terça-feira, 21 de novembro de 2017

Temer Quer Freia Eleições Presidenciais E Ser Primeiro-Ministro Em 2019







A notícia do dia é a candidatura inviável e suicida para o PMDB da Câmara do presidente Michel Temer à reeleição em 2018. É também o primeiro balão de ensaio pega-trouxa para o projeto Temer primeiro-ministro em 2019. Não entendeu?


O jornal Valor Econômico traz que Temer quer PMDB, DEM, PP e PR unidos em sua chapa (aqui), o que dificilmente irá ocorrer. É impossível que o presidente consiga se reeleger ou que faça um sucessor. Temer é eleitoralmente tóxico para transferência de votos e virtualmente inelegível. Se antes mantinha ilusões – ou as projetava para angariar apoio – de que Doria poderia ser o candidato que defenderia o legado de sua gestão em troca do apoio do PMDB, hoje sabe que somente Temer poderia e teria coragem de defender Temer.
Com a melhora da economia e retomada da geração de empregos, as eleições irão ocorrer em um ambiente em que a renda será inferior à de 2010 (aqui) e o desemprego ainda alcançará dois dígitos (aqui). Dizer que isso permitirá ao governo fazer sucessor ou se reeleger é, novamente, projeção de poder para angariar apoio.
Voltando no tempo: Temer declarou que avalia aprovar o parlamentarismo em seu mandato, e, em um surto de otimismo, disse que poderia aprová-lo ainda em 2017 para ser testado em 2018. Ou seja, trabalhava com a hipótese de que as eleições de 2018 ocorreriam em um semipresidencialismo.

Avançando no tempo: o ministro Alexandre de Moraes, do STF, pediu para ser incluída na pauta do STF a ação que pode permitir que o sistema de governo seja alterado (parlamentarismo, semipresidencialismo, monarquia, etc.) SEM A CONSULTA da população através de um plebiscito.

Resumindo: Temer espera defender o seu legado durante as eleições, sair com uma áurea de que é o “presidente das reformas” e que a população não reconhece os seus méritos para, em 2019 – com apoio da classe política desesperada para manter o foro privilegiado e enfrentar a Lava Jato – assumir a chefia de governo com um presidente com poderes esvaziados.
Mirabolante e com tudo para jogar o país em uma crise sem precedentes, mas com todos os contornos de um grande acordo da classe política para fugir da cadeia que virá com o fim dos próprios mandatos.
O discurso em gestação pode ser conferido em um texto de Reinaldo Azevedo: “Estou enganado, ou Temer é o único com agenda? Acho que o lançarei para 2018″
Obs.: Entre os vários modelos de parlamentarismos no mundo, no britânico, por exemplo, não se exige que o primeiro-ministro ou os integrantes de seu gabinete sejam sequer membros eleitos do parlamento, isso é uma tradição. Normalmente, o presidente ou o monarca convida o primeiro-ministro a formar um governo em seu nome, mas o Brasil já teve a experiência de a maioria parlamentar impor o gabinete de Tancredo Neves durante a presidência de João Goulart.

Marcelo Bretas: “A Lava Jato É Eterna. Doa A Quem Doer”




O juiz Marcelo Bretas chegou à 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro em abril de 2015, disposto a enfrentar a corrupção e crimes do colarinho branco, especialidade do seu tribunal. Pediu transferência para a capital fluminense depois de ficar inspirado a trabalhar contra esse tipo de crime quando assistia pela televisão ao julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal.
Desde que veio ao Rio, suas decisões não foram bem recebidas por aqueles que acreditaram que a impunidade duraria para sempre e que agora acabaram presos por esse juiz empenhado em limpar as sujeiras do sistema. A vida de Bretas (Nilópolis, 1970) sofreu uma mudança radical.


As ameaças de morte o obrigam a viver sob proteção policial dia e noite, e ele perdeu a liberdade do cidadão comum. Bretas, que viajou à Alemanha convidado pelo Governo de Berlim para trocar experiências de luta contra a corrupção, acredita que no Brasil nasceu “uma nova forma de se fazer justiça”, com mais imparcialidade, “doa a quem doer”.
Nesta entrevista ao EL PAÍS, Bretas também revela como interpretou as declarações do ex-governador Sérgio Cabral sobre sua família em uma audiência, que motivaram a transferência de Cabral para um presídio de segurança máxima que depois foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal. “Ele me olhou nos olhos, como se dissesse ‘sei onde você mora’. Entendi que estava tentando descobrir mais sobre minha família”, afirmou o magistrado.
INTEGRA NO SITE DO EL PAIS

Assassinato de JFK | Nerdologia 286

Temer Primeiro-Ministro Em 2019





  • 21/11/2017






A notícia do dia é a candidatura inviável e suicida para o PMDB da Câmara do presidente Michel Temer à reeleição em 2018. É também o primeiro balão de ensaio pega-trouxa para o projeto Temer primeiro-ministro em 2019. Não entendeu?
O jornal Valor Econômico traz que Temer quer PMDB, DEM, PP e PR unidos em sua chapa (aqui), o que dificilmente irá ocorrer. É impossível que o presidente consiga se reeleger ou que faça um sucessor. Temer é eleitoralmente tóxico para transferência de votos e virtualmente inelegível. Se antes mantinha ilusões – ou as projetava para angariar apoio – de que Doria poderia ser o candidato que defenderia o legado de sua gestão em troca do apoio do PMDB, hoje sabe que somente Temer poderia e teria coragem de defender Temer.

Com a melhora da economia e retomada da geração de empregos, as eleições irão ocorrer em um ambiente em que a renda será inferior à de 2010 (aqui) e o desemprego ainda alcançará dois dígitos (aqui). Dizer que isso permitirá ao governo fazer sucessor ou se reeleger é, novamente, projeção de poder para angariar apoio.
Voltando no tempo: Temer declarou que avalia aprovar o parlamentarismo em seu mandato, e, em um surto de otimismo, disse que poderia aprová-lo ainda em 2017 para ser testado em 2018. Ou seja, trabalhava com a hipótese de que as eleições de 2018 ocorreriam em um semipresidencialismo.

Avançando no tempo: o ministro Alexandre de Moraes, do STF, pediu para ser incluída na pauta do STF a ação que pode permitir que o sistema de governo seja alterado (parlamentarismo, semipresidencialismo, monarquia, etc.) SEM A CONSULTA da população através de um plebiscito.
Leia aqui >>> Ação pronta para ser julgada no Supremo pode abrir brecha para debater semipresidencialismo
Resumindo: Temer espera defender o seu legado durante as eleições, sair com uma áurea de que é o “presidente das reformas” e que a população não reconhece os seus méritos para, em 2019 – com apoio da classe política desesperada para manter o foro privilegiado e enfrentar a Lava Jato – assumir a chefia de governo com um presidente com poderes esvaziados.
Mirabolante e com tudo para jogar o país em uma crise sem precedentes, mas com todos os contornos de um grande acordo da classe política para fugir da cadeia que virá com o fim dos próprios mandatos.
O discurso em gestação pode ser conferido em um texto de Reinaldo Azevedo: “Estou enganado, ou Temer é o único com agenda? Acho que o lançarei para 2018″
Obs.: Entre os vários modelos de parlamentarismos no mundo, no britânico, por exemplo, não se exige que o primeiro-ministro ou os integrantes de seu gabinete sejam sequer membros eleitos do parlamento, isso é uma tradição.





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.

A complacência nacional com bandidos é tamanha que Bernie Ecclestone sugere alguém como Vladimir Putin para governar o Brasil.

Segundo Coaf Lula Aplicou R$ 40 Milhões Em Fundos De Investimentos.



“Movimentação De Recursos Incompatível Com Atividade Do Cliente”





Lula aplicou R$ 40 milhões em fundos de investimentos. Segundo Coaf, “movimentação de recursos incompatível com atividade do cliente”
Um documento detalhado produzido pelo Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, revela dados assombrosos sobre a movimentação financeira do ex-presidente Lula, logo que o petista deixou a Presidência da República em 2011. O petista é apontado como protagonista de centenas de eventos envolvendo crimes de lavagem de dinheiro em operações que tinham por objetivo mascarar o repassa de propinas de empresas beneficiadas por esquemas de corrupção durante seus dois mandatos.

A ‘colheita’ da propina pode ser feita de forma engenhosa, envolvendo o uso de laranjas, empresas de fachada, aquisição e reformas de imóveis e outras vantagens indevidas, como o fretamento de jatinhos e repasses de propinas para familiares. Juntas, todas estas vantagens indevidas podem somar mais de R$ 100 milhões, excluindo ai os repasses em dinheiro para o Partido dos Trabalhadores.
Segundo documento do Coaf, a empresa de palestras Lils criada por Lula em 2011 aplicou um 20/11/2017 Lula aplicou R$ 40 milhões em fundos de investimentos. Segundo Coaf, “movimentação de recursos incompatível com atividade do cliente total de R$ 35.177.093,99 em fundos de investimentos, via BB Gestão de Recursos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.. Foram feitos ainda investimentos de R$ 5 milhões na Brasilprev, perfazendo um total de R$ 40.177.093,99. A movimentação foi considerada suspeita pelo órgão vinculado à Receita Federal, que enquadrou o caso em “movimentação de recursos incompatível com o patrimônio, a atividade econômica ou a ocupação profissional e a capacidade financeira do cliente”.
O documento integra o material dos autos da Zelotes e da Lava Jato. Os técnicos do Coaf alertam sobre possível ocorrência de “operações cujos valores se afiguram objetivamente incompatíveis com a ocupação profissional, os rendimentos e/ou a situação patrimonial/financeira de qualquer das partes envolvidas”.
Em sua defesa, o ex-presidente Lula comentou o assunto durante o 14º Congresso do PCdoB neste fim de semana em Brasília: “Às vezes fico chateado com todas essas bobagens que falam a meu respeito, mas, como sou católico, acho que é uma provação”. As Informações são do Site Imprensa Viva.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Ex-Assessor Dos Irmãos Geddel Diz Que Eles Roubaram Até O Salário Dele




  • 21/11/2017




Utilizado como uma espécie de assessor parlamentar, Job Brandão, preso depois que suas digitais foram encontradas em um “bunker” com R$ 51 milhões do ex-ministro Geddel Vieira Lima, em Salvador, não vai se contentar em apenas acusar os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, deputado do PMDB da Bahia, de ficar com quase todo o salário que lhe era pago pela Câmara. Job decidiu que também irá pedir na Justiça ressarcimento de todos os valores repassados aos Vieira Lima desde o dia em que a “contribuição” teve início. Considerando-se apenas os últimos cinco anos, nos termos da legislação trabalhista, a defesa dele estima que uma decisão favorável renderia ao menos R$ 500 mil reais, em valores não corrigidos.

Em processo de negociação de delação premiada, o ex-assessor já contou à polícia que trabalhava em Salvador lidando com assuntos pessoais da família Vieira Lima, sem qualquer função de interesse público, embora pago pelo contribuinte. Mas, segundo Job, ele sequer podia desfrutar de todo o salário, uma vez que fazia os repasses para familiares de Geddel, há até pouco tempo um dos principais aliados do presidente Michel Temer, e Lúcio Vieira Lima.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Os irmãos Geddel

Os irmãos Geddel são três: Geddel, Lúcio e Afrísio. Intriga-me o esquecimento de Afrísio nas notícias sobre a família. Fala-se até da mãe, do pai falecido, mas não do terceiro irmão. Pois bem: Afrísio Vieira Lima Filho é diretor legislativo da Câmara.

Geddel Vieira Lima virou um astro pop às avessas. Sintetiza como poucos essa geddelização da política brasileira. Com seu olhar meio assustado. É um corrupto que dá para imaginar no churrasco mais próximo, quebrando um copo, gargalhando.

Lúcio Vieira Lima, o Bitelo da Odebrecht, opera como deputado. Condenado a ser o "irmão do Geddel". Esse está enrolado nas investigações sobre o apartamento dos R$ 51 milhões em Salvador. É uma versão menos espalhafatosa de Geddel.

E Afrísio?
Afrísio passa batido. Como se não fosse um Afrísio, um Lúcio, um Geddel. Os três, no entanto, dividem as propriedades rurais da família. Atuam juntos como pecuaristas e produtores de cacau. Só que ele é blindado. Por quê?

Afrísio também é um homem público. Repito: é diretor legislativo da Câmara. Isso significa... poder. Significa que sabe de muita coisa. Significa que os corredores do Congresso são conhecidos palmo a palmo pela família Vieira Lima.

Afrísio é tesoureiro da Fundação Ulysses Guimarães. Presidida por quem? Moreira Franco (PMDB-RJ). Vice-presidida por quem? Eliseu Padilha (PMDB), ministro-chefe da Casa Civil. Um dos diretores chama-se Romero Jucá (PMDB-RR).

(E Afrísio é um colecionador de obras de arte. Gostava de vender seus quadros em pleno espaço da Câmara. Sua mulher trabalhou na primeira secretaria com o deputado Heráclito Fortes, conhecido na Odebrecht como Boca Mole.)

A geddelização da política brasileira não é fruto de um "doente" temperamental e com covinhas. A geddelização é um movimento racional. A geddelização instala-se. Um é deputado, o outro é um burocrata, enquanto a matriz dá a cara para bater.

Sim, o poder dos Vieira Lima começa lá atrás. Com o primeiro Afrísio, também deputado. O problema de tratar esse clã como expressão de uma única pessoa é que a gente elimina a história. Geddel foi preso, Lúcio talvez o seja. Afrísio continuará lá.

Ou, em outras palavras: o PMDB continuará lá, com vários pés em várias canoas. É um polvo. Tem o braço Geddel, o braço Jucá, o braço Padilha, o estômago Michel, a cabeça Sarney, o intestino Calheiros. Corta-se um órgão, crescem os outros.



Conheça O Golpe Jurídico Que Pode Tirar Bolsonaro Da Eleição Presidencial De 2018




  • 21/11/2017




Existe uma possibilidade de o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) ficar de fora das eleições presidenciais do ano que vem. Ela foi relembrada, nesta segunda-feira (20) e com destaque, pelo jornalista Reinaldo Azevedo, que hoje defende com unhas e dentes o Governo Michel Temer. O analista político, que hoje tem o blog hospedado no Portal da Rede TV e um programa de rádio na Band News, aposta que o Supremo Tribunal Federal barrará a candidatura de Bolsonaro.
“O caso Maria do Rosário voltou a público na entrevista ao Canal Livre. Bolsonaro continua tentando enganar o distinto público. Já demonstrei isso aqui e o faço de novo. Ele disse não uma, mas duas vezes que não estupraria a deputada porque ela não merecia. Ele é réu no Supremo, sob a acusação de fazer a apologia do estupro. Se for condenado, torna-se inelegível por pelo menos oito anos, além de perder o mandato”, escreveu Azevedo, que há tempos bate sistematicamente em Bolsonaro.


Ele aposta e até defende que o STF deixará o deputado inelegível após condená-lo pelo episódio em que Bolsonaro responde a deputada Maria do Rosário (PT-RS), no ano de 2003. O episódio, de conhecimento geral, aconteceu quando a petista se intrometeu numa entrevista que Bolsonaro concedia a um canal de TV. A gaúcha o chamou de “estuprador”, ao que ele respondeu: “Eu jamais iria estuprar você porque você não merece”.
Azevedo relembra que 11 anos depois, em 9 de dezembro de 2014, Maria do Rosário decidiu deixar o plenário quando Bolsonaro discursava. O assunto que estava sendo debatido no plenário da Câmara dos Deputados era a mesma de antes: a inimputabilidade dos menores de 18 anos. Quando percebeu que Maria do Rosário estava deixando o recinto, o deputado disse: “Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí! Há poucos dias, você me chamou de estuprador no Salão Verde, e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir”.
O jornalista ainda citou uma entrevista de Bolsonaro, concedida pouco tempo depois, reafirmando o que disse no dia da entrevista.

“Bolsonaro contou no Canal Livre (entrevista ao programa da Band, na madrugada desta segunda-feira (20) a lorota de que foi condenado pelo STJ e pode ser condenado pelo STF por aquilo que dissera em 2003. Lá, com efeito, ele reagia de modo estúpido a uma agressão que sofrera. Em 2014, foi ele o agressor: duas vezes. E, lamento por ele, o ataque não foi dirigido apenas a Maria do Rosário, mas a todas as mulheres — especialmente às bonitas, que, então mereceriam ser estupradas”, escreveu.
Ele lembrou que o caso está na Primeira Turma, onde o relator é o ministro Luiz Fux e que o STF já recusou a extinção do processo. “E a chance de condenação, se querem saber, é grande. Sua defesa alega que ele não pode ser responsabilizado em razão da garantia constitucional”, diz.
Seguindo seus argumentos, o maior defensor do Governo Temer na imprensa brasileira afirma que a defesa de Bolsonaro é “impossível”. E cita um caput do Artigo da Constituição que diz “Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”. Contudo, diz que jurisprudência já firmada pelo Supremo deixaria claro que essa inviolabilidade não se aplica a casos que não guardam relação com o exercício do mandato. “Ou um deputado que tomasse a palavra para defender a pedofilia, o genocídio ou o extermínio de bolsonaristas estaria apenas exercendo uma prerrogativa de seu mandato, certo?”, questiona.
Em seguida, reproduz trecho da ação penal que corre no STF contra Bolsonaro: “Os atos praticados em local distinto escapam à proteção absoluta da imunidade, que abarca apenas manifestações que guardem pertinência, por um nexo de causalidade, com o desempenho das funções do mandato parlamentar. (…) A prerrogativa indisponível da imunidade material — que constitui garantia inerente ao desempenho da função parlamentar (não traduzindo, por isso mesmo, qualquer privilégio de ordem pessoal) — não se estende a palavras, nem a manifestações do congressista, que se revelem estranhas ao exercício, por ele, do mandato legislativo”.
“Assim, ainda que se pudesse demonstrar que guarda nexo com a função de deputado a opinião de que estupro é merecimento que só às mulheres bonitas assiste, há que se destacar que a primeira fala de 2014, com efeito, foi disparada do plenário, o local por excelência daquela imunidade, mas a segunda não! Bolsonaro falava a um jornal”, finaliza.
Preferências eleitorais de Reinaldo Azevedo à parte, a verdade é que o caso divide a opinião dos juristas na forma da interpretação da lei. E o mais escandaloso em tudo isso seria o assistirmos o grande absurdo: a Justiça proibir um candidato reconhecidamente honesto, a disputar a eleição, e liberar a candidatura de outro, já condenado por corrupção. Isto sim, seria um golpe.