segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Você Acredita Nisso? Novo Diretor Da PF Diz Que Temer Será Investigado No Caso Das Docas De Santos


  • 21/11/2017




O Globo
O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, prometeu dar celeridade ao inquérito em que o presidente Michel Temer é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por supostas irregularidades no decreto dos portos. Temer é investigado em outros dois inquéritos, mas eles estão paralisados porque a Câmara dos Deputados não deu aval para a continuidade das apurações. “Ele (Temer) continuará sendo investigado, sem nenhum problema. Terá toda celeridade, como os demais inquéritos no Supremo Tribunal Federal” — disse Segóvia.

Em entrevista coletiva após a cerimônia de posse, o diretor-geral foi questionado sobre as investigações envolvendo Temer. Inicialmente, ele citou apenas os dois casos em que já houve denúncia do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, mas que se encontram paradas porque a Câmara não deu autorização para seu prosseguimento. Somente depois, ao ser lembrado pelos jornalistas do terceiro inquérito, ele disse que Temer continuaria sendo investigado.
TRÊS INVESTIGAÇÕES – “Temer sofreu duas investigações os quais foram concluídos pela PF. O relatório foi encaminhado a Janot e ele ofereceu denúncias, que foram suspensas pelo Congresso Nacional” — disse Segóvia inicialmente.
Temer também é investigado em inquérito por supostamente ter beneficiado a empresa Rodrimar no porto de Santos. No STF, o caso é relatado pelo ministro Luís Roberto Barroso, que já autorizou a PF a colher depoimento do presidente.
Segóvia reafirmou que pretende concluir as investigações de todos os inquéritos envolvendo a Lava-Jato em tramitação no STF até o meio do ano que vem, antes das eleições. Disse que todos os inquéritos terão planos de investigação e que o planejamento será finalizado em 15 dias.
É UMA META — “Se não houver conclusão dessas investigação até o meio do ano que vem, elas continuarão. É só uma meta a ser alcançada” — explicou .
Sobre os delegados que tocam os inquéritos no STF, ele disse que a responsabilidade sobre eventuais mudanças na equipe ficarão a cargo do novo diretor de Combate à Corrupção, Eugênio Ricas. Segóvia garantiu que não vai interferir.
“Eu não vou interferir nas equipes de investigação. A equipe de investigação hoje é pequena. A ideia é que ele amplie” — afirmou o diretor-geral da PF.
CASO JBS – Ele levantou suspeitas sobre a conclusão das investigações da JBS por parte da Procuradoria Geral da República (PGR), que resultou nas duas denúncias contra Temer. Segóvia disse que, se dependesse da PF, a apuração não teria terminado em prazo tão curto.
“Talvez uma única mala não desse toda a materialidade para apontar se houve ou não crime, e quais são os partícipes. Isso poderia ter sido respondido se a investigação tivesse mais tempo. E quem colocou esse deadline foi o Ministério Público Federal. E também seria esclarecido por que Joesley (Batista, dono da JBS) sabia quando iria acontecer (a divulgação da delação) para ganhar milhões no mercado de capitais” — disse Segóvia.
Em resposta a uma pergunta na coletiva, o diretor-geral disse que eventual investigação contra Janot depende de um pedido externo. Mas não disse quais fatos relacionados ao ex-procurador-geral precisam ser apurados: “Se vamos investigar Janot, isso dependerá se vão pedir”.
ACORDOS DE DELAÇÃO – O diretor-geral voltou a defender a possibilidade de a PF firmar acordos de delação. O tema está sendo discutido no STF. O MPF é contra a PF poder fazer acordos de colaboração com investigados.
“A direção geral não vai mudar o foco nas delações premiadas feitas pela PF. E devemos voltar a fazer visitas aos ministros do STF para justamente explicar os motivos que a lei já expõe. A lei expõe que PF tem atribuição de fazer delações premiadas. Como uma ferramenta de investigação, ela tem que fazer parte das atribuições da PF. Não vamos desistir. Vamos ao STF falar com cada ministro, se necessário” — disse Segóvia.

BRASIL NÃO TERÁ ELEIÇÕES EM 2018. ENTENDA A JOGADA DO GOVERNO



  • 21/11/2017





O ministro Gilmar Mendes, segundo a Folha, recebeu uma sondagem do presidente Michel Temer sobre a possibilidade de mudança do regime para o semipresidencialismo. Temer junto com seus aliados atua nesta direção desde que assumiu à Presidência. No semipresidencialismo existe a figura do primeiro-ministro que dividirá as decisões com o presidente. Entendeu? É impossível acreditar […]

HUMILHADA: Gleisi Hoffmann tenta causar tumulto durante depoimento e lev...

‘Fui Confundida Com Prostituta Na Minha Lua De Mel’



  • 20/11/2017




A servidora pública Mônica Valéria Gonçalves, de 47 anos, nasceu no Rio de Janeiro, tem dois diplomas de nível superior, trabalha como assessora de ministro em um tribunal em Brasília e é casada com um juiz.
Frequentemente viaja de férias para dentro e fora do país. Com a família ou amigos, vai a restaurantes estrelados e a eventos sociais de elite. Mora no Lago Sul, bairro nobre da capital federal, e leva uma vida típica de brasileiros que, como ela, fazem parte do 1% mais rico.

A diferença é a cor de sua pele. Ela é minoria nas estatísticas e muitas vezes a única negra “não serviçal” dos ambientes que frequenta. Em eventos sociais em que acompanha o marido, já foi confundida com secretária dele. Na academia, com funcionária.
“Me confundem bastante”, diz. “Na academia, é comum ver os negros fazendo o serviço de limpeza, dando aula ou atendendo na recepção. Fora dessas atividades, nunca vi outro aluno negro”, conta.
A “confusão” que mais a marcou, no entanto, ocorreu há 22 anos, quando passava lua de mel em Fortaleza.
“Meu marido e eu estávamos hospedados em um hotel de luxo. Fomos fazer um passeio na orla da praia, na noite da virada do ano, quando um homem tocou o meu corpo e me assediou abertamente. Levei um susto e gritei com ele, que se desculpou dizendo que achou que eu estivesse ali com um homem branco fazendo programa”, lembra.
“Não passou pela cabeça dele que aquele homem fosse meu marido, casado com uma bacharel em Direito e dona da própria renda”, diz. “É como se, como negra, eu não pudesse ser uma pessoa assim ou estar ali naquele lugar. Já fui assediada várias vezes, inclusive quando novinha. Cheguei a pensar que a culpa fosse minha.”

Obstáculos Do Preconceito

Única pessoa de sua família a ascender socialmente, Mônica superou vários obstáculos no caminho.
“A vida inteira tive que provar que era muito boa em tudo que fazia. Acabei me acostumando a isso porque, se sou exceção, tenho que ser exceção para a excelência. Senão, posso ser julgada tanto pela qualidade do meu trabalho quanto pela minha cor. Sou julgada duas vezes”, afirma.
“No trabalho, as duas vezes em que consegui chegar à chefia de gabinete foi com ministros negros. Minha expertise é a mesma, mas só outros negros reconhecem isso. Porque isso acontece?”
A servidora pública relata muitas vezes ser a única negra em ambientes de elite
Ela conta que sua posição social “suaviza o preconceito” em algumas situações, fazendo com que seja mais bem tratada em alguns lugares. Em outros momentos, porém, a discriminação acaba falando mais alto.
“Eu consigo perceber mais o preconceito quando, por exemplo, se pergunto o preço de um produto em alguma loja, a pessoa, em vez de me dizer, fala: ‘É caro’. Isso já aconteceu comigo. Fui comprar uma jaqueta e a vendedora, depois de me dizer que era caro, ficou desconcertada quando eu pedi duas e à vista. Vou me impondo, mostrando que sou exatamente o contrário da ideia que as pessoas fazem de mim.”

‘Corpo Estranho’

O estranhamento de parte da sociedade à presença da servidora pública em lugares de elite é explicado por Emerson Rocha, sociólogo e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), em seu estudo de 2015 sobre a participação da população negra entre os mais ricos.
Segundo ele, o negro ainda é visto como um “corpo estranho” nesses espaços.
“No Brasil, não existe uma segregação racial aberta como nos EUA. Aqui, essa desigualdade se acomoda na estrutura de classes que cumpre o papel da segregação”, explica à BBC Brasil.
Mas isso, aponta o pesquisador, não significa que basta o negro ascender economicamente para ser aceito. Pelo contrário: quanto mais degraus ele sobe na escada socioeconômica, maior é a distância do “espaço natural” e, consequentemente, o racismo enfrentado no dia a dia.
“Quando um negro ocupa uma profissão que se espera dele – ou seja, as subalternas -, as pessoas não reparam. Agora, quando ele passa a exercer funções mais privilegiadas ou a frequentar espaços de elite, isso se torna algo incomum e aí há um estranhamento por parte da sociedade, que muitas vezes vem em forma suave ou agressiva de atitudes racistas”, complementa.
Segundo o pesquisador Emerson Rocha, mulheres negras ricas tendem a não se casar
Rocha destaca ainda uma segunda particularidade da experiência de vida da servidora pública: ela não apenas representa uma exceção ao fazer parte do 1% mais rico do país, mas também por ser uma mulher negra casada com um branco de nível educacional equivalente.
O estudo do professor indica que casamentos inter-raciais entre pessoas no topo da pirâmide brasileira, como o de Mônica, acontecem mais entre homens negros e mulheres brancas do que o contrário.
As negras casam-se menos do que as brancas e, quando ricas ou com alto nível educacional, tendem a não se casar. E quando o fazem, juntam-se a parceiros de menor status social, que podem ser brancos ou negros.
“As mulheres brancas são racialmente endogâmicas: elas se casam mais com parceiros da mesma raça. Ao contrário das mulheres negras, elas não experimentam a solidão nem o rebaixamento social porque, quando ricas, casam-se com homens da mesma faixa social e brancos”, explica o sociólogo.
Na sua avaliação, tal realidade seria uma das razões pelas quais mulheres como Mônica podem sofrer o tipo de assédio vivido por ela na lua de mel.
O senso comum, diz, ainda vê a mulher negra de forma sexualizada: se ela frequentar locais de luxo como hotéis ou restaurantes cinco estrelas acompanhada de um homem branco, estará sujeita a ser confundida com prostituta.
“Tudo isso se deve à visão naturalizada da sociedade, que vê esta mulher no estereótipo de figura sensual ou de serviçal ou empregada doméstica”, afirma Rocha.
Mônica hoje tira de letra a convivência com a pouca presença de negros entre os mais ricos, mas se preocupa com o futuro.
Ela é mãe de uma menina de oito anos e gostaria que as mudanças por uma sociedade mais igualitária no quesito raça viessem mais rápido.
Sua filha, Letícia, estuda em uma escola particular tradicional e bilíngue, onde também é exceção. “Lá, são mais de 200 crianças. Negras, apenas a minha filha e outra menina que é filha de uma funcionária”, conta a servidora pública.
Esta reportagem faz parte de uma série sobre a experiência de negros que, como Mônica, fazem parte do 1% mais rico da população brasileira.
Segundo dados do IBGE, o total de negros nesse grupo aumentou cinco pontos percentuais nos últimos 12 anos (de 12,4% para 17,4%), mas ainda está longe de representar o peso da população declarada negra (pretos e pardos), que corresponde a 53,6% dos brasileiros, de acordo com o Censo de 2010.


É PRA ACABAR!!


Entre janeiro e abril de 2010, a Odebrecht só havia gastado 8,15% do valor total do empreendimento. Mesmo assim, recebeu centenas de milhões de dólares do cofre do BNDES, via governo da Venezuela. A força-tarefa da Lava Jato já obteve fortes evidências de que a Odebrecht pagava propina a políticos e burocratas brasileiros por meio de empresas do grupo sediadas no exterior – o que inclui a Venezuela.”, apontou a Revista Época.

noticiasbrasilonline.com.br
É PRA ACABAR!! Brasileiro registra, em vídeo, obra monumental na Venezuela financiada com seu Dinheiro e gera indignação; veja - Noticias Brasil Online
O brasileiro Bruno Feder publicou, nas redes sociais, um vídeo registrando imagens da linha de metrô de Los Teques a Caracas, na Venezuela. A obra, financiada com dinheiro dos brasileiros por meio do BNDES, estaria imersa em irregularidades, conforme aponta relatório do TCU. Veja o vídeo “Segundo cálculos do TCU, cerca de US$ 201 milhões foram “antecipados sem justificativa na regular evolução da obra” da linha Los Teques, o mais caro dos projetos. Entre janeiro e abril de 2010, a Odebrecht só havia gastado 8,15% do valor total do empreendimento. Mesmo assim, recebeu centenas de milhões de dólares do cofre do... Leia Mais
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
Interessante: Financiamos covardia sem ser consultados! E depois pagamos a conta duas vezes? Calote e nossos irmãos Venezuelanos expulsos para o Brasil!
Fonte:

Raquel Dodge ‘cala’ ministros da Corte e se torna um ‘problema’ para Lula

Raquel Dodge ‘cala’ ministros da Corte e se torna um ‘problema’ para Lula: Procuradora-geral da República enviou um documento criticando a atuação dos ministros da Corte.Raquel Dodge, procuradora-geral da República, resolveu se manifestar sobre um tema polêmico e aproveitou para fazer duras críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (16). Ela enviou um documento à Corte e pediu explicações sobre ...

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Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Energia em Equilíbrio

12 leis do Karma que mudarão a sua vida


Todos nós fazemos parte do mesmo universo. O universo, por sua vez, é responsável por distribuir destinos a todos nós, seres vivos, que o habitamos. O nosso destino já está escrito, porém a forma como agimos até alcançá-lo depende de cada um de nós. E as nossas ações geram consequências, conhecidas também como karmas.

Os karmas são, nada mais e nada menos, do que a reação para cada ação. Tudo o que fazemos gera consequências boas, ruins ou neutras. Entender karma significa entender e aceitar que nada acontece por acaso e que não existe sorte ou azar. Existe a reação perante as nossas ações, dessa ou de outras vidas.

Mas, há muito mais para saber sobre karmas do que somente o que eles são. E saber sobre eles e suas leis, nos ajuda a viver de forma mais tranquila, plena e fluida. Vamos, então, saber mais sobre as 12 leis do karma? Acreditem, elas podem mudar a forma que você vê o mundo e, consequentemente, mudará a sua vida.