terça-feira, 15 de agosto de 2017

EUA vivem onda de vandalismo. Manifestantes começam a derrubar estátuas pelo país




15/08/2017




Manifestantes do estado da Carolina do Norte (cidade de Durham) derrubaram uma estátua (quase centenária) de um soldado confederado ontem (14) durante um protesto contra o racismo.
Os ativistas levaram uma escada para a estátua e usaram uma corda para puxar o monumento que homenageia os soldados confederados dos EUA.


Uma multidão começou a gritar quando a estátua de bronze caiu […] um outro grupo de pessoas começou a chutar o objeto .
O monumento, erguido em 1924, retrata um soldado que segura uma arma em cima de um pilar de concreto.
Na placa está gravado a seguinte mensagem: “Em memória dos meninos que usavam cinza”.
Os Estados Confederados da América eram formados por 11 territórios do sul que se separaram dos EUA entre os anos de 1861 a 1865.
Eles defendiam modelo econômico baseado na escravidão.
O governo norte-americano já autorizou a retirada de outras estátuas e símbolos que representem os Estados Confederados da América para evitar outros tumultos.
Nos EUA existem mais de 1000 monumentos similares a esse que foi derrubado.

Moro: “Combate À Corrupção Tem De Ser Suprapartidário”



Sérgio Moro também disse no evento da Jovem Pan:
“O combate à corrupção tem de ser suprapartidário. Quando se fala em corrupção da esquerda ou corrupção da direita, já se está no jogo político.”

Viva Sergio Moro!!!

Valeria A Pena Ter Um Efetivo Maior Da Polícia Federal, Diz Moro




  • 15/08/2017
O juiz federal Sérgio Moro, símbolo da Operação Lava Jato, afirmou nesta terça-feira, 15, que ‘não é momento de vacilações’. No Fórum Mitos e Fatos, da rádio Jovem Pan, o magistrado declarou que ‘valeria a pena ter um efetivo maior da Polícia Federal’.
Sob o governo do presidente Michel Temer (PMDB) e suspeitas de interferência política, a Polícia Federal reduziu a equipe destacada para a força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, e contingenciou 44% do orçamento de custeio previsto para 2017. Em julho, a PF extinguiu o Grupo de Trabalho da Lava Jato, criado em Curitiba em 2014 para atuar exclusivamente nas investigações do mega esquema de cartel e corrupção, descoberto na Petrobrás.

“Eu penso que num quadro como esse, é preciso ter um enfrentamento, principalmente por parte da Polícia e do Ministério Público, sem vacilações. Eu respeito muito o diretor Leandro Daiello, acho que ele faz um excelente trabalho como diretor, os delegados que trabalham em Curitiba são muito dedicados, coragem do superintendente da Polícia Federal em Curitiba”, afirmou.
“Mas eu entendo realmente que era apropriado um aumento de efetivo, não no sentido de que há uma ação deliberada de enfraquecer a operação, mas eu acho que não é o momento de vacilações, é preciso investir para chegar com esse caso até o seu final. Valeria a pena ter um efetivo maior da Polícia Federal. Claro que não é tão simples assim, é preciso ter bons profissionais no âmbito da polícia federal. Claro que existem vários, mas precisa ter o perfil adequado e dar condições para eles realizarem o trabalho deles em Curitiba.”
O grupo de trabalho da Lava Jato e o grupo da Operação Carne Fraca – que apura corrupção no Ministério da Agricultura -, passaram a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor).
Moro afirmou que o enfrentamento da corrupção ‘não é tão caro’.
“Para se ter uma boa equipe, não precisa de grandes dispêndios financeiros”, disse. “Os ganhos da recuperação de ativos são muito expressivos. É um investimento barato.”

PF E Receita Cumprem 153 Mandados Em Cinco Estados Em Nova Operação




  • 15/08/2017
A Polícia Federal e a Receita Federal, em ação conjunta, deflagraram nesta terça-feira, 15, a Operação Hammer-on, contra um esquema transnacional de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A PF apontou queas empresas controladas pela organização criminosa investigada movimentaram mais de R$ 5,7 bilhões de origem ilícita no período de 2012 a 2016.
Em nota, a PF informou que cerca de 300 Policiais Federais e 45 servidores da Receita Federal estão cumprindo 153 ordens judiciais expedidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba, sendo 2 mandados de prisão preventiva, 17 mandados de prisão temporária, 53 mandados de condução coercitiva e 82 mandados de busca e apreensão em várias cidades do Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Santa Catarina.

As investigações, iniciadas em 2015, tiveram como foco um grupo criminoso composto de cinco núcleos interdependentes que utilizavam contas bancárias de várias empresas, em geral fantasmas, para receber vultosos valores de pessoas físicas e jurídicas interessadas em adquirir mercadorias, drogas e cigarros provenientes do exterior, especialmente do Paraguai.
O dinheiro “sujo” era creditado nas contas das empresas controladas pela organização criminosa e, em seguida, enviado para o exterior de duas maneiras:
(1) usando-se o sistema internacional de compensação paralelo, sem registro nos órgãos oficiais, mais conhecido como operações dólar-cabo;
(2) por intermédio de ordens de pagamento internacionais emitidas por algumas instituições financeiras brasileiras, duas destas já liquidadas pelo Banco Central. Essas ordens de pagamento eram realizadas com base em contratos de câmbio manifestamente fraudulentos, celebrados com empresas “fantasmas” que nem sequer possuíam habilitação para operar no comércio exterior.
A operação, batizada de Hammer-on, é um desdobramento das operações Sustenido e Bemol, deflagradas pela Polícia Federal e pela Receita Federal de Foz do Iguaçu/PR, respectivamente, em 2014 e 2015.
Na teoria musical, o “sustenido” e o “bemol” são notas intermediárias entre outras duas notas musicais. Analogicamente, as organizações criminosas desarticuladas em decorrência das operações Sustenido e Bemol, estabelecidas em Foz do Iguaçu/PR, intermediavam as negociações entre criminosos brasileiros e paraguaios, sendo responsáveis por garantir o pagamento de fornecedores paraguaios de drogas, cigarros e mercadorias, bem como simplesmente ocultar dinheiro de origem criminosa.
Na operação Hammer-on, os demandantes dos serviços prestados pelos intermediários também foram investigados. Segundo a PF, os brasileiros que contrataram a organização criminosa para pagar os fornecedores paraguaios, bem como para ocultar dinheiro de origem criminosa, também foram alvos de investigação.
O Hammer-on é uma técnica usada em instrumentos de corda para ligar duas notas musicais com uma mesma mão. Fazendo-se novamente referência à teoria musical, na operação Hammer-on, numa só toada, “com uma só mão”, ligaram-se duas “notas musicais” (intermediários e demandantes).
Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, gestão temerária, operação irregular de instituição financeira e uso de documento falso.
Cidades:
Paraná – Foz do Iguaçu, Curitiba, Almirante Tamandaré, Piraquara, São José do Pinhais, Assis Chateaubriand e Renascença;
Santa Catarina – Itapema, Balneário Camboriú e São Miguel do Oeste;
Espírito Santo – Vitória, Serra e Vila Velha;
São Paulo – Guarulhos e Franca;
Minas Gerais – Uberlândia.

Sérgio Moro: “Lava Jato Começou Sem Qualquer Antevisão Do Que Seria Revelado”



  • 15/08/2017
O clamor por justiça existe no Brasil desde o descobrimento, mas nunca foi tão intenso e generalizado quanto nesta segunda década do século 21.
Quais são os fatos e os mitos que devem ser desfeitos, confirmados e debatidos para o
aperfeiçoamento da Justiça no país da Operação Lava Jato?
Quais as mudanças nas estruturas das empresas após os sucessivos escândalos de corrupção?
Para discutir esses e outros assuntos, a Jovem Pan reuniu hoje dia (15) de agosto, especialistas e nomes importantes do judiciário e pensadores do direito e do mundo
dos negócios no Brasil.
Mitos & Fatos Justiça Brasileira será aberto pelo juiz federal Sérgio Moro e encerrado pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Quem ajuda também precisa de ajuda!




Alanny Wires compartilhou a publicação de Rodrigo Santos.
10 min
Rodrigo Santos
O Gui tem câncer no esôfago e pulmão e hoje recebeu a notícia de que é um paciente paliativo. Segundo os exames, a expectativa de vida dele é de 6-8 meses. Uma possibilidade de recuperação é uma cirurgia nos EUA 🇺🇸 onde ele precisa de 50 mil reais e não tem condições.
Se você não puder ajudar financeiramente, ajuda compartilhando este post e juntos podemos tentar salvar a vida do Gui! ❤️
Para conhecer mais sobre a história dele e ajudar financeiramente, acesse: https://www.vakinha.com.br/…/forca-gui-o-cancer-um-dia-sera…
O Instagram dele: @guipagnoncelli_

Collor Pode Virar Réu Na Lava Jato Nesta Terça Por Desvios Na BR Distribuidora



  • 14/08/2017
Está previsto para a tarde desta terça-feira, 15, o julgamento na 2.ª Turma do Supremo Tribunal Federal, da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República contra o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL), acusado de ter comandado organização criminosa que teria desviado recursos da BR Distribuidora, no âmbito da Lava Jato. O relator do caso é o ministro Edson Fachin, que já tornou público o relatório sobre a acusação – o documento aponta cinco supostos crimes atribuídos ao senador.
A denúncia envolve Collor e mais 8 investigados. Quanto ao senador e ex-presidente da República, a acusação é dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato.


Todos os nove são acusados de fazer parte de uma organização criminosa, na qual Collor teria atuado em ‘posição de comando no suposto grupo’.
Um quinto crime imputado a Collor é o de tentar impedir as investigações.
Há um pedido de adiamento do julgamento, devido ao fato de que os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli não estarão presentes à sessão. Advogados reuniram-se nesta segunda-feira, 14, com o relator, Edson Fachin, para defender o pedido, mas o ministro não tomou decisão até a publicação desta reportagem.
O regimento do STF permite julgamentos com apenas 3 dos 5 ministros de uma turma. No caso da 2.ª Turma, os outros dois ministros são Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.
Procurada, a assessoria de imprensa disse que o senador não irá se manifestar. No processo, porém, a defesa nega as acusações, afirma que a denúncia é inepta e que não relata os fatos de forma lógica.
Segundo as investigações, pelo menos entre os anos de 2010 e 2014, mais de R$ 29 milhões em propina foram pagos ao senador em razão de um contrato de troca de bandeira de postos de combustível celebrado entre a BR Distribuidora e a empresa Derivados do Brasil (DVBR), bem como em função de contratos de construção de bases de distribuição de combustíveis firmados entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia.
A suposta organização criminosa relacionada à BR Distribuidora atuaria voltada principalmente ao desvio de recursos públicos em proveito particular, à corrupção de agentes públicos e à lavagem de dinheiro. Segundo a PGR, teria ocorrido em razão da influência do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) sobre a empresa.
Os demais denunciados são: Caroline Serejo Medeiros Collor de Melo, mulher do senador; Luís Pereira Duarte de Amorim, considerado o “testa-de-ferro” do senador; Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, na condição de “operador particular” do senador; Luciana Guimarães de Leoni Ramos, mulher de Pedro Paulo; os assessores parlamentares Cleverton Melo da Costa (falecido), Fernando Antônio da Silva Tiago e William Dias Gomes; e Eduardo Bezerra Frazão, diretor financeiro da TV Gazeta de Alagoas.
A denúncia foi assinada em 18 de agosto de 2015, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e foi aditada (ampliada) em março de 2016.
Relatório. De acordo com o relatório redigido por Fachin, fazendo referência à acusação, Collor “teria incorrido na prática de vários crimes de corrupção passiva, pois, valendo-se da condição de Senador da República e em unidade de desígnios com os coacusados Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos e Luis Pereira Duarte de Amorim, solicitou, aceitou promessa e recebeu, para si e para esses últimos” vantagens indevidas da ordem de R$ 9,95 milhões “para viabilizar irregularmente um contrato de troca de bandeira de postos de combustível celebrado entre a DVBR Derivados do Brasil S/A e a BR Distribuidora, o que acabou de fato ocorrendo nos anos de 2010 e 2011, por intermédio da atuação de Luiz Claudio Caseira Sanches, Diretor de Rede de Postos de Serviço”; e outros R$ 20 milhões “para viabilizar irregularmente a celebração de quatro contratos de construção de bases de distribuição de combustíveis (…) entre a UTC ENGENHARIA S/A e a BR DISTRIBUIDORA, o que acabou de fato ocorrendo entre o final do ano de 2010 e o início do ano de 2011, por intermédio da atuação de José Zonis, Diretor de Operações e Logística da sociedade de economia mista em questão”.
Fachin assinala que o senador também é acusado de ter tentado impedir a investigação do caso “ao pedir o estorno de créditos relativos a depósitos em dinheiro na sua conta pessoal com a finalidade de se desvincular dessas operações e evitar a instauração de investigação sobre os fatos no âmbito do Supremo Tribunal Federal”.
(Por Estadão)