terça-feira, 19 de setembro de 2017

Funcionários Dos Correios Entram Em Greve; Serviços Serão Afetados


  • 20/09/2017
Os funcionários dos Correios vão entrar em greve a partir das 22h desta terça-feira (19). A decisão foi tomada pela categoria em assembleia realizada nesta noite e aprovou a paralisação sem data para terminar. Cerca de 1,3 mil funcionários da empresa em todo o Paraná devem cruzar os braços neste primeiro momento, segundo projeções do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (Sintcom). Além do estado, a movimentação convocada pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) vai afetar os serviços em todo o Brasil.
De acordo com o secretário-geral do Sintcom, Marcos Rogério Inocencio, ainda não está confirmado o fechamento de nenhuma agência nesta quarta-feira (20), mas garante que praticamente as unidades dos Correios vão estar com atendimento comprometidos. Segundo ele, ainda falta definir alguns pormenores da greve com o resto do país, o que inclui o fechamento das agências e o número total de servidores que devem parar. O cronograma e as ações do movimento paradista devem ser anunciados somente na manhã de quarta.


Ainda assim, ele garante que serviços essenciais, como a entrega de correspondências e encomendas, até os serviços prestados pelas agências, como o Banco Postal, serão prejudicados. Inocencio afirma ainda que, no Paraná, cerca de 25% dos mais de 6,3 mil trabalhadores dos Correios aderiram à greve neste primeiro momento e a expectativa é que esse número aumente nos próximos dias.
A direção da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a direção da Fentect chegaram a abrir negociação na tentativa de evitar a paralisação, mas, após três reuniões, os representantes dos trabalhadores saíram insatisfeitos com os termos das conversas e agora optam pela greve. A categoria pede 8% de reposição salarial e ainda se manifestam contra algumas ações, como a ameaça de demissão motivada, privatização, fechamento de agências, suspensão de férias e horas-extras, reformas trabalhista e previdenciária, entre outros assuntos

Cresce O Clamor Por Intervenção Constitucional No Brasil



 Informa A Dra. Janaína Paschoal

  • 19/09/2017
Nas ruas o assunto é um só: ninguém acredita mais nas instituições brasileiras.
A doutora Janaína Paschoal, autora do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, publicou em sua conta pessoal na rede social do Twitter que é quase inevitável reverter o quadro de insatisfação da população com a classe política.
E é verdade. Não há mais nenhum viés de esperança na classe política brasileira. Os grupos que mais ganham força e voz nas ruas são aqueles que defendem uma intervenção constitucional.



Temer Amava Cunha Que Amava Geddel Que Amava Moreira Que Amava Padilha…






  • 19/09/2017
Parodiando Carlos Drummond no seu clássico “Quadrilha” (de “Alguma poesia”, 1930), peço desculpas por trocar o nome de pessoas simples do povo por “homens públicos” denunciados ou presos por corrupção:
“Temer amava Cunha que amava Geddel que amava Moreira que amava Padilha que amava Henrique que amava Loures que amava Joesley que não amava ninguém. Temer está em apuros, Cunha e Geddel na Papuda, Moreira morrendo de medo, Padilha negando a “famiglia”, Henrique recolhido ao xadrez, Loures em prisão domiciliar e Joesley, encarcerado por ter feito delação seletiva, preferia não ter nada a ver com a história e reza o terço para salvar sua vida…”

A segunda denúncia da Procuradoria Geral da República, no apagar das luzes da gestão de Rodrigo Janot, é robusta e ampla. É nutrida por um alentado histórico da montagem do esquema de saque ao Estado Brasileiro, através do conluio privado-público. O doleiro Lúcio Funaro, também na cadeia, detalhou muitas transações. A peça descreve, em 245 páginas, a indicação de figuras afinadas com o propinoduto – que rendeu ao menos R$ 587.101.098,48! – para cargos importantes em ministérios e diretorias de estatais. Revela como o interesse de grandes grupos econômicos, notadamente a JBS, era atendido mediante contrapartidas, mercantilizando a administração do país. Tudo continua e se agrava quando o PMDB, “o partido da moral homogênea”, assume totalmente as rédeas do governo central.
O documento do Ministério Público reitera que não há objetivo de “criminalizar a política” e “não questiona o fato de um governo conquistar ampla base política e ter êxito na aprovação de suas medidas no Parlamento”.  O que se revela é que, “no lugar de negociações políticas, temos negociatas ilícitas nas quais a moeda de troca não era simplesmente divisão de poder para governar, mas sim a compra de apoio político com a utilização de dinheiro público”.
Por mais profunda que seja a investigação, dessa e de várias outras operações, há, até aqui, um estranho silêncio em torno de instituições financeiras e de algumas figuras. Uma delas é Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central na era Lula e atual poderoso Ministro da Fazenda. Ele foi, durante quatro anos, presidente do Conselho de Administração da J&S, holding controladora da JBS. Nunca percebeu nada?
Assim como não é aceitável o velho “rouba mas faz”, nem o repaginado “rouba mas é pela causa”, é preciso também repudiar o “rouba mas implementa as ‘reformas’ que o mercado quer”.
Em qualquer país com mínimo padrão político civilizatório, um governo que sofresse tal grau de acusação sairia rapidinho pela porta dos fundos do palácio. Aqui será preciso crescente clamor popular para escorraçá-lo. Ou um Geddel colocando tudo às claras.




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira!

Pela primeira vez na história da República brasileira, temos um presidente denunciado criminalmente por atos de corrupção cometidos no exercício do mandato. Sai um homem de confiança do Temer da cadeia e entra outro e assim por diante. Isso bastaria para que Michel Temer tomasse a decisão de renunciar para abreviar a crise, Michel Temer faz parte do Grupo de bandidos dos Batistas. Assim, se os irmãos Batistas entregaram seus comparsas, melhor para o Brasil, pois preferível o pior à dura verdade, do que uma eternização da mentira e corrupção. O Brasil passou pela trajetória do Impeachment da Dilma e passará também pela trajetória do afastamento do Temer (Artigo 81 CF), pois caso contrário será uma catástrofe MORAL e ÉTICO para o Brasil. Não podemos e eu não defendo qualquer tipo de corrupção ou safadeza de um líder político, independente do Partido. Afinal, o próprio presidente declarou há meses que ministros denunciados na Lava Jato teriam que renunciar. Agora, o próprio presidente foi atingido, mas ao contrário do que afirmou, promete resistir, junto com seus ministros, muitos deles na mesma situação.

É como eu sempre digo: Político e Representante na vida pública corrupto devem ser enxergado com o mesmo ódio e repulso que enxergamos os assassinos, estupradores ou os pedófilos. Pois é isso que eles são, a escória da humanidade. Suas ações corruptas dão inicio a acontecimentos trágicos para a nossas vidas, a criança, a idosa que morre de fome, Os animais domésticos que são membros da família que passam por todas as dificuldades em um país prospero como o nosso, foi porque um vagabundo desses surrupiou milhões para sua conta. A idosa que morre na fila de um hospital por falta de médicos, leitos e remédios foram porque um vagabundo desses meteu a mão nos cofres públicos. A mulher que é estuprada na esquina por falta de uma viatura policial foi porque um político patife desviou milhões para sua conta fantasma no exterior, para comprar carrões, iates e joias caras para sua prostituta de luxo. Eles são a causa primária desse degradante efeito borboleta.. Político corrupto é o pior bandido que possa existir na face da terra. Suas atitudes decidem o que será de nossas vidas, o que será de nosso país?

Respeito ao General Mourão



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
Todo respeito ao General Mourão é pouco!
Cel Muniz Costa
Do que falou o General
A balbúrdia política que tomou conta do Brasil é tão grande que prejudica até a compreensão de fatos evidentes que dizem respeito a todos nós.  Parece que há no País um default de bom senso e conhecimento.
Quando um ex-presidente prega, em seu exclusivo benefício, uma eleição que não está prevista em lugar algum da Constituição, simplesmente para confrontar a Lei que ele violou, a ideia toma foros de legitimidade e os golpistas por natureza comemoram.
Quando se levantam os protestos contra um presidente no exercício do mandato que tenta levar generais ao Planalto para lhe emprestarem solidariedade contra um outro poder constituído, as vivandeiras profissionais fazem cara de paisagem.
Mas quando um general de quatro estrelas afirma que o Exército tem planejamentos para atuar na eventualidade de uma falência das instituições nacionais, em um momento que o País enfrenta a mais grave crise em mais de cinquenta anos, as cassandras do pseudolegalismo se agitam.
E aí entra em ação o velho esquema movido a má fé e ignorância que se vale de desgastados clichês para fazer crer que os generais ameaçam a democracia e o Estado de Direito.      
Será? Antes de mais nada, é bom distinguir quem ameaça o quê.
De que generais precisa o Brasil?
Dos que empoleirados no poder calam e consentem ante um quadro de flagrante deterioração social e política do País? E que, anônimos e serviçais, ainda por cima criticam os que, por fé de ofício, posicionam-se diante desse quadro?
Ou o Brasil precisa dos generais que dizem o que a Nação espera ouvir: que, na hipótese de persistir a degringolada política e institucional do País, o Exército atuará de acordo com suas responsabilidades constitucionais, segundo um estudo de situação continuamente atualizado e um planejamento consistente? E que, movidos pelo dever, o fazem desassombradamente?
Persiste em largos segmentos da sociedade brasileira o desconhecimento sobre o Exército e o seu papel. Tanto daqueles que vêm pregando uma intervenção à revelia dos poderes constitucionais, quanto dos que pretendem que ele se quede mudo e omisso diante da falência desses mesmos poderes.
Mas uns e outros podem guardar suas faixas e apitos, por que não vai acontecer nem uma coisa e nem outra.
O Comandante do Exército, o General Mourão e outros chefes militares têm falado a mesma coisa: que o Exército atuará sempre de acordo com suas missões constitucionais, orientando-se em meio a essa grave crise pelos princípios da legitimidade, legalidade e estabilidade.
Que a situação é grave ninguém de bom senso e minimamente informado desconhece ou nega. Mas o que parece não estar sendo percebido pela sociedade é a extensão e agudeza dessa gravidade.
Existem interesses nacionais de grande relevância para a sociedade brasileira que não podem ser comprometidos diante de um apagão institucional.
O mais crítico, neste momento, é o da segurança, já em colapso no Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas não vêm recebendo os recursos orçamentários mínimos para cumprir suas missões, ou pior, estão sendo colocadas à disposição de quem não tem competência alguma para empregá-las.
E diga-se, como em outras áreas públicas, recursos em montante inferior ao encontrado no apartamento de um único corrupto, o que suscita a hipótese de o crime no Brasil dispor de mais poder e recursos do que as instituições que defendem o Estado, a sociedade politicamente organizada, no caso, todos nós.
Mas se no Rio de Janeiro e em outros Estados as ameaças já são dramáticas, existem outras, menos visíveis, mas nem por isso menos importantes, que atingem a soberania, a incolumidade do patrimônio nacional e a paz social, todas inalienáveis.
O Estado de um país com o tamanho, a complexidade e a importância do Brasil não pode entrar em colapso ou ser capturado por interesses não nacionais.
Essa hipótese existe? Existe sim.
O General Mourão não precisa de intérpretes ou defensores. Nem ele falou em nome do Exército, que só se manifesta pela voz de seu Comandante. Para entender as manifestações das Forças Armadas é preciso estuda-las e compreende-las, como instituições, nas suas estruturas, culturas e missões.
As palavras do General Mourão expressam uma unanimidade do Alto Comando em torno do compromisso da instituição Exército com o Brasil. Há décadas, as Forças Armadas brasileiras não trabalham com hipóteses, mas sim com capacidades.
E o general falou da capacidade do seu Exército, do meu Exército, do nosso Exército - instituição nacional, regular e permanente, organizada com base na hierarquia e disciplina - atuar na defesa da Pátria e como última barreira  na manutenção da Lei e da Ordem.
Para decepção de golpistas, vivandeiras e cassandras, o general falou do Exército que o Brasil tem.


Fonte:

Dodge Troca Grupo Da Lava Jato




Raquel Mantém Apenas Dois Nomes De Janot. Veja Quem Fica E Os Novos Integrantes

  • 19/09/2017
Do congresso em foco
Um dia após sua posse, a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, confirmou a troca do grupo de trabalho da Operação Lava Jato. Dos dez procurados que atuavam na equipe escalada por Rodrigo Janot, apenas dois permanecerão: Maria Clara Barros e Pedro Jorge do Nascimento. Raquel deu prazo de 30 dias para que cinco ex-auxiliares de Janot façam a transição para a nova equipe. As alterações foram publicadas na edição desta terça-feira (19) do Diário Oficial da União e constituem a primeira decisão da nova chefe do Ministério Público da União no cargo.


Além dos remanescentes Maria Clara e Pedro Jorge, também farão parte do novo grupo da Lava Jato os procuradores José Alfredo de Paula, Raquel Branquinho, Marcelo Ribeiro de Oliveira, Herbert Reis Mesquita, José Ricardo Teixiera e Luana Varga. A coordenação ficará a cargo de José Alfredo, que, ao lado de Raquel Branquinho, trabalhou nas ações do mensalão.
Já na equipe de transição ficarão o ex-coordenador da Lava Jato na PGR, Sérgio Bruno Fernandes, Fernando Alves de Oliveira Júnior, Melina Castro, Rodrigo Telles e Wilton Queiroz de Lima.
De acordo com a portaria, o grupo terá cinco atribuições: colher depoimentos e produzir provas que julgarem necessários; participar de audiências no STF; responder a expedientes ordinários encaminhados ao grupo; pedir documentos e informações necessários às investigações, e participar de instruções com foco na assinatura de acordos de delação premiada. A mudança na equipe é um dos efeitos das divergências de Janot e Raquel, conhecidos como desafetos dentro da PGR e por seus perfis quase antagônicos.

Ministro Se Diz Suspeito Para Julgar Habeas Corpus De Irmãos Batista



  • 19/09/2017





Nunes Maia justificou o impedimento afirmando que um corréu do caso da JBS “teria feito maldosas ilações pejorativas e caluniosas respeitantes à minha pessoa, ofendendo duramente a minha honra pessoal e de Magistrado”.

“Por seguir, como sigo, a rigorosa prerrogativa de não emitir qualquer juízo – por perfunctório que seja- sobre a conduta, ainda que censurável, de pessoas em relação às quais não me sinto distante e isento, vejo-me na contingência de afirmar a minha suspeição, neste caso, o que ora faço no intuito de preservar a imparcialidade que se requer de qualquer julgador”, escreveu.
Em delação premiada, o advogado e delator da empresa Francisco de Assis e Silva contou a procuradores ter conversado com Willer Tomaz, advogado preso na operação Patmos, sobre a suposta interferência do ministro do STJ em favor da empresa. Maia Filho sempre negou.
A defesa dos empresários Joesley e Wesley Batista recorreu na sexta (15) ao STJ pedindo o habeas corpus dos irmãos e sócios da JBS. A Justiça já negou o pedido para que eles pudessem responder em liberdade à acusação de que teriam se beneficiado de informações privilegiadas, antes da divulgação de seu acordo de delação, para lucrar no mercado de capitais.
Joesley e Wesley foram alvo de mandados de prisão preventiva na Operação Tendão de Aquiles, na quarta-feira (13).
Para os advogados Pierpaolo Bottini e Antônio Carlos de Almeida e Castro, o Kakay, a prisão não tem fundamento legal porque “não surgiu qualquer fato novo ou relevante capaz de justificar medidas cautelares”. Além disso, os defensores dizem que não houve relatos de que seus clientes tenham feito ameaças ou prejudicado a apuração dos investigadores. Com informações da Folhapress.

Na ONU, Temer Fala Em Redução No Desmatamento Da Amazônia



E Que Reformas Tornarão Brasil Mais Aberto?

  • 19/09/2017
Em discurso na abertura do debate geral da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (19), o presidente da República, Michel Temer, reforçou a importância da diplomacia e da redução do protecionismo para desenvolver a economia global e reduzir injustiças sociais.
“Recusamos os nacionalismos exacerbados. Não acreditamos no protecionismo como saída para as dificuldades econômicas – dificuldades que demandam respostas efetivas para as causas profundas da exclusão social”, defendeu o presidente diante dos líderes dos 193 países-membros da ONU.


Além disso, afirmou que houve uma redução de mais de 20% no desmatamento da Amazônia. “O Brasil orgulha-se de ter a maior cobertura de florestas tropicais do planeta. O desmatamento é questão que nos preocupa, especialmente na Amazônia. Nessa questão temos concentrado atenção e recursos. Pois trago a boa notícia de que os primeiros dados disponíveis para o último ano já indicam diminuição de mais de 20% do desmatamento naquela região. Retomamos o bom caminho e nesse caminho persistiremos”, declarou.
A afirmação é feita dias depois de decreto assinado por ele extinguir a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) e liberar a exploração mineral em parte da área. A decisão foi alvo de críticas de ambientalistas e da população.
Temer também destacou as reformas que seu governo está implementando. “O Brasil atravessa momento de transformações decisivas. Com reformas estruturais, estamos superando uma crise econômica sem precedentes. Estamos resgatando o equilíbrio fiscal. E, com ele, a credibilidade da economia. Voltamos a gerar empregos. Recobramos a capacidade do Estado de levar adiante políticas sociais indispensáveis em um país como o nosso”, afirmou.
“Aprendemos e estamos aplicando, na prática, esta regra elementar: sem responsabilidade fiscal, a responsabilidade social não passa de discurso vazio. O novo Brasil que está surgindo das reformas é um país mais aberto ao mundo”, completou.