Publicado em 9 de out de 2017
Sinopse leve, boa informação com objetivo de dar cara nova ao padrão comportamental de leitura Blogger.
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Fauna & Flora
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
domingo, 8 de outubro de 2017
"roubo de R$ 1 bilhão."
- aguiasemrumosemrumo*Ficou uma duvida!* Os bandidos gastaram 4 milhões para fazer um túnel de 500 metros, com segurança e iluminação, tudo isso em 3 meses.
Se fosse obra pública, o túnel seria orçado em 400 milhões e prazo de 3 anos, que virariam 6 anos, com vários aditivos. *Estamos elegendo os bandidos errados!*
Fonte:g1.globo.com
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
E Vem Mais “Delação” Por Aí
Um juiz auxiliar do gabinete de Edson Fachin ouviu na semana passada, em Recife, os delatores da Galvão Engenharia.
É o último passo antes da homologação pelo STF. O acordo complica a vida de senadores do PMDB.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Mais Um General Se Manifesta Sobre Possibilidade De Intervenção Militar:
Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva discute a possibilidade de uma intervenção militar no Brasil face ao quadro de corrupção nos altos escalões dos Poderes, especialmente o Legislativo e o Executivo. Segundo o general, “só o STF e a sociedade conseguirão deter o agravamento da crise atual, que, em médio prazo, poderá levar as Forças Armadas a tomarem atitudes indesejadas, mas pleiteadas por significativa parcela da população”.
Leia abaixo o artigo completo:
O artigo 142 da Constituição federal define a missão das Forças Armadas, estabelecendo que elas “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. Intervenção Militar: ‘O Brasil Não Pode Continuar Sangrando Indefinidamente’Muito se discute sobre a possibilidade, necessidade e legalidade de uma intervenção militar para combater a corrupção, retomar o desenvolvimento e evitar uma convulsão social.
- NBO
- 08/10/2017

Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva discute a possibilidade de uma intervenção militar no Brasil face ao quadro de corrupção nos altos escalões dos Poderes, especialmente o Legislativo e o Executivo. Segundo o general, “só o STF e a sociedade conseguirão deter o agravamento da crise atual, que, em médio prazo, poderá levar as Forças Armadas a tomarem atitudes indesejadas, mas pleiteadas por significativa parcela da população”.
Leia abaixo o artigo completo:
Muito se discute sobre a possibilidade, necessidade e legalidade de uma intervenção militar para combater a corrupção, retomar o desenvolvimento e evitar uma convulsão social.
O artigo 142 da Constituição federal define a missão das Forças Armadas, estabelecendo que elas “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
O artigo deixava dúvida se o emprego das Forças poderia ser determinado diretamente pelo Judiciário e pelo Legislativo, haja vista a subordinação das Forças Armadas à autoridade suprema do presidente da República. Essa lacuna foi parcialmente preenchida com a Lei Complementar 97/1999, que em seu artigo 15, § 1.º, diz: “Compete ao Presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais, por intermédio dos Presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados”. A lei não eliminou a possibilidade de um impasse institucional caso o Judiciário ou o Legislativo requeiram o emprego das Forças Armadas e o presidente se recuse a dar a respectiva ordem, pois o Brasil não está imune ao conflito entre os Poderes da União, como se vê no atual contexto político.
Está claro, porém, não haver nenhum dispositivo legal que autorize o emprego ou a intervenção das Forças Armadas por iniciativa própria. Aliás, nesse caso, quem assumiria o comando das Forças? O comandante da Marinha, o do Exército ou o da Aeronáutica? Haveria consenso? Em 1964 o Exército conduziu o movimento civil-militar de 31 de março, mas o contexto político era diferente. Por outro lado, houve intervenções militares em algumas situações de grave crise política, a despeito de, salvo melhor juízo, nunca ter existido tal dispositivo legal.
No Brasil, indivíduos e grupos poderosos vêm usando a lei, ou a prerrogativa de legislar, com o propósito de auferir vantagens injustificáveis, portanto, ilegítimas. A sociedade e as instituições confiáveis precisam tomar atitudes resolutas para, licitamente, se livrarem das lideranças corruptas, cujas permanência no poder e atuação prepotente e nociva podem levar o País a uma desastrosa convulsão política e social, pois tolerância tem limite.
A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical, todos investindo constantemente na divisão da sociedade.
Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade, assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem.
O Executivo e o Legislativo, profundamente desacreditados pelo envolvimento de altos escalões em inimagináveis escândalos de corrupção, perderam a credibilidade para governar e legislar. Embora moralmente desgastadas, as lideranças políticas têm força para tentar deter a Lava Jato e outras operações congêneres, escapar da Justiça e manter seu ilegítimo status de poder. São visíveis as manobras insidiosas da velha ordem política patrimonialista fisiológica e da liderança socialista radical, cuja aliança afundou o País em 13 anos de governo.
Pela credibilidade da presidente do STF e da maioria dos ministros, a Alta Corte tem autoridade moral tanto para dissuadir essas manobras insidiosas quanto para encontrar caminhos legais e legítimos que permitam acelerar os processos das operações de limpeza moral, como a citada Lava Jato. Não fossem o foro especial e os meandros de uma Justiça lenta e leniente, o País já teria avançado muito mais em sua higienização política.
Por sua vez, a sociedade, hoje descrente, tenha consciência de que, para traçar seu destino, precisa manter constante pressão para sanear instituições fisiológicas, que não cumprem a obrigação de defender interesses coletivos. Não se iluda a liderança nacional. A apatia da Nação pode ser aparente e inercial, explodindo como uma bomba se algo ou alguém acender o pavio.
Na verdade, só o STF e a sociedade conseguirão deter o agravamento da crise atual, que, em médio prazo, poderá levar as Forças Armadas a tomarem atitudes indesejadas, mas pleiteadas por significativa parcela da população.
O Brasil não pode continuar sangrando indefinidamente, pois isso aumenta a descrença no futuro, retarda a retomada do desenvolvimento econômico e ameaça a estabilidade política e social.
O comandante do Exército estabeleceu a legalidade, a legitimidade e a estabilidade como cláusulas pétreas para guiar a instituição, mas a mensagem se estende, também, à sociedade e à liderança nacional. Que tenham visão de futuro e responsabilidade cívica e política para impedir que a legalidade continue sendo corrompida pela ilegitimidade, assim desestabilizando o País.
As cláusulas pétreas são pilares que precisam ser rígidos, sendo os Poderes da União e a sociedade os responsáveis pela firmeza do tripé.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
sábado, 7 de outubro de 2017
Militares têm ‘VACINA’ para erradicar CORRUPTOS
- NBO
- 07/10/2017
Formação em DECÊNCIA devia ser obrigatória a Políticos….
FORÇA pode ministrar Cursos de PROBIDADE em três
etapas: (i) ‘Noções Básicas de DECÊNCIA, Moral, Dignidade e Ética’ (ii)
‘Integridade e Honestidade no Trato da Coisa Pública’ e (iii) ‘Curso
Avançado de Habilitação à Cargos Eletivos’ (Eliminatório; sem direito a
2ª Época)
A propósito, nos últimos dias, um exemplo
substancioso ensejou a iniciativa, que me arrogo o direito de chamar “de
origem popular”.
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BASE para o POST:
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“” Com filhos na Polícia Federal, Romero Jucá parte para o .ataque””
.
Em entrevista à emissora de rádio da filha, em Roraima, senador critica a imprensa e xinga o ex-procurador Rodrigo Janot, responsável pela Lava Jato
.
Adiante matéria de Mateus Coutinho /Rev. Exame em 30/09/17
.
“Um dia após seus dois filhos serem indiciados pela Polícia Federal em Roraima, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), foi à rádio 93FM, que pertence à sua filha, e deu uma longa entrevista na qual chamou o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot de “palhaço”, e “imbecil”.
.
Jucá também criticou a imprensa, a ponto de chamar jornalistas da Rede Globo de “canalhas” por terem divulgado os áudios de conversa entre ele e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Em um dos trechos gravados por Machado, que na ocasião buscava firmar um acordo de delação premiada, ouve-se Jucá dizer que era preciso “estancar a sangria”, em referência ao avanço da Operação Lava Jato.
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A rádio 93 FM de Roraima está registrada em nome de Marina de Holanda Menezes Jucá. Ela e seu irmão, Rodrigo Jucá, ex-deputado estadual, foram indiciados pela PF pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso da venda superfaturada de uma fazenda cujo terreno, mais tarde, foi usado para construir um empreendimento do programa Minha Casa Minha Vida.
.
Duas enteadas de Jucá foram conduzidas coercitivamente. Em resposta, Jucá dedicou quase 40 minutos à entrevista para defender os filhos e enteadas e rebater as acusações feitas pela Polícia Federal. Em seguida, Jucá lembrou do episódio com Sérgio Machado, no ano passado.
.
“Um ano eu fui atacado, o Jornal Nacional, todo dia aqueles canalhas da Globo bateram em mim”, disse Jucá ao locutor. “A imprensa toda, falando de “sangria”, quando eu falava que a sangria era o governo da Dilma que estava matando o povo brasileiro, tirando o sangue do País”.
.
A partir daí, Jucá passou a atacar o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que apresentou três denúncias contra o senador na véspera de deixar o cargo, no dia 17. “Pois bem: esse palhaço desse Janot, um mês antes, quinze dias antes de sair, ele teve dar um despacho se dobrando ao relatório da PF, dizendo que não tinha nada de errado que eu tinha feito, nem tinha falado nada que tinha que ‘parar a Lava Jato’”, atacou. “Ao contrario, eu ajudei a aprovar aquele imbecil na recondução dele do Senado, mas não sabia que ele era tão imbecil a esse ponto”. Jucá é um dos parlamentares campeões de inquéritos na Lava Jato.
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Na conversa grampeada, o senador afirmava que era necessário “mudar o governo para estancar a sangria” e mencionava como ‘solução’, o então vice-presidente Michel Temer. À época, a então presidente Dilma Rousseff estava à beira do processo de impeachment e Nachaod e Jucá falavam sobre as investigações. Jucá, inclusive, sugeria um “pacto nacional” com o Supremo para que a Lava Jato não avançasse sobre outros alvos além dos que já estavam sob investigação.
.
O áudio levou à abertura de um inquérito contra Jucá, Renan Calheiros e o ex-presidente José Sarney por suspeita de tentativa de obstrução de Justiça e que foi arquivado por Janot em seus últimos dias à frente da Procuradoria já que, apesar dos áudios, nem a polícia nem a Procuradoria encontraram provas de como os parlamentares agiram para prejudicar a investigação.
.
Ao final, Jucá ainda aproveita o recente escândalo envolvendo a negociação da delação dos executivos da J&F para atacar Janot e toda sua equipe que esteve à frente da Lava Jato.
.
“E o que aconteceu hoje? Estão aparecendo os áudios da JBS, hoje apareceu um dizendo que ele (Janot) queria acabar com o PMDB, que eles montaram um esquema, uma facção uma organização criminosa de delação premiada. Ele, o Marcelo Miller (ex-procurador suspeito de fazer jogo duplo na negociação da delação), o Pelella (Eduardo Pelella, ex-chefe de gabinete de Janot) o Sérgio Bruno (promotor que estava no Grupo da Lava Jato na PGR), com a doutora Fernanda (Tórtima, advogada da JBS que atuou na negociação da delação) o Sérgio Machado, esse povo todo aí, os filhos do Cerveró. Tudo no pacote, isso será investigado, isso será apurado a sociedade brasileira vai saber de toda essa história”.
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BASE para o POST:
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“” Com filhos na Polícia Federal, Romero Jucá parte para o .ataque””
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Em entrevista à emissora de rádio da filha, em Roraima, senador critica a imprensa e xinga o ex-procurador Rodrigo Janot, responsável pela Lava Jato
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Adiante matéria de Mateus Coutinho /Rev. Exame em 30/09/17
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“Um dia após seus dois filhos serem indiciados pela Polícia Federal em Roraima, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), foi à rádio 93FM, que pertence à sua filha, e deu uma longa entrevista na qual chamou o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot de “palhaço”, e “imbecil”.
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Jucá também criticou a imprensa, a ponto de chamar jornalistas da Rede Globo de “canalhas” por terem divulgado os áudios de conversa entre ele e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Em um dos trechos gravados por Machado, que na ocasião buscava firmar um acordo de delação premiada, ouve-se Jucá dizer que era preciso “estancar a sangria”, em referência ao avanço da Operação Lava Jato.
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A rádio 93 FM de Roraima está registrada em nome de Marina de Holanda Menezes Jucá. Ela e seu irmão, Rodrigo Jucá, ex-deputado estadual, foram indiciados pela PF pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso da venda superfaturada de uma fazenda cujo terreno, mais tarde, foi usado para construir um empreendimento do programa Minha Casa Minha Vida.
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Duas enteadas de Jucá foram conduzidas coercitivamente. Em resposta, Jucá dedicou quase 40 minutos à entrevista para defender os filhos e enteadas e rebater as acusações feitas pela Polícia Federal. Em seguida, Jucá lembrou do episódio com Sérgio Machado, no ano passado.
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“Um ano eu fui atacado, o Jornal Nacional, todo dia aqueles canalhas da Globo bateram em mim”, disse Jucá ao locutor. “A imprensa toda, falando de “sangria”, quando eu falava que a sangria era o governo da Dilma que estava matando o povo brasileiro, tirando o sangue do País”.
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A partir daí, Jucá passou a atacar o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que apresentou três denúncias contra o senador na véspera de deixar o cargo, no dia 17. “Pois bem: esse palhaço desse Janot, um mês antes, quinze dias antes de sair, ele teve dar um despacho se dobrando ao relatório da PF, dizendo que não tinha nada de errado que eu tinha feito, nem tinha falado nada que tinha que ‘parar a Lava Jato’”, atacou. “Ao contrario, eu ajudei a aprovar aquele imbecil na recondução dele do Senado, mas não sabia que ele era tão imbecil a esse ponto”. Jucá é um dos parlamentares campeões de inquéritos na Lava Jato.
.
Na conversa grampeada, o senador afirmava que era necessário “mudar o governo para estancar a sangria” e mencionava como ‘solução’, o então vice-presidente Michel Temer. À época, a então presidente Dilma Rousseff estava à beira do processo de impeachment e Nachaod e Jucá falavam sobre as investigações. Jucá, inclusive, sugeria um “pacto nacional” com o Supremo para que a Lava Jato não avançasse sobre outros alvos além dos que já estavam sob investigação.
.
O áudio levou à abertura de um inquérito contra Jucá, Renan Calheiros e o ex-presidente José Sarney por suspeita de tentativa de obstrução de Justiça e que foi arquivado por Janot em seus últimos dias à frente da Procuradoria já que, apesar dos áudios, nem a polícia nem a Procuradoria encontraram provas de como os parlamentares agiram para prejudicar a investigação.
.
Ao final, Jucá ainda aproveita o recente escândalo envolvendo a negociação da delação dos executivos da J&F para atacar Janot e toda sua equipe que esteve à frente da Lava Jato.
.
“E o que aconteceu hoje? Estão aparecendo os áudios da JBS, hoje apareceu um dizendo que ele (Janot) queria acabar com o PMDB, que eles montaram um esquema, uma facção uma organização criminosa de delação premiada. Ele, o Marcelo Miller (ex-procurador suspeito de fazer jogo duplo na negociação da delação), o Pelella (Eduardo Pelella, ex-chefe de gabinete de Janot) o Sérgio Bruno (promotor que estava no Grupo da Lava Jato na PGR), com a doutora Fernanda (Tórtima, advogada da JBS que atuou na negociação da delação) o Sérgio Machado, esse povo todo aí, os filhos do Cerveró. Tudo no pacote, isso será investigado, isso será apurado a sociedade brasileira vai saber de toda essa história”.
Por: AQUI NÃO
Por Aguiasemrumo:
Romulo Sanches de Oliveira
Vamos levantar tudo.
Vamos ensinar subserviente do Povo a se colocar no devido lugar de orelha seca
e não ter direito de pensar que é Rei!
Se Um Moro Já
Incomoda... Imagina Um MOURÃO!…
Bateria é MOURA!
Juiz é MOURO!
General é MOURÃO!
Lava Jato neles...
É como eu sempre
digo: Políticos e representantes na vida pública corrupta devem ser enxergados
com o mesmo ódio e repulsos que enxergamos os assassinos, estupradores ou os
pedófilos. Pois é isso que eles são, a escória da humanidade. Suas ações
corruptas dão inicio a acontecimentos trágicos para a nossas vidas, a criança,
a idosa que morre de fome, Os animais domésticos que são membros da família que
passam por todas as dificuldades em um país prospero como o nosso, foi porque
um vagabundo desses surrupiou milhões para sua conta. A idosa que morre na fila
de um hospital por falta de médicos, leitos e remédios foram porque um
vagabundo desses meteu a mão nos cofres públicos. A mulher que é estuprada na
esquina por falta de uma viatura policial foi porque um político patife desviou
milhões para sua conta fantasma no exterior, para comprar carrões, iates e
joias caras para sua prostituta de luxo. Eles são a causa primária desse
degradante efeito borboleta.. Político corrupto é o pior bandido que possa
existir na face da terra. Suas atitudes decidem o que será de nossas vidas, o
que será de nosso país? Degradante efeito borboleta. Político corrupto é o pior
bandido que possa existir na face da terra. Suas atitudes decidem o que será de
nossas vidas, o que será de nosso país?
Um imperador Romano
já dizia: O PIOR DOS CRIMINOSOS É O
LADRÃO DO DINHEIRO PUBLICO....PRQ ROUBAM
DE TODOS....
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Engana Que O Brasil Gosta
Este É O Legado Da Copa E Da Olimpíada
- NBO
- 07/10/2017

Clóvis RossiFolha
O que chama a atenção no caso da prisão de Carlos Arthur Nuzman, o eterno cacique do Comitê Olímpico Brasileiro, não é apenas a corrupção exposta, mas o grau de empulhação que as autoridades — as políticas e as esportivas — conseguem vender para o público, que, por sua vez, a aceita bovinamente.
Um pouco de memória: quando o Brasil foi escolhido para ser, sucessivamente, sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, a tese vendida pelos dirigentes políticos e esportivos era a de que o país mudara de patamar, estava encaixado entre os grandes do mundo.
UMA POTÊNCIA – Não era apenas a nação alegre e musical que o mundo admira, mas também uma potência perfeitamente capaz de organizar os dois eventos que mais atenção concitam no planeta.
O então presidente Lula, no discurso em que defendeu a candidatura do Rio, disse que havia participado fazia pouco da cúpula do G20, na qual havia sido desenhado “um novo mapa econômico mundial”. Completou: “O Brasil conquistou o seu lugar” (nesse suposto novo mundo). Escolhido o Rio, Lula chorou, Sérgio Cabral, então governador do Rio, chorou, a delegação brasileira emocionou-se, Nuzman também chorou.
Pena que, como se vê agora, o Brasil não conquistou seus Jogos Olímpicos por ter entrada em um suposto novo mapa-múndi econômico, mas por ter praticado seu ancestral esporte favorito, a corrupção. Comprou os jogos, para ser breve.
PORTEIRA ABERTA – Como se fosse pouco, a compra dos Jogos abriu a porteira para uma série de obras nas quais, como aparece na investigação em curso, houve o tradicional superfaturamento e as propinas, esquemas em que o prisioneiro Sérgio Cabral ganha medalhas de ouro — mesmo em um país em que elas são mais comuns do que arroz-com-feijão.
O povo alegre e musical divertiu-se, no entanto, com a dupla escolha. Desandou a cantar “sou brasileiro/com muito orgulho/com muito amor”.
Passados apenas oito anos do que Lula chamara de “momento mágico”, os dois máximos dirigentes do esporte brasileiro (Nuzman e José Maria Marin, da CBF) estão presos, o que só comprova o óbvio: os caciques do esporte não poderiam ser diferentes dos caciques políticos, uma penca destes também na cadeia ou denunciados ou condenados, mas ainda soltos (caso de Lula, por exemplo).
MUITA VERGONHA – O “muito orgulho” da canção foi substituído pela vergonha, mostrou o Datafolha em junho: 47% dos brasileiros entrevistados à época afirmaram ter vergonha de serem brasileiros.
Na noite de quinta-feira (dia 5), cruzei nos corredores da ESPN com Juca Kfouri, um Quixote quase solitário na denúncia dos desmandos das cúpulas do esporte. Juca acaba de lançar um livro de memórias cujo título diz tudo: “Confesso que perdi”.
Disse-lhe: “Ânimo, Juca, você ainda é novo o suficiente para ver um dia um país melhor“. E ele: “Nem meus filhos verão. Quem sabe os netos“.
Que pelo menos os netos, os meus e os dele, não sejam tão facilmente enganados já seria um progresso.
Muita desonra para com a nação e sua família nesta idade
envolvido em corrupção!
Por Aguiasemrumo:Romulo Sanches de Oliveira.
É como eu sempre digo: Políticos e representantes na vida
pública corrupta devem ser enxergados com o mesmo ódio e repulsos que
enxergamos os assassinos, estupradores ou os pedófilos. Pois é isso que eles
são, a escória da humanidade. Suas ações corruptas dão inicio a acontecimentos
trágicos para a nossas vidas, a criança, a idosa que morre de fome, Os animais
domésticos que são membros da família que passam por todas as dificuldades em
um país prospero como o nosso, foi porque um vagabundo desses surrupiou milhões
para sua conta. A idosa que morre na fila de um hospital por falta de médicos,
leitos e remédios foram porque um vagabundo desses meteu a mão nos cofres
públicos. A mulher que é estuprada na esquina por falta de uma viatura policial
foi porque um político patife desviou milhões para sua conta fantasma no
exterior, para comprar carrões, iates e joias caras para sua prostituta de
luxo. Eles são a causa primária desse degradante efeito borboleta.. Político
corrupto é o pior bandido que possa existir na face da terra. Suas atitudes
decidem o que será de nossas vidas, o que será de nosso país?
Um imperador Romano já dizia: O PIOR DOS CRIMINOSOS É O LADRÃO
DO DINHEIRO PUBLICO....PRQ ROUBAM DE TODOS....
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
‘Não Sei Mais O Que Fazer Para Sair Daqui’, Diz Geddel Na Prisão
- NBO
- 07/10/2017

Do Radar da Veja:
Geddel Vieira Lima chegou ao limite. O ex-ministro deixou claro para colegas de prisão seu desespero: “Não sei mais o que fazer para sair daqui”.
O ex-ministro foi preso há quase um mês após o cumprimento de mandado de busca e apreensão no “bunker” onde foram encontrados mais de 51 milhões de reais em espécie.
Por Aguiasemrumo:
Romulo Sanches de Oliveira
Os irmãos Geddel
Os irmãos Geddel são
três: Geddel, Lúcio e Afrísio. Intriga-me o esquecimento de Afrísio nas
notícias sobre a família. Fala-se até da mãe, do pai falecido, mas não do
terceiro irmão. Pois bem: Afrísio Vieira Lima Filho é diretor legislativo da
Câmara.
Geddel Vieira Lima
virou um astro pop às avessas. Sintetiza como poucos essa geddelização da
política brasileira. Com seu olhar meio assustado. É um corrupto que dá para
imaginar no churrasco mais próximo, quebrando um copo, gargalhando.
Lúcio Vieira Lima, o
Bitelo da Odebrecht, opera como deputado. Condenado a ser o "irmão do
Geddel". Esse está enrolado nas investigações sobre o apartamento dos R$
51 milhões em Salvador. É uma versão menos espalhafatosa de Geddel.
E Afrísio?
Afrísio passa batido.
Como se não fosse um Afrísio, um Lúcio, um Geddel. Os três, no entanto, dividem
as propriedades rurais da família. Atuam juntos como pecuaristas e produtores
de cacau. Só que ele é blindado. Por quê?
Afrísio também é um
homem público. Repito: é diretor legislativo da Câmara. Isso significa...
poder. Significa que sabe de muita coisa. Significa que os corredores do
Congresso são conhecidos palmo a palmo pela família Vieira Lima.
Afrísio é tesoureiro
da Fundação Ulysses Guimarães. Presidida por quem? Moreira Franco (PMDB-RJ).
Vice-presidida por quem? Eliseu Padilha (PMDB), ministro-chefe da Casa Civil.
Um dos diretores chama-se Romero Jucá (PMDB-RR).
(E Afrísio é um
colecionador de obras de arte. Gostava de vender seus quadros em pleno espaço
da Câmara. Sua mulher trabalhou na primeira secretaria com o deputado Heráclito
Fortes, conhecido na Odebrecht como Boca Mole.)
A geddelização da
política brasileira não é fruto de um "doente" temperamental e com
covinhas. A geddelização é um movimento racional. A geddelização instala-se. Um
é deputado, o outro é um burocrata, enquanto a matriz dá a cara para bater.
Sim, o poder dos
Vieira Lima começa lá atrás. Com o primeiro Afrísio, também deputado. O
problema de tratar esse clã como expressão de uma única pessoa é que a gente
elimina a história. Geddel foi preso, Lúcio talvez o seja. Afrísio continuará
lá.
Ou, em outras
palavras: o PMDB continuará lá, com vários pés em várias canoas. É um polvo.
Tem o braço Geddel, o braço Jucá, o braço Padilha, o estômago Michel, a cabeça
Sarney, o intestino Calheiros. Corta-se um órgão, crescem os outros.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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