sábado, 3 de março de 2018

PROPINAS De R$ 82 MILHÕES E 15 Relógios De Luxo ENTERRARAM O Que ERA O “PLANO B” Do PT Ao Palácio Do Planalto








PROPINAS de R$ 82 MILHÕES e 15 Relógios de Luxo ENTERRARAM o que ERA o “PLANO B” do PT ao Palácio do Planalto
……..> O EX-IMPOLUTO Ex-Ministro de “LULA-DRÃO”, JAQUES WAGNER é A MAIS NOVA LIDERANÇA PETISTA a MERGULHAR no MAR de LAMA da CORRUPÇÃO
……..> Em um CENÁRIO POLÍTICO de TERRA ARRASADA para o PT, o ex-governador da Bahia (2007-2014) Jaques Wagner despontava como a melhor opção para substituir Lula na cabeça de uma chapa à Presidência em 2018. O político baiano era um dos poucos nomes graúdos do partido a ter escapado incólume aos escândalos de corrupção que atingiram a legenda, levando seus principais líderes aos tribunais e prisões. O acarajé azedou na segunda-feira 26, quando a Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram a Operação Cartão Vermelho, que investiga a obra de reforma para a copa da Arena Fonte Nova, em Salvador. Jaques Wagner e outros são suspeitos de participar de um esquema de fraude em licitações, superfaturamento, desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro.
O superfaturamento na reforma do estádio seria 190% acima do valor inicial, atingindo R$ 684 milhões. Atual secretário estadual de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Wagner estaria no centro desse esquema de propinas e caixa 2 envolvendo as empreiteiras OAS e Odebrecht, integrantes do consórcio Fonte Nova Participações (FNP), encarregado da obra. De acordo com a PF, o político recebeu R$ 82 milhões em doações eleitorais e propinas que ajudaram a financiar a campanha vitoriosa de Rui Costa ao governo baiano. A prisão preventiva de Wagner foi pedida, mas negada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), sediado em Brasília. Sete mandatos de busca foram cumpridos na residência do político, em Salvador, em seu gabinete no governo e locais ligados ao secretário estadual da Casa Civil Bruno Dauster e ao empresário Carlos Daltro, que agiriam como intermediários. Wagner disse que as acusações são “infundadas” e que a PF se engana por desconhecer o funcionamento de parcerias público-privadas (PPPs), “onde não existe a figura do superfaturamento”. Esse argumento não passou despercebido.
Um estudo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) já apontava em 2013 que a contratação desse tipo de obra no modelo PPP não seria bom para a saúde dos cofres públicos. As investigações também detectaram fortes indícios de direcionamento dos editais, a fim de favorecer o consórcio vencedor. Como ladainha em procissão, o PT manteve o mantra da “perseguição contra o partido” e disse que o político seguirá como alternativa caso LULA seja BARRADO pela FICHA LIMPA – o que segundo o Tribunal Superior Eleitoral é líquido e certo.
COLOCOU A MÃE NO MEIO
A PF chegou ao ex-governador por caminhos diferentes. De um lado vieram delações de executivos e funcionários da Odebrecht, de outro, pistas, documentos e informações obtidas em outra operação na sede da OAS. Um cruzamento de dados apontou que dos R$ 684 milhões gastos para reconstruir a Fonte Nova, R$ 450 milhões (65%) foram objeto de superfaturamento. A delegada encarregada da operação,
Luciana Matutino Caires, afirmou que os R$ 82 milhões destinados a Wagner vieram de desvios das duas empreiteiras para a campanha política de 2014. Essa bolada equivale a 12% do valor total da obra. Nem todos os caminhos que o dinheiro percorreu para chegar ao petista estão claros. Todavia, a PF acredita que pelo menos um pagamento de R$ 500 mil em espécie foi feito na casa da mãe de Wagner, no Rio de Janeiro.
Ou seja, para se locupletar o petista colocou até a mãe no meio: “Existe a informação de que os doleiros em Salvador não tiveram capacidade de entregar tal quantia, e, por isso, fizeram o pagamento no Rio, na casa da mãe de Wagner”, afirmou o superintendente da PF na Bahia, Daniel Justo Madruga. O resto do dinheiro teria passado aos poucos pelas mãos de Dauster e Daltro ou na forma de doações de campanha. Um pagamento de R$ 3,5 milhões veio na forma de doação eleitoral da Cervejaria Itaipava, empresa que atuaria como “laranja” da Odebrecht no esquema.
De acordo com a PF, o superfaturamento na obra seria uma forma do então governador da Bahia quitar uma dívida de R$ 390 milhões da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb) com a Odebrecht. O acerto da negociata teria passado pelo crivo de Marcelo Odebrecht, então presidente da empreiteira e hoje cumprindo pena por envolvimento em corrupção na Petrobras.
Além de documentos, computadores, celulares e arquivos físicos e digitais, os agentes federais apreenderam também uma coleção de 15 relógios de luxo em posse do ex-governador. Os relógios seriam para presentear aliados e amigos. O ex-executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho informou em sua delação que presenteou o petista com um relógio de R$ 20 mil em seu aniversário. O valor da coleção será periciado. Em ato de apoio ao político organizado pelo PT e aliados ainda na noite de segunda 26, Wagner alegou que se tratariam de réplicas. “Como eu fui algumas vezes à China, eu comprei alguns relógios de réplica”. Ninguém acreditou. Na melhor das hipóteses, trata-se de uma esperta compra de produtos pirata.
O petista baiano não está sozinho nessa. Ele é o sétimo governador investigado por receber propinas envolvendo obras de arenas utilizadas na Copa. Antes dele foram citados em outras investigações Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Agnelo Queiroz (PT-DF), José Roberto Arruda (PR-DF), Omar Aziz (PSD-AM) e Sinval Barbosa (PMDB-MT). Em Salvador, deputados da oposição se articulam para requerer a abertura de uma CPI. Com todas as lideranças do PT abatidas pela corrupção, o partido terá que discutir agora a possibilidade de um “plano C” para a chapa presidencial. “C” de corrupção

Preso por assassinato e bebida falsa é servidor de Agaciel Maia




Rivieliton Gomes de Araújo, 39 anos, foi detido durante a Operação Casablanca. Distrital disse que vai exonerar o funcionário


MICHAEL MELO/METRÓPOLES


Ian Ferraz



Preso na sexta-feira (2/3) pela Operação Casablanca, o empresário Rivieliton Gomes de Araújo, 39 anos, é funcionário comissionado do deputado distrital Agaciel Maia (PR). A ação foi desencadeada para apurar a morte de Ulisses Augusto Pinto Coelho, conhecido como Pisca, 46 anos, em novembro do ano passado, no Incra 7, em Brazlândia. Foram presas quatro pessoas, entre elas o agente de custódia aposentado e irmão de Rivieliton, Rivanildo Gomes de Araújo, 54 anos.
Lotado no gabinete do líder do governo Agaciel Maia, Rivieliton recebeu, no mês de janeiro, salário de R$ 4.053,05. O deputado confirmou que a “a demissão é automática” e que a mesma será assinada pela Presidência da Casa.


Rivielton está inserido na política desde 2010. Ele trabalhou para a liderança do PMDB na Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 2014, e foi candidato a distrital no mesmo ano pelo Democratas (DEM).
Segundo a Polícia Civil, Rivieliton e Rivanildo são donos da  casa de eventos Casablanca, em Ceilândia, e eram patrões da vítima. As investigações apontaram que os dois teriam feito um seguro de vida no nome do funcionário, sendo beneficiários da apólice. Por isso, são os principais suspeitos de matá-lo.
As investigações foram iniciadas após o corpo de Ulisses ser encontrado já em avançado estado de decomposição a cerca de dois quilômetros da Casablanca. “Ele era um funcionário dos proprietários. O famoso ‘faz tudo’. Durante as apurações, descobrimos que existiam empresas no nome dele, além de um seguro de vida no valor de R$ 100 mil, cujo beneficiário eram os patrões”, explicou.





































Bebida batizada
O delegado contou que o empregado era alcoólatra e havia saído da cadeia. Os empresários teriam, ainda, colocado os negócios em nome dele, como laranja. De acordo com o policial, além do estabelecimento, os irmãos gerenciavam um depósito de bebidas batizadas.
Durante as ações, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nos endereços residenciais e comerciais dos investigados. Também foram apreendidas diversas bebidas alcoólicas destiladas e cervejas com prazos vencidos e indícios de falsificação. Acetonas usadas para suprimir a data de validade das bebidas acabaram recolhidas no local.
Outras duas pessoas foram detidas suspeitas de participação na associação criminosa. A operação teve a participação de 60 policiais civis e apoio das Divisões de Operações Especiais (DOE) e Aéreas (DOA) da Polícia Civil.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Mas será que Agaciel já não sabia das bebidas falsas?

Dinheiro fácil!



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Crise No Rio É Fruto De ‘Longa História De Falta De Vergonha Na Cara’ Diz General Carlos Alberto Dos Santos Cruz









O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que chefia a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) desde o abril do ano passado e que agora acumula o cargo de secretário-executivo do recém-criado Ministério da Segurança Pública, avaliou que a crise em que se encontra o Rio de Janeiro é fruto de “uma longa história de falta de vergonha na cara”. Trata-se do segundo cargo mais importante da pasta, atrás apenas do ministro Raul Jungmann.
Embora não tenha responsabilidade pela intervenção federal do Rio — que está a cargo do Comando Militar do Leste (CML), com sede no Rio —, ele lembrou que não basta vencer o conflito com os bandidos armados. Uma solução para o problema passa também por investimentos, ações sociais e ações de governo. O general fala com a experiência de quem já chefiou missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti e na República Democrática do Congo.


ESTELIONATO UNIVERSITÁRIO E OS CURSOS SOBRE O “GOLPE” DE 2016








Art. 171 do Código Penal – Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.
A definição de estelionato serve como uma luva aos ardilosos cursos universitários de extensão que estão sendo organizados no ano eleitoral de 2018 e papagueiam sobre “O Golpe de 2016 e a Nova Onda Conservadora no Brasil”. Não ria que é sério. A moda começou na Universidade de Brasília e já repicou na UFRGS, no embalo de impróprias intenções e incompreensíveis justificativas. A diretora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), em matéria publicada no jornal Zero Hora de 2 de março, afirmou que “em resumo, a gente acha que foi golpe”.
Como os promotores do curso mandam no seu quadrado, farão um curso acadêmico sobre aquilo que “acham” (com dinheiro do contribuinte, claro, que ninguém dá aula de graça). Militância com contracheque, bem se vê, comprometida com a necessidade de enfrentar a “nova onda conservadora no Brasil”, inconveniente aos anseios “progressistas” dessa destapada militância acadêmica.
A narrativa que convém aos partidos de esquerda, aquilo que eles acham, ficaria adequadamente exposto em salinhas dos diretórios do PT, PSOL, PCdoB e PSTU. Jamais com prerrogativas de extensão acadêmica, numa universidade federal.  Todas as seis universidades que já anunciaram seus cursinhos para militantes são públicas. Por que será? Ao saber que o ministro da Educação solicitara a órgãos e instituições federais competentes que apurassem a responsabilidade administrativa dos promotores do curso, estes se insurgiram invocando “a autonomia universitária e a independência necessária para que a comunidade científica possa levar adiante o seu labor” (ainda no mesmo jornal). Filosofando com os cotovelos, em português ruim até para o ENEM, um professor de História adicionou que “as universidades devem esse compromisso com a sociedade, que é converter em conhecimento as opiniões, as teses diferentes”. Diferentes, professor? Cadê a diferença, se o curso já traz a conclusão no título?
Trata-se, isto sim, de um esforço concentrado, em ano eleitoral, para transformar em “conhecimento” aquilo que os professores acham, reproduzindo o discurso de “golpe” e combatendo a “onda conservadora”. Tudo sem precisar mexer nos fundos partidários. Gleisi Hoffmann agradece a vantagem ilícita.
Se alguém afirmar que esse tipo de ensino é o avesso do pluralismo inerente ao ambiente e ao espírito universitário, a resposta já vem colada na sola das havaianas que sustentam esse edifício retórico: “Quem acha que não foi golpe que crie seu curso”. Tal foi a manifestação de um parlamentar petista interrogado sobre o assunto em GaúchaZH de 01/03.
Está completa a analogia com o estelionato: 1) obtenção de vantagem política e organização de militância jovem; 2) induzindo alguém ao erro pela ocultação do vasto contraditório disponível; 3) mediante uso ardiloso de meios públicos (a universidade federal); 4) em prejuízo da maioria da população brasileira que compreende a necessidade de retomar valores morais, ditos conservadores, que se perderam na bruma do “progressismo”.

POR: * Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Esquema De Lavagem De Dinheiro Revela Que Mecânico De MG Recebia Mesada De R$ 2.000 Para Deixar Ferrari De R$ 3 Milhões Em Seu Nome






A Polícia Federal E A Receita Deflagraram Nesta Quinta (1º) A Operação Descarte, Que Apura Transações Feitas Por Uma Rede De Empresas De Fachada Criadas Para Lavar Dinheiro.

Um dos beneficiados pelo esquema, Atila Reys Silva, utilizava os laranjas não só para lavagem, mas também para ocultar patrimônio e fazer reformas em suas fazendas.
Uma Ferrari F12 Berlinetta prateada, modelo 2014, foi comprada por R$ 3 milhões e registrada em nome de uma empresa cujo dono, no papel, é o mecânico Ariovaldo Batista, que vive de consertar bicicletas em Lagoa da Prata (MG). “Ele foi ouvido e confessou que recebia R$ 2.000 por mês para emprestar o nome”, disse o delegado Victor Hugo Rodrigues Alves Ferreira, titular da operação.
A Justiça determinou a apreensão desse e de outros veículos que pertencem a Reys Silva, como uma Maserati Quattroporte V8, duas BMW X4 e uma motocicleta Harley Davidson.
Segundo a PF e a Receita, a investigação começou porque uma das empresas de fachada, a Expressão Comunicação e Marketing — que está em nome de Ariovaldo —, fez transações com um operador financeiro pego na Operação Lava Jato. As autoridades não revelaram quem é o operador, mas disseram que o doleiro Alberto Youssef e seu ex-sócio, Leonardo Meirelles, foram ouvidos durante a apuração.
Segundo BuzzFedd A partir daí, os investigadores identificaram seis núcleos de operação — Reys Silva era responsável por um deles —, com ao menos 14 empresas de fachada, que emitiam notas fiscais falsas. Funcionava assim: um cliente interessado em lavar dinheiro transferia dinheiro às empresas de fachada, que, por sua vez, emitiam notas fiscais falsas.
Em seguida, o dinheiro era repassado entre várias contas, de diferentes países, a fim de dissimular a real origem. Os investigadores ainda não sabem quem são todos os destinatários finais dos valores.
“Uma única transação, de US$ 850 mil, passou por Brasil, Hong Kong e Argentina”, disse o delegado, para exemplificar um dos caminhos feitos pelo dinheiro.
O consórcio Soma, que possui o contrato de coleta de lixo em São Paulo, e outras empresas relacionadas, como a controladora Estre Ambiental, movimentaram ao menos R$ 200 milhões justificados com notas fiscais frias. Os documentos davam conta de vendas de insumos, como sacos de lixo e detergente, que não aconteceram de verdade.
Desde o início do contrato com a Prefeitura de São Paulo, em novembro de 2011, o consórcio recebeu R$ 1,1 bilhão, de acordo com a PF. Ainda não se sabe se houve prejuízo ao erário e se há envolvimento de agentes públicos no esquema.
“É bastante provável que haja, mas isso vai ser objeto agora de análise depois das buscas”, concluiu o delegado.
Por: BuzzFedd

E A Delação Do Palocci ? Porque Não É Homologada. É O Cara Que Mais Conhece Lula E Dilma E PT….Estranho…







A delação do ex-ministro Antonio Palocci está demorando a sair, e isso ele próprio já percebeu. Segundo a Veja, um amigo que o visitou disse que ele está com poucas esperanças de conseguir uma assinatura de Raquel Dodge e acha mais fácil sair da cadeia por meio de um habeas corpus.
Os motivos para tanta demora ainda não estão claros. Palocci foi o homem forte do governo petista durante um bom tempo, ele certamente tem informações bem relevantes a respeito das tramoias do partido. Motivos para delatar também não lhe faltam, já que ele sabe que foi traído por Mantega enquanto ainda era ministro.

Além disso, recentemente o PT deixou claro que o abandonou o expulsando do partido pela “traição” de ter dito a verdade sobre as falcatruas de Lula e Dilma.