendê-lo. Reclama ainda da falta de dinheiro. Boa parte das queixas, no entanto, é lorota.
Aliado a isto, há o fato da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ter incluído o presidente Michel Temer nas investigações do esquema montado pela Odebrecht para saquear os cofres da Petrobras e indicar também que pode aceitar a delação de Eduardo Cunha.

Mais Um Presente Do Temer Para O Povo, 62 Bilhões Em Perdão De Dívidas No Refis









Estadão
O perdão concedido pelo governo federal no último parcelamento de débitos tributários, o Refis, deve chegar a R$ 62 bilhões – quase o dobro do valor calculado inicialmente pela Receita Federal. A estimativa oficial foi atualizada porque a versão final do programa, com regras mais generosas, acabou incentivando uma adesão maior que a esperada.
A primeira versão do programa não previa descontos em multas e juros, o que acabou sendo incorporado pelo governo. Mesmo assim, houve pressão de parlamentares para melhorar as condições do programa, que acabou dando descontos de até 70% em multas e 90% em juros.
Em agosto do ano passado, antes de o projeto ser aprovado no Congresso, a previsão da Receita era que a renúncia chegasse a R$ 35,1 bilhões ao longo dos 15 anos de parcelamento. “Renunciamos mais do que era previsto”, admitiu o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, ao apresentar os dados da arrecadação de janeiro.
Os parcelamentos especiais permitem que empresas refinanciem dívidas com descontos sobre juros, multas e encargos. Muitas vezes, os juros são maiores que o débito original. Em troca, o governo recebe uma parcela da dívida adiantada, mas abre mão de uma parcela do que ganharia com juros e multas.

Suíça Vai Enviar Documentos E Extratos De Quatro Contas Bancária Do Operador Do PSDB








O Ministério Público da Suíça confirmou que está levantando documentos e extratos de quatro contas bancárias atribuídas ao ex-diretor da DERSA Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, e apontado como operador de propinas do PSDB.
A iniciativa é feita em resposta a pedido da Justiça brasileira. De acordo com informações do jornalista Jamil Chade, do Estadão, o órgão confirmou ainda que congelou qualquer movimentação financeira envolvendo a conta, onde foram encontrados R$ 113 milhões.