sábado, 17 de fevereiro de 2018

50 MIL HOMENS! Interventor Terá O Maior Exército Da América Latina À Sua Disposição






O general Walter Souza Braga Netto, que estará à frente da intervenção no Rio de Janeiro, terá maior tropa da América Latina a sua disposição, informa o Radar da Veja.
O militar poderá contar com “nada mais nada menos do que 50 mil homens estarão sob seu comando.”
“São seis escolas militares e 140 órgãos, com todo o equipamento de inteligência, envolvidas na intervenção fluminense.”
Será que os bandidos que disseram que desceriam o morro, caso Lula seja preso, ainda terão coragem ?

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

INTERVENCIONISTAS PREPARAM GRANDE CLAMOR PELA INTERVENÇÃO MILITAR NO BRASIL








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VEJA O QUE ESCREVEU O GENERAL ROCHA PAIVA EM SUA REDE SOCIAL:

O general Rocha Paiva publicou artigo defendendo a intervenção militar no Brasil. Ele
destaca a grave crise institucional que está sendo agravada pelas decisões políticas
em detrimento do cumprimento da lei.
A intervenção pelo que se vê será inevitável. Confira o que escreveu o general Rocha Paiva.
“A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o
agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos
Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra
civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania
pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por GERAL
líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical,
todos investindo constantemente na divisão da sociedade.
Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a
estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade,
assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo
a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às
missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de
garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem.
O Executivo e o Legislativo, profundamente desacreditados pelo envolvimento de
altos escalões em inimagináveis escândalos de corrupção, perderam a credibilidade
para governar e legislar. Embora moralmente desgastadas, as lideranças políticas têm
força para tentar deter a Lava Jato e outras operações congêneres, escapar da
Justiça e manter seu ilegítimo status de poder. São visíveis as manobras insidiosas
da velha ordem política patrimonialista fisiológica e da liderança socialista radical,
cuja aliança afundou o País em 13 anos de governo.
Pela credibilidade da presidente do STF e da maioria dos ministros, a Alta Corte tem
autoridade moral tanto para dissuadir essas manobras insidiosas quanto para
encontrar caminhos legais e legítimos que permitam acelerar os processos das
operações de limpeza moral, como a citada Lava Jato. Não fossem o foro especial e
os meandros de uma Justiça lenta e leniente, o País já teria avançado muito mais em
sua higienização política.
Por sua vez, a sociedade, hoje descrente, tenha consciência de que, para traçar seu
destino, precisa manter constante pressão para sanear instituições fisiológicas, que
não cumprem a obrigação de defender interesses coletivos. Não se iluda a liderança nacional. A apatia da Nação pode ser aparente e inercial, explodindo como uma bomba se algo ou alguém acender o pavio .

Na verdade, só o STF e a sociedade conseguirão deter o agravamento da crise atual,
que, em médio prazo, poderá levar as Forças Armadas a tomarem atitudes
indesejadas, mas pleiteadas por significativa parcela da população.
O Brasil não pode continuar sangrando indefinidamente, pois isso aumenta
a descrença no futuro,retarda a retomada do desenvolvimento econômico
e ameaça a estabilidade política e social.
O comandante do Exército estabeleceu a legalidade, a legitimidade e a estabilidade
como cláusulas pétreas para guiar a instituição, mas a mensagem se estende,
também, à sociedade e à liderança nacional. Que tenham visão de futuro e
responsabilidade cívica e política para impedir que a legalidade continue sendo
corrompida pela ilegitimidade, assim desestabilizando o País.
As cláusulas pétreas são pilares que precisam ser rígidos, sendo os Poderes da União
e a sociedade os responsáveis pela firmeza do tripé.”

Nobel De Literatura Afirma Que Lula Concentra Uma Corrupção Sem Limites







O escritor Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel de literatura, é um dos maiores críticos do ex-presidente Lula na América Latina há muitos anos. Esta semana, Llosa voltou a criticar a corrupção patrocinada por Lula e pela Odebrecht em todo o continente e afirmou que Sergio Moro é “um juiz fora do comum” e que é um “milagre” que esteja vivo.
O Nobel de Literatura que já havia afirmado que Lula concentra uma corrupção sem limites, publicou um artigo intitulado “O furacão Odebrecht” no qual lembra que a empreiteira torrou cerca de 800 milhões de dólares com propinas a chefes de Estado, ministros e funcionários de governos para ganhar licitações e obter contratos superfaturados.
Segundo o escritor, “nunca haveria uma punição se entre seus cúmplices não houvesse um grande número de diretores da Petrobrás, petrolífera brasileira que, investigada por um juiz fora do comum, Sérgio Moro, que abriu a caixa de Pandora – aliás, é um milagre que ainda continue vivo.”

RELATO DE GEDDEL QUE ESTA COM CÂNCER A RESPEITO DE PARTE DO DINHEIRO DO POVO BRASILEIRO




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

RELATO DE GEDDEL QUE ESTA COM CÂNCER A RESPEITO DE PARTE DO DINHEIRO DO POVO BRASILEIRO DESVIADO PELO LULA DILMA E CÚMPLICES.



Maia Mandou Ministro Da Justiça Calar A Boca Em Reunião Que Decidiu Intervenção No RJ, Diz Colunista







A Coluna do Estadão noticia que na reunião desta madrugada em que se decidiu decretar a intervenção no Rio, “Rodrigo Maia estava muito nervoso e teria mandado Torquato Jardim calar a boca num dos momentos mais tensos da discussão dizendo que ele não teria moral para falar de segurança pública”.
Quando assumiu o Ministério da Justiça, em maio do ano passado, Torquato disse que não entendia nada de segurança pública. “Minha experiência na segurança pública foi ter duas tias e eu próprio assaltados.”

BOPE - Batalhão de Operações Especiais Policiais) que trabalhará diretamente subordinado as FORÇAS ESPECIAIS DOS COMANDOS ANFÍBIOS em ações conjuntas terra e ar.




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

POSITIVO & OPERANDI

SELVA!!!



MINISTÉRIO DO EXERCITO
  Palácio Duque de Caxias

Plano Estadual de Intervenção Militar em decorrência a ineficiência estadual de gerir proteção e segurança pública para a Sociedade Fluminense.

Plano Operacional Estadual de Intervenção Militar

Os Generais das Forças Armadas serão os Comandantes diretos de seus Coronéis das Forças Armadas Terrestres e Aéreas, para delegar-lhes as missões.

O Exmo. Sr.Cel. Ivan Cosme de Oliveira Pinheiro, ficará a comandar diretamente todos Delegados de Polícia, assim como todos os Cel. Policiais Militares do Comando Geral ao Secretário de Segurança Pública que será nomeado ainda está semana.

Haverá mudança em todos os Quartéis das Forças Auxiliares a seguir como descricionados abaixo.

Quartéis das Forças Auxiliares Operacionais (Excluindo o BOPE - Batalhão de Operações Especiais Policiais) que trabalhará diretamente subordinado as FORÇAS ESPECIAIS DOS COMANDOS ANFÍBIOS em ações conjuntas terra e ar a serem desenvolvidas a partir desta semana.

Os demais Quartéis de Força Auxiliar que são denominados exercerem patrulhamento em áreas de risco ou áreas vermelhas.
Estarão sendo Comandados com base fixa dentro da própria unidade, por Coronéis do Exército com Cursos de Forças Especiais, Guerrilhas Urbanas e Ações no Haiti para que desenvolva ações contundentes e eficazes diretamente em áreas conflagradas de auto risco em decorrência de atuação de grupos de milícias armadas do Narcotráfico.
Todas as Comunidades onde existem milícias de Narcotraficantes serão consideradas a partir da data de hoje como território hostil, sendo autorizados as FORÇAS ESPECIAIS, FORÇAS ARMADAS, BOPE, PARAQUEDISTAS E O CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS juntamente com as FORÇAS AUXILIARES DA POLÍCIA MILITAR agirem de forma contundente, ríspidas, e até mesmo com o uso de Força Letal caso haja necessidade quando assim forem atacadas sobre qualquer tipo de ameaça física real contra a vida de qualquer integrante das FORÇAS CONJUNTAS AMIGAS.

Os demais Quartéis de Força Auxiliar que não estão enquadrados como pertencentes a áreas conflagradas como de auto risco ou áreas vermelhas.
Serão comandados por Cel. de Infantaria onde os CMTs dos Batalhões e todo o Estado Maior deverá ser co-auxiliador do mesmo em ações operacionais em suas áreas.
O Secretário de Segurança Pública, será denominado Secretário de Estado e o mesmo será subordinado ao Cel. mais antigo da Coordenação de Operações Avançadas, onde o mesmo estará recebendo diretrizes e ordens do CMT. DO CML e onde será repassadas ao Secretário de Estado e assim ao Cel. mais antigo até chegada a tropa.
Será considerado CRIME MILITAR todo e qualquer envolvimento de TROPAS FEDERAIS, ESTADUAIS, CIVIL com milícias de Narcotraficantes, onde o Sistema de Inteligência do Exército estará monitorando 24hs quaisquer tipo de Conduta incondizente, por meios de escutas telefônicas autorizadas pela justiça, bem como informações levantadas pela  Inteligência do Exército.

Todas as Operações em Comunidades a partir de hoje, serão consideradas como ÁREA DE TERRITORIO HOSTIL e estará respaldado pelo Ministério da Defesa toda reação de Forças Hostis de Narcotraficantes que resultem em Prisão ou Morte de Narcotraficantes e associados ao Narcotráfico.
A partir da data de hoje todo o Estado do Rio de Janeiro está sobre o Comando de Intervenção Militar do Palácio Duque de Caxias até 31/12/2018 podendo alongar -se está intervenção caso se ache necessário para o bem estar Social de todos.

Nas DELEGACIAS DISTRITAIS.

A autoridade Distrital dos Delegados de Polícia, estarão Subordinados Diretamente ao Ministério da Defesa, e será Nomeado um Cel. Detentor de Formação Jurídica para estar Deliberando e Delegando ordens aos mesmos, onde caberá o Papel de Apoio Jurídico para Registro de APF, CONFRONTOS ARMADOS, APREENSÕES, ÓBITOS para que sejam relatados e registrados da forma da Lei.
Ademais serão elaborados no decorrer do Processo de Implantação do Plano de Intervenção Militar a função dos Delegados de Polícia de DELEGACIAS ESPECIALIZADAS.

A CIDADE DA POLÍCIA será a BASE CENTRAL de APRESENTAÇÃO DE MATERIAL APREENDIDO, ARMAS, DROGAS, bem como da PRISÃO DE NARCOTRAFICANTES.

PALACIO DUQUE DE CAXIAS
COMANDO MILITAR DO LESTE.

Rio de Janeiro 16, Fevereiro 2018.

SECRETÁRIO De “Insegurança” Do Rio É AFASTADO Em CONSEQUÊNCIA Da INTERVENÇÃO FEDERAL








O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, foi afastado de seu cargo nesta sexta-feira (16) em consequência da intervenção federal que será decretada ainda hoje na área de segurança pública fluminense. O governador Luiz Fernando Pezão (MDB) comunicou a intervenção à cúpula da área em reunião pela manhã, no Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

…….> Em entrevista ao “RJTV”, da TV Globo, Sá disse que, ao ser informado sobre a intervenção pelo governador, colocou o cargo à disposição. “Hoje de manhã tivemos reunião em que o governador nos comunicou [a intervenção] e, naquele momento, deixei, de forma muito clara, o cargo à disposição, do governador para que essa pessoa [interventor] tenha toda liberdade escolher a quem queira designar.”
O governador embarcou na manhã de hoje para Brasília, onde será assinado na tarde desta sexta, pelo presidente Michel Temer (MDB), o decreto por meio do qual a União intervirá nas forças estaduais.

Numa reunião tensa, que acabou por volta da 0h desta sexta, foi decidida a intervenção. Participaram do encontro o presidente Temer, Pezão, ministros e representantes do Congresso.
NA PRÁTICA, PEZÃO PERDERÁ TODOS OS SEUS PODERES SOBRE AS CORPORAÇÕES POLICIAIS. Um general do Exército Walter Braga Netto, de perfil centralizador, assumirá o comando das polícias Civil e Militar do Estado. O general Braga Netto é comandante militar do Leste.
O presidente Michel Temer decidiu no início da madrugada desta sexta decretar intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. O Exército passará a ter responsabilidade sobre as polícias, os bombeiros e a área de inteligência do Estado, inclusive com poder de prisão de seus membros.
Na prática, o oficial vai substituir o governador do Rio na área de segurança. A decisão do governo federal contou com o aval de Pezão.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que Pezão se mostrou favorável à intervenção no Rio –pelo menos “na parte” na qual o presidente da Câmara participou da reunião realizada com o presidente Temer. Maia chegou depois que a reunião com o presidente e ministros já havia começado. Inicialmente, o governador do Rio teria resistido a aceitar a proposta. Segundo Maia, Pezãotinha uma proposta parecida, mas o plano não andou. Maia disse que caberá a Temer detalhar o plano, para que ele “tenha início, meio e fim”.
A previsão é de que o decreto determine a intervenção até o final de 2018. A ideia inicial é que a tropa das Forças Armadas saia às ruas para tentar coibir a violência e oferecer sensação de segurança à população. Não se trata de uma típica intervenção federal, onde o governador é afastado, mas uma intervenção em que apenas a área de segurança passará ao controle do governo federal.
Com este decreto, o comandante militar do Leste poderá afastar os comandantes das polícias Militar e Civil, mas ainda não há decisão sobre o que será feito.
DECRETO SERÁ VOTADO NA CÂMARA E NO SENADO
As sessões no Congresso Nacional para apreciação do decreto de intervenção na segurança pública do Rio devem ocorrer a partir da próxima semana. Segundo técnicos do Legislativo, serão duas votações distintas, uma na Câmara e outra no Senado, convocadas pelos respectivos presidentes das Casas.
Na Câmara, conforme Rodrigo Maia disse na manhã de hoje, a ideia é votar o decreto entre segunda e terça-feira (dias 19 e 20) direto no plenário.
Pela Constituição, ainda será preciso formar antes o Conselho da República, criado para deliberar sobre intervenção federal, estado de defesa, estado de sítio e questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas.
O conselho é constituído por seis cidadãos brasileiros natos, com mais de 35 anos, que ainda não foram nem sequer indicados. O conselho também é composto pelo presidente da República; os presidentes da Câmara e do Senado; os líderes da maioria e da minoria da Câmara, Lelo Coimbra (MDB-ES) e José Guimarães (PT-CE); e do Senado, senadores Raimundo Lira (MDB-PB) e Humberto Costa (PT-PE); e o ministro da Justiça, Torquato Jardim.
BRAGA NETTO É CONSIDERADO NOME FORTE
O homem que estará à frente da segurança pública do Rio é considerado um nome forte de liderança dentro do Exército.
Natural de Belo Horizonte (MG) e integrante do CML (Comando Militar do Leste), no Rio, ele esteve à frente na organização de duas ações militares de segurança nacional, entre 2016 e 2017: Olimpíada e crise de segurança no Espírito Santo.
Em 2016, durante a Olimpíada do Rio, ele foi nomeado um dos comandantes da segurança, atuando como coordenador-geral da Assessoria Especial para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do CML. O papel dele na operação foi visto com bons olhos dentro do Exército.