sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Ricardo Pessoa Confirma 15 Milhões De Propina Para O PT Em Obra Do Comperj.







https://youtu.be/QIoc79hh5NY

Ricardo Pessoa, dono da UTC, contou hoje em depoimento a Sergio Moro que no consórcio com a Odebrecht para a construção da Central de Utilidades do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, o Comperj, pagou propina para o PT e para a Diretoria de Serviços da Petrobras.
Ricardo confirmou que pagou — em valores aproximados –, em espécie, 2 milhões de reais para Pedro Barusco e 5 milhões para Roberto Gonçalves; além de 15 milhões de reais para o PT, via João Vaccari, por meio de “doações oficiais fracionadas”.
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Processos Sobre Lula, Geddel, Cunha E Henrique Alves Na Justiça De Brasília Mudam De Juízes






Os processos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e aos ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Alves (PMDB-RN) que tramitam na Justiça Federal de Brasília vão mudar de juízes.
Até então, os casos vinham sendo analisados pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal, mas foram transferidos para uma unidade recém-criada, a 12ª Vara, especializada em lavagem de dinheiro.

Com a redistribuição dos casos, caberá aos juízes Marcus Vinicius Reis e Polyanna Kelly Alves analisar os processos.
À TV Globo, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1) informou ter criado a nova vara atendendo a recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho da Justiça Federal (CJF), uma vez que um novo presídio federal será inaugurado na capital, em março.
O TRF-1 explicou ainda, que os processos foram sorteados eletronicamente, acrescentando que o critério para a redistribuição foi a equivalência numérica aproximada por classe e movimentação, de modo a assegurar a igualdade de acervo entre as varas.

Próximos Passos

Com a redistribuição dos casos, os novos juízes responsáveis pelos processos terão de se inteirar das causas, ler todos os documentos desde o início, saber das audiências e decisões já tomadas, por exemplo.
Em razão da troca na condução dos processos, as audiências agendadas entre os dias 26 de fevereiro e 2 de março foram suspensas.
Os auxiliares do juiz titular pediram 40 dias somente para ler e estudar todos os casos. Além disso, os juízes podem rever decisões tomadas anteriormente.

Repercussão

À TV Globo, de maneira reservada, procuradores reclamaram da nova distribuição dos processos. Eles estudam se vão questionar o tribunal sobre as mudanças.
Pessoas próximas ao juiz Marcus Vinicius dizem que ele é garantista e dará um novo olhar sobre os casos.

Processos Redistribuídos

Saiba abaixo os processos que eram conduzidos pela 10ª Vara e foram remetidos para a 12ª Vara de Brasília:
Zelotes: Processo que apura suposto tráfico de influência por parte do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na compra, pelo governo Dilma Rousseff, de caças suecos.
Sépsis/Cui Bono: Processo que apura desvios na Caixa Econômica e no FI-FGTS que tem como réus GeddelEduardo Cunha e Henrique Alves, além de Lúcio Funaro, apontado como operador de propinas do PMDB.
Greenfield: Processo que apura desvios em fundos de pensão, envolvendo Lúcio Funaro.
Postalis: Processo que desvios no fundo de pensão dos Correios. Entre os alvos está a SR Rating, empresa cujo sócio é o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro.

Forças Armadas Fotografam Moradores De Favelas Para Checagem De Antecedentes







Com uma listagem de suspeitos da Operação Asfalto Limpo nas mãos, fuzileiros navais, em operação das Forças de Segurança com as policiais Militar e Civil, “ficharam” alguns moradores da Vila Kennedy, da Vila Aliança e da Coreia, na Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira.Várias pessoas eram abordadas no meio da rua e fotografadas junto com seus documentos de identificação, incluindo homens, mulheres e até idosos.
Os dados e as fotos dos moradores eram enviadas à Polícia Civil para levantamento sobre a ficha criminal das pessoas, que ficam aguardando enquanto os militares obtinham as informações.

Muitos moradores elogiam o trabalho dos militares “dada a situação em que vivemos a operação militar e louvável”, disse um rapaz apos ser abordado, segundo algumas pessoas que também passaram pelos bloqueios montados os militares tratam os entrevistados com o máximo respeito.

PF prende presidente da Fecomércio do Rio




Operação Jabuti é um desdobramento da Lava Jato e investiga desvio de recursos da entidade, lavagem de dinheiro e pagamento de cerca de R$ 180 milhões em honorários advocatícios



Julia Affonso
23 Fevereiro 2018 | 07h20

Foto: Reprodução/Sindicato dos Delegados da Polícia Federal
A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta-feira, 23, o presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz, na Operação Jabuti. A ação é um desdobramento da Operação Lava Jato.
A Jabuti investiga desvio de recursos da Fecomércio, lavagem de dinheiro e pagamento de cerca de R$ 180 milhões em honorários advocatícios com recursos da entidade. A operação é realizada em parceria com o Ministério Público Federal e apoio da Receita.
Aproximadamente 60 policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão.
Em nota, a PF informou que as investigações apontaram que gestores da Fecomércio do Rio ‘estariam envolvidos em operações irregulares incluindo o desvio de recursos, lavagem de dinheiro e pagamento, com recursos da entidade, de vultosos honorários a escritórios de advocacia, somando mais de R$ 180 milhões’.

“Nesse valor estão incluídos cerca de R$20 milhões que teriam sido pagos ao escritório pertencente à esposa de um ex-governador do Rio que se encontra recolhido ao sistema prisional à disposição da Justiça”, diz a nota da PF.
A Operação Jabuti indica que ‘diversas pessoas receberam, por anos, salários da Fecomércio-RJ, embora nunca tenham trabalhado no órgão’.
“Algumas dessas pessoas, na verdade, trabalhavam para o ex-governador preso, e outras são familiares próximos de outros membros da organização criminosa”, afirma a PF.
O nome da Operação faz alusão a funcionários-fantasmas, que entre os funcionários da FECOMÉRCIO-RJ eram conhecidos como “jabutis”.
Em dezembro do ano passado, Orlando Diniz foi afastado do Sesc-Rio, pelo Superior Tribunal de Justiça.
Repasse de R$ 13.025.183,26, da Fecomércio do Rio ao escritório de advocacia da ex-primeira-dama do Estado Adriana Ancelmo já havia sido alvo da Lava Jato. Em novembro de 2016, quando o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) foi preso, o Ministério Público Federal havia apontado um ‘crescimento vertiginoso’ da banca.
Durante o governo Cabral, o escritório de Adriana Ancelmo recebeu R$ 35,8 milhões de 10 empresas. Uma delas, a Fecomércio do Rio.
Na época, a forca-tarefa da Lava Jato chamou a atenção para ‘o assombroso vole de recursos que a Fecomércio – Federação das Indústrias do Comércio do Rio – passou a desembolsar para o escritório de Adriana Ancelmo principalmente em 2015 e 2016’.
“Os valores pagos exclusivamente pela Fecomércio são superiores a soma de todos os clientes do escritório nos anos anteriores, sabendo que existe pedido de investigação do Ministério Público de Contas junto ao Tribunal de Contas da União, envolvendo a Fecomércio e a contratação de escritórios de advocacia”, destacou a força-tarefa na ocasião.
COM A PALAVRA, A DEFESA DO PRESIDENTE DA FECOMÉRCIO DO RIO, ORLANDO DINIZ
“As acusações que recaem sobre Orlando Diniz são infundadas. Ele vai esclarecer todos os pontos levantados pela PF e pelo MPF e o devido processo legal deve provar sua inocência.
O comando nacional da Confederação Nacional do Comércio, dirigida desde 1980 pela mesma pessoa, tem interferindo indevidamente na entidade do Rio de Janeiro com a finalidade de se manter no poder.
As inverdades levantadas contra o grupo legitimamente eleito para dirigir a Fecomércio e o Sesc têm resultado na destruição de projetos importantes para a sociedade fluminense (como o investimento no esporte), no enfraquecimento do comércio no Estado e na desprofissionalização da Fecomércio, hoje controlada por interventores indicados politicamente.
Orlando Diniz sempre colaborou com as investigações e esteve à disposição para esclarecimentos junto às autoridades.”

Temer afirma ter sido cogitada a retirada de Pezão do governo do RJ







jose lucena/Futura Press

GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Michel Temer afirmou nesta sexta-feira (23) que chegou a ser cogitada uma intervenção no Rio de Janeiro em todo o governo estadual, afastando inclusive o governador Luiz Fernando Pezão.
Ele afirmou, contudo, que refutou a hipótese, por considerá-la radical, mas não quis dizer de quem foi a sugestão feita ao governo federal.
Segundo ele, Pezão não será retirado do cargo mesmo que a intervenção federal seja um fracasso. "Se cogitou em tirar o Luiz Fernando Pezão, mas logo refutei, porque seria muito radical. E, quando refutei, chegou-se à conclusão de que devíamos agir na área de segurança pública", disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes.
Segundo o emedebista, a decisão de fazer a intervenção federal foi dele e se ela não tiver êxito, quem errou foi o governo federal. Para ele, as Forças Armadas não devem ser responsabilizadas por um eventual fracasso, uma vez que o comandante supremo dos poderes militares no país é o presidente da República.
"Se não der certo foi o governo federal quem errou, não foram as Forças Armadas, porque elas estão cumprindo uma decisão governamental", disse.
Na entrevista, ele avaliou que o Rio de Janeiro serve de exemplo para o país e que se a intervenção não tiver êxito, a situação também pode piorar em outras unidades federativas. "Chegou-se a um ponto que se não tivesse a intervenção, e ela dará certo, não haveria condições de habitabilidade no Rio de Janeiro", disse.
Ele afirmou esperar que não tenham episódios de violência durante a operação federal, mas ressaltou que, se for necessário, as Forças Armadas irão "partir para o confronto". "Mas no próprio Ministério dos Direitos Humanos estamos promovendo um grupo que vai acompanhar as ações durante a intervenção federal", ponderou.
O presidente ressaltou que a estratégia de solicitar judicialmente mandados de busca e apreensão coletivos só será adotada em "casos extremos" e avaliada "caso a caso". "Será em caso extremo se houver necessidade e amparo legal, porque eu reconheço que a casa é ambiente inviolável, como prevê a Constituição Federal", afirmou.
MINISTÉRIO
Na entrevista, Temer disse ainda que o nome do novo ministro extraordinário da Segurança Pública será anunciado na segunda-feira (26). Ele afirmou ter dez opções em mente, mas não quis citar nenhuma. Ele reconheceu que cogita criar o novo cargo por meio de decreto, o que evitaria passar pelo Congresso Nacional, mas ressaltou que também avalia fazê-lo por medida provisória.
Segundo ele, a nova pasta deverá criar uma espécie de guarda nacional, que seria subordinada às Forças Armadas e atuaria no policiamento estadual em casos de necessidades. "O ministério vai cuidar disso, de constituir uma guarda nacional. Nós vamos levar adiante, mas vai depender de estudos feitos pela própria pasta", afirmou.
Ele negou que criará um novo imposto para prover mais recursos para a segurança pública e disse que as investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato não serão afetadas com sua transferência para a nova pasta. "Não haverá interferência nas investigações de corrupção pela Polícia Federal. Haverá, na verdade, até reforço delas", disse.
Para ele, há chance zero hoje no país de ocorrer um novo golpe militar. "A hipótese de golpe militar é zero. Não existe clima na população ou clima interno nas Forças Armadas para isso", ressaltou.
ELEIÇÃO
O presidente disse ainda que a intervenção militar é uma "jogada de mestre", mas negou que ela tenha motivações eleitorais. Ele disse ainda que não será candidato à reeleição neste ano. "Em politica, as circunstâncias é que ditam a conduta. E as atuais mostram que não sou candidato. Eu não serei candidato", prometeu.
Perguntado se disputaria outro cargo, no caso para manter foro privilegiado, ele chamou as acusações contra ele de "pífias". "Não tenho nenhuma preocupação com essas denuncias pífias", disse.
Nos bastidores, contudo, o presidente avalia a possibilidade de disputar a reeleição. Para ser candidato, no entanto, ele sabe que precisa se viabilizar eleitoralmente até maio, prazo que estabeleceu para definir se tentará continuar no cargo.
A meta do chamado "Plano Temer", estruturado pela equipe de marketing do emedebista, é elevar os índices de aprovação para 15% e reduzir os percentuais de rejeição para 60%.






Isaías 10

1 Ai daqueles que fazem leis injustas, que escrevem decretos opressores,
2 para privar os pobres dos seus direitos e da justiça os oprimidos do meu povo, fazendo das viúvas sua presa e roubando dos órfãos!

3 Que farão vocês no dia do castigo, quando a destruição vier de um lugar distante? Atrás de quem vocês correrão em busca de ajuda? Onde deixarão todas as suas riquezas?

4 Nada poderão fazer, a não ser encolher-se entre os prisioneiros ou cair entre os mortos. Apesar disso tudo, a ira divina não se desviou; sua mão continua erguida.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Dizem que existe rombo no orçamento, mas não fazem nada para estancar invés de acabar com a corrupção aumento impostos. Medidas que prejudicam o Povo mais garantem o próprio bolso onde o Povo trabalha cada vez mais e recebem menos retorno!

Barroso Em RESPOSTA Sobre GILMAR MENDES, Ministro DIZ Que NÃO FAZ PARTE De ‘PACTO OLIGÁRQUICO’ Contra COMBATE À CORRUPÇÃO









Em entrevista ao programa da jornalista Míriam Leitão na Globonews na noite desta quinta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso afirmou que será “trágico” se o STF voltar atrás da decisão de permitir a execução penal após a condenação em segunda instância, posição que prevaleceu na última vez que a Corte avaliou o caso, em 2016. Nas últimas semanas, a presidente do Supremo, ministra Carmén Lúcia, vem sendo pressionada por colegas a colocar novamente o assunto em pauta – há a expectativa de que alguns ministros mudem seu voto.
– Acho que esta discussão vai se colocar e vai ser entre muito ruim e trágico se o Supremo reverter a posição. Quando se passou a permitir a execução depois da condenação em segundo grau, pela primeira vez a imensa quantidade de ricos delinquentes que há no Brasil passou a evitar cometer crimes, e depois a colaborar com a Justiça. Foi a coisa mais importante q aconteceu para se punir a criminalidade do colarinho branco – afirmou o ministro, para quem eventual mudança vai beneficiar criminosos do colarinho branco. – Porque o pobre é preso antes da sentença de primeiro grau, é preso em flagrante, com droga, e não sai mais, antes do primeiro grau.

Alguns ministros defendem que a execução de pena aconteça apenas após a confirmação da condenação na terceira instância, o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Barroso acrescentou um argumento contra esta posição:
– Pedi uma pesquisa no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e se revelou que o índice de absolvição pelo STJ é de 0,62%, menos de 1% dos casos. Portanto, você esperaria o julgamento pelo STJ, o que às vezes leva uma década, por uma hipótese raríssima.
O ministro do STF avaliou que a Lava-Jato marcou um divisor de águas no combate à corrupção, e que agora o país assiste a uma reação “das oligarquias” ao avanços das investigações.
– O combate à corrupção no Brasil atingiu setores e pessoas que se sentiam imunes e impunes. O que estamos vendo é a reação oligárquica (ao combate à corrupção). A corrupção no Brasil é parte de um pacto oligárquico, celebrado entre boa parte da classe política, boa parte da classe empresarial e boa parte da burocracia estatal, um pacto de saque ao estado brasileiro, de desvio de dinheiro – opinou. – E agora há a reação oligárquica ao enfrentamento dessa corrupção. E esta gente tem aliados em toda parte: nos altos escalões dos poderes da República, na imprensa e até onde menos se poderia esperar.
GILMAR MENDES
Barroso já havia usado a expressão de que a luta contra a corrupção tem aliados “onde menos se poderia esperar” durante julgamentos no STF, permitindo a interpretação de que se referia ao próprio tribunal. Em outro momento da entrevista, ele foi questionado sobre as discussões que teve com o ministro Gilmar Mendes em julgamentos durante o ano passado. Barroso negou ter problema pessoal com o colega de Supremo, e, na sequência da resposta sobre Gilmar, voltou a citar o “pacto oligárquico” contra o combate à corrupção.
– Não tenho nada pessoal (contra Gilmar). São diferentes visões do país e do Direito. Eu acho que é a hora de empurrarmos a história e, dentro da Constituição e das leis, respeitando o direito de defesa, mudarmos o patamar ético do Brasil. Não faço parte do pacto oligárquico, nem tenho essa identificação com esse modelo que está aí. Este pacto oligárquico significa que não há desenvolvimento, não há distribuição de renda… A corrupção traz esse problema. Você tem uma elite extrativista que cria um país só para si. Em qualquer democraci, você pode ter um projeto liberal, progressista ou conservador de poder. Mas jamais um projeto desonesto de poder, e esta é a circunstância brasileira.
INTERVENÇÃO NO RIO
O ministro comentou ainda a crise de segurança no Rio.
– Prefiro não falar especificamente sobre a intervenção pois é um tema que pode chegar aqui (ao STF). O problema do Rio não se enfrenta com bala de prata. Precisa de inteligência, planejamento e ocupação social. Não se resolve com uma intervenção de seis, nove meses. Parte da sociedade se sente marginalizada a ponto de não ter nenhum acesso a esse mundo de consumo e civilização que vivemos. E quando você não tem acesso, a violência muitas vezes é sua forma de comunicação. Precisa-se enfrentar a criminalidade, mas também fazer um resgate social de educação, saúde, nessas comunidades dominadas pelo tráfico.
Ele avalia que a política de guerra às drogas fracassou no Brasil, e que as Forças Armadas não serão a solução para o Rio.
– Se alguém achar que a solução para criminalidade do Rio é militar, está completamente enganado. A solução é social. O Rio é a prova cabal do fiasco da política de (combate às) drogas no Brasil. Cabal. Sou a favor da liberação da maconha com planejamento e, se der certo, passar para cima (outras drogas) – propôs o ministro. – O principal problema é o grande poder que o tráfico exerce sobre as comunidades pobres. Impede as famílias honestas de educarem seus filhos numa cultura de honestidade, são cooptados pelo tráfico. Esta forma atual não serve. O resultado é a prisão de meninos de 18 ou 19 anos, com pouca quantidade de drogas, o que destrói a vida deles, e no dia seguinte são substituídos pelo tráfico

LAVA JATO PF Prende Presidente Da Fecomércio-RJ E Investiga Desvio De Recursos Do Sesc E Do Senac



Da Redação

23/02/2018





Lava Jato do Rio de Janeiro está nas ruas.
Quatro mandados de prisão estão sendo cumpridos.


De acordo com o G1, um dos presos é Orlando Diniz, presidente da Fecomércio.
“Os principais alvos estão relacionados à federação. Além dos mandados de prisão, há mandados de busca e apreensão.
Os envolvidos são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro, de corrupção e pertencimento a organização criminosa
.Um dos locais onde os agentes fazem buscas é a sede do sistema Fecomércio no Rio de Janeiro, na Rua Marquês de Abrantes, no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio.”
via: o antagonista


Isaías 10

1 Ai daqueles que fazem leis injustas, que escrevem decretos opressores,
2 para privar os pobres dos seus direitos e da justiça os oprimidos do meu povo, fazendo das viúvas sua presa e roubando dos órfãos!

3 Que farão vocês no dia do castigo, quando a destruição vier de um lugar distante? Atrás de quem vocês correrão em busca de ajuda? Onde deixarão todas as suas riquezas?

4 Nada poderão fazer, a não ser encolher-se entre os prisioneiros ou cair entre os mortos. Apesar disso tudo, a ira divina não se desviou; sua mão continua erguida.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Dizem que existe rombo no orçamento, mas não fazem nada para estancar invés de acabar com a corrupção aumento impostos. Medidas que prejudicam o Povo mais garantem o próprio bolso onde o Povo trabalha cada vez mais e recebem menos retorno!