segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Deputado Diz Que O Povo Não Precisa Saber Que Direito


Vai Perder Com As Reformas De Temer E PSDB
  • 25/09/2017
Um dia depois de conquistar votos suficientes na Câmara dos Deputados para rejeitar a denúncia contra Michel Temer, a base aliada do governo já articula dar prosseguimento à impopular Reforma da Previdência. Em entrevista à Rádio Guaíba, o deputado federal Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirmou que os governistas têm confiança na aprovação do projeto, pois contam com apoio da maioria dos parlamentares e da “coalizão dominante”.

Questionado sobre a impopularidade do governo, que teve só 5% de aprovação na última pesquisa Ibope, o parlamentar afirmou“opinião pública é diferente de coalizão dominante”. “Opinião pública é a população, e a população não tem obrigação de entender o que são reformas. Em qualquer parte do mundo, as reformas deram briga. Na Grécia, deu incêndio. Para quem faz reforma, não tem jeito, porque não é imediato. O brasileiro quer trabalhar menos, quer se aposentar cedo, não tem jeito”, afirmou o parlamentar.
“O que o Michel (Temer) tem é o apoio da coalizão dominante, que é a grande imprensa, os formadores de opinião, o capital político extraordinário da base do Congresso. Ele tem o capital pessoal, que é a capacidade de dialogar. Ele tem o apoio de quem emprega, das forças econômicas. Apoio quase todo dos articulistas, tirando os da esquerda, isso se chama coalizão dominante”, completou.
Segundo Perondi, esse apoio é fundamental para fazer as reformas. “Se as elites não participam das reformas, até as elites pensantes, não saem as reformas. Esse é o capital do Michel (Temer), da coalizão dominante, comparando com a opinião pública”, disse o deputado. “Quem olha para a opinião pública e para a popularidade não governa, por isso que a Dilma (Rousseff) fracassou, porque só pensou na popularidade”, acrescentou.
Plano é tocar reformas
Além da Reforma da Previdência, reformas econômicas e tributárias estão na pauta do governo. “O Brasil está nos trilhos, mas a locomotiva precisa pegar velocidade. Tem uma agenda muito boa que vamos seguir agora”, afirmou Perondi. A preocupação dos articuladores de Temer e do próprio presidente, segundo o parlamentar, “é aumentar a base para continuar reformando o país”.
Isso porque a votação da denúncia contra Temer mostrou que muitos parlamentares de partidos da base acabaram ficando do lado da oposição. Até o PSDB, que possui quatro ministérios no governo peemedebista, orientou a bancada a votar contra o presidente. “Quem não votou (a favor de Temer) terá uma chance na Reforma da Previdência, se não vai perder os cargos”, afirmou o deputado.
Sobre a possibilidade do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhar ao Congresso novas denúncias contra o Temer, o que pode desgastar ainda mais o governo, Perondi afirmou que “os procuradores querem impedir a Reforma da Previdência e continuar se aposentando com 50 anos”.
Já sobre as emendas parlamentares empenhadas à base aliada antes da votação, Perondi afirmou que são “constitucionais e obrigatórias”, acrescentando que parlamentares da oposição teriam recebido até mais do que ele.

domingo, 24 de setembro de 2017

Vamos ajudar localizar a família galera.






A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, motocicleta e texto

Indignação pela prevalência do bem é legal, salutar e honrado ás Forças ...

Um MOURÃO!





Se Um Moro Já Incomoda A Esquerda… Imagina Um MOURÃO!

  • 24/09/2017

Há Uns 35 Anos Atrás, O Lendário E Saudoso Sargento Jairo Tezolim, Que Se Autodefinia Como “Colador De Esparadrapo” Na Enfermaria Do Extinto 3º BI (Na Fronteira Final De Niterói Com São Gonçalo), Fez Uma Pergunta Para A Tropa: “Vocês Sabem Quem É A Figura Mais Importante Deste Quartel”?… Quando Algum Puxa-Saco Ameaçou Responder “O Coronel”, Tezolim Deu Uma Gargalhada, Apontou Para Um Negão (Não Era O Da Chatuba) E Sentenciou: “É Ele! O Cabo Da Faxina É Imprescindível. Sempre Que Ele Falha, Isto Aqui Fica Uma Merda. Por Isso, Precisamos De Milhões De Cabos Da Faxina No Brasil”.

A Imagem Metafórica Do Vivido Tezolim É Justa E Perfeita Para O Momento Presente Do País – Dominado E Subjugado Pelo Crime Institucionalizado. A Metáfora Do “Cabo Da Faxina” Ficou Ainda Mais Viva No Episódio Que A Esquerdalha Midiática, A Petelândia E Outros Bandidos Menos Votados Criaram Sobre Uma Análise Feita Pelo General De Exército Antônio Mourão, Advertindo Que As Forças Armadas Estão Prontas Para Atuar (Ou Intervir, Verbo Que Mete Medo Nos Canalhas) Em Qualquer Cenário, Cumprindo Estritamente O Papel Constitucional Sempre Ressaltado Pelo Comandante Da Força Terrestre, General Eduardo Villas-Bôas.

Nas Redes Sociais, Milhões De “Cabos Da Faxina” Apoiaram O Que Mourão Disse… São Os Mesmos Que Vibram E Apóiam Com O Que O Moro, Bretas E Outros Magistrados Fazem… O Centro De Inteligência Do Exército Fez Um Monitoramento Na Internet E Constatou Que 95% Das Postagens Sobre O “Caso Mourão” Deram Apoio Ao Que Declarou O General, Independentemente Da Interpretação Distorcida Feita Por Uma Minoria Raivosa Da Imprensa Que Sempre É Favorável Aos “Golpes” E Ditaduras De Esquerda, Como A De Cuba, Venezuela E Afins.

Traduzindo: A Maioria Esmagadora Do Povo Brasileiro Deseja Uma “Intervenção” Para Neutralizar, Impedir O Avanço E Punir O Crime – Em Suas Variadas Facetas Organizadas E Institucionalizadas, Desde Os Mequetrefes Do Narcotráfico Até Suas Excelências Da Refinada Corrupção. No Popular, O Desejo Majoritário É Pela Atuação Eficiente E Eficaz Dos “Cabos Da Faxina”. Cada Um Que Dá A Cara A Tapa Nas Redes Sociais Deseja, Da Maneira Que Pode, Contribuir Para A Limpeza Do Brasil. É Quase Um Consenso De Que O País Tem De Ser Reinventado Em Seu Modelo Estatal, Sendo Passado A Limpo E Ficando Blindado Contra Corruptos Profissionais Ou Bandidos Pés-De-Chinelo.

A Maioria Cansou Do Estado-Bandido. Por Isso, Clama Por Segurança Plena. Seja A Pública E A Do Direito (A Democracia). A Maioria Exige Um Aprimoramento Constitucional, Com Uma Carta Magna Mais Simplificada E Com Um Aparato Legal Enxuto, Que Não Precise De “Interpretações” Judiciais Para Ser Entendido E Cumprido. A Maioria Clama Por Um Sistema Judiciário Que Funcione A Um Custo Social Menor E De Modo Mais Eficiente. A Maioria Deseja Voto Distrital E Eleições Realmente Limpas (Com Urnas Eletrônicas Que Permitam A Conferência Do Resultado Também Pela Recontagem Do Voto Impresso). A Maioria Cansou De Escolher Bandidos Para Fingir Que Representa O Povo.

Estudiosos Permanentes Da Realidade Brasileira, Por Dever De Ofício E Determinação Constitucional, Os Generais (Incluindo Os Da Reserva-Ativa) Compreendem E Concordam Com A Vontade Popular. Aliás, É A Mesma Vontade Deles. A Maioria Quer Lutar Por Um Brasil Melhor E Mais Justo. Este É O Espírito Daqueles Militares Profissionais Convocados Pelos Governos Para Arriscarem Suas Vidas, Promovendo “Intervenções” Contra Narcotraficantes, Em Nome Da Garantia Da Lei E Da Ordem.

Militares Não Darão “Golpes”. Não Querem Tomar O Poder. Só Não Aceitam Que O Poder Legítimo Não Seja Usurpado Por Criminosos. Se A Situação Sair De Controle, Eles Darão Todo Suporte Ao Povo Esclarecido Que Já Está Gerando As Pré-Condições Para A Intervenção Institucional, Legitimamente Constitucional. É Por Isso Que Os Generais “Convocam” Os “Cabos Da Faxina”, E Estes Dão Todo Apoio Popular Aos Militares Em Seu Legítimo Papel Constitucional.

Quem For A Favor Do Crime Vai Rodar Na Hora Da Limpeza E Do Juízo Final… “Golpe” Quem Pratica São Os Criminosos E Seus Ideólogos Extremistas. A Intervenção Institucional É Inevitável. Cada “Faxineiro” Só Precisa Fazer A Sua Parte, Do Jeito Que Puder E Der…

Após 30 Anos De ‘Propinas’




Planalto Esqueceu A Integridade E A HONRADEZ

  • 24/09/2017
Como um FURACÃO, a voz da HONRA, da Dignidade, da Coragem e o do Patriotismo, nocauteia Políticos Corruptos e Ministros ‘que devem’
….Apoio da Força é UNÂNIME, fora uma ovelha desgarrada no GSI….
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Ao contrário do que diz a imprensa e articulistas que não sabem para onde correm, o apoio a MOURÃO na Tropa é total, tendo como única ‘ovelha convenientemente desgarrada’, a do Gen. que ambiciona o lugar de Villas Bôas, hoje acantonado no Planalto protegendo Temer ‘et caterva’.
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Ele disse o que tinha de ser dito, e que poucos como ele tem MORAL para falar.
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A seguir a última VERSÃO do caso pelas palavras do ESTADÃO – que ainda deve guardar as “RECEITAS de BOLO de MASSA PODRE” de mais cinco décadas.
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“” Jungmann convoca comandante do Exército para ouvir explicações sobre fala de general””
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Pelo Regulamento Disciplinar do Exército, Mourão pode ser punido por dar declarações de cunho político, sem autorização de seu superior hierárquico.
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Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo
18 09 2017 | 21h06
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Diante da repercussão negativa das declarações do general da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão que, na última sexta-feira, 15, em palestra, defendeu a possibilidade de intervenção militar, diante crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, convocou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, para pedir explicações em relação às declarações do militar, para “orientá-lo quanto às providências a serem tomadas”.
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Jungmann, em nota, no entanto, não explica que providências poderão ser tomadas. No fim de semana, ao tomar conhecimento do ocorrido, Jungmann relatou o fato ao presidente Michel Temer e avisou que deixou nas mãos do comandante a decisão sobre como conduzir o caso.
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O general Villas Bôas, depois de ouvir as explicações do contexto da fala do general, que já protagonizou outro problema político em outubro de 2015, quando criticou o governo e a ex-presidente Dilma Rousseff, disse ao Estado que o problema estava “superado”.
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Pelo Regulamento Disciplinar do Exército, Mourão pode ser punido por dar declarações de cunho político, sem autorização de seu superior hierárquico. A decisão de tentar abafar o caso, no entanto, parece não ter agradado a Jungmann, que queria algum tipo de sinal de que esse tipo de declaração não pode ser tolerado.
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O Exército, no entanto, está tentando contornar a situação, para evitar subir a temperatura e criar um problema ainda maior já que Mourão tem uma forte liderança na tropa. Além, de acordo com integrantes do Alto Comando, Mourão está exatamente seis meses de deixar o serviço ativo e é melhor não colocar lenha no fogo, criando um novo problema.
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Em 2015, por conta das suas declarações, o general Mourão perdeu o Comando Militar do Sul e foi transferido para a Secretaria de Economia e Finanças, um cargo burocrático. Agora, diante da pressão política, Mourão pode ser retirado de sua função, como medida paliativa para que seu gesto não sirva de incentivo a outras manifestações.
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Mas o assunto ainda está sendo objeto de discussão porque há quem entenda que puni-lo, de alguma forma, poderia levar a uma leva de solidariedade, criando um clima político considerado “desnecessário”, neste momento, transformando a Força em vidraça.
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A fala de Mourão, desagradou integrantes do Alto Comando que consideram que o pronunciamento “inoportuno” e que ele trouxe para os quartéis um problema que não é da classe militar, criando uma verdadeira “saia justa” para ele e para o comandante.
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Em nota, o ministro Raul Jungmann afirmou que “as Forças Armadas estão absolutamente subordinadas aos princípios constitucionais, à democracia, ao estado de direito e ao respeito aos Poderes constituídos”. O ministro acrescenta ainda que “há um clima de absoluta tranquilidade e observância aos princípios de disciplina e hierarquia constitutivos das Forças Armadas, que são um ativo democrático de nosso País”.
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O comandante do Exército, general Villas Bôas, segundo a nota da Defesa, estava em tratamento em São Paulo, quando foi “convocado” pelo ministro Jungmann “para esclarecer dos fatos relativos a pronunciamento de membro do Alto Comando do Exército e orientá-lo quanto às providências a serem tomadas”.





Pela primeira vez na história da República brasileira, temos um presidente denunciado criminalmente por atos de corrupção cometidos no exercício do mandato. Sai um homem de confiança do Temer da cadeia e entra outro e assim por diante. Isso bastaria para que Michel Temer tomasse a decisão de renunciar para abreviar a crise, Michel Temer faz parte do Grupo de bandidos dos Batistas. Assim, se os irmãos Batistas entregaram seus comparsas, melhor para o Brasil, pois preferível o pior à dura verdade, do que uma eternização da mentira e corrupção. O Brasil passou pela trajetória do Impeachment da Dilma e passará também pela trajetória do afastamento do Temer (Artigo 81 CF), pois caso contrário será uma catástrofe MORAL e ÉTICO para o Brasil. Não podemos e eu não defendo qualquer tipo de corrupção ou safadeza de um líder político, independente do Partido.  Afinal, o próprio presidente declarou há meses que ministros denunciados na Lava Jato teriam que renunciar. Agora, o próprio presidente foi atingido, mas ao contrário do que afirmou, promete resistir, junto com seus ministros, muitos deles na mesma situação.


Por Aguiasemrumo:Romulo Sanches de Oliveira.

É como eu sempre digo: Político e Representante na vida pública corrupto devem ser enxergado com o mesmo ódio e repulso que enxergamos os assassinos, estupradores ou os pedófilos. Pois é isso que eles são, a escória da humanidade. Suas ações corruptas dão inicio a acontecimentos trágicos para a nossas vidas, a criança, a idosa que morre de fome, Os animais domésticos que são membros da família que passam por todas as dificuldades em um país prospero como o nosso, foi porque um vagabundo desses surrupiou milhões para sua conta. A idosa que morre na fila de um hospital por falta de médicos, leitos e remédios foram porque um vagabundo desses meteu a mão nos cofres públicos. A mulher que é estuprada na esquina por falta de uma viatura policial foi porque um político patife desviou milhões para sua conta fantasma no exterior, para comprar carrões, iates e joias caras para sua prostituta de luxo. Eles são a causa primária desse degradante efeito borboleta.. Político corrupto é o pior bandido que possa existir na face da terra. Suas atitudes decidem o que será de nossas vidas, o que será de nosso país?



Agora Vai? ONU




 Discute Tornar Corrupção Crime Contra A Humanidade
  • 24/09/2017
A Organização das Nações Unidas (ONU) está discutindo tornar a corrupção um crime contra a humanidade e internacionalizar os julgamentos de casos de crimes financeiros que envolvem mais de um país.
As sugestões fazem parte de um relatório elaborado pelo comitê consultivo do Conselho de Direitos Humanos do órgão e serão votadas pelo colegiado, informou o jornal O Estado de S. Paulo.


O professor de direito internacional da USP Wagner Menezes, contudo, esclarece que para que a decisão seja colocada em prática, ainda serão necessárias muitas medidas, mas ressalta a importância do projeto.
A corrupção impacta “na mortalidade infantil, na sorte de Estados e populações inteiras mais do que outros índices que consideramos alarmantes, como a questão da criminalidade, das guerras e dos conflitos”, diz Menezes em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.
O professor de direito internacional da USP destaca que a corrupção “não é um mal da América Latina, da África, ela atinge o mundo todo” e que “precisamos adotar políticas mais rígidas [contra a corrupção], se é que nossa sociedade quer isso”.
Bancos
“O papel dos bancos como facilitadores da lavagem de dinheiro e corrupção com frequência não é notado”, diz o texto do relatório.
Em outro trecho, o texto do organismo internacional afirma que os bancos suíços agiam com “completa impunidade” e que o país europeu mudou sua legislação para combater a situação; ainda assim, a “impunidade judicial” continua.
A percepção, contudo, não é compartilhada pela presidente da Suiça, Doris Leuthard. Questionada recentemente pelo jornal O Estado de S. Paulo sobre o papel de seu país na Lava Jato, Doris disse que trata-se de um problema “brasileiro, não suíço”.Cerca de US$ 200 milhões ligados à corrupção que estavam em instituições financeiras do país europeu foram enviados para o Brasil.
“Sempre que podem, nossos bancos fazem muito. Eu estaria feliz se todos os bancos do mundo fizessem isso. Temos um dos controles mais fortes do mundo”, disse a presidente da Suíça.
Recomendações
“Repatriação incondicional de fundos ilícitos aos países de origem”, punição aos bancos envolvidos em esquemas criminosos e sanções criminais são as recomendações trazidas pelo texto da ONU.




sábado, 23 de setembro de 2017

MOURÃO, Além de tudo é um VENCEDOR!





  • 24/09/2017
Gen Villas Bôas, um homem EQUILIBRADO, com formação militar e HUMANA a nível de excelência -e forte personalidade-, não permitiu que a intempestividade e a IMPRUDÊNCIA de Jungmann (&Temer) prevalecesse.
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Vá lá…, negociou, mas é um ‘negociador convincente’ em especial quando na mesa “as suas convicções”. Parabéns General.
Como disse o V. Bôas, Mourão é “um grande soldado, uma figura fantástica, um gauchão”… e agora UM VENCEDOR!
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Abaixo, matéria de hoje – 21/09 – do Portal Estadão, sobre a reunião de V. Boas c/Jungmann, da qual me referi ontem à noite.
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Mas vou começar pelo último e “conclusivo” parágrafo:
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“”” A princípio, Jungmann, que deixou o caso na mão de Villas Bôas, por ser ele o superior hierárquico direto do general Mourão, queria uma solução mais drástica para o caso, pelo problema político criado por ele. Mas, depois, foi convencido de que, a melhor coisa, neste momento, é evitar aumentar o grau da temperatura.”””
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“Jungmann e Exército decidem não punir formalmente general Mourão”
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Tânia Monteiro, Estadão Conteúdo 21 Setembro 2017 | 12h03
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Em palestra, Antonio Mourão havia defendido a possibilidade de intervenção militar.
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BRASÍLIA – Depois de uma longa conversa no Ministério da Defesa, de quase uma hora, o ministro Raul Jungmann e o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, decidiram encerrar a polêmica criada pelo general da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão que, em palestra na última sexta-feira, em uma Loja Maçônica, em Brasília, defendeu a possibilidade de intervenção militar, diante da crise política que toma conta do País. Ficou acertado entre os dois que o general não sofrerá uma punição formal, para que não se transforme em um herói interno.
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Contudo, o general Villas Bôas, que foi convocado por Jungmann para a reunião, vai chamar o general Mourão para lhe advertir que quem fala pelo Alto Comando é ele, que sua fala foi inconveniente e que é preciso buscar a estabilidade, legalidade e legitimidade, de forma que o Exército não seja fator de instabilidade.
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Todo esse desfecho do episódio foi acertado, passo a passo, entre Jungmann e Villas Bôas, com muitas idas e vindas, com objetivo de evitar rusgas e problemas à autoridade de ambos.
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O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, participou das negociações para solução do caso. Mourão deve ir para a reserva daqui a seis meses e é candidato a presidente do Clube Militar, em eleição prevista para maio do próximo ano.
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Jungmann concordou com o comandante que Mourão não pode ser transformado em vítima e ficou acertada uma manifestação de Villas Bôas em relação ao fato. Na conversa, o comandante informou que tomou providências internas, com repasse de orientações ao Alto Comando do Exército com objetivo de evitar qualquer tipo de nova saia justa para a instituição. A solução acabou entendida por Jungmann.
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O general Villas Bôas avisou aos generais integrantes do Alto Comando que ele, o comandante, é o único que pode falar pelo colegiado ou pelo Exército, e a expressar o pensamento da Força.
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Durante a palestra, o general Mourão havia dito que sua visão sobre as soluções para a crise “coincidem com as dos companheiros do Alto Comando do Exército”. O general Villas Bôas disse ainda a Jungmann que no recado dado aos generais quatro-estrelas reforçou sua posição de buscar estabilidade, legalidade e legitimidade, de forma que o Exército não seja fator de instabilidade. Falou também da importância da coesão da Força, considerada essencial, particularmente neste momento, e que o Exército já compreendeu a importância da serenidade para vencer os desafios que estão sendo enfrentados no País.
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De acordo com interlocutores dos dois lados, Jungmann e Villas Boas se entenderam e a solução para o caso foi de consenso. Um dos interlocutores procurados pelo Estadão/Político contou que eles alinharam as posições, preservando suas autoridades.
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O consenso é que esta foi a melhor solução porque qualquer outro movimento poderia trazer para o Exército um problema político, já que poderiam surgir mais demonstrações de solidariedade criando uma bola de neve, com Mourão se transformando em vítima.
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A princípio, Jungmann, que deixou o caso na mão de Villas Bôas, por ser ele o superior hierárquico direto do general Mourão, queria uma solução mais drástica para o caso, pelo problema político criado por ele. Mas, depois, foi convencido de que, a melhor coisa, neste momento, é evitar aumentar o grau da temperatura.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.

Indignação pela prevalência do bem é legal, salutar e honrado ás Forças Armadas se manifestarem!