quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Nepotismo Explícito! Gilmar Mendes Emplacou Assessor Na Câmara










Além de Luciano Fuck no Senado, O site O Antagonista descobriu que Gilmar Mendes conseguiu emplacar outro assessor do TSE na Câmara dos Deputados.
Trata-se de Alfredo Renan Dimas e Oliveira, analista judiciário originário do quadro do TRE de Santa Catarina.


Dimas trabalhava na assessoria especial da Secretaria Geral do TSE, até então chefiada por Fuck, que virou diretor Técnico e Jurídico do Senado. Ambos dão aula no IDP, de Gilmar.
A portaria de cessão do servidor, assinada pelo ministro no dia 2 de fevereiro, indica sua nomeação para cargo de natureza especial.

Em Palestra Sobre Corrupção, Toffoli Diz Que O Judiciário Está ‘Mais Acertando Do Que Errando’







Em palestra sobre corrupção no Brasil, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli defendeu nesta quinta-feira (15/2), em Washington, DC (EUA), que o Judiciário está “mais acertando do que errando”, mas pediu prudência e cuidado em 2018 para evitar “ditar o futuro da sociedade”.
“Temos que ter prudência. Julgar e ser prudentes”, afirmou o ministro. “Temos que ter muito cuidado com o nosso poder, porque se nós extrapolarmos nosso poder, se quisermos não só moderar os conflitos da sociedade, mas ditar o futuro da sociedade, sem ter o poder político representado, nós estaremos cometendo um grande equívoco.”
Segundo ele, “não são 11 cabeças iluminadas, ou meia dúzia – que é o que forma a maioria – que são capazes de discutir o futuro do Brasil”. E completou: “temos que julgar o passado. Quem julga o presente é o Executivo (…), e quem julga o futuro é o Congresso (…). Não podemos atropelar a Constituição e as garantias individuais.”
Segundo site Jota Toffoli não esclareceu se a fala se referia ao caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo pedido de habeas corpus após a condenação em segunda instância está para ser pautado no Supremo. Além da potencial prisão de Lula, é possível que o STF venha a se manifestar a respeito do impedimento da candidatura do ex-presidente devido à Lei da Ficha Limpa. No passado, o ministro se manifestou contra a execução da pena após a decisão da segunda instância, defendendo que se espere uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Ele disse ainda que não se pode “satanizar a política e os políticos” no contexto da luta anticorrupção. O ministro lembrou à platéia da palestra organizada pela American University que o marco legal anticorrupção brasileiro de hoje foi aprovado pelo Congresso Nacional, que tem “centenas de processos em investigação (…)”. “Foram presidentes da República que hoje são investigados ou condenados que fizeram a sanção dessas normas.”
O ministro criticou a ideia de que os avanços brasileiros no combate à corrupção são fruto de algum “herói” individual. Para Toffoli, esses avanços não são “resultado da vontade de uma pessoa, um juiz ou promotor, um grupo (…). Não podemos colocar que o que está acontecendo hoje no Brasil é [fruto da] idéia de um herói. São as instituições.”
Indagado se o mencionado “herói” seria o juiz federal Sérgio Moro, Toffoli não se manifestou. Sucesso nos EUA, Moro será o homenageado do ano da Brazilian-American Chamber of Commerce, recebendo o “Person of the Year Award” em cerimônia que acontece em Maio em Nova York.

Reuters Libera A Transcrição Da Polêmica Entrevista De Segóvia Que Indica Tendência De Arquivamento De Inquérito Contra Temer








(Reuters) – Veja abaixo trecho da transcrição da entrevista gravada em que o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, diz que os indícios do inquérito dos portos, em que o presidente Michel Temer é investigado, são frágeis.
confira abaixo:
Segovia diz que o decreto em questão não ajudou a empresa Rodrimar –alvo da investigação- e o benefício da corrupção não existiu, o objeto da corrupção não aconteceu.
Na entrevista de 48 minutos à Reuters –na qual foram tratados também assuntos como segurança de fronteiras, tráfico de armas, cooperação internacional, relação com Ministério Público, entre outros temas-, Segovia falou por quase 12 minutos sobre o inquérito dos portos, indicando a tendência de arquivamento do mesmo.
Nesse trecho da entrevista, o diretor-geral da PF diz também que há limites nas perguntas que podem ser feitas a investigados e que o delegado do caso, Cleyber Malta Lopes, pode ser questionado pela Corregedoria da PF e até mesmo punido, se o presidente Michel Temer fizer uma reclamação formal.
As declarações de Segovia foram alvo de críticas por parte de diversas entidades, como Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) e Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), por ter se manifestado sobre investigação em curso, e levaram o relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, a intimá-lo para dar explicações.
Logo depois da intimação de Barroso, Segovia tentou contato com o ministro. De acordo com o gabinete do ministro, o diretor-geral enviou uma mensagem de texto a Barroso alegando ter sido mal interpretado e pedindo um audiência, que foi marcada para o próximo dia 19.
Os quase 12 minutos relativos ao inquérito dos portos começaram no minuto 21 da entrevista e estão transcritos abaixo.

Reuters – O que de concreto pode-se dizer, há uma pressão da classe política, daqueles que vão concorrer em outubro, que essas investigações, boa parte dele de inquéritos derivados de delações, que sejam conclusos ou pelo menos tenha um encaminhamento para o oferecimento da denúncia ou o arquivamento. Que balanço o senhor pode fazer das mudanças que implementou de reforço de equipe e até de números em relação a conclusões ou andamento desse inquérito.
Segovia – O que acontece, segundo o planejamento que foi feito até aqui pela Dicor, doutor Eugênio (Ricas, da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado), que está à frente lá, a gente dobrou o número de equipes de investigação, essas investigações, essas equipes começaram agora, recentemente, no início de fevereiro, então a gente está falando de uma semana, menos de 10 dias que esse pessoal está aqui, chegou e está se assenhorando dessas investigações.
Vai ter o Carnaval agora e vai dar uma parada, mas a perspectiva é que a gente consiga realmente em oito meses, dez meses, a gente concluir tudo, todas as investigações. Então assim é… a gente está com esperança de realmente o maior número de investigações concluídas a gente possa trazer para a população uma resposta sobre essas investigações porque muito se diz e aí vamos para a classe política, eles dizem que são perseguidos, que o Janot estava ali tentando coibir a ação política, criminalizou a política e isso é bom para a gente dar uma resposta para a sociedade, para falar o que é que houve, se é que houve e quem é que realmente está errado. Se cometeram os crimes, quais os crimes cometeram ou se realmente eles foram alvos de uma criminalização da política.
Então eu acho que o mais importante é entregar esse trabalho ao Poder Judiciário, a gente sabe que não vai dar para o Poder Judiciário se manifestar, provavelmente nem o Ministério Público Federal vai ter se manifestado sobre tudo isso até o início das eleições, mas o trabalho da Polícia Federal vai ter sido feito e a investigação e conclusão dessa investigação.
Reuters – Isso inclui o inquérito dos portos?
Segovia – Sim, com certeza.
Reuters – Esse inquérito, particularmente, já se foi tomado o depoimento do presidente, acho que tem algumas outras (interrompido)
Segovia – Vou pedir para servir água e café para a gente, tem tempo que não tem água e café, esqueceram de nós…
Reuters – Algumas últimas diligências, foi pedida a requisição de documentos de uma investigação passada, referente ao próprio presidente de 2010, referente ao porto de Santos. É um inquérito tecnicamente fácil de resolver?
Segovia – O objeto da investigação da realidade é o quê? Uma atuação na realidade de uma suposta influência na construção do decreto, esse decreto dos portos, esse decreto. Onde se fala da possibilidade que Janot falou que uma organização criminosa teria agido em benefício de algumas empresas para o porto de Santos.
O que a gente vê é que o próprio decreto em tese não ajudou a empresa. Então, em tese, se houve corrupção ou ato de corrupção não se tem notícia do benefício. O benefício não existiu. Não se fala e não se tem notícia ainda de dinheiro de corrupção, qual foi a ordem monetária, se é que houve, até agora não apareceu absolutamente nada que desse base a realmente de ter uma corrupção.
No diálogo que seria a principal prova obtida no inquérito você vê que tem uma conversa com o ex, na realidade deputado Rocha Loures, com o chefe de assuntos jurídico da Presidência da República, Gustavo Rocha, aonde o próprio doutor Gustavo Rocha fala que não há como fazer ou mudar a questão do decreto e que o próprio presidente não aceitou aquela mudança.
Então, assim, os indícios são muito frágeis, na realidade, de que haja ou que houve algum tipo de influência realmente porque em tese o decreto não foi feito para beneficiar aquela empresa.
Então, a empresa não se beneficiou diretamente. A lei dos portos que era de 1993 e por isso vem aquela discussão de atingir essas empresas de navegação pós 93 e antes de 93 o decreto justamente regulamentou aquela questão da ampliação do prazo, e como não atingiu as de antes de 93 e não atingiu também o contrato, o objeto em tese da corrupção não foi atingido. Então ficou muito difícil você ter uma linha de investigação numa corrupção que em tese não ocorreu.
Então, o que está havendo que a investigação tem que chegar ao fim e achar realmente provas sobre tudo. Se é que aconteceu o fato, se é que houve a corrupção. Então está se pedindo todas as provas que possam induzir e chegar a esse tipo de conclusão.
Quanto a essa questão desse outro inquérito que havia sido arquivado em 2010 essa é uma outra história que era antiga e que em tese por envolver o nome do atual presidente o chefe da investigação achou por bem tentar verificar se havia alguma ligação entre aquele inquérito arquivado e esse.
Só que aquela inquérito arquivado na realidade é oriundo de outra ação completamente diferente em que essa investigação foi arquivada duas vezes no STF porque não tinha na realidade prova nenhuma de nenhum tipo de corrupção. Era na verdade a ex-mulher  do diretor da Cia Docas que foi uma indicação política não é política, não foi uma indicação política só do atual presidente Temer, mas de várias lideranças políticas, só que a ex-mulher desse diretor em uma ação de alimentos ela teria falado na hora da pensão alimentícia que a pessoa chegou e ofereceu ‘olha eu vou te dar, meu salário é 10 mil’ e na contestação a mulher disse ‘não, eu sei que seu salário não é 10 mil, você também recebe dinheiro da corrupção. E o dinheiro da  corrupção vem do esquema que você tem no porto de Santos e quem te colocou lá’ -na época na verdade o presidente Temer era líder da bancada– ‘ah e tem também o Temer que te ajudava’.
O envolvimento do presidente Temer na verdade foi só uma citação dentro de uma audiência  e isso tudo caiu por terra no Supremo, mandaram arquivar duas vezes.
Então o inquérito (arquivado) na verdade não se demonstra aproveitável para qualquer tipo de questionamento. Até porque o que está sendo apurado e que o Supremo está investigando e tem autorização é justamente a questão da corrupção na construção desse decreto.
Reuters – É corrupção, tráfico de influência, os dois ou outros crimes correlatos, o pedido de abertura de inquérito?
Segovia – É porque como o objeto em tese ficou um negócio muito aberto o próprio Janot deixou o troço muito aberto porque tem um espectro muito maior para ver se pega alguma coisa.
Reuters – Jogou a rede…
Segovia – É para ver se cata alguma coisa, corrupção, tráfico de influência… vai que cai em alguma coisa, né?
Reuters – Aí você enquadra depois?
Segovia – Exatamente. Ficou muito frágil, a coisa está andando, mas…
Reuters – O que ainda há de ser feito nesse inquérito e quanto tempo ali é possível para encerrar essas diligências?
Segovia – O delegado está voltando agora, estava em um curso no exterior, eu devo ter uma conversa com ele, mas eu acredito que não dure muito mais tempo não, não tem muitas diligências mais a serem feitas. Acredito que em um curto espaço de tempo deve ter a conclusão dessas investigações.
Reuters – Dois, três meses?
Segovia – Acredito que até que menos.
Reuters – Tendência então, pelo que o senhor está falando, pode até ser eventualmente por um pedido de arquivamento?
Segovia – No final a gente pode até concluir que não houve crime. Porque ali, em tese, o que a gente tem visto, nos depoimentos as pessoas têm reiteradamente confirmado que não houve nenhum tipo de corrupção, não há indícios de realmente de qualquer tipo de recurso ou dinheiro envolvidos… há muitas conversas e poucas afirmações que levem realmente há uma conclusão de que haja um crime.
Então, há a necessidade de tirar isso a limpo? Há. Por isso da investigação, por isso de você aprofundar a investigação, buscar as provas em todos os lugares porque quando a gente concluir a investigação e se não houver realmente o fato a gente possa afirmar, olha não houve crime, não houve o fato.
Reuters – Esse caso particularmente, pelo fato da sensibilidade da pessoa que está sendo envolvida, o fato de pedir emprestado esse inquérito arquivado para olhar, é até para ser o máximo exaustivo para produzir a prova negativa, sendo bem franco?
Segovia – Para ser bem franco é buscar tudo que possa ter algum tipo de indício…
Reuters – Para não ter dúvida e não ser questionado futuramente e a imprensa não dizer “ah, a PF aliviou”?
Segovia – Exato. Estamos fazendo nosso trabalho que é a investigação criminal. Então tudo que for indício que possa reportar uma possibilidade  que ache uma prova que sustente esse tipo de acusação a gente vai ter que checar. É muito mais uma checagem de tudo que a gente tem para que no final não dê um veredicto ‘olha checamos tudo e não tem nada’. “Ah, mas vocês checaram tudo mesmo”. Sim, foi tudo verificado.
Reuters – Havia uma de certa reclamação no Palácio que o presidente ficou bravo, que a PF estaria pegando pesado com a investigação, que as perguntas teriam sido muito duras…
Segovia – As perguntas como cada autoridade policial tem… tudo tem um limite, lógico, até do razoável. O presidente, ao reclamar da questão das perguntas…. não houve na realidade, ele só externou da maneira que foram feitas as perguntas. Mas não houve nenhum tipo de formalização sobre a verificação da conduta do delegado. A gente poderia, ou pode, em tese, a gente verifica toda a conduta do policial federal porque ele tem um código de conduta.
Reuters – A seu juízo não houve nenhum excesso, preliminarmente falando?
Segovia – Olha, eu não fiz essa análise, até porque essa análise se eu vier a ter que fazer vai ser depois de uma apuração dentro da própria Corregedoria nossa da polícia. Eu prefiro me abster nesse momento de qualquer tipo de julgamento porque se o presidente, houver a intenção da Presidência da República em questionar a conduta do delegado, isso vai passar por um processo interno administrativo que vai ser verificado se a conduta dele condiz realmente com o trabalho que deve ser feito por um delegado. E ele pode ser repreendido, pode até ser suspenso dependendo da conduta que ele tomou em relação ao PR.
O mesmo caso da delegada Érika em Florianópolis e outros delegados em que há questionamento a gente faz uma apuração e verifica se realmente a conduta foi adequada é uma questão meramente de Corregedoria. E como eu fui vice-corregedor-geral por quase quatro anos sei exatamente o que é isso. Há necessidade de ser feita uma verificação interna, uma correção, dentro do inquérito, isso tudo é uma parte do nosso controle de qualidade, digamos assim.

"MANTIDOS NO PODER À BASE DA COMPRA DE PARLAMENTARES."


MANTIDOS NO PODER À BASE DA COMPRA DE PARLAMENTARES ”Governo” Usa DINHEIRO Do BNDES Para COBRIR DÍVIDA E DESPESAS





ENTRA GOVERNO, SAI GOVERNO .. MAS NADA MUDA => QUEIMAM NOSSAS RIQUESAS COM “CORRUPÇÃO & INCOMPETÊNCIA” => MANTIDOS NO PODER À BASE DA COMPRA DE PARLAMENTARES}}
.”DESgoverno” usa DINHEIRO do BNDES para COBRIR DÍVIDA e DESPESAS ..
O GOVERNO está TOMANDO dinheiro EMPRESTADO para HONRAR DESPESAS do DIA a DIA, como FOLHA DE PAGAMENTO de servidores civis e militares, além de BENEFÍCIOS da PREVIDÊNCIA SOCIAL…
.A PRÁTICA é VEDADA pela chamada REGRA de OURO, NORMA QUE PROÍBE O GOVERNO DE SE ENDIVIDAR PARA PAGAR DESPESAS DE CUSTEIO. Pela norma, os recursos tomados no mercado devem ser usados em investimentos e amortizações da própria dívida.
A regra de ouro só não está sendo formalmente descumprida porque, desde 2016, o governo federal tem coberto a diferença entre a tomada de empréstimos e as despesas correntes com recursos recebidos do BNDES –foram R$ 100 bilhões em 2016, R$ 50 bilhões em 2017 e mais R$ 130 bilhões previstos para este ano.


ENGENHEIRO TAMBÉM VIAJOU
Desde de que tomou posse como prefeito, Crivella passou 36 dias em viagens oficiais, segundo a TV Globo, em três continentes: Europa, Ásia e África. Na Rússia, ele disse que buscava parceria para projetos urbanísticos, mas, até agora, os projetos com empresários do país não decolaram. Na Holanda, Crivella participou de uma conferência internacional de ciclistas, a Velo-City, que acontecerá no Rio este ano. Na França, seria troca de experiências com a prefeitura de Paris. Em Joanesburgo, na África do Sul, onde também esteve, o prefeito participou de um culto da Igreja Universal, denominação da qual é bispo licenciado, no dia 13 de outubro.
Crivella tem abastecido sua página no Facebok com vídeos pessoais. Na quarta-feira, antes da tempestade que deixou mortos, ele publicou uma gravação em que aparece falando da Suécia. “É frio pra chuchu, aqui tá gelado, é neve, mas estamos cumprindo nossa missão em busca de tecnologia para melhorar a segurança do Rio”, disse.
Ainda sobre os gastos com esta última viagem, a prefeitura garantiu que os cofres municipais não estão pagando as diárias de dois integrantes da comitiva, o coordenador de Inteligência da PM e o engenheiro industrial. Mas não esclareceu de onde estaria saindo o dinheiro dessas despesas. Perguntada, a Polícia Militar não informou se é o estado que está arcando com os gastos do oficial da inteligência da corporação. As informações sobre o engenheiro são ainda mais obscuras, já que não se sabe para que empresa ele trabalha.
Cada passagem Rio/São Paulo/Frankfurt/Viena/Estocolmo/Frankfurt/Rio custou R$ 21.545,00 ao município. A diária do prefeito é de 435,87 euros, enquanto de Sangineto e Pimentel recebem 358,03 euros, cada.
Depois de buscar drones na ESA, Crivella passou pela Schiebel, na Áustria, que também fabrica o equipamento e já teria prestado serviços à Marinha do Brasil. Por fim, o prefeito esteve em Linköping, na Suécia, onde visitou a CyberAero, concorrente da Schiebel.
Vereadores de oposição disseram ontem que vão cobrar explicações detalhadas da viagem de Crivella.

Desembargador Suspende Depoimento Que Lula E Luleco Daria No Dia 20 Sobre A Compra Dos Caças Suecos







O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), atendeu a um pedido da defesa e suspendeu nesta quinta-feira (15) o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva previsto para o próximo dia 20 em Brasília. A defesa de Lula quer que todas as cerca de 80 testemunhas arroladas no processo sejam ouvidas antes de o ex-presidente prestar depoimento.
O juiz da 10ª Vara da Justiça Federal, Vallisney de Souza, determinou o cumprimento da suspensão. Não há nova data marcada para o interrogatório.

TRÁFICO DE INFLUÊNCIA – Lula seria ouvido pela 10ª Vara no processo em que é réu por suposto tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa na compra de caças suecos pelo governo Dilma Rousseff. As suspeitas são investigadas no âmbito da Operação Zelotes.
Também são réus neste processo, e seriam ouvidos no mesmo dia, Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, Mauro Marcondes e Cristina Mautoni.
ENTENDA O CASO – A denúncia do Ministério Público Federal que deu origem à ação penal aberta pela Justiça é resultado de investigações sobre a compra pelo governo federal de 36 caças suecos e sobre a aprovação, no Congresso, de uma medida provisória que envolveu incentivos fiscais a montadoras.
De acordo com o MPF, os crimes teriam sido praticados entre 2013 e 2015, quando Lula, como ex-presidente, teria participado de um esquema para beneficiar empresas junto ao governo Dilma.
Desde o início das investigações, a defesa de Lula nega as acusações. Diz que o ex-presidente “não teve qualquer atuação, sozinho ou com outros denunciados, no processo de escolha e compra desses caças pelo Brasil”. Em depoimentos prestados à Justiça de Brasília, o atual comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Nivaldo Luiz Rossatto, e o ex-comandante Juniti Saito também negaram a suposta influência por parte do ex-presidente.

Uma análise verdadeiramente incontestável.





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Fotos da Bandeira do Brasil


Escandalosamente perfeito, genial o texto.

👇👇👇👏👏👏
"🔎Vamos ver se a Previdência é realmente deficitária, vejamos::
•Salário mensal...........R$ 937,00
•Contribuição INSS.....R$ 187,40
(patronal e empregado)= 20%
👉Aposentadoria Integral
35 anos = 420 meses
*Pegando a contribuição mensal de R$ 187,40 e aplicando-se o rendimento da poupança de 0,5% Totaliza R$ 266.990,71
Considerando-se a expectativa de vida em 75, e que em média o brasileiro se aposenta com 60 anos, somente receberá a aposentadoria por 15 anos.
👉O trabalhador receberá de volta do governo R$ 114.424,59 do total, ou seja, 42,86% daquilo que lhe foi tomado pelo governo.
Engraçado que não vejo ninguém reclamando. Resumindo:
💰Trabalhador PAGA
R$ 266.990,71
Trabalhador RECEBE
R$ 114.424,59
😱 Que negócio, não?
Agora aumentando para
49 anos o trabalhador acumulará,
R$ 666.311,30
e receberá menos, pois terá que contribuir por mais tempo , e terá menos tempo de gozo
da aposentadoria
Esses cálculos são reais e facilmente constatados por quem sabe manusear a HP 12C. Não são dados fictícios.
👀Quem pode compartilhar pra ajudar a chegar em todo o Brasil?
Vamos a luta !! Não vamos deixar isso acontecer, vamos reclamar.!! 😡COMPARTILHEM."


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Barroso (STF) Envia À Primeira Instância Investigação Envolvendo Senador Zezé Perrella








Com base na maioria já formada em Plenário no julgamento que trata da restrição do alcance do foro por prerrogativa de função de parlamentares federais (questão de ordem na Ação Penal 937, cuja análise foi interrompida por um pedido de vista), o ministro Luís Roberto Barroso determinou a remessa dos autos da Petição (PET) 7311 à primeira instância da Justiça do Distrito Federal para providências cabíveis sobre a apuração da suposta prática do crime de posse irregular de arma de fogo envolvendo o senador Zezé Perrella (PMDB-MG).
A arma – uma espingarda calibre 20 de cano duplo – foi apreendida na casa do senador quando do cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido na Operação Patmos. Ao ser questionado sobre a origem do armamento, Perrella afirmou que este foi adquirido por seu motorista e utilizado somente como ornamento de decoração da residência. O motorista, Bráulio Campos Pimenta, confirmou a versão de Perrella, afirmando ter adquirido a arma de um tio que mora em uma fazenda no interior de Minas Gerais. Um laudo pericial concluiu que a espingarda é apta a efetuar disparos. O Ministério Público Federal então requereu a abertura de inquérito no STF, devido ao foro por prerrogativa de função.
De acordo com o ministro Barroso, não faz sentido que o inquérito tramite perante o Supremo Tribunal Federal, onde a maioria absoluta do Plenário já sinalizou não ser o caso, sendo recomendável determinar que a investigação já comece sua tramitação perante o órgão onde deverá permanecer, evitando “descidas e subidas” que desacreditam o sistema. “Ainda que interrompido o julgamento por pedido de vista regimental, não parece provável, considerada a maioria já formada, que sua conclusão se dê em sentido oposto ao já delineado”, afirmou.
Até o momento, oito ministros proferiram voto na questão de ordem na AP 937, seis acompanhando o entendimento do relator, ministro Luís Roberto Barroso, no sentido de que o foro se aplica apenas a crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas. O ministro Alexandre de Moraes divergiu parcialmente, no sentido de que o foro deve valer para crimes praticados no exercício do cargo, mas alcançando todas as infrações penais comuns, independentemente de se relacionaram ou não com as funções do mandato.
A tese do ministro Barroso é a de que “o foro por prerrogativa de função aplica-se apenas aos crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados às funções desempenhadas. Após o final da instrução processual, com a publicação do despacho de intimação para apresentação de alegações finais, a competência para processar e julgar ações penais não será mais afetada em razão de o agente público vir a ocupar outro cargo ou deixar o cargo que ocupava, qualquer que seja o motivo”.