segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Algumas leituras sobre a votação que silenciou a investigação contra Temer



Medo e cinismo no parlamento e no governo: algumas leituras sobre a votação que silenciou a denúncia de corrupção contra Temer


votação michel temer câmara investigação

Eduardo Tavares de Farias*, Pragmatismo Político
O resultado da votação na Câmara dos Deputadossobre a abertura do processo de investigação de Michel Temer, no dia 2 de agosto, movido pela Procuradoria-Geral da República (PGR), envolvem os sentimentos de indignação, impotência e vergonha na sociedade brasileira. Mas o que essas sensações têm a dizer sobre o cenário político atual e quais as causas? O filósofo Baruch Spinoza (1632-1677) e o sociólogo Pierre Bourdieu (1930-2002) podem ajudar a ler os acontecimentos recentes.
Indignação: um ano antes da votação sobre a denúncia de Temer, os mesmos deputados aprovaram a abertura do controvertido processo contra a ex-presidenta Dilma Rousseff. Aceitaram a acusação de irresponsabilidade fiscal baseada nas chamadas pedaladas fiscais, um procedimento recorrido por antecessores e por atuais governadores, mas que nunca foi motivo de investigação. O resultado foi a deposição de Dilma. Na votação atual, os parlamentares decidiram ignorar, incoerentemente, a séria acusação de crime de corrupção passiva de Temer. Os indícios apresentados pela Polícia Federal (PF) e avaliado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) seriam suficientes para derrubar ou impulsionar uma renúncia de qualquer político da Alemanha, Suécia, França, Uruguai etc., mas no parlamento brasileiro os indícios perderam sua razão de ser. A vitoriosa incoerência se reproduziu por 263 vezes, número de votos dos deputados que impediram a investigação. Era necessário que no mínimo 342 dos 513 representantes fossem favoráveis à abertura do processo.
Impotência: este sentimento provêm de um fato incontestável: a vontade da maioria da população não está sendo levada em consideração, apesar da apatia das manifestações nas ruas. A rejeição de Temer atingiu 95% (a maior desde 1989), segundo a pesquisa divulgada pelo instituto Ipsos no dia 25 de julho.
Vergonha: o parlamento se converteu num picadeiro de exibições de falação odiosa, mentiras, ignorância e até mesmo de piruetas retóricas para salvar Temer: “Pelo não ao arquivamento da denúncia, mas para que ele seja investigado após deixar o mandato eu voto sim”, argumentou Rogério Marinho do PSDB. Teve até deputado que, com o nome de Temer tatuado no ombro, se manifestou contra as pesquisas de Institutos conhecidos e durante a votação passou parte do tempo pedindo “nude” pelo Whatsapp, caso do Wladimir Costa do SD/PR.
Mas nesse jogo de sentimentos a razão parece merecer papel protagonista para tentarmos entender o que está acontecendo com a política e com os políticos no Brasil. Baruch Spinoza já havia se dado conta, no século XVII, que muitos políticos criam mais armadilhas aos individuos do que encontram maneiras de ajudá-los. Os políticos seriam mais hábeis do que sábios, segundo o filósofo holandês. Uma coisa interessante que Spinoza sustenta no livro Tratado Político é que os políticos se esforçam em prevenir a malícia muitas vezes guiados pelo medo mais que pela razão.
No caso da votação parece fazer sentido pensar que alguns deputados tenham votado motivados também por medo de sofrerem retaliações de seus “aliados” ou financiadores. Mas de onde vem esse medo? Não soa contraditório afirmar que nasce e se desenvolve a partir de atos ilícitos ou moralmente ofensivos cometidos pelos representantes. O fato do político ter cometido algum ato ilícito eleva o sentimento de medo e consequentemente aumenta a busca de autoproteção. As decisões de um parlamentar, por exemplo, deixam de ser destinadas aos seus representados; o cargo que opcupa passa a ser exercido com dupla função: a de representante e a de representado. Aqueles que o elegeram perdem sua voz na sociedade que se diz democrática e representativa. O filósofo francês Jacques Rancière chamou esse povo, apropriadamente, de “parte dos sem parte”. O medo na política, como se pode ver, vulnerabiliza o representante e mais ainda o representado.
STF, a mais alta corte jurídica do país, conduz atualmente cerca de 530 investigações contra políticos. O número pode soar expressivo, mas não é. O Brasil não é só um país no qual opera a conhecida impunidade, é também terra dos arquivamentos de pedidos de investigação. Pode parecer contraditório afirmar isso em tempos de operação Lava Jato, mas também não é. Além do arquivamento dos pedidos de investigação contra o senador Aécio Neves (PSDB), o impedimento da denúncia contra Temer na Câmara é também um exemplo expressivo de arquivamento sistemático, um círculo vicioso que se desenvolve graças ao medo que provêm do “rabo preso”.
Spinoza parece ter razão ao sustentar o medo como motor para a toma de decisão de políticos. Este medo, embora esteja relacionado ao campo das “emoções”, não é simples manifestação irracional, pelo contrário, exige fazer cálculos para cada passo no exercício do cargo. A distinção que o sociólogo francês Pierre Bourdieu faz entre saber “cínico” e saber “clínico” também é uma possibilidade de leitura da votação contra a denúncia de Temer e da relação que se estabelece entre políticos e o medo.
O saber cínico para Bourdieu está relacionado ao uso de uma estratégia que permita utilizar as regras do sistema (político, por exemplo) para tirar o máximo de vantagem, quer a situação seja justa ou injusta. Por outro lado, o saber usado clinicamente é aquele que, mesmo conhecendo o funcionamento da sociedade, se destina ao combate do que é impróprio, moralmente ofensivo, gerador de dano e sofrimento. A rejeição de parlamentares com respeito à denúncia contra Temer é a manifestação viva do uso cínico do saber por parte dos deputados. Por que? A maioria dos argumentos dos 263 parlamentares tentaram vender a ideia de que a manutenção de Temer é condição necessária para a ordem e a estabilidade do país. Suposição que tende mais ao engano que às vias de fato. Reflitamos:
1) Dificilmente um governo ilegítimo será o promotor de unidade e diálogo entre os diferentes atores do tabuleiro político. A noção de “normalidade” nas relações de forças deixou de existir porque a assunção de Temer resultou de um (neo)golpe de Estado. É mais provável que o desacordo e o conflito se intensifiquem até a realização da nova eleição presidencial.
2) A acusação de envolvimento em casos de corrupção de um “presidente” é grave e um fator que desequilibra mais que equilibra. As motivações pela investigação de Temer deixa de operar prioritariamente no campo político (como foi o caso da ex-presidenta Dilma) e passa a ganhar peso com razões jurídicas. Como a abertura de processo de investigação contra Temer deve ser aprovada pela Câmara, o conflito deixa de operar só entre os políticos e passa a envolver também os juizes. Parlamento, PGR e STF, por exemplo.
3) A desaprovação da gigantesca parcela da população demonstra que o governo não tem o apoio popular com relação às medidas que devem ser tomadas. Essa rejeição também pode ser entendida como perda de confiança; com isso, as ações do governo passam a ser vistas como ameaça e não como garantia de bom funcionamento. A possível consequência é o ressurgimento das manifestações.
4) Políticos entram e saem como ministros do governo Temer por serem envolvidos em escândalos de corrupção, fato que impacta diretamente no planejamento e nas execuções das medidas necessárias para colocar o país nos trilhos. Sete ministros já foram afastados do cargo ou pediram demissão (a maioria por ter sido vinculada à corrupção). Em uma única canetada o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recomendou ao STF a abertura 320 inquéritos contra políticos (com base nas delações da Odebrecht); entre eles haviam pedidos de investigação de nove ministros de Temer.
Medo e cinismo parecem ser fatores íntimos e inseparáveis dos acontecimentos políticos relacionados ao parlamento brasileiro e ao atual governo. Uma leitura sobre a votação e as manobras de Temer passam indiscutivelmente pela percepção desses dois elementos. Além disso, tais fatores trazem à luz o enfraquecimento da vontade popular, a concentração de poder nas mãos de deputados irresponsáveis, a tendência às ações que fragilizam a gestão pública e a praticamente impossível conquista da estabilidade (econômica ou política) antes de nova eleição.
*Eduardo Tavares de Farias é jornalista e mestrando em filosofia pela Universidad de Costa Rica e colaborou para Pragmatismo Político

Juiz Que Se Apropriou De Bens De Eike É Condenado A Oito Anos De Prisão





O juiz Marcelo Bretas condenou o magistrado Flávio Roberto de Souza a um ano de prisão por fraude processual e sete anos por peculato após se apropriar dos bens de Eike Batista.
Ele chegou a ser flagrado dirigindo um carro de luxo de Eike e, segundo a decisão, se apropriou de R$ 24 mil e US$ 400 apreendidos pela justiça.

Em sua decisão, Bretas chama Souza de “hipócrita”. Leia o trecho:
“Concluo que, por se tratar o acusado de profissional com vários anos de experiência nas atribuições que exerceu tanto no Ministério Público Federal quanto na Justiça Federal, na seara criminal, sua capacidade de compreender o caráter ilícito de seu comportamento era bem superior ao dos demais membros da sociedade. Um Juiz que aplica penas pela prática de crimes certamente considerou seus efeitos ao decidir, ele mesmo, delinquir. Pior do que isso, revelou-se um hipócrita”.


Delações são anuladas por falta de provas mas delatores continuam com benefícios de ter dinheiro devolvido e liberdade





Depois do fiasco na comprovação do conteúdo da delação premiada de Delcídio do Amaral, que tinha muita espuma e nenhuma prova – o que foi reconhecido pelos próprios procuradores da Lava jato em Brasília – surge agora outra situação que faz refletir sobre a difusão destas informações pelas autoridades sem que nada haja senão a palavra do delator.


O delegado Filipe Pace, da Polícia Federal, produziu um relatório – feito em abril, mas só agora de conhecimento público, revelado pelo Estado de S. Paulo – onde afirma que não há nenhuma prova sobre um suposto pedido de R$ 2 milhões feito pelo ex-ministro Antonio Palocci para campanha eleitoral de Dilma Rousseff, como haviam afirmado o tal Fernando Baiano e Paulo Roberto Costa.

Buscaram-se registros de câmaras de segurança, reservas em hote, passagens aéreas, revirou-se tudo e nada foi encontrado que pudesse dar suporte a esta versão, mesmo com todas as “convicções” dos investigadores.

O delegado escreveu:

“É temerário que inquérito policial tenha tramitado por quase dois anos em função de três versões de fatos diferentes apresentadas por três criminosos que celebraram acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República e que a partir disso obtiveram inegáveis benefícios. Em outras palavras, no presente caso, os colaboradores em nada auxiliaram os trabalhos investigativos, muito embora tenham sido beneficiados para tanto”.

José Roberto Batocchio, à época advogado de Palocci, chegou a pedir a cassação dos benefícios dados aos delatores, mas a Justiça, solenemente, o ignorou. Ambos estão vivendo muito bem em suas mansões.

Como se não bastasse, agora vem a história de que os arquivos da suposta contabilidade da propina da Odebrecht estão criptografados e não abrem, porque um diretor da empresa “jogou fora a senha”. E ninguém consegue quebrar a criptografia.

É possível que o interesse dos norte-americanos na Odebrecht seja esse: o maravilhoso sistema á prova de hackers que a empresa tinha, coisa que nem o Pentágono até agora conseguiu.

Janot É O Procurador-Geral Mais Desqualificado Da História, Diz Mendes




Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a atacar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao considerá-lo, em entrevista nesta segunda-feira (7), desqualificado e sem preparo jurídico nem emocional.
“Quanto a Janot, eu o considero o procurador-geral mais desqualificado que já passou pela história da procuradoria. Porque ele não tem condições, na verdade não tem preparo jurídico nem emocional para dirigir algum órgão dessa importância”, avaliou o ministro em entrevista à Rádio Gaúcha.


Ele também pôs em xeque as delações da JBS e disse acreditar que os acordos, que foram homologados por Janot, serão reavaliados.
“Tenho absoluta certeza de que o será. Como agora a Polícia Federal acaba de pedir a reavaliação do caso do Sérgio Machado, que é um desses casos escandalosos de acordo. Certamente vai ser sucitado em algum processo e será reavaliado”, disse.
Sobre a Lava Jato, o ministro destacou o papel importante da operação, mas considerou que podem ocorrer equívocos.
“Não é verdade que eu tenha dito que a Lava Jato deixou de ser importante. Acho os trabalhos extremamente importantes, mas isso não me compromete com eventuais equívoco. Sempre fui uma voz vencida na segunda turma quanto ao aumento das prisões da Lava Jato. Foi eu que votei o habeas [corpus], fui o terceiro voto, de desempate, no caso do Dirceu [José Dirceu]”, justificou.

CARROS OFICIAIS CUSTAM À UNIÃO R$1,6 BILHÃO POR ANO




MORDOMIA

CARROS OFICIAIS CONSOMEM R$1,6 BILHÃO DO CONTRIBUINTE POR ANO
Publicado: 07 de agosto de 2017 às 00:00 - Atualizado às 22:12



CARROS OFICIAIS CONSOMEM R$ 1,6 BILHÃO DO CONTRIBUINTE POR ANO


Somente a mordomia de carro oficial no serviço público federal custa por ano mais de R$1,6 bilhão. Ao menos foi isso o que custou em 2016, ano de vacas raquíticas. Esses recursos foram gastos na compra de veículos, na manutenção da frota, na aquisição de acessórios e no pagamento de impostos do tipo IPI e IPVA. Em 2015, o gasto foi maior: R$1,7 bilhão. Esses custos não incluem salários, óleo ou combustível. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Os ministérios da Defesa, Justiça e Educação gastaram R$1,153 bilhão em veículos oficiais. Defesa, o recordista, responde por R$768 milhões.
Com a mãe já cassada, a filha de Dilma foi flagrada há um ano usando carro oficial com o marido. Ex-presidentes também têm esse direito.
Além dos carros de representação, com os quais autoridades podem ir a restaurantes e fazer compras, há os de “serviço”, de placa branca.


                                  Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter  É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto!

domingo, 6 de agosto de 2017

Conheça Os 108 Deputados Que Votaram Contra Cunha, Dilma E Temer






  • 07/08/2017

Entre os 513 deputados da Câmara, 108 votaram favoravelmente à cassação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PSDB-RJ), ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e à continuidade da denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva.
 A lista foi compilada pelo blog do Josias, do UOL. Nomes como o do deputado Tiririca (PR-SP) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ) estão na relação.

Com 19 deputados, o PSDB é o partido que mais aparece na lista, seguido pelo PSD, com 16 parlamentares. Nenhum dos parlamentares do PT e do PSOL votou contra os três políticos.
Confira abaixo a lista completa, em ordem alfabética
Adelson Barreto (PR-SE)
Afonso Hamm (PP-RS)
Alan Rick (DEM-AC)
Alex Manente (PPS-SP)
André de Paula (PSD-PE)
Antônio Jácome (PTN-RN)
Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)
Arnaldo Jordy (PPS-PA)
Arolde de Oliveira (PSC-RJ)
Augusto Carvalho (SD-DF)
Betinho Gomes (PSDB-PE)
Cabo Daciolo (PTdoB-RJ)
Cabo Sabino (PR-CE)
Capitão Augusto (PR-SP)
Carlos Andrade (PHS-RR)
Carlos Gomes (PRB-RS)
Carlos Manato (SD-ES)
Carlos Sampaio (PSDB-SP)
Carmen Zanotto (PPS-SC)
César Halum (PRB-TO)
Christiane de Souza Yared (PR-PR)
Conceição Sampaio (PP-AM)
Daniel Coelho (PSDB-PE)
Danilo Cabral (PSB-PE)
Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS)
Delegado Francischini (SD-PR)
Deley (PTB-RJ)
Diego Garcia (PHS-PR)
Dr. Jorge Silva (PHS-ES)
Eduardo Bolsonaro (PSC-SP)
Eduardo Cury (PSDB-SP)
Eliziane Gama (PPS-MA)
Eros Biondini (PROS-MG)
Esperidião Amin (PP-SC)
Evair De Melo (PV-ES)
Expedito Netto (PSD-RO)
Fábio Sousa (PSDB-GO)
Felipe Bornier (PROS-RJ)
Flávia Morais (PDT-GO)
Flavinho (PSB-SP)
Geovania de Sá (PSDB-SC)
Gonzaga Patriota (PSB-PE)
Heitor Schuch (PSB-RS)
Hissa Abrahão (PDT-AM)
Hugo Leal (PSB-RJ)
Irmão Lazaro (PSC-BA)
Jair Bolsonaro (PSC-RJ)
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)
Jefferson Campos (PSD-SP)
Jerônimo Goergen (PP-RS)
JHC (PSB-AL) João Derly (REDE-RS)
João Gualberto (PSDB-BA)
João Paulo Papa (PSDB-SP)
Joaquim Passarinho (PSD-PA)
Jony Marcos (PRB-SE)
Jorge Boeira (PP-SC)
Jorginho Mello (PR-SC)
Jose Stédile (PSB-RS)
Júlio Delgado (PSB-MG)
Jutahy Junior (PSDB-BA)
Keiko Ota (PSB-SP)
Laercio Oliveira (SD-SE)
Laudivio Carvalho (SD-MG)
Leandre (PV-PR)
Leopoldo Meyer (PSB-PR)
Lincoln Portela (PRB-MG)
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Luiz Carlos Ramos (PTN-RJ)
Luiz Lauro Filho (PSB-SP)
Major Olimpio (SD-SP)
Mandetta (DEM-MS)
Mara Gabrilli (PSDB-SP)
Marcelo Álvaro Antônio (PR-MG)
Marcelo Matos (PHS-RJ)
Marcos Abrão (PPS-GO)
Marcos Rogério (DEM-RO)
Mariana Carvalho (PSDB-RO)
Miguel Haddad (PSDB-SP)
Miro Teixeira (REDE-RJ)
Onyx Lorenzoni (DEM-RS)
Otavio Leite (PSDB-RJ)
Pastor Eurico (PHS-PE)
Paulo Foletto (PSB-ES)
Pedro Cunha Lima (PSDB-PB)
Rafael Motta (PSB-RN)
Renata Abreu (PTN-SP)
Ricardo Tripoli (PSDB -SP)
Rocha (PSDB-AC)
Rodrigo Martins (PSB-PI)
Ronaldo Martins (PRB-CE)
Rubens Bueno (PPS-PR)
Sandro Alex (PSD-PR)
Sérgio Reis (PRB-SP)
Sergio Vidigal (PDT-ES)
Sergio Zveiter (PMDB-RJ)
Silvio Torres (PSDB-SP)
Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ)
Stefano Aguiar (PSD-MG)
Subtenente Gonzaga (PDT-MG)
Tadeu Alencar (PSB-PE)
Tiririca (PR-SP)
Uldurico Junior (PV-BA)
Valadares Filho (PSB-SE)
Vanderlei Macris (PSDB-SP)
Vitor Lippi (PSDB-SP)
Vitor Valim (PMDB-CE)
Weliton Prado (PMB-MG)


                                         Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Interessante: Água, azeite e açúcar não dão liga. Aritmética não bate no campo de apoio ao governo “Coalizão.” Principalmente ideológico?

Digam que Partido Político diante das investigações da lava-jato, dos mensalões, foram suspensos seus registros ou caçados?






Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Como nosso grupo é de pessoas dotadas de capacidade e dotados de discernimento e muita inteligência e conhecimento político e altamente bem relacionados, estou a pensar, qual a opinião dos nossos IIr.: grupo a respeito da Reforma política que está na agenda do Congresso Nacional, pois destaquei aqui no grupo minha insistente opinião de que nada mudará, nada nada, ou seja, estou falando da corrupção POLÍTICA, se o sistema partidário (artigo 17 CF) não for alterado significativamente, nada mudará. Será que o povo brasileiro não irão abrir os olhos e ver que os PARTIDOS POLÍTICOS são na verdade onde ensinam e incubam os bandidos Políticos, treinando-os e adestrando-os como serem excelentes corruptos. Pois a corrupção no meio político começa nos PARTIDOS. Há uma grande resistência da discussão do tem, principalmente para aqueles que sao incrédulos por ignorância ou por obterem vantagem do sistema. Me
Digam que Partido Político diante das investigações da lava-jato, dos mensalões, foram suspensos seus registros ou caçados? Que presidente de partido foi preso? Que mandato foi caçado em virtude das falcatruas e corrupções dos partidos? Que Partido teve seus bens e de seus dirigentes sequestrados ??? Por
Favor respondem??? Hoje temos 35 partidos registrados no TSE, e outros tantos esperando seus registro. E pergunta-se quanto mesmo são destinado a eles( partidos) a título de FUNDO PARTIDÁRIO? E para quem eles prestam contas da utilização desses recursos ?