terça-feira, 19 de setembro de 2017

DODGE NOMEIA SÓCIO DE GILMAR PARA A CÚPULA DO MPF




RAQUEL 

 







Marcelo Camargo/Agência Brasil | Divulgação

A Camargo Corrêa Não Contou Em Sua Delação Premiada Sobre A Suposta Propina De R$ 5 Milhões Ao Então Presidente Do STJ



  • 18/09/2017
A Camargo Corrêa não contou em sua delação premiada sobre a suposta propina de R$ 5 milhões ao então presidente do STJ, César Asfor Rocha, para anular a Operação Castelo de Areia.
É Antônio Palocci quem trouxe a informação em sua tentativa de também firmar um acordo. Ou Palocci está mentindo, ou a PGR deveria cancelar os benefícios concedidos à empreiteira.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

De Acordo Com Palocci, Lula Roubava Até Do Próprio Instituto Lula





  • 19/09/2017

Num Dos Anexos Obtidos Pela Veja, O Ex-Ministro Palocci Disse Que O Instituto Lula Tinha Uma Contabilidade Paralela Operada Por Paulo Okamotto. Para Abastecer O Caixa Clandestino, Okamotto Arrecadava Dinheiro Em Espécie Das Empresas.

A Assessora De Lula, Clara Ant, Sobre Quem O Petista Fez Até Uma Piadinha Referente A Estupro Coletivo (Da Qual Dilma Riu No Telefone), Tem Todos Os Registros Dessas Operações Guardados Em Um HD, Segundo Palocci.


Temer É Chamado De “Líder De Quadrilha” Em Manchetes Da Imprensa Francesa




  • 19/09/2017
Dois grandes jornais franceses – Le Figaro e o diário econômico Les Echos – abordam em suas edições desta segunda-feira (18) as novas denúncias da Procuradoria-Geral da República contra o presidente brasileiro. Com chamada de capa, Le Figaro informa que Michel Temer foi denunciado no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a acusação de liderar uma organização criminosa e por obstrução da justiça.
Le Figaro informa que o mandato do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot terminou neste domingo (17) mas, antes de partir, ele ainda “disparou uma última salva” contra a popularidade de Temer.


Les Echos detalha que Temer é acusado de ser o líder de uma organização criminosa que teria desviado € 150 milhões em propinas obtidas na assinatura de contratos de várias estatais. Informa ainda que auxiliares muito próximos do presidente, como Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco também são atingidos pelas denúncias. O correspondente do Les Echos em São Paulo lembra que Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, ocupa um cargo que corresponde ao de primeiro-ministro na França, e que Franco é o atual secretário-geral da presidência.
Mas, apesar das novas denúncias, tanto Les Echos quanto Le Figaro constatam que o presidente não deve ser importunado. “A Bolsa de Valores de São Paulo permaneceu serena, e uma das razões é o fato de o presidente ter conseguido no mês passado o apoio do Congresso para adiar a primeira acusação apresentada por Janot”, nota o diário econômico. O jornal conclui que, por enquanto, a agitação política em torno do presidente Temer não coloca em risco o seu mandato, apenas adia a adoção das reformas trabalhista e da Previdência no Congresso.
A mesma constatação é feita por Le Figaro, que considera “sólida” a base de Temer no Congresso. O jornal ainda descreve a forma como nos últimos quatro anos Janot trabalhou para embasar suas denúncias, inclusive tendo oferecido dias terríveis ao ex-presidente Lula, ouvido pelo juíz Sergio Moro na semana passada.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira!

Pela primeira vez na história da República brasileira, temos um presidente denunciado criminalmente por atos de corrupção cometidos no exercício do mandato. Sai um homem de confiança do Temer da cadeia e entra outro e assim por diante. Isso bastaria para que Michel Temer tomasse a decisão de renunciar para abreviar a crise, Michel Temer faz parte do Grupo de bandidos dos Batistas. Assim, se os irmãos Batistas entregaram seus comparsas, melhor para o Brasil, pois preferível o pior à dura verdade, do que uma eternização da mentira e corrupção. O Brasil passou pela trajetória do Impeachment da Dilma e passará também pela trajetória do afastamento do Temer (Artigo 81 CF), pois caso contrário será uma catástrofe MORAL e ÉTICO para o Brasil. Não podemos e eu não defendo qualquer tipo de corrupção ou safadeza de um líder político, independente do Partido.  Afinal, o próprio presidente declarou há meses que ministros denunciados na Lava Jato teriam que renunciar. Agora, o próprio presidente foi atingido, mas ao contrário do que afirmou, promete resistir, junto com seus ministros, muitos deles na mesma situação.

 
É como eu sempre digo: Político e Representante na vida pública corrupto devem ser enxergado com o mesmo ódio e repulso que enxergamos os assassinos, estupradores ou os pedófilos. Pois é isso que eles são, a escória da humanidade. Suas ações corruptas dão inicio a acontecimentos trágicos para a nossas vidas, a criança, a idosa que morre de fome, Os animais domésticos que são membros da família que passam por todas as dificuldades em um país prospero como o nosso, foi porque um vagabundo desses surrupiou milhões para sua conta. A idosa que morre na fila de um hospital por falta de médicos, leitos e remédios foram porque um vagabundo desses meteu a mão nos cofres públicos. A mulher que é estuprada na esquina por falta de uma viatura policial foi porque um político patife desviou milhões para sua conta fantasma no exterior, para comprar carrões, iates e joias caras para sua prostituta de luxo. Eles são a causa primária desse degradante efeito borboleta.. Político corrupto é o pior bandido que possa existir na face da terra. Suas atitudes decidem o que será de nossas vidas, o que será de nosso país?

Espera-Se Que O Supremo Tenha “Captado A Mensagem” Do General Mourão




  • 18/09/2017
O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, 15, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.
A atitude do general causou desconforto em Brasília. Oficiais-generais ouvidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo” criticaram a afirmação de Mourão, considerada desnecessária neste momento de crise. O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi enfático e disse que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar.


TRIPÉ DO EXÉRCITO – “Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse Mourão em palestra gravada, justificando que “desde o começo da crise o nosso comandante definiu um tripé para a atuação do Exército: legalidade, legitimidade e que o Exército não seja um fator de instabilidade”.
O general Mourão seguiu afirmando que “os Poderes terão que buscar uma solução, se não conseguirem, chegará a hora em que teremos que impor uma solução… e essa imposição não será fácil, ela trará problemas”. Por fim, acrescentou lembrando o juramento que os militares fizeram de “compromisso com a Pátria, independente de sermos aplaudidos ou não”. E encerrou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver haverá”.
INTERPRETAÇÃO LIVRE – Procurado neste domingo, Mourão explicou, no entanto, que não estava “insuflando nada” ou “pregando intervenção militar” e que a interpretação das suas palavras “é livre”. Ele afirmou que falava em seu nome, não no do Exército.
Procurado pelo Estadão, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi enfático e disse que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar. “Desde 1985 não somos responsáveis por turbulência na vida nacional e assim vai prosseguir. Além disso, o emprego nosso será sempre por iniciativa de um dos Poderes”, afirmou Villas Bôas, acrescentando que a Força defende “a manutenção da democracia, a preservação da Constituição, além da proteção das instituições”.
Depois de salientar que “internamente já foi conversado e o problema está superado”, o comandante do Exército insistiu que qualquer emprego de Forças Armadas será por iniciativa de um dos Poderes. No sábado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, conversou com o comandante do Exército, que telefonou para o general Mourão para saber o que havia ocorrido. O general, então, explicou o contexto das declarações.
POLÊMICAS ANTERIORES – Esta não é a primeira polêmica protagonizada pelo general Mourão, atual secretário de economia e finanças do Exército, cargo para o qual foi transferido, em outubro de 2015, quando perdeu o Comando Militar do Sul, por ter feito duras críticas à classe política e ao governo.
Antes, ele já havia desagradado ao Palácio do Planalto, ao ter atacado indiretamente a então presidente Dilma Rousseff ao ser questionado sobre o impeachment dela e responder que “a mera substituição da PR (presidente da República) não trará mudança significativa no ‘status quo’” e que “a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção”.
ORDEM NA CASA – Neste domingo, ao ser procurado pelo jornal, o general Mourão disse que “não está insuflando nada” e que “não defendeu (a tomada de poder pelos militares), apenas respondeu a uma pergunta”. Para o general, “se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa”. Sobre quem faria a intervenção, se ela seria militar, ele responde que “não existe fórmula de bolo” para isso. E emendou: “Não (não é intervenção militar). Isso não é uma revolução. Não é uma tomada de poder. Não existe nada disso. É simplesmente alguém que coloque as coisas em ordem, e diga: atenção, minha gente vamos nos acertar aqui e deixar as coisas de forma que o País consiga andar e não como estamos. Foi isso que disse, mas as pessoas interpretam as coisas cada uma de sua forma. Os grupos que pedem intervenção é que estão fazendo essa onda em torno desse assunto”.
Mourão estava fardado ao fazer a palestra. Ele permanece no serviço ativo no Exército até março do ano que vem, quando passará para a reserva. O general Mourão disse ao jornal que não vai se candidatar, apesar de existir página nas redes sociais sugerindo seu nome para presidente da República. “Não. Não sou político. Sou soldado.”

Ferida Aberta Por Palocci Jamais Irá Cicatrizar, Dizem Dirigentes Do PT




  • 18/09/2017
Lula se Isola Após traição mortal com Delação de Palocci.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (7), que está “muito decepcionado” com o ex-ministro Antonio Palocci. Negando o teor das declarações de Palocci, Lula se queixou, em conversas, de expressões usadas em seu depoimento, como “pacto de sangue” e “propina”.

Segundo petistas, já havia a expectativa de que Palocci buscasse viabilizar um acordo de delação premiada. Mas Lula ficou abalado com os termos empregados pelo antigo colaborador.
Amigos de Lula lembram que o ex-presidente costuma justificar o depoimento do empresário Léo Pinheiro, argumentando que ele é um homem de idade avançada e sofreu forte pressão.
A justificativa, porém, não se aplica a Palocci, “que foi rápido demais” e teria se limitado a ataques contra Lula.
Em uma tentativa de estimular os petistas com quem conversou, Lula afirmou que manterá sua agenda política, que inclui a edição de uma caravana no Pontal do Paranapanema.
O ex-ministro Gilberto Carvalho afirma que Lula está bem. “E disse que, depois desta caravana, nada consegue abatê-lo”.
A programação de viagens é, para petistas, uma tentativa de reanimar o ex-presidente. Antes de sair em caravana pelo Nordeste no mês passado, Lula disse a aliados que não suportava mais ter sua agenda consumida por reuniões com seus advogados de defesa.
Após o depoimento de Palocci, a ideia é reforçar sua programação política. Vice-presidente do PT, o ex-ministro Alexandre Padilha diz que o depoimento não “mexe em nada em relação ao que estava programado”.

Criminalista Da ONU Choca Ao Assumir A Realidade Sobre Condenação De Lula





  • 18/09/2017
O renomado advogado de nacionalidade britânica Geoffrey Robertson, que é o responsável de representar o ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva perante a Organização das Nações Unidas (ONU), acredita veemente na condenação do petista nas próximas instâncias superiores. A afirmação, que foi dada em um jantar realizado por juristas para homenageá-lo nesta quarta-feira (30), ocorreu em São Paulo.
O criminalista  explicou que, apesar de alguns colegas dizerem que ainda há recursos para Lula na Justiça, a verdade é que não há mais, porque, segundo ele, aqui no Brasil a Justiça é muito parcial. Robertson foi ainda mais duro em suas críticas ao dizer que o caso tem que ser encaminhado às instâncias internacionais, onde verdadeiramente há justiça.
A análise do advogado foi referente à defesa realizada pelo Justiça brasileira frente ao Comitê de Direitos Humano da ONU. Na ocasião, a defesa, firmada pelo juiz de primeira instância Sérgio Moro, que foi o magistrado que proferiu a sentença do ex-presidente a 9 anos e 6 meses de detenção em regime fechado pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva na questão do tríplex do Guarujá, justificou que o viúvo de Marisa Letícia não pode apelar a cortes internacionais, já que ainda há possibilidade de recursos para que a sentença seja revertida na Justiça brasileira.


Ao concluir que Lula não teria mais chances de vencer nos tribunais brasileiros, Robertson admitiu que o ex-presidente pode, sim, ficar inelegível e assim estaria definitivamente impossibilitado de disputar a presidência no ano que vem.
Se caso for condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral da 4º Região, o petista provavelmente seria enquadrado na Lei da Ficha Limpa, o que o tornaria inelegível.
Para embasar seu argumento, o advogado usou a entrevista com cedida pelo presidente do TRF-4, Carlos Eduardo Thompson Flores, ao jornal O Estado de São Paulo, na qual o desembargador deixou claro sua opinião classificando a sentença de Lula como “irretocável” e “irrepreensível”.
O advogado ainda disse que o mais ridículo é que o presidente do tribunal basicamente já teria prejulgado Lula ao falar que a sentença proferida por Sérgio Moro é impecável. Para o advogado, torna-se nítido que o julgamento não será imparcial e, sim, uma aberração.
Defesa de Lula assume que não há mais chances para o ex-presidente
Robertson se tornou o primeiro da defesa de Lula a assumir publicamente que não há mais chances para o petista e que é concreta a condenação de Moro. Durante as duas últimas semanas, o Estadão entrevistou em torno de 20 criminalistas que atuam na Operação #Lava Jato ou acompanham de perto o caso de Lula.
Preferindo o anonimato, quase a maioria dos ouvidos afirma que as chances de que seja revertida a situação de Lula pela Segunda Turma do TRF-4 são quase nulas. #Sergio Moro