domingo, 11 de fevereiro de 2018

GENERAL HELENO




“Vem Aí Mais Improvisação E Desordem Urbana. Em Outubro, Temos Que Mudar O País.”





MENSAGEM DO GEN AUGUSTO HELENO
O Pres Temer vai a Boa Vista conhecer o problema dos 50 mil imigrantes venezuelanos. Mais uma herança da política de esquerda que arrasou a Am Latina, inclusive o Brasil, nas últimas décadas . Por ser o Cmt Mil Amazônia, denunciei, em 2008, a lamentável política indigenista.

Alertei sobre a falta de critério na demarcação ideológica de Raposa Serra do Sol. Economistas avisaram que a expulsão dos arrozeiros era medida social e economicamente desastrosa.
Ignoraram. Favelizaram Boa Vista e empobreceram Roraima. Hoje, a situação criada pela ditadura bolivariana de Maduro poderia ser contornada pela ampliação da cultura arrozeira e pelo consequente emprego de boa parte da mão de obra estrangeira que chegou a Roraima. Infelizmente, vem aí mais improvisação e desordem urbana. Em outubro, temos que mudar o país.

Loucura, Loucura Loucura… BNDES Financiou Jatinho Particular De Apresentador Global Avaliado Em 17,7 Milhões








Luciano Huck no ano de 2013, usou um empréstimo  de R$ 17,7 milhões do BNDES para comprar um jatinho particular da Embraer.
Tudo foi feito através do PSI (Programa de Sustentação do Investimento), que destinava-se a financiar investimentos de empresas, compra de bens de capital (máquinas e equipamentos), ações de pesquisa e desenvolvimento e exportações.
O financiamento, do programa BNDES Finame (Financiamento de Máquinase Equipamentos), teve como beneficiária a Brisair Serviços Técnicos e Aeronáuticos Ltda., da qual Luciano e Angelica Huck são sócios, e o Itaú como instituição financeira intermediária.
Os juros do empréstimo, datado de 29 de maio de 2013, foram de 3% ao ano, com 114 meses de amortização para o pagamento.
O programa oferecia juros subsidiados —ou seja, parte do empréstimo era coberta pelo Tesouro, já que a correção era inferior aos 6,75% da Taxa de  Juros de Longo Prazo (TJLP), usada até o ano passado nos empréstimos do BNDES.

A Agência De Notícias Reuters Reeditou A Matéria Da Entrevista Exclusiva Com O Diretor-Geral Da Polícia Federal, Fernando Segovia







A agência de notícias Reuters reeditou a matéria da entrevista exclusiva com o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia. O texto original, publicado na noite de sexta-feira (9), dizia que Segovia tinha afirmado que a tendência era de arquivamento pela PF da investigação envolvendo o presidente Michel Temer sobre o Decreto dos Portos.
Na alteração do conteúdo, a Reuters trocou o verbo “afirmar” por “indicar” ao qualificar as declarações de Segovia. No início do texto reeditado, a agência faz a seguinte ressalva aos leitores: “Esclarece que Segovia disse que até o momento não há indício de crime no caso, indicando, em vez de afirmando, que a tendência é que a PF arquive o caso”.

A matéria teve grande repercussão e levou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso a intimar Segovia, na manhã de sábado, para prestar esclarecimentos. “Tendo em vista que tal conduta, se confirmada, é manifestamente imprópria e pode, em tese, caracterizar infração administrativa e até mesmo penal, determino a intimação do Senhor Diretor da Polícia Federal, delegado Fernando Segovia, para que confirme as declarações que foram publicadas, preste os esclarecimentos que lhe pareçam próprios e se abstenha de novas manifestações a respeito”, diz o despacho de Barroso.
Também ontem, entidades de classe se manifestaram, por meio de nota à imprensa, sobre as declarações de Segovia. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) disse que nenhum dirigente deve se manifestar sobre investigações em andamento. A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) afirmou que é “sempre temerário que a direção-geral emita opiniões pessoais sobre investigações nas quais não está diretamente envolvida”. Já o presidente da OAB Nacional, Claudio Lamachia, afirmou não ser “apropriado” que o diretor-geral da PF “dê opiniões a respeito de investigações em curso”.
Em nota divulgada ontem, Segovia negou ter dito que iria arquivar o inquérito. “Afirmo que em momento algum disse à imprensa que o inquérito será arquivado. Afirmei inclusive que o inquérito é conduzido pela equipe de policiais do GInqE com toda autonomia e isenção, sem interferência da Direção Geral”, afirmou o diretor-geral da PF, por meio de nota, informando que só irá responder aos questionamentos do ministro Barroso, do STF, na quarta-feira, 14.

DELAÇAO DO OPERADOR QUE AFUNDA BENDINE CAMINHA NO MPF








A delação do publicitário André Gustavo Vieira, operador do ex-presidente do BB e da Petrobras Aldemir Bendine, está na fase de negociação da pena entre a defesa e o  MPF.

Bastidor Sobre O Caso Segovia: Diretor-Geral Da PF É Desafeto Do Delegado Que Investigou Temer




Não há dúvidas de que Fernando Segóvia é um homem tendencioso. 

O novo diretor da PF negou indicação política de seu nome para o cargo e disse que não tem relação com o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e com o ex-presidente José Sarney, ambos do PMDB.
Além disso, recentemente, Segóvia também questionou a conclusão de que houve corrupção por parte de Michel Temer no caso da JBS. Ele disse: "essa investigação teria de durar mais tempo porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime". De quantas malas esse senhor necessita para ver materialidade nas denúncias por meio de delações da JBS?
E só para recordar: ele foi adido da PF na África do Sul e superintendente regional no Maranhão. Atuou na Boi Barrica, operação que chegou a ser anulada em decisão do Superior Tribunal de Justiça, o que beneficiou diretamente, à época, Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP).
EXIGIMOS A EXONERAÇÃO DESSE CIDADÃO QUE NÃO REPRESENTA O BRASIL! 
Assine e junte-se à esta causa. 




E só para recordar: ele foi adido da PF na África do Sul e superintendente regional no Maranhão. Atuou na Boi Barrica, operação que chegou a ser anulada em decisão do Superior Tribunal de Justiça, o que beneficiou diretamente, à época, Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP).
EXIGIMOS A EXONERAÇÃO DESSE CIDADÃO QUE NÃO REPRESENTA O BRASIL! Assine e junte-se à esta causa.

CLIQUE AQUI PARA ASSINAR

https://www.change.org/p/queremos-a-exonera%C3%A7%C3%A3o-do-diretor-geral-da-pol%C3%ADcia-federal-fernando-seg%C3%B3via

Este abaixo-assinado será entregue para:
  • Procuradoria-Geral da República

  • Vice-Procuradoria Geral da República


Eleição De 2018 Pode Ser Decidida Na Justiça, Diz Grace, Da AGU







A democracia brasileira está sendo testada durante este ano presidencial e pode acabar sendo decidida na Supremo Tribunal Federal, disse a ministra-chefe da Advocacia Geral da União, Grace Mendonça, em entrevista à Bloomberg.
“A partir de um momento em que tem a questão judicializada, por mais que tenha a regra, qual o nível de interpretação dessa regra, o caso concreto que vai trazer aspectos, peculiaridades que vão ser enfrentadas pelo colegiado. É possível alguma decisão judicial que faça algum nível de confortação, um tratamento? É possível um tratamento que faça uma construção viável.”

Segundo a Revista EXAME Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil olha com atenção o Judiciário e pede ajuda para que a Corte defina o futuro do país. Em 2016, o STF se tornou o centro das atenções durante o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Em seguida, o tribunal eleitoral rejeitou pedido de impugnação da chapa eleita em 2014 que poderia levar à anulação do mandato do atual presidente, Michel Temer.
Segundo a ministra, alguns juízes buscam um excessivo protagonismo em assuntos de maior relevância nacional, enquanto o Legislativo e o Executivo perderam espaço, após a crise política, o que forçou o destaque do Judiciário, disse Grace.
Além desse protagonismo, Grace reforça que as inúmeras possibilidades legais de recursos atrapalham o caso. “Um caso como esse precisa do empenho do Judiciário para resolver o mais rápido possível. Vai ter uma caminhada de recursos para chegar onde vai bater o martelo definitivo, que será o STF. Pelos prazos processuais, dá para resolver antes das eleições”, disse.
Para Grace, no mundo ideal, o Judiciário tomaria as rédeas da situação e resolveria o imbróglio o mais rápido possível para diminuir as incertezas. “Mas o que seria o mundo ideal? O mundo ideal é que isso fosse decidido logo, que se resolvesse logo, para gerar uma segurança jurídica.”
A ministra avalia ainda que, para dar celeridade ao processo, e mesmo que o STF não possa ser consultado a priori, todas as partes envolvidas podem se preparar para o que é uma ação amplamente antecipada pela defesa e acusação.
Já para resolver os imbróglios dentro do próprio judiciário, a ministra afirma que um pacto entre os poderes como se tentou no passado poderia ajudar. “O judiciário vem avançando muito, tomando o espaço das demais instituições, então numa grande articulação,inovadora, um pacto sério em que cada um saiba seu espaço, podemos construir um ambiente um pouco melhor.”
Nesse cenário, Grace argumenta que as crises recentes, quando enfrentadas, são boas para o país. “A democracia brasileira está sendo testada e está se fortalecendo.”

Eike Em Entrevista Fala Sobre Seus Dias Na Prisão E O Desejo De Se Candidatar Ao Senado








Eike Batista continua com a energia impressionante de sempre. Seu otimismo também permanece intocado. Nem parece um homem que perdeu US$ 34 bilhões, ficou preso três meses em uma cela de 12 metros quadrados em Bangu e ainda responde a processo que pode lhe colocar de volta na cadeia. Eike me recebeu em seu escritório na Praia do Flamengo. Estava acompanhado pelo filho Thor, por um advogado e um assessor.

Quais são seus planos agora?
Quem sabe alguma coisa na política.
Vai se candidatar? Quer ser deputado?
Não, senador. Estou estudando isso. Vamos avaliar. Estou conversando com partidos. Já me procuraram, mas eu prefiro não comentar por ora. Tem muita gente que acha que eu posso contribuir. Não tenho nenhum impedimento judicial. Nâo fui sequer julgado em primeira instância (A Lei da Ficha Limpa barra candidaturas de condenados em 2ª instância).
Você está buscando foro privilegiado?
Não. Eu quero ajudar. Eu preciso me reinventar. Hoje, sou provavelmente a maior fake news do mundo. Ninguém sabe o que eu fiz pelo Brasil. Vou mostrar o que eu já fiz. Eu trouxe para o Brasil US$ 40 bilhões em investimentos. Eu vou ajudar a não deixar projetos desnecessários serem construídos.
Você vai parar de trabalhar, seus negócios?
Não vou parar de trabalhar. Blairo Maggi está lá. Ele toca os negócios e a política. Acabou de comprar as fazendas do Olacyr de Moraes.
(…)
Como foram seus 90 dias de prisão?
No começo foi engraçado. Toda a hora vinha gente da SEAP (Secretaria da Administração Penitenciaria), passava em frente à minha cela e olhava para dentro. Gente curiosa, querendo checar se era eu mesmo. Eu me sentia como um tigre branco de bengala, um albino, né? Mas é um negócio enorme. Aquele “claque” que a porta faz quando se fecha, depois que você entra, é duro. E a prisão vai te consumindo.
Como era a sua cela?
Fui preso na Cadeia de Bandeira Estampa, em Bangu, que é para quem não tem curso superior completo. Eu fiz só dois anos de faculdade. Fiquei com duas outras pessoas na cela de 12 metros quadrados. Graças a Deus, um deles tinha um TOC, e era o TOC certo, que é o de limpeza. Ele toda hora passava álcool nas coisas. Porque o mais importante na cadeia é manter a saúde bem. No primeiro dia que você chega, você ouve aquela recomendação: “Faz de tudo para você não ir para a UPA, porque se você for para a UPA vai pegar tuberculose”. A incidência de tuberculose é alta nos presídios, e essas pessoas com a doença são levadas para serem tratadas na UPA, que vira um foco. Então, regra número um na cadeia, faça de tudo para não ficar doente. Higiene é fundamental.
Você teve medo de ser agredido de alguma forma?
Bate um medo, sim. Eu tive sorte, porque na minha ala lá era especial de milicianos. E eu sempre ajudei muito a polícia do Rio via as UPPs. Dei R$ 80 milhões para a polícia pacificadora. Neste caso, parei no lugar certo e num ambiente adequado.
Você então foi bem recebido na prisão?
Sim, aí tem uma coisa que é marcante. Tem muita gente boa na prisão. Metade das pessoas que estão lá não deviam estar lá. Tinha um grandalhão na cela em frente à minha, que pegou três anos porque entrou numa Lojas Americanas, pegou um ar condicionado e saiu andando. Aí você tem que ver que tipo de penalidades são impostas. É uma desproporcionalidade gritante. O garotão que traficou 200 gramas de maconha ou um tanto de cocaína levar um caminhão de anos de cadeia não faz sentido. Como alguém que gosta de resolver problemas, eu sugiro que se coloque a família nessa equação. Faz a família assinar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), para quem pode, porque tem gente que não tem família. Os que têm, dividam a responsabilidade com a família. Aí eles vão comer bem, viver num ambiente melhor. Dentro da cadeia, ninguém se ressocializa. Muito rapidamente você se corrompe, até para comer melhor. A comida é tão ruim que o cara vai fazer qualquer coisa para arrumar um dinheiro e comer alguma coisa diferente, melhor, na cantina.
Você recebeu muito pedido de ajuda lá dentro?
Metade dos 36 amigos que fiz na cadeia era achacada por seus advogados, que chegam lá para literalmente extorquir suas famílias. Chegam e dizem, preciso de dois mil para fazer isso ou aquilo, e a família humilde acaba dando o que não tem. São que nem chacais, vão lá e tiram o último dinheiro da família. Aí os caras me vêm, esbarram em mim e pedem ajuda numa coisa ou em outra. Tentei ajudar alguns, mas procurei evitar para não virar outra bagunça.
Como funcionam as transações com dinheiro dentro do presídio?
É deprimente ver as fiscalizações feitas dentro do presidio em busca de dinheiro que entrou ilegalmente. Fazem a gente ficar encostada na parede, de cara contra a parede, com as mãos no alto, também apoiadas na parede, vem e apalpam a gente, procuram em cada parte do seu vestuário. Até nos chinelos, tem que virar o chinelo, porque descobriram que alguns colavam o dinheiro na sola do chinelo. Os caras são engenheiros lá dentro. E os policiais vão tirando o dinheiro que encontram. Tem gente que se agarra a quatrocentos reais como se fosse sua vida, porque vai ter que usar aquele dinheiro o mês inteiro para comer alguma coisa melhor na cantina. Quando vinha o Batalhão de Choque para uma batida, entravam uns caras gigantescos fazendo aquele bum, bum (faz o gesto do cassetete batendo no escudo) que nem no Império Romano. Só com o bum, bum você já fica com medo. Já os carcereiros, nota mil. Aquela ideia de filme e de carcereiros violentos não existe. Tiro meu chapéu. Cinco caras por turno, controlando 500 homens. Incrível.
Como você fez para suportar estes meses na cadeia?
Os evangélicos tinham cultos uma vez por semana. É impressionante como a fé faz os caras aceitarem a situação. Um sujeito com 20 anos de cadeia, acaba resignado por causa da fé. Sei lá, eles acham uma solução para suportar aquele tranco lá. Impressionante. Eu tenho fé, não que eu faça um culto. Minha âncora era acreditar, lembrar que eu sempre só fiz o bem, então eu pensava “uma hora eu vou sair e isso vai ficar claro, vou voltar a fazer negócios, criar de novo”. Mas tinha horas duras. Me sentia injustiçado. E cada atraso no processo que culminou com a minha soltura dava uma queda de ânimo.
Você se desesperou?
Não me desesperei, até porque o Fernando, meu advogado, me visitava três vezes por semana, e a conversa era reconfortante, mesmo que você fale com um vidro no meio e por um telefone horroroso. E a Flavia, minha mulher, que foi lá todos os dias. Como ela é advogada, ia na condição de advogada.
Teve visita íntima?
Visita íntima não havia. Ela ia como advogada. Por isso que ela podia ir todos os dias.
E como era o dia a dia na prisão?
As regras do presidio para mim eram mais rígidas. Para mim só tinha uma hora de sol por dia e só durante a semana. Final de semana, 12 metros quadrados, com dois outros caras, fechado.
E o sanitário? Era o famoso boi?
Ruim é o cheiro, que é bem desagradável. Mas tem algumas técnicas. O chuveiro está logo em cima, então você pode deixar o chuveiro ligado e fazer as necessidades. Aí a água escorre tudo muito rapidamente. Some logo e o cheiro some também. Mas os caras não têm técnica. Eu cagava sem cheiro. Parece brincadeira, mas é um fato. Você precisa estar no ângulo certo, para que aquilo escorra rapidamente com a água do chuveiro. Eu dividia a cela com duas pessoas. Ums delas, um doleiro grandalhão, pela sua estatura, tinha dificuldades no boi. A gente ficava ensinando a ele, vai mais pra frente, vai mais pro lado.