sábado, 17 de fevereiro de 2018

Dono Da Traffic Delata Deputado Do PT E Presidente Do Corinthians Andrés Sanches Nos EUA









O empresário José Hawilla, dono da empresa de marketing esportivo Traffic, delatou Andrés Sanches, deputado federal do PT e presidente do Corinthians, à Justiça dos Estados Unidos.
Segundo Wanderley Nogueira, da rádio Jovem Pan, Hawilla disse o seguinte:

“Durante a Copa do Mundo de 2010, o Sr. Ricardo Teixeira começa uma relação de divisão com o chefe da seleção Sr. Andrés Sanches e este, muito ambicioso, se dispôs a ajudar a mim e ao Sr. Ricardo Teixeira, desde o pagamento de clubes, entidades e até mesmo empresários de jogadores (…).

Defesa De LULA TEM ATÉ TERÇA Para RECORRER No Processo Do TRIPLEX No TRF-4








TIC-TAC, Tá Chegando a Hora: LULA-RÁPIO no XILINDRÓ
……> Em 2ª instância, desembargadores decidiram aumentar pena do ex-presidente no caso do triplex. RECURSO CABÍVEL são os EMBARGOS de DECLARAÇÃO, QUE NÃO POSSIBILITAM MUDAR A SENTENÇA…
…….> A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem até as 23h59 de terça-feira (20) para recorrer contra a decisão em segunda instância que manteve a condenação do petista e aumentou a pena no caso do triplex no Guarujá (SP). O prazo começa a contar a partir da 0h de segunda-feira (19), quando os advogados terão 48 horas para apresentar o recurso.

De acordo com a movimentação do processo junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), os envolvidos foram considerados notificados automaticamente às 23h59 de sexta-feira (16). Com isso, o prazo conta a partir do próximo dia últil.
Os desembargadores da 8ª Turma do TRF-4 votaram por elevar para 12 anos e 1 mês de prisão a pena de Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
No dia 6 de fevereiro, foi publicada a decisão, chamada de acórdão, do julgamento do recurso do ex-presidente, ocorrido em 24 de janeiro em Porto Alegre. Como a decisão foi unânime, a defesa de Lula pode apresentar apenas os chamados embargos de declaração.
Os advogados podem verificar se existe alguma dúvida, contradição ou explicação a ser dada pelos desembargadores sobre a decisão. No entanto, esse recurso não permite reverter a decisão do tribunal. Esgotadas as possibilidades de recurso no TRF-4, Lula pode ser preso.
No processo da Operação Lava Jato, Lula é acusado de receber o imóvel como propina da empresa OAS em troca de favorecimento em contratos com a Petrobras. O ex-presidente nega as acusações e afirma ser inocente.
O julgamento dos embargos de declaração costuma ser rápido, apesar de não ter prazo. No caso de Lula, será realizado pelos mesmos desembargadores da 8ª Turma: João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus.
INSTÂNCIAS SUPERIORES
A defesa de Lula poderá ainda recorrer da condenação em mais duas instâncias superiores: o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF), ambos em Brasília.
No STJ, poderá ser apresentado recurso especial se a defesa apontar algum aspecto da decisão que configure violação a lei federal, como o Código Penal ou de Processo Penal. No STF, caberá recurso extraordinário se os advogados apontarem que a decisão do TRF-4 viola a Constituição.
Caso Lula já esteja preso nesta fase, a defesa poderá pedir a esses tribunais a soltura para que ele recorra em liberdade.
No último dia 30, o TRF-4 já havia divulgado o relatório do caso e a íntegra dos votos dos desembargadores João Pedro Gebran Neto e Leandro Paulsen, da 8ª turma, que analisou o recurso de Lula. Na terça (6), instantes antes da publicação do acórdão, foi divulgado o voto do desembargador Victor dos Santos Laus.
JULGAMENTO EM 2ª INSTÂNCIA
O julgamento do recurso do ex-presidente no TRF-4 ocorreu em 24 de janeiro em Porto Alegre. O ex-presidente havia recorrido à 2ª instância contra a condenação de 9 anos e 6 meses de prisão dada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Lava Jato na 1ª instância.
Por unanimidade, os três desembargadores da 8ª Turma condenaram Lula e aumentaram a pena para 12 anos e 1 mês de prisão. O julgamento durour 8 horas e 15 minutos (além de uma hora de intervalo). Os juízes entenderam que havia provas de que o triplex em Guarujá foi reformado pela OAS para o ex-presidente e que ele receberia o imóvel como propina.
CANDIDATURA DE LULA
Na esfera eleitoral, a situação de Lula só será definida no segundo semestre deste ano, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisar o registro de candidatura do ex-presidente.
O PT tem até 15 de agosto para protocolar a candidatura. O TSE tem até o dia 17 de setembro para aceitar ou rejeitar a candidatura de Lula

Se É Um Absurdo Jovem De 18 Portar Um Fuzil, Porque Muitos São Enviados Para Guerra Com Armas Muito Mais Letais ?







Os Jovens Americanos tem que ter  21 anos antes de poderem comprar álcool legalmente. Mas na maioria dos estados, eles podem comprar um rifle de estilo militar AR-15 a partir dos 18 anos. Seria isso um absurdo?
A lei federal dos EUA tem requisitos de idade mais rigorosos para a compra de armas de mão do que para os rifles de estilo militar que se tornaram a arma de escolha para tiroteios em massa. Com algumas exceções, os americanos devem ter 21 para comprar uma arma de mão tipo (pistola ou revolver) de um revendedor licenciado.
Mas o limite de idade é menor para armas longas, uma categoria que inclui rifles de caça tradicionais, espingardas e armas de estilo militar categorizadas sob a lei como “armas de assalto”. Depois que uma proibição de armas de assalto federal caducou em 2004, apenas sete estados e o Distrito de Columbia continuam a proibir essas armas de fogo.
Especialistas criticam esta metodologia de restrição,  “É absolutamente impressionante que um jovem adulto que não seja legalmente capaz de comprar álcool só possa entrar em uma loja de armas e, desde que eles passem uma verificação de antecedentes, eles podem comprar um estilo muito poderoso e, em alguns casos, militar arma “, Lindsay Nichols, diretor de política federal do Centro de Direito de Giffords para prevenir a violência armada, disse a imprensa.
Mas um  jovem de dezoito anos é velho o suficiente para se alistar Nas Forças Armadas e lutar e morrer por sua nação. São enviados para a guerra com armas muito mais letais que um Fuzil AR-15.   Afinal um jovem de 18 anos sabe muito bem o que esta fazendo.

Don't Blame Me Taylor Swift Rock Cover



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Muito fera essa banda!!

Gleisi Teme Exército No RJ: ‘Estão Preparados Para A Guerra’












Asenadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) condenou, nesta sexta-feira (16), o decreto do presidente da República que coloca a segurança pública do Rio de Janeiro sob intervenção federal. A senadora atribuiu parte dos problemas de segurança em todo o país à falta de recursos para investimentos no setor pelos estados e pediu a revogação da Emenda Constitucional 95 que, segundo ela, cortou 50% dos recursos destinados ao setor este ano, o que corresponde a R$ 2,9 bilhões.
“O país está no caos. É o caos na segurança pública, é o caos na assistência social, é o caos nos investimentos, é o caos na educação. Não tem como salvar o país numa situação dessas. É responsabilidade desta Casa, de grande parte dos senhores que ocupam os assentos aqui e que ajudaram a aprovar a EC nº 95, o caos que nós estamos vivendo hoje”, disse.
A senadora teme os riscos que representam para a população a presença das forças militares nas ruas do Rio de Janeiro. Ela acha que as Forças Armadas não estão preparadas para fazer segurança pública numa comunidade, pois são preparadas para a guerra.

“Geralmente, em situações como essa, quando se abre exceção, abre-se a possibilidade de você ter uma situação contundente de perseguição e de repressão aos movimentos sociais e à garantia dos direitos constitucionais”, pontuou.
Gleisi Hoffmann vê no decreto do governo federal um ato de caráter político, porque vai mudar a pauta do país. “Vendo que não iam aprovar a reforma da Previdência, mudaram a pauta e resolveram fazer a intervenção no Rio de Janeiro”, afirmou.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira​

Essa senhora é muito sem noção nenhuma!

Senhora ás Forças Armadas estarão sempre respeitando as Leis, fazendo a segurança da cidade e não exercendo papel de polícia é assim que tem que ser!

Ministra Do STF Nega Pedidos Para Barrar Intervenção Federal No Rio









A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber negou dois pedidos de liminares para barrar o decreto de intervenção federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro, assinado pelo presidente Michel Temer nesta sexta-feira (16).
Com a medida, o general Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste do Exército, ficará à frente dos órgãos estaduais de segurança pública, sendo subordinado diretamente ao presidente da República. De acordo com o decreto, o militar “não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção”.

Segundo o Globo, as ações são dos advogados Carlos Alexandre Klomfahs e Rafael Evandro Fachinello. Na petição apresentada pelo último, são questionados os requisitos estabelecidos pela Constituição Federal na edição do ato. O advogado não questiona a necessidade da intervenção, mas alega que há uma incompatibilidade na atuação concomitante do governador do Estado e o interventor.
“Ele representa o Presidente da República. Apenas um pode controlar o Estado-membro. Não existe corpo com duas cabeças. Ainda, do ponto de vista administrativo, a segurança pública não pode ser dissociada das demais Secretarias de Estado. É de conhecimento público que a administração de uma entidade, pública ou privada, deve ser feita como um todo, jamais por partes. É um corpo. Uma cabeça. A Constituição prevê divisão temática para fins organizacionais. A divisão em secretarias tem função de organização das tarefas administrativas. Limitar o poder do interventor à uma seara que não pode ser dissociada das demais reflete a falta de luz que permeia os Chefes de Governo”, argumenta.
Fachinello afirma que se o governador do Estado é inapto para continuar à frente da Segurança Pública.
“Não há, até o momento, qualquer plano do Poder Executivo para o Estado do Rio de Janeiro que sirva como fundamento do ato interventivo, o que representa claro vício no objeto e na finalidade do ato. Portanto, o Decreto, como exposto pelo Governo Federal, fere a finalidade de restaurar a ordem. Na verdade, ocasiona mais confusão para um Estado que precisa de organização, seja por prever duas cabeças no mesmo corpo, seja por não trazer nada materialmente diferente para o Estado”, concluiu.
Já a ação do advogado Klomfahs argumenta que “não foram consultados o Conselho da República nem o Conselho de Defesa Nacional” para a decisão. Segundo o mandado de segurança, os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e o ministro das relações exteriores, integrantes do Conselho de Defesa Nacional, deveriam ser ouvidos sobre a intervenção.
“O princípio maiúsculo da Constituição que é a soberania popular que se, e somente se, concretizarse-ia após o pronunciamento de seis cidadãos natos maiores de 35 anos, nomeados pelos Presidentes da República, do Senado e da Câmara dos Deputados. A ausência do pronunciamento deste Conselho macula indelevelmente o futuro ato presidencial”, afirma.
Sobre a ação de Klomfahs, a ministra argumentou que um mandado de segurança coletiva só pode ser impetrado por partidos políticos com representação no Congresso Nacional, organizações sindicais ou entidades de classes.

Novo Ministério Pode Dar A SEGOVIA Mandato De 3 ANOS









Temer, para gerar um ‘FATO POSITIVO’, quer criar o Min da Segurança Pública, de eficácia duvidosa e alto custo. Uma Polícia Política?
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No fundo será apenas um TROCA-TROCA de nomes e órgãos – como a PF e a PRF -, um PRATO FEITO para provocar descontinuidade e atrasos nas investigações em curso – leia-se Lava Jato e Decreto dos Portos – e gerar conflitos e superposições de funções entre as polícias civis e militares estaduais.
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Por que simplesmente não se CAPACITA, a nível de excelência, as polícias civis e não se fortalece as polícias militares estaduais? O governo federal não pode – com o subterfúgio de resolver o problema de segurança (que é duvidoso conseguir) lançar tentáculos cada vez maiores sobre a autonomia dos Estados. Ademais, isto implicará em deixar os caríssimos órgãos estaduais de segurança, em posições confortáveis e de pouco empenho.
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E o aspecto “nomeações de executivos”, pode ser o momento ideal para fazer mudanças, como tornar o cargo de Diretor Geral da Polícia Federal uma função a ser exercida por um prazo mínimo, tema já com projeto pronto e, segundo a imprensa (Globo-G1), algo já prometido a Segovia, quando de sua nomeação.
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A seguir matéria do sobre o assunto por Delis Ortiz, TV Globo/G1, Brasília
12/02/2018 18h06
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“”Temer planeja anunciar criação de Ministério da Segurança Pública após carnaval””
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PF, PRF, Depen e Senasp ficarão subordinados à nova pasta. Um dos objetivos do ministério será desenvolver ações de combate à criminalidade.

O presidente Michel Temer planeja anunciar, após o carnaval, a criação do Ministério Extraordinário da Segurança Pública. A TV Globo apurou que a nova pasta deverá ser criada por medida provisória (MP). Uma das atribuições do ministério será desenvolver ações de combate à criminalidade.
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A criação de uma pasta da Segurança Pública foi proposta pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, e vem sendo debatida desde novembro de 2017. Além de Torquato e Temer, participam das discussões os ministros Raul Jungmann (Defesa) e Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional).
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Na semana passada, Temer bateu o martelo em razão do agravamento da crise de segurança. O texto da MP, inclusive, já está pronto e o governo avalia nomes para a função.
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Pela proposta, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) saem da alçada do Ministério da Justiça e ficarão subordinados ao novo ministério. A pasta contará com a estrutura já existente no Ministério da Justiça.
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Já o Ministério da Justiça, apurou a TV Globo, seguirá desenvolvendo políticas preventivas de combate às drogas e programas de recuperação de ativos no exterior, de política de estrangeiros e refugiados, defesa do consumidor e antitruste e políticas antipirataria.
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Histórico
A criação de uma pasta exclusiva para cuidar da segurança pública é incentivada por parlamentares da chamada “bancada da bala” no Congresso Nacional. Em janeiro de 2017, após registros de chacinas em presídios, parlamentares da comissão de segurança pública da Câmara pediram a Temer a criação desse ministério.
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No mês seguinte, o presidente mudou o nome do Ministério da Justiça para o atual: Ministério da Justiça e Segurança Pública.
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Apesar de a segurança pública, em sua maior parte, ser de competência dos estados, o Palácio do Planalto tem sido cobrado pela crise no setor.
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No ano passado, o governo lançou o plano nacional de segurança, que passa por dificuldades de implementação. Uma das frentes do plano, por exemplo, é a atuação conjunta da União com o Rio de Janeiro no combate ao crime organizado. Desde julho de 2017, as Forças Armadas atuam em parceria com as forças de segurança do estado.
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A TV Globo apurou que houve divergência quanto à criação do novo ministério de segurança pública, sob o argumento de que provocaria descontinuidade nas ações de combate à violência. Temer, no entanto, acabou se convencendo da necessidade de desmembramento do Ministério da Justiça em um modelo que garanta a sequência dessas ações