quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Moro Desbanca Presidentes Norte-Americanos Em Cerimônia Nos EUA



  • 03/11/2017
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos de primeira instância da Operação Lava Jato, que investiga crimes de corrupção na Petrobras, será o orador cerimonial da 173ª turma de formatura da Universidade de Notre Dame, em South Bend, Indiana, Estados Unidos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (1º) pela própria universidade. A cerimônia será no dia 20 de maio de 2018, no Estádio Notre Dame.
Diversos presidentes norte-americanos, entre eles Barack Obama, George W. Bush, George H. Bush e Ronald Reagan foram oradores em edições anteriores da formatura, assim como os primeiros-ministros canadenses Lester Pearson e Pierre Trudeau; o primeiro-ministro da Irlanda Taoiseach Albert Reynolds; e o presidente da Irlanda Mary McAleese; o secretário-geral das Nações Unidas Kofi Annan; além de outros líderes.

O presidente da Universidade, reverendo John I. Jenkins, que concedeu o Prêmio Notre Dame em cerimônia realizada em São Paulo, no dia 2 de outubro de 2017, afirma que o juiz paranaense tem os valores para inspirar os estudantes.
“Foi um privilégio me encontrar e conversar com o juiz Sérgio Moro no início de outubro. Ele serve como um claro exemplo de alguém que vivencia os valores que buscamos inspirar nos nossos estudantes. Estou grato que ele tenha aceitado nosso convite e estou certo de que ele aportará observações valiosas para nossos formandos da classe de 2018. Sua mensagem sobre integridade e o estado de direito e o seu exemplo de corajosa busca pela justiça são enormemente necessárias em nossos tempos. Nossos estudantes, suas famílias e convidados serão inspirados ao ouvir o juiz Moro”, comentou.
Na cerimônia marcada para maio, Moro deve receber um diploma honorário. O presidente da universidade afirmou que o juiz paranaense fez “diferença para a humanidade”.
“[Moro] tem se comprometido em nada mais que a preservação da integridade de sua nação através de aplicação firme e imparcial da lei. Ao abordar os problemas perniciosos da corrupção pública de forma judiciosa, porém, diligente, Dr. Moro fez uma acentuada diferença para todos os brasileiros e para a humanidade em geral, no que se refere a nossa sede universal pela justiça”, declarou John Jenkins.
Conhecido internacionalmente
No início de outubro, Moro recebeu uma homenagem em São Paulo Universidade americana Notre Dame. Na ocasião, ao falar sobre diversos assuntos, ele declarou ao público formado parcialmente por estrangeiros, que a ditadura militar foi um grande erro na história do Brasil. (Veja a íntegra do discurso).
O juiz federal criado em Maringá, Noroeste do Paraná, tem tido reconhecimento internacional por sentenciar políticos e líderes empresariais brasileiros por acusações de corrupção.
Recentemente, Moro condenou um ex-presidente brasileiro pela primeira vez na história do País. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado em primeira instância a quase 10 anos de prisão.
Moro estudou no exterior através de um programa de intercâmbio na Escola de Direito de Harvard em 1998. Nomeado para seu cargo atual em 1996, Sérgio Moro participou em 2007 do Programa de Liderança para Visitantes Internacionais do Departamento de Estado dos Estados Unidos, visitando agências e instituições americanas responsáveis pela prevenção e combate à lavagem de dinheiro.
O juiz de 45 anos é formado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e fez doutorado na Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Na Lava Jato, Sergio Moro usou como modelo a abordagem da investigação de corrupção “Mãos Limpas” na década de 1990 na Itália.
Entre outras ações de destaque, o caso “Banestado” também foi julgado por Moro. No caso foram investigadas 97 pessoas por corrupção. Na “Operação Farol da Colina”, outro grande caso, o juiz apelou para a prisão preventiva de 103 suspeitos por lavagem de dinheiro, evasão de impostos e outros crimes.

Depois De Dizer Que ‘Batalhões São Sócios Do Crime’ Torquato Pode Ser Enquadrado Por Obstrução De Justiça






  • 03/11/2017
Em entrevista para Josias de Souza, do UOL, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), engrossou o coro de críticas ao ministro Torquato Jardim (Justiça).

Eleito pelo Estado do Rio de Janeiro, Maia não se queixa do fato de o ministro ter apontado vínculos de policiais com o crime organizado, mas sim, da generalização e do prejuízo que as palavras de Torquato devem impor ao combate dos crimes que o próprio ministro aponta.
“Ele prejudicou as investigações. Sinalizou para o pedaço desonesto da polícia e para o crime organizado que eles são os alvos da força-tarefa que atua no Rio. […] Pode ter jogo tudo por água abaixo,”disse Maia.
Se há mesmo uma investigação em curso, o ministro da Justiça pode ser enquadrado por obstrução de justiça.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
O ministro Torquato Jardim (Justiça) deixa bem claro ser totalmente despreparado para o cargo que ocupa. Se ele tivesse consultado a P2 Carioca estaria com certeza bem informado. A Briosa Instituição da Polícia Militar não compactua com o crime! O mesmo nosso Congresso Nacional não deixa transparecer com suas ultimas decisões nocivas à vontade de nosso Povo horado e trabalhador.

Para uma breve reflexão:
Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Por Soldado Atlas
Era uma vez uma Polícia onde os homens mais capazes, mais audazes, valorosos e que reuniam todas as virtudes que se espera de um Policial cansaram, lutaram, gritaram, imploraram e por fim faleceram.
Aqueles que tinham propósito claro de que vale a pena trabalhar para garantir a vida, a propriedade e a liberdade dos cidadãos de sua cidade, desapareceram, não suportaram entregar suas vidas para um ideal, quando os meios que lhes são oferecidos para servir são justamente os mesmo que servem para ceifar suas vidas.
De uma vez por todas se uniram, cansaram de observar meia dúzia de parasitas sugarem milhões de reais para realizar a manutenção de viaturas que nunca foram feitos, enquanto reuniam farelos de seus suados salários para consertá-las.
Seus corpos estão em hospitais, salas de cirurgias, UTI, caixões, o dos parasitas, provavelmente se regozijando em um alto cargo do Governo, cujos vencimentos são duramente pagos com nosso suor, lágrimas e sangue.
Somente o trauma coletivo gera união e nos parece que só a violência vai gerar a compreensão necessária à sociedade.
Valorize a tropa senhor ministro da justiça!

Cármen Lúcia, Resiste.



Em Colocar Em Julgamento A Ação Sobre A Prisão De Condenados Em Segunda Instância Ainda Neste Ano
  • 03/11/2017
Cármen Lúcia, a presidente do STF, resiste em colocar em julgamento a ação sobre a prisão de condenados em segunda instância ainda neste ano, como temos dito.
Márcio Falcão, no JOTA, escreve que, sendo assim, ministros que defendem a não prisão nesses casos discutem levar o caso para o plenário da Segunda Turma. Seria uma forma de “marcar posição e iniciar movimento de revisão”.


A ideia, ainda segundo o site jurídico, é que isso ocorra nas próximas semanas. Edson Fachin, por enquanto, continua ilhado na defesa da manutenção do entendimento da prisão de réus antes do trânsito em julgado.
O JOTA acrescenta que essa articulação “se soma a outra ação que vem ocorrendo que é a concessão de habeas corpus para livrar presos nessa situação”.
via o antagonista

STF É Humilhado Com Placa Colocada Durante A Madrugada




Onde Está Escrito: “Instituição A Serviço De Bandidos E Corruptos”

  • 03/11/2017
Durante a madrugada, uma placa foi colocada à frente do STF, em Brasília.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Depois de ouvir as notícias sobre as ações de  apadrinhamento de Gilmar Mendes, a alguns dos muitos ladrões de casaca do País, deparei-me com uma citação de Balzac (apud Artur Bispo, 2017), que condiz com a situação:


“Da navalha da Justiça é que é preciso ter medo, ela garante o sono dos ricos contra a insônia dos pobres”.

Temer Pede Para Torquato Jardim Ficar Quieto E Evitar Novas Declarações





  • 02/11/2017
Gerson CamarottiG1 Brasília
O presidente Michel Temer pediu ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, para não dar novas declarações e ficar quieto depois das entrevistas polêmicas em que afirmou, entre outras coisas, que comandantes de batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro são “sócios do crime organizado do Rio”.  Temer quer aproveitar o feriado para baixar a temperatura do episódio a fim de conseguir ver o quadro desse episódio com maior clareza.


Nesta quinta-feira (2), o clima foi de ressaca no Palácio do Jaburu. Com quem conversou, Temer voltou a demonstrar perplexidade com as declarações. Mas não falou em nenhum momento da possibilidade de exonerar o ministro Torquato Jardim.
MANTER AS PONTES – Segundo interlocutores próximos, a maior preocupação de Temer é de manter pontes com o governo do Rio de Janeiro depois do estresse desse episódio, para manter a parceria na área de segurança pública com o estado.
Diante disso, o governador Luiz Fernando Pezão foi informado de que a interlocução para essa parceria será feita preferencialmente com os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen.
Há o reconhecimento de Temer de que será difícil retomar o diálogo institucional entre Pezão e Torquato Jardim.




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
O ministro Torquato Jardim (Justiça) deixa bem claro ser totalmente despreparado para o cargo que ocupa. Se ele tivesse consultado a P2 Carioca estaria com certeza bem informado. A Briosa Instituição da Polícia Militar não compactua com o crime! O mesmo nosso Congresso Nacional não deixa transparecer com suas ultimas decisões nocivas à vontade de nosso Povo horado e trabalhador.

Para uma breve reflexão:
Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Por Soldado Atlas
Era uma vez uma Polícia onde os homens mais capazes, mais audazes, valorosos e que reuniam todas as virtudes que se espera de um Policial cansaram, lutaram, gritaram, imploraram e por fim faleceram.
Aqueles que tinham propósito claro de que vale a pena trabalhar para garantir a vida, a propriedade e a liberdade dos cidadãos de sua cidade, desapareceram, não suportaram entregar suas vidas para um ideal, quando os meios que lhes são oferecidos para servir são justamente os mesmo que servem para ceifar suas vidas.
De uma vez por todas se uniram, cansaram de observar meia dúzia de parasitas sugarem milhões de reais para realizar a manutenção de viaturas que nunca foram feitos, enquanto reuniam farelos de seus suados salários para consertá-las.
Seus corpos estão em hospitais, salas de cirurgias, UTI, caixões, o dos parasitas, provavelmente se regozijando em um alto cargo do Governo, cujos vencimentos são duramente pagos com nosso suor, lágrimas e sangue.
Somente o trauma coletivo gera união e nos parece que só a violência vai gerar a compreensão necessária à sociedade.
Valorize a tropa senhor ministro da justiça!

“Sim, Sou Presidenciável Diz Meirelles Em Entrevista




  • 02/11/2017
ministro da FazendaHenrique Meirelles, admitiu pela primeira vez publicamente que pode concorrer ao cargo de presidente em 2018. Em entrevista à revista Veja divulgada nesta quinta-feira, Meirelles assumiu que é presidenciável e disse que o cenário é favorável a um candidato reformista. O ministro, no entanto, ressaltou que as “condições políticas e eleitorais” precisam ser analisadas e que uma eleição majoritária no Brasil “não é uma questão tão simples”.
Em nota divulgada após a publicação da entrevista, o ministro da Fazenda minimizou sua declaração e disse que não afirmou que é presidenciável. “Ao ser perguntando se ele tinha consciência de que era um presidenciável, o ministro disse que sim porque muitas pessoas o procuram e dizem que o apoiam ou que consideram que ele poderia concorrer”, diz o texto.


Na entrevista à Veja, ao ser questionado se tinha consciência que é presidenciável, Meirelles respondeu:
“Sim, sou presidenciável. As pessoas falam comigo, me procuram, mas ninguém me cobra uma definição. No mundo político, por exemplo, dizem o seguinte: o senhor tem o meu apoio, estou torcendo para isso. Tenho por característica pessoal ser bem pé no chão. Dificilmente vou fazer alguma coisa baseado no entusiasmo. Tenho consciência de que o importante agora é fazer meu trabalho aqui no Ministério da Fazenda. Fazer um trabalho sério e entregar resultados. O futuro é outra coisa. Vamos aguardar”.

ATENÇÃO! Desembargador Relator Da Lava Jato Alerta Para Reações Contra Operação




  • 02/11/2017
Relator da Operação Lava Jato na segunda instância, o desembargador João Pedro Gebran, 52, fez um alerta a jornalistas de diversos países latino-americanos em relação a tentativas de reação contra a investigação.
“Tanto os que souberam conduzir o processo quanto os que querem frustrar a Lava Jato aprenderam com a Operação Mãos Limpas, disse ele, na abertura da Conferência Latino-americana de Jornalismo de Investigação (Colpin), em Buenos Aires.

“Corremos o risco de ter o mesmo desfecho, e não é um desfecho bonito. Pessoas investigadas se reorganizaram e reagiram às investigações.”
Segundo ele, os quatro anos da operação frustraram “todas as pessoas que apostaram contra o sistema, que conseguiam se livrar no passado”. Mas a reação institucional, avalia, é capaz de trazer retrocessos que “podem colocar a Lava Jato em xeque”.
Entre essas reações, Gebran elencou a tentativa de aprovar a lei de abuso de autoridade e a volta do entendimento de que um réu só pode ser preso quando não for mais possível recorrer de um processo.
“Argumenta-se que a prisão apenas com trânsito em julgado beneficia a pessoa hipossuficiente. Mas os processos dessas não conseguem chegar ao STF, e isso ninguém fala”, afirmou. “Enquanto isso vigorou, nenhuma pessoa com condição de contratar advogados qualificados ficou presa.”
O desembargador atribuiu o sucesso da Operação até aqui à postura vigilante da imprensa brasileira. “Há um dito de que quando se puxa uma pena vem a galinha inteira; na Lava Jato veio o galinheiro inteiro, em todas as regiões do Brasil –em breve talvez até no Nordeste.”
Gebran foi apresentado pelo jornalista Fernando Rodrigues, do site “Poder360”, como “um juiz ‘línea dura'”. Após contestar em parte a descrição, o magistrado pediu desculpas aos jornalistas presentes por não poder comentar casos concretos que vá julgar e por falar em português –”meu espanhol é pra lá de sofrível”.
A conferência é organizada pelo Fopea (Fórum de Periodismo Argentino) e pelo Instituto Prensa y Sociedad, do Peru. Tem apoio da Transparência Internacional e da Unesco